Política

ELEIÇÕES 2022: Ricardo não apresentou certidão de inexistência de inelegibilidade

Foto: Divulgação

O ex-governador Ricardo Coutinho (PT), candidato  a senador nas eleições 2022, ainda não apresentou certidão de inelegibilidade ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB).

Foi o que informou, nesta terça-feira (30), a Secretaria Judiciária do TRE-PB que faz um apanhado de tudo que os candidatos apresentam  como requisitos para disputar o pleito.

Ricardo Coutinho tem tentado buscar na Justiça o direito de disputar o pleito por ter recebido sanção de inelegibilidade por oito anos depois de ser condenado por abuso de poder político em econômico nas eleições de 2014.  Por causa da condenação, o Ministério Público Federal (MPE) já pediu a impugnação do registro de candidatura do petista.

Além de aguardar o julgamento do registro de candidatura no TRE-PB, Ricardo Coutinho também espera julgamento de recurso do Supremo Tribunal Federal (STF).

MaisPB

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Política

Milionário, candidato a deputado na Paraíba diz que recebeu herança em 2022 e por isso sacou auxilío emergencial em anos anteriores

Foto: ClickPB

O candidato a deputado estadual Roosevelt Matias de Santana, ‘O Comendador’, explicou ao ClickPB o porquê de ter tido acesso ao auxílio emergencial ofertado pelo governo federal. Filiado ao MDB, O Comendador declarou a justiça eleitoral ter mais de R$ 83 milhões em bens.

Conforme trouxe o ClickPB, ele é sócio de cassinos e vinícolas em Portugal. Todos os bens são frutos da herança.

LEIA MAIS: Comendador-candidato-bilionario-que-disputa-vaga-de-deputado-na-paraiba-recebeu-16-parcelas-de-auxilio-emergencial/

Segundo Roosevelt, o motivo dele ter sacado 16 parcelas do auxílio Brasil é que até o início do segundo semestre de 2022 ele não tinha boas condições financeiras.

“O Roosevelt tava passando por um inferno como muitos brasileiros tavam passando. Não foi um recebimento ilegal. Eu atendia as regras do jogo. Se eu tivesse recebido a herança, tudo bem, naquela época, eu não recebia”.

De acordo com o candidato, a herança – oriunda de um pai adotivo – só foi formalizada em junho de 2022.  “Eu não podia pegar um centavo. Eu tive que aguardar, para que houvesse a legalização e o ato concreto da formalidade dos bens a minha pessoa”, explicou o Comendador.

“O Roosevelt, comendador, em 2022 é um comendador que foi beneficiado com herança. O Roosevelt em 2021, ele não tinha herança nenhuma”, enfatizou, em entrevista exclusiva ao ClickPB.

O Comendador se define como um ativista por causas na área da saúde, em especial das pessoas em tratamento oncológico. Este, foi o principal motivo para que ele almejasse uma cadeira na assembleia legislativa a partir do próximo ano. “Eu entrei na campanha política para ajudar, para somar. Eu entrei para ver se eu poderia forçar via, junto do governador eleito a dar mais atenção ao mais humilde. A dar mais dignidade. A fazer com que essa medicação do CEDEMEX ela seja uma medicação que siga a risca, que não seja interrompida”.

Durante a entrevista, ele também explicou que a utilização do nome deu-se após ele ficar conhecido anos atrás, em razão de uma homenagem na ALPB.

ClickPB

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Política

“Preferem discutir corrupção porque dá para mentir”, diz Lula

Foto: Reprodução

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta terça-feira (30) que há muitos assuntos a serem discutidos na campanha eleitoral, mas que seus adversários preferem debater com ele sobre corrupção. Ele também disse que o atual procurador-geral da República, Augusto Aras, “não processa o que tem que processar”.

