Política

PESQUISA IPEC: Lula tem 46% e Bolsonaro 31% das intenções de voto

Foto: Reprodução

A pesquisa Ipec divulgada nesta segunda-feira (12), encomendada pela Globo, mostra o ex-presidente Lula (PT) com 46% das intenções de voto e o presidente Jair Bolsonaro (PL) com 31% na eleição para a Presidência da República em 2022.

Em relação ao levantamento anterior do Ipec, de 5 de setembro, Lula oscilou dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais para cima ou para baixo –antes, tinha 44%; Bolsonaro se manteve com o mesmo percentual de então.

Ciro Gomes (PDT) vem em seguida, com 7% das intenções. Na pesquisa anterior, ele tinha 8% –também uma oscilação dentro da margem de erro. Simone Tebet (MDB) se manteve com os 4% do Ipec da semana passada.

Felipe d’Avila (Novo) e Soraya Thronicke (União Brasil) se mantiveram com 1%. Vera (PSTU), Constituinte Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Padre Kelmon (PTB), Sofia Manzano (PCB) foram citados, mas não chegam a 1% cada um. Pablo Marçal (Pros) deixou de constar no levantamento do Ipec porque o TSE indeferiu a candidatura dele.

Intenção de voto estimulada

  • Lula (PT): 46% (44% na pesquisa anterior, em 5 de setembro)
  • Jair Bolsonaro (PL): 31% (31% na pesquisa anterior)
  • Ciro Gomes (PDT): 7% (8% na pesquisa anterior)
  • Simone Tebet (MDB): 4% (4% na pesquisa anterior)
  • Felipe d’Avila (Novo): 1% (1% na pesquisa anterior)
  • Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (1% na pesquisa anterior)
  • Vera (PSTU): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Constituinte Eymael (DC): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Léo Péricles (UP): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Padre Kelmon (PTB): 0% (não estava na pesquisa anterior)
  • Sofia Manzano (PCB): 0% (0% na pesquisa anterior)
  • Branco/nulo: 6% (6% na pesquisa anterior)
  • Não sabe/não respondeu: 4% (5% na pesquisa anterior)

A pesquisa ouviu 2.512 pessoas entre os dias 9 e 11 de setembro em 158 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-01390/2022.

g1

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OAB

ELEIÇÕES: Candidatos Antônio e Veneziano passam por sabatina, nesta terça-feira, na OAB

A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Paraíba (OAB-PB), e a Associação Paraibana de Imprensa (API) dará continuidade, nesta terça-feira (13), a série de sabatinas com os candidatos ao Governo do Estado nas eleições deste ano, sabatinando os candidatos Antônio Nascimento, às 08h30, e Veneziano Vital, às 10h30

O evento acontecerá no auditório da OAB-PB, no Centro de João Pessoa, e será transmitido ao vivo pelo canal da Ordem no Youtube.

As sabatinas estão sendo realizadas de forma individual, nas terças e quintas-feiras. Já foram sabatinados João Azevedo, Major Fábio e Adjany Simplício. Os demais candidatos confirmaram presença e serão sabatinados na seguinte ordem: Adriano Trajano (15/09), Nilvan Ferreira (19/09) e Pedro Cunha Lima (22/09).

“Nosso objetivo é realizar um debate mais profundo, com impressões mais concretas dos candidatos”, afirmou o presidente da OAB-PB, Harrison Targino. Já o presidente da API, Marcos Weric, destacou a importância da parceria para reforçar ainda mais o papel social das duas Instituições.

No final, o candidato assinará uma carta compromisso com as propostas das duas entidades.

Blog do BG

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Política

Campanha de Bolsonaro vai ao TSE para liberar uso de imagens do 7 de setembro

Foto: Reprodução

Nesta segunda-feira (12), o comitê de campanha presidente Jair Bolsonaro (PL) vai pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) autorização para utilizar imagens não oficiais do Dia da Independência na propaganda eleitoral.

