Os novos uniformes da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2022 no Catar não podem ser personalizadas no site da Nike com nomes dos candidatos à presidência, como Lula, Jair Bolsonaro, Ciro Gomes e Simone Tebet.
Os nomes Luiz, Jair, Ciro e Simone estão disponíveis. Outros termos como “mito”, “socialismo” e “comunismo” também não são permitidos.
O uso do primeiro nome dos candidatos, associado a seus números na urna eletrônica, também está liberado. Ou seja, se o comprador quiser usar na camisa o nome Luiz, com o número 13, é permitido. O mesmo acontece com “Jair 22”, “Ciro 12” e “Simone 15”, por exemplo.
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RESPOSTA
Por meio de sua assessoria de imprensa, a Nike explicou os motivos para não liberar a personalização dos uniformes com nomes dos candidatos.
Segundo a fabricante de material esportivo, o veto está de acordo com as diretrizes da empresa de impedir o uso de expressões religiosas, políticas, racistas e até palavrões.
“A Nike, como descrito na própria página, não permite customizações com palavras que possam conter qualquer cunho religioso, político, racista ou mesmo palavrões. Este sistema é atualizado periodicamente visando cobrir o maior número de palavras possíveis que se encaixem nesta regra“, informa a nota.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) usou as redes sociais para defender o pai, o presidente Jair Bolsonaro (PL), que foi criticado pelo jornalista Eduardo Bueno recentemente, que disse que deveriam atear fogo nele, em referência a sua insatisfação com o atual governo.
“Tô cansando dele, dessas pessoas que votaram nesse cara, que tem que ser linchadas, porque tem que partir para guerra, para o confronto. Eu era contra ter filmado aquela estátua, e ainda sou, mas tem que queimar o Palácio do Planalto, porque estamos anunciando há um tempão que essa cinemateca, que é a maior cinemateca da América Latina, onde toda a memória cinematográfica brasileira está depositava e o negativo está pegando fogo. Tem que pôr fogo nele. Pode gravar, pode divulgar. Fogo nele”, disse Bueno.
Tacar fogo no presidente.
Inquérito no STF?
Antidemocrático?
Que nada, para eles isso é defesa da democracia. Querem Bolsonaro, mas ele seria apenas o 1º. Depois dele virão atrás de mim e de você. Já conhecemos o “modus operandi” deles. https://t.co/jz2z53YPpy
No Twitter, Eduardo Bolsonaro rebateu: “Tacar fogo no presidente. Inquérito no STF? Antidemocrático? Que nada, para eles isso é defender a democracia. Querem Bolsonaro, mas seria apenas o primeiro. Depois dele virão atrás de mim e de você. Já conhecemos o ‘modus operandi’ deles”. concluiu.
O pré-candidato a governador da Paraíba Veneziano Vital do Rêgo (MDB) reforçou, na noite deste domingo (7), durante o primeiro debate televisivo entre os postulantes ao Governo do Estado, seu foco em propostas e não em ataques ou agressões aos seus adversários. O tempo todo Veneziano demonstrou tranquilidade, equilíbrio e conhecimento dos principais temas da Paraíba. “Meu compromisso é com a verdade das demandas sentidas pelo povo”.
No primeiro bloco, Veneziano focou no tema Educação, destacando as perdas provocadas pela pandemia da Covid-19; Cagepa; segurança pública, combate ao feminicídio e violência contra a mulher; estruturação da saúde pública no interior do Estado; e habitação popular, sempre pontuando soluções para problemas que afligem a população paraibana. “Estamos com as melhores propostas e o melhor time para recuperar o tempo perdido pela ineficiência da atual gestão. Os paraibanos têm pressa! Vamos juntos, barrar o retrocesso e avançar com a Paraíba! Meu compromisso é com a verdade das demandas sentidas pelo povo”, disse Veneziano, em trecho do debate.