“Temos muitos assuntos para discutir, mas as pessoas preferem discutir sobre corrupção porque nisso dá para mentir, falar o que quiser”, disse. O petista deu entrevista à rádio Mais Brasil FM, de Manaus (AM). Ele viaja ao Amazonas para compromissos de campanha nesta quarta-feira (3).

Como tem feito quando o assunto é abordado durante a campanha eleitoral, Lula elencou uma série de medidas tomadas em seus 2 governos para o combate à corrupção.

“Tenho orgulho de ser o presidente que mais criou instrumentos para combater a corrupção”, disse.

O ex-presidente citou a criação da Controladoria-Geral da União, em 2003, no início do seu 1º mandato, o COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e a Lei de Combate à Corrupção, instituída em 2013, já no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

“Tenho claro que só tem um jeito de não ter corrupção. É não existir ou você esconder a corrupção. No meu governo a gente escancarou e eu dizia que só não seria denunciado quem trabalhasse honestamente”, disse.

Ainda na entrevista, Lula criticou o presidente Jair Bolsonaro (PL), seu adversário direto nas eleições presidenciais deste ano, pelo sigilo de 100 anos imposto a investigações de indícios de irregularidades no atual governo.

Poder360

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Paraíba

Levantamento mostra que 75% dos deputados federais da Paraíba vão tentar reeleição

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Pelo menos 451 dos atuais 513 deputados federais tentarão se reeleger no próximo dia 2 de outubro, quando ocorrerá o primeiro turno das eleições deste ano. O número, que representa cerca de 88% da atual legislatura, é o segundo maior dos últimos 20 anos, abaixo apenas do resultado de 2006, quando 491 políticos com assento na Câmara dos Deputados buscaram a renovação do mandato por mais quatro anos.

Na Paraíba, esse percentual é ainda mais baixo, ficando em 75%. Dos 12 parlamentares, três não tentarão o retorno à Câmara Federal. Pedro Cunha Lima (PSDB) tenta o Governo do Estado, Efraim Filho (União Brasil), concorre ao Senado, e Edna Henrique (PSDB), que decidiu não disputar o pleito este ano.

Nas eleições gerais de 2018, 413 deputados federais concorreram à reeleição, e 289 tiveram votação suficiente para integrar a atual legislatura, informou a Câmara dos Deputados.

Entre os 451 deputados federais que pretendem renovar o mandarto, 69 são filiados ao PL, partido do candidato à reeleição, Jair Bolsonaro. Pelo PT, buscam a reeleição 54 deputados federais; pelo União Brasil, 46; pelo PSD, 45; pelo PP, 44; além das demais legendas.

Buscam a renovação do mandato 389 dos atuais deputados federais e 62 deputadas.

A maioria dos 809 deputados estaduais que tentam a reeleição é filiada ao União Brasil (79) e ao MDB (79). O PL e o PT têm, cada um, 77 postulantes à reeleição, e o PP, 73. São 679 homens e 130 mulheres.

Agência Brasil 

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Brasil

PT divulga fala editada de Bonner para descolar Lula dos casos de corrupção

 

 

Foto: Reprodução

De quinta (25) a domingo (28), período em que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi ao Jornal Nacional e debateu com seus adversários na TV Bandeirantes, a campanha do ex-presidente adotou uma estratégia na internet para tentar descolar, da imagem dele, casos de corrupção.

O tema é motivo de preocupação entre os petistas e foi explorado pelos seus oponentes.

O partido gastou mais de R$ 100 mil em anúncios no YouTube e no Google com defesas de Lula. Na plataforma de vídeos, a campanha comprou espaço para veicular uma edição de um trecho da entrevista ao Jornal Nacional.

O vídeo reproduz a abertura da entrevista na Globo, na quinta, em que William Bonner relembra os julgamentos do ex-presidente na Lava Jato e o fato de ele ter tido suas condenações anuladas. “O senhor não deve nada à Justiça”, conclui o apresentador.