Para os advogados é possível fazer este ajuste na campanha. A decisão de proibir as imagens do ato de 7 de setembro é do ministro do TSE Benedito Gonçalves e se estende ao vice de Bolsonaro, Walter Braga Netto.

O prazo de cinco dias de resposta do presidente sobre acusação de abuso de poder político e econômico nos atos comemorativos do Bicentenário da Independência termina nesta semana.

O Partido Liberal, legenda do presidente, já orientou a campanha para que cumpra a decisão do TSE e retire qualquer material relacionado ao 7 de setembro para evitar punições, inclusive das redes sociais.

Jovem Pan

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Brasil

Vitória de Bolsonaro no primeiro turno não pode ser descartada

Foto: Reprodução

Ninguém disse que o país deu um cheque em branco a Fernando Henrique Cardoso ao elegê-lo presidente da República em 1994 e reelegê-lo em 1998 sem que precisasse disputar o segundo turno.

Pareceu a todos uma coisa normal. Se, como mandava a lei, ele obteve 50% mais um voto, natural que assumisse o cargo. Quando nada, o país seria poupado de mais 20 dias de campanha.

De resto, eleito no primeiro turno, o novo presidente ficou dispensado de barganhar com forças políticas que só se dispunham a apoiá-lo no segundo, e sabe-se muito bem em troca do quê.

O presidente ganhou tempo para montar sem tanta pressa sua equipe de governo e planejar suas primeiras ações; um presidente fortalecido por uma admirável manifestação de fé popular.

E por que agora, só agora, ouve-se vozes a bradar contra uma eventual eleição do próximo presidente no primeiro turno? Na verdade, contra a eleição de Lula em 2 de outubro?

Dizem alguns: cheque em branco, somos contra. Dizem outros: o segundo turno reforça a autoridade do presidente eleito. E há os que dizem: a democracia só tem a ganhar havendo segundo turno.

Uma parte dos que dizem essas coisas são os órfãos da chamada terceira via que não deslanchou até aqui, e que dificilmente terá tempo para deslanchar. Em desespero, estrebucham na maca.

Outra parte é a dos que não votarão em Bolsonaro de jeito nenhum, mas que talvez votem em Lula, contrafeitos. E tem aqueles que na hora H taparão o nariz e votarão em Bolsonaro.

O voto secreto serve também para esconder a vergonha. Eleitores perdidos por Bolsonaro se preparam para votar no imbrochável, a única maneira de blindar o Brasil contra o comunismo.

Mas, se um candidato com menos de 10% dos votos pode sonhar em crescer a para substituir Bolsonaro no segundo turno, por que quem tem mais de 40% não pode sonhar em liquidar a fatura já?

Sosseguem os desamparados da terceira via e os que passam mal só de pensar que para derrotar Bolsonaro terão de votar em Lula: esta eleição só será decidida no segundo turno.

É o que preveem todos os oráculos da política. A não ser que Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet se desidratem e a eleição acabe no primeiro turno com a vitória de Lula ou de Bolsonaro.

Por que não com a de Bolsonaro? Sim, nesse caso, poderia ser com a vitória nele. Ainda faltam 20 dias.

Por Ricardo Noblat, do Metrópoles 

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Paraíba

PT descarta substituir Ricardo após indeferimento de candidatura; Prazo termina hoje

Foto: Reprodução

A Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) descartou, nesta segunda-feira (12), substituir a candidatura do ex-governador Ricardo Coutinho na disputa pelo Senado após indeferimento do petista em julgamento no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB), na última sexta-feira (9).

“Seguimos confiantes. É uma questão de justiça para com o Ricardo Coutinho. Ele tem a preferência da maioria do eleitorado da Paraíba”, disse Gleisi Hoffmann ao jornalista Felipe Nunes.

Com isso, o PT buscará reverter a inelegibilidade do ex-governador através de recursos no Supremo Tribunal Federal (STF).

E um áudio polêmico que vazou neste fim de semana, Ricardo afirmou que a justiça da Paraíba joga contra ele e que decisão do STF será a seu favor.