Noutro momento, Veneziano destacou que a indústria turística nos permite trabalhar com novas oportunidades. “Infelizmente, hoje, por exemplo, a Paraíba investe 10 vezes menos que o Rio Grande do Norte. Estamos prontos para mudar essa realidade”, pontuou. “Quando falamos de saúde, existe a necessidade de trazer a desconcentração. Fortalecer as nossas regiões, para que não dependamos apenas de João Pessoa e Campina Grande, e ai cito nosso compromisso com a construção do Hospital de Trauma do Sertão”, disse o emedebista.
Ao comentar sobre o atual cenário da educação pública estadual, Veneziano citou recente declaração do secretário de Educação, Cláudio Furtado, em entrevista, quando afirmou que nenhuma escola foi construída em 3,7 meses de gestão. “Temos assistido à deteriorização das nossas escolas, a falta de condições mínimas para os nossos alunos. A eficiência voltará sob a nossa gestão, com merenda de qualidade, um programa de reforma e ampliação de unidades, valorização dos professores. Assim como fizemos em Campina, quando da minha passagem pela prefeitura, onde contamos com a presença, na época, do presidente Lula, e entregamos inúmeras obras, fruto dessa parceria exitosa. Iremos fazer em nossa gestão estadual, se assim o povo nos eleger, conjuntamente com Lula presidente. Se essa parceria deu certo antes (Veneziano e Lula) irá dar novamente”, disse.
“A parceria com nosso futuro presidente Lula gerará empregos. Nossa gestão terá foco no combate à fome e na geração de oportunidades. Nós temos compromissos com o desenvolvimento do nosso estado. A exemplo das ações da duplicação BR-230, a construção do hospital de trauma do sertão, a concretização do arco metropolitano – esquecido pelo atual governo”, completou Veneziano, ao destacar ainda que o atual governo negligencia as mulheres. “Daremos atenção e mudaremos as delegacias, que quase inexistem no combate ao feminicídio. Criaremos estruturas que acolham essas mulheres violentadas e, sobretudo, geraremos oportunidades de inserção no mercado no trabalho”, afirmou.
Considerações finais – Ao se despedir do público que viu o debate, Veneziano trouxe a mensagem das mudanças, da transformação da Paraíba para melhor. “Ao lado dos meus companheiros, que tenho alegria de ladear e de ser ladeado, a companheira professora Maisa Cartaxo, o companheiro Ricardo Coutinho, e, principalmente, aquele que nos escolheu para ser o seu governador, o presidente Luís Inácio Lula da Silva, para combater a fome, para políticas de geração de emprego, para descentralizar a saúde, para investir na educação”.
Atualmente dono da 2ª maior fatia do Fundo Eleitoral, o PT já rifou uma viagem para Cuba para arrecadar. Em 1989, pedia depósitos de “qualquer quantia” a apoiadores para pagar a 1ª campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O Poder360 encontrou cartazes usados nessas ações de arrecadação no acervo do Centro Sérgio Buarque de Holanda, da Fundação Perseu Abramo, vinculada ao PT.
“Ajude o PT nestas eleições e ganhe uma incrível viagem para Cuba”, dizia o cartaz que divulgava a ação, de 2000. O número da rifa custava R$ 10 (sem correção monetária).
Lula ainda não havia ganhado nenhuma eleição presidencial, mas já era o petista mais conhecido. Virou chamariz para a campanha de arrecadação.
“Vá com Lula visitar Cuba com tudo pago para você e um acompanhante”, declarava a peça publicitária.
O roteiro incluía 4 dias em Havana e 2 em Varadero, um dos principais balneários da ilha caribenha. À época, Cuba era governada por Fidel Castro (1926-2016), admirado por petistas. Ele recebeu a comitiva.
Veja a seguir o cartaz que divulgava a rifa:
A rifa foi organizada pelo diretório paulista do PT, à época presidido por Paulo Frateschi. “Eu que fiz essa proposta. O Lula aceitou. Tinha muita discussão na época se devia, não devia [ir]”, disse ele ao Poder360.
À época o hoje ex-presidente mirava a campanha de 2002, na qual seria eleito para o Palácio do Planalto. “Internamente tinha muita preocupação de ficar se identificando com Cuba, essa coisa toda”, contou Frateschi.