A peça de propaganda foi reproduzida aproximadamente 2,4 milhões de vezes como anúncio antes de outros conteúdos na plataforma. A compra de espaço no Google e no YouTube é permitida pela legislação eleitoral.

A campanha petista, porém, excluiu da edição a pergunta do jornalista da Globo, que afirmou “que houve corrupção na Petrobras e, segundo a Justiça, com pagamentos a executivos da empresa, a políticos de partidos, como o PT, como o então PMDB e o PP.”

Bonner depois indagou: “Candidato, como é que o senhor vai convencer os eleitores de que esses escândalos não vão se repetir?”.

O trecho não aparece na propaganda petista, que encerra com o final da resposta de Lula.

“Eu quero voltar à Presidência da República, e qualquer, qualquer hipótese de alguém cometer qualquer crime, por menor ou por maior que seja, essa pessoa será investigada, essa pessoa será julgada, e essa pessoa será punida ou absolvida. É assim que você combate a corrupção num país”, afirmou.

“Na Era das Redes Sociais, tudo o que vai ao ar é usado, sem possibilidade de controle. Diante disso, a pedido de todos os partidos, a Globo preferiu autorizar o uso, desde que fossem 30% do total da entrevista. Uma autorização de boa-fé, na suposição de que não haveria edição. Procurado pela Globo, o PT informou que a peça será retirada do ar”, informou a emissora em nota à Folha.

O vídeo do anúncio estava publicado na página oficial de Lula no YouTube oficial e teve mais de 1 milhão de visualizações. Após o pedido da Globo, ele foi retirado do ar na noite desta segunda (29).

Além do vídeo, a campanha petista fez anúncios no Google para que o link de um texto da página oficial de Lula aparecesse como primeiro resultado de buscas para termos como “Lula ladrão” e “Lula corrupto”, que tiveram picos de procura na quinta, dia da entrevista, e domingo, quando houve o debate.

O texto do site www.lula.com.br, publicado na quinta (25), horas antes da entrevista no Jornal Nacional, lista 26 vitórias de Lula nos processos que existiam contra ele. “Tem muita fake news por aí que xingam ‘Lula ladrão’. São mentiras comprovadas, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é inocente”, afirma.

Como mostrou a Folha, a resposta tímida do ex-presidente à ofensiva do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o tema corrupção durante o debate de domingo (28) provocou apreensão no comando da campanha do petista.

Integrantes da equipe avaliam que Lula perdeu o timing ao ser questionado sobre corrupção na Petrobras pelo chefe do Executivo, seu principal adversário na corrida eleitoral. Militantes do partido cobraram nas redes uma reação mais enfática do ex-presidente.

A ideia, segundo interlocutores de Lula, é fazer com que o tema seja abordado em peças divulgadas nas redes sociais e durante entrevistas concedidas pelo ex-presidente —e, a princípio, não levar o assunto ao horário eleitoral em rádio e TV.

Compare as versões

Versão original

William Bonner: Obrigado por ter vindo, candidato. E nós vamos começar então essa entrevista a partir de agora, contando o tempo, e vamos começar falando de corrupção. O Supremo Tribunal Federal lhe deu razão, considerou o então juiz Sérgio Moro parcial, anulou a condenação do caso do triplex e anulou também outras ações por ter considerado a Vara de Curitiba incompetente. Portanto, o senhor não deve nada à Justiça. Mas houve corrupção na Petrobras. E, segundo a Justiça, com pagamentos a executivos da empresa, a políticos de partidos, como o PT, como o então PMDB e o PP. Candidato, como é que o senhor vai convencer os eleitores de que esses escândalos não vão se repetir?

Luiz Inácio Lula da Silva: Bonner, primeiro, eu acho importante você ter começado esse debate com essa pergunta. Porque durante cinco anos, eu fui massacrado, e estou tendo hoje a primeira oportunidade de poder falar disso abertamente, ao vivo, com o povo brasileiro. Primeiro, a corrupção, ela só aparece quando você permite que ela seja investigada. Eu queria começar dizendo para você uma coisa muito séria, foi no meu governo que a gente criou o Portal da Transparência, que a gente colocou a CGU para fiscalizar, que a gente criou a lei de Acesso à Informação, a gente criou a lei anticorrupção, a lei contra o crime organizado, a lei contra a lavagem de dinheiro. A AGU entrou no combate à corrupção. Criamos o Coaf para cuidar de movimentações financeiras atípicas, e colocamos o Cade para combater os cartéis. Ou seja, foram todas medidas tomadas no meu governo, além do que o Ministério Público era independente, além do que a Polícia Federal recebeu no meu governo mais liberdade do que em qualquer outro momento da história. Porque você está lembrado que em 2005, quando surgiu a questão do mensalão, cheguei a dizer o seguinte: Só existe uma possibilidade de alguém não ser investigado nesse país, é não cometer erro. Se cometeu, vai ser investigado. E foi isso que nós fizemos. Olha, se alguém comete um erro, alguém comete um delito, investiga-se, apura, julga, condena ou absolve, e está resolvido o problema. O que foi o equívoco da Lava Jato? É que a Lava Jato enveredou por um caminho político delicado. A Lava Jato ultrapassou o limite da investigação e entrou no limite da política. O objetivo era o Lula. O objetivo era tentar condenar o Lula. Não sei se você está lembrado que no primeiro depoimento que eu fui dar ao Moro, eu falei: “Moro, você está condenado a me condenar, porque você já permitiu que a mentira foi longe demais, e você sabe do que eu estou falando”. E aconteceu exatamente o que eu previa. Quando nós entramos com o habeas corpus, na Suprema Corte, foi antes e bem antes do hacker. E se você pegar o nosso habeas corpus, a gente está dizendo coisas que depois se descobriu com o hacker, investigado pela Polícia Federal. Então, eu vou te dizer uma coisa, Bonner, vou dizer para você, olhando nos olhos do povo brasileiro: não há hipótese, não há hipótese, eu quero voltar à Presidência da República, e qualquer, qualquer hipótese de alguém cometer qualquer crime, por menor ou por maior que seja, essa pessoa será investigada, essa pessoa será julgada, e essa pessoa será punida ou absolvida. É assim que você combate a corrupção num país.

Versão editada

Bonner: O Supremo Tribunal Federal lhe deu razão, considerou o então juiz Sérgio Moro parcial, anulou a condenação do caso do triplex e anulou também outras ações por ter considerado a Vara de Curitiba incompetente. Portanto, o senhor não deve nada à Justiça.

Lula: Eu quero voltar à Presidência da República, e qualquer, qualquer hipótese de alguém cometer qualquer crime, por menor ou por maior que seja, essa pessoa será investigada, essa pessoa será julgada, e essa pessoa será punida ou absolvida. É assim que você combate a corrupção num país.

Folha de São Paulo 

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Paraíba

DESUNIÃO BRASIL: Efraim Filho ignora candidata do partido e anuncia apoio a Jair Bolsonaro

Foto: Reprodução

O segundo colocado nas pesquisa das intenções de voto para o Senado da Paraíba, deputado federal Efraim Filho (União Brasil), revelou apoio ao presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL).

Com a decisão, o candidato do União Brasil não seguirá com a presidenciável de seu partido, a candidata Soraya Thronicke.

“Tenho uma agenda de princípios e de valores, pois sou a favor da vida, e esse cenário é representado pela centro-direita. Sou base de governo, base de apoio do presidente aqui na Paraíba. Sou base do apoio e do voto, com muito respeito à figura de Soraya Thronicke, que é um grande quadro”, justificou.

“Tenho minhas convicções, tenho meus princípios, sou de direita, tenho um pensamento em defesa da vida e da família, da agenda econômica e de fortalecimento da empresa privada como fortalecimento de emprego e renda”, garantiu.