“Foi uma viagem fantástica. Além do Fidel ter recebido [a comitiva], ofereceu um enorme almoço para a delegação inteira”, afirmou ele.
A comitiva, de cerca de 200 pessoas segundo noticiou a imprensa à época, foi em um avião fretado. Participaram figuras conhecidas como o ex-jogador de futebol Sócrates (1954-2011), a ex-jogadora de basquete Magic Paula e Márcio Thomaz Bastos (1935-2014), que depois seria ministro da Justiça de Lula.
“Lá não é o país do futebol, mas ele [Sócrates] andava na rua e o pessoal reconhecia, chamava ele de Doutor”, afirmou Frateschi.
Ele disse à reportagem que não se lembra quanto a rifa arrecadou, mas que foi uma quantia significativa. Os recursos foram para bancar campanhas para prefeito. Naquele ano, a então petista Marta Suplicy venceria a disputa para governar a capital paulista
O pacote turístico foi vendido por R$ 1.090, em valores da época, para os não sorteados.
“É uma pena que o PT não continuou a fazer. A gente queria ter feito uma para a África. Mas, depois, com a dinâmica do governo e tudo, a gente foi deixando. Mas é um bom método para arrecadar dinheiro e um bom método para formação política”, declarou Frateschi.
Um levantamento feito pela FSB Comunicação por encomenda do banco BTG mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) 7 pontos acima do presidente Jair Bolsonaro (PL) no 1º turno. Lula oscilou 3 pontos para baixo em duas semanas e está com 41%, enquanto Bolsonaro avançou 3 pontos para cima e ficou com 34%.
A pesquisa realizou 2.000 entrevistas de 5 a 7 de agosto de 2022. Está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-08028/2022. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%.
Na sequência, vêm:
Ciro Gomes (PDT), com 7%;
Simone Tebet (MDB), com 3%
André Janones (Avante), com 2% – político deixou a disputa para apoiar o PT;
José Maria Eymael (DC), com 1%;
e Pablo Marçal (Pros), também com 1% cada. Os demais candidatos não pontuaram.
Após os recentes eventos com a presença do ex-presidente Lula em Campina Grande e outras cidades do país, o Partido Liberal (PL) decidiu representar ações junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na última sexta-feira (05), o partido do presidente Jair Bolsonaro formalizou sete ações contra Lula.
Além das falas de Lula em Campina Grande, durante o evento de 2 de agosto, o PL também citou os discursos do ex-presidente em Brasília (12 de julho), Serra Talhada-PE (20 de julho), Garanhuns-PE (20 de julho), Recife (21 de julho), Fortaleza (30 de julho), e Teresina (3 de agosto).
As representações formuladas pelo PL citam que Lula praticou “discurso de ódio” quando chamou Bolsonaro de “genocida”, “fascista”, “miliciano”, “negacionista”, “covarde”, “mentiroso” e “pessoa do mal”.
A peça é assinada pelo advogado Tarcísio Vieira de Carvalho. Para ele, o ex-presidente cometeu infrações eleitorais “diante da promoção de propaganda antecipada positiva, em seu favor, e propaganda antecipada negativa, em detrimento do também pré-candidato Jair Messias Bolsonaro”.
De um importante conselheiro de Lula, sobre as pesquisas desta semana que mostraram a aproximação de Jair Bolsonaro: “Lula nunca acreditou que venceria no primeiro turno. Esse discurso acabou”.
Na avaliação desse petista, o discurso de uma possível vitória no primeiro turno — algo nunca conquistado pelo partido nas eleições — servia para animar a militância, mas agora ficou distante da realidade e tornou-se até prejudicial ao partido, pois o clima de “já ganhou” pode desmobilizar a tropa.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu neste sábado (6) o pedido de registro de candidatura da senadora Simone Tebet (MDB-MS) à presidência da República. A chapa também é composta pela senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), candidata à vice-presidência.
No pedido de registro, Tebet declarou possuir bens declarados no valor de R$ 2,3 milhões, entre imóveis e depósito em conta bancária. A lista de bens de Mara Gabrilli soma R$ 12,8 milhões, entre imóveis e investimentos financeiros.