No entanto, o deputado federal é taxado com oportunista por causa de suas posições. Em maio, durante e evento na Paraíba, Efraim foi vaiado pelo público ao ser anunciado por Jair Bolsonaro. Morais tem recebido críticas por ter se aproximado do presidente, após ele começar a pontuar bem nas pesquisas e empatar tecnicamente com Lula.

Com informações de MaisPB

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Brasil

PESQUISA IPEC: Lula segue com 44% e Bolsonaro com 32% no primeiro turno

Foto: Reprodução/TV Globo

A pesquisa Ipec divulgada na noite desta segunda-feira (29), encomendada pela Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 44% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 32% na eleição para a Presidência da República em 2022.

Os dois têm exatamente o mesmo índice de 15 de agosto, data do último levantamento do Ipec para presidente, o que indica cenário estável na disputa.

Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, com 7% das intenções. Simone Tebet (MDB) tem 3%, e Felipe d’Avila (Novo), 1%. Tebet, assim, está empatada tecnicamente com Ciro e d’Avila no limite da margem de erro, que é de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

Os nomes de Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Pablo Marçal (PROS), Roberto Jefferson (PTB), Sofia Manzano (PCB) e Soraya Thronicke (União Brasil) foram citados, mas não atingiram 1% das intenções de voto cada um.

Intenção de voto estimulada

Lula (PT): 44% (44% na pesquisa anterior, em 15 de agosto)

Jair Bolsonaro (PL): 32% (32% na pesquisa anterior)

Ciro Gomes (PDT): 7% (6% na pesquisa anterior)

Simone Tebet (MDB): 3% (2% na pesquisa anterior)

Felipe d’Avila (Novo): 1% (0% na pesquisa anterior)

Vera (PSTU): 0% (1% na pesquisa anterior)

Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na pesquisa anterior)

Léo Péricles (UP): 0% (0% na pesquisa anterior)

Pablo Marçal (PROS): 0% (0% na pesquisa anterior)

Roberto Jefferson (PTB): 0% (não participou do levantamento anterior*)

Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na pesquisa anterior)

Soraya Thronicke (União Brasil): 0% (0% na pesquisa anterior)

Branco/nulo: 7% (8% na pesquisa anterior)

Não sabe/não respondeu: 6% (7% na pesquisa anterior)

* O nome do candidato Roberto Jefferson (PTB) constou pela primeira vez na pesquisa.

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 26 e 28 de agosto em 128 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01979/2022.

A pesquisa mostra que Lula vai melhor entre quem tem renda de até um salário mínimo, entre quem recebe algum tipo de benefício do governo federal e no interior do Brasil. As intenções de voto no petista são mais expressivas entre:

  • Eleitores que avaliam como ruim ou péssima a gestão do presidente Jair Bolsonaro (73%, mesmo índice da última pesquisa, de 15 de agosto);
  • Aqueles que têm renda familiar mensal de até 1 salário mínimo (54%); eram 60% no levantamento anterior;
  • Os que vivem na região Nordeste (57%, mesmo índice da pesquisa anterior);
  • Aqueles que têm ensino fundamental (52, ante 53% da pesquisa anterior);
  • Eleitores em domicílios que alguém recebe benefício do governo federal (52%, mesmo índice da pesquisa anterior);
  • Os católicos (51%, mesmo índice da pesquisa anterior).

Neste levantamento, Lula passa a se destacar também:

  • No interior do Brasil (45%), quando comparado com o índice do ex-presidente nas capitais brasileiras (38%);
  • Em cidades com até 50 mil habitantes (51%);
  • Entre pretos e pardos (47%);

Já Bolsonaro vai melhor entre homens, evangélicos e entre aqueles que ganham mais de 5 salários mínimos:

  • Eleitores que avaliam positivamente a sua gestão atual (81%, mesmo índice da última pesquisa, de 15 de agosto);
  • Os evangélicos (48, ante 47% da pesquisa anterior);
  • Aqueles cuja renda familiar mensal é superior a 5 salários mínimos (47%, contra 46% da pesquisa anterior)
  • Homens (36%, contra 37% da pesquisa anterior; entre as mulheres é citado por 29%; na pesquisa anterior, eram 27%).

Neste levantamento, Bolsonaro passa a se destacar também:

  • Entre os que têm ensino médio (37%) e superior (34%), na comparação com os menos instruídos (25%);
  • Entre os que vivem nas capitais (36%); nas cidades das periferias, ele tem 25%.
  • Segundo o Ipec, os outros candidatos “apresentam intenções de voto distribuídas de maneira homogênea nos segmentos analisados”.

g1

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Política

COMENDADOR: Candidato bilionário que disputa vaga de deputado na Paraíba recebeu 16 parcelas de auxílio emergencial

Foto: Reprodução

O candidato a deputado estadual da Paraíba, Roosevelt Matias de Santana, o Comendador (MDB), conforme nome de urna registrado para as Eleições 2022, tem uma declaração de bens luxuosa junto à Justiça Eleitoral, foi beneficiário do auxílio emergencial do governo federal.

O Comendador foi contemplado com dezesseis parcelas do benefício – como mostra o Portal da Transparência do Governo entre abril de 2020 e outubro de 2021.

O Comendador declarou R$ 83.325.475,71 em bens junto à Justiça Eleitoral, de acordo com apuração do ClickPB no DivulgaCandContas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

LEIA MAIS: Comendador-com-embarcacao-e-aeronave-candidato-a-deputado-na-paraiba-declara-r-833-milhoes-em-bens/

Entre os bens estão a participação de R$ 17.355.239,52 como sócio de um cassino em Lisboa, em Portugal, fruto de herança. Existe ainda uma vinícola na cidade do Porto, em Portugal, também fruto de herança, no valor de R$ 17.335.239,52.

O candidato também declarou ser sócio de um cassino em Macau, fruto de herança, com ações avaliadas em R$ 36.634.996,67.

Clilson Júnior

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Política

Pesquisa IPEC para o Governo da Paraíba: veja números da rejeição dos candidatos

Foto: Reprodução/Montagem

Além das intenções de voto, a pesquisa IPEC (Inteligência em Pesquisa e Consultoria LTDA) também traçou um panorama sobre a rejeição dos candidatos que disputam o Governo da Paraíba este ano.

O IPEC perguntou aos eleitores em quem eles não votariam, em hipótese alguma, para o cargo de governador do Estado.

De acordo com os dados, o candidato à reeleição e governador João Azevêdo (PSB) aparece com maior índice de rejeição, com 28%. Em seguida surge o candidato do MDB, o senador Veneziano Vital, com 22% de rejeição.

Bem perto, em termos de rejeição, aparecem os candidatos Nilvan Ferreira (PL), com 19%, e Pedro Cunha Lima, do PSDB, com igual percentual (19%).

Depois deles surgem o candidato Major Fábio (PRTB), com 14% de rejeição; Adriano Trajano do PCO, com 11%; Adjany Simplício, do PSOL, com 10% de rejeição; e Antônio Nascimento, do PSTU, também com 10%.

Jornal da Paraíba

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Política

IPEC/SENADO: Ricardo tem 30%, Efraim 20%, Pollyanna 8%, Bruno Roberto 5%

Foto: Sergio Lima/Poder 360

A primeira pesquisa Ipec para o Senado, divulgada pela TV Cabo Branco, nesta segunda-feira (29.08), mostra os seguintes números:

Ricardo Coutinho (PT): 30%
Efraim Filho (União): 20%
Pollyanna Dutra (PSB): 8%
Bruno Roberto (PL): 5%

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