As candidaturas serão apoiadas pela federação partidária PSDB-Cidadania e o Podemos.
O pedido de registro de candidatura na Justiça Eleitoral é o primeiro passo para a oficialização dos nomes dos candidatos que foram aprovados nas convenções partidárias e pretendem concorrer às eleições de outubro.
Oficialmente, a campanha eleitoral, quando os candidatos podem efetivamente pedir votos e divulgar seus números, começa no dia 16 de agosto. O registro no TSE e nos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) deve ser feito até o dia 15 de agosto.
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) enfrenta uma rebelião interna após a divulgação nesta sexta-feira (5) do manifesto a favor da democracia, especialmente nas cidades do interior.
Os empresários descontentes dizem à CNN, sob a condição de anonimato, que a entidade se transformou em “ferramenta política”.
A CNN teve acesso a uma carta enviada por um dos vice-presidentes do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) endereçada ao presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva. “A Fiesp nunca foi e nunca deverá ser usada como uma ferramenta política, muito menos sensível a ideologias contrárias aos interesses de nossa sociedade”, diz a carta.
No documento, o empresário, que prefere não ter seu nome divulgado, diz que foi procurado por outros associados. “Como prata da casa, sinto-me orgulhoso em ser procurado por outros presidentes de nossas respeitadas Ciesps que me procuraram para protestarem pelos desvios de finalidade de nossa instituição mãe”.
“Hoje ela se verga e, oficialmente, se pactua a interesses mesquinhos de homens públicos, muito dos quais execrados pela grande opinião pública”, continua a carta.
A Fiesp e o Ciesp são entidades distintas, mas muito próximas e no passado já chegaram a ter o mesmo presidente. Enquanto a Fiesp reúne os sindicatos de empresas, o Ciesp congrega as próprias companhias.
De acordo com relatos feitos à CNN, o manifesto foi interpretado entre essa parcela do empresariado descontente como um ataque ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e um apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Josué Gomes da Silva é filho do já falecido José de Alencar, que foi vice-presidente nos dois governos de Lula.
Até a publicação pelos jornais nesta manhã, apenas 18 dos 132 sindicatos filiados à Fiesp assinaram o documento. Preferiram não referendar o manifesto setores importantes como máquinas e equipamentos, eletroeletrônico, têxtil, aço, entre outros. Procurada a Fiesp, preferiu não comentar o assunto.
Segundo apurou a reportagem, o estatuto da Fiesp dá autonomia à presidência para fazer esse tipo de manifestação. Gomes da Silva teria procurado a diretoria, da qual recebeu a aprovação. E convidado os sindicatos a assinarem o documento, mas a adesão foi reduzida.
O manifesto da Fiesp, intitulado “Em Defesa da Democracia e da Justiça”, teve apoio da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), da Central Única dos Trabalhadores (CUT), da Força Sindical, e de movimentos sociais.
Mantendo a tradição de pioneirismo na cobertura de eleições a Band realiza o primeiro debate para governador em todos os estados brasileiros. Na paraíba, a TV Manaíra segue o padrão e realiza o primeiro confronto de ideias com os candidatos ao governo do estado neste domingo, 07, às 21 horas.
Todos os candidatos ao Governo da Paraíba (Adjany Simplício (PSOL), Antônio Nascimento (PSTU), João Azevêdo (PSB), Nilvan Ferreira (PL), Major Fábio (PRTB), Pedro Cunha Lima (PSDB) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB) confirmaram presença.
O primeiro debate realizado pela TV Band Manaíra será transmitido simultaneamente na Band News FM e pelos perfis das emissoras nos canais digitais (Youtube e app Band Rádios).
Serão quatro blocos com exposição de propostas e também espaço para que os candidatos façam perguntas entre si.
A duração do programa será de aproximadamente duas horas e a mediação será da jornalista Cláudia Carvalho, apresentadora da Rádio BandNews FM, comentarista da TV Band Manaíra.
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