O prazo para um possível mudança encerra nesta segunda. Só há exceção à regra em caso de falecimento, quando a substituição pode ser efetivada após a data.

No julgamento realizado pelo TRE-PB, Ricardo foi considerado inelegível para a disputa eleitoral deste ano, tendo em vista a condenação por abuso de poder político, com viés econômico, praticado nas eleições de 2014.

Com informações do site Agenda Política

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Brasil

Horário de votação será uniformizado em todo o país; Entenda

Imagem: Reprodução

Nas eleições deste ano, as seções eleitorais serão abertas às 8h e encerrarão os trabalhos às 17h do horário de Brasília, desde que não haja eleitores na fila. Como consequência, estados com fuso horário diferente da capital terão de se adequar à medida.

Por exemplo, os estados do Amazonas, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Roraima e Mato Grosso terão a votação iniciada uma hora antes, levando em conta horário local.

No estado do Acre, a votação começará duas horas mais cedo e, em Fernando de Noronha, uma hora mais tarde, mantendo-se, em todos os estados, o mesmo número de horas para a votação.

Essa regra não se aplica ao voto no exterior.

Na prática, a votação passa a ter os seguintes horários, de acordo com o horário local:

  • Amazonas, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e parte do Pará: das 7h às 16h;
  • Acre: das 6h às 15h;
  • Fernando de Noronha (PE): das 9h às 18h;
  • todos os demais estados (fuso horário de Brasília): das 8h às 17h.

As eleições estão marcadas para os dias 2 (primeiro turno) e 30 de outubro (eventual segundo turno).

CNN

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Política

BTG/FSB: Diferença entre Lula e Bolsonaro cai para seis pontos

Foto: Reprodução

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 41% das intenções de voto contra 35% do presidente Jair Bolsonaro (PL), segundo pesquisa BTG/FSB divulgada nesta segunda-feira (12). No último levantamento, de uma semana atrás, o petista tinha 42%, ante 34% do chefe do Executivo.

Eis as percentagens registradas no 1º turno por todos os candidatos que estão na disputa para o Planalto:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 41% (tinha 42% no levantamento anterior);
  • Jair Bolsonaro (PL): 35% (tinha 34%);
  • Ciro Gomes (PDT): 9% (tinha 8%);
  • Simone Tebet (MDB): 7% (tinha 6%);
  • Felipe D’Ávila (Novo): 1% (não pontuava no levantamento anterior);
  • Soraya Thronicke (União Brasil): 1% (tinha 1%).

José Maria Eymael (DC), Vera Lúcia (PSTU), Sofia Manzano (PCB) e Leonardo Péricles (UP) tiveram juntos 1% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 2%. Não sabem ou não responderam são 1%. E não vão votar em nenhum candidato, 3%.

Pablo Marçal (Pros) registrou 1% das intenções de voto no levantamento anterior. Neste, o nome do político não foi listado, pois teve a candidatura indeferida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A pesquisa realizou 2.000 entrevistas por telefone de 9 a 11 de setembro de 2022. Está registrada no TSE com o número BR-06321/2022. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%.

Poder360

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Política

Forças Armadas farão apuração paralela em tempo real com 385 urnas

 

 

Foto: Reprodução

Dentro da proposta de fiscalizar o processo eleitoral, técnicos das Forças Armadas decidiram investir em um projeto para conferir, em tempo real, a totalização dos votos feita pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

A medida, inédita na história democrática brasileira, consiste em levar militares em seções eleitorais espalhadas pelo país para tirar e enviar fotos do QR Code dos boletins de urna para o Comando de Defesa Cibernética do Exército, em Brasília, que fará um trabalho paralelo de contagem dos votos.

Militares com conhecimento do assunto disseram que, a princípio, a conferência será feita com 385 boletins de urna — amostragem que, pelas contas dos técnicos, garantiria 95% de confiabilidade.

O resultado dos boletins de cada urna será conferido com os dados enviados pelos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais) para o TSE.

O presidente do TSE, ministro Alexandre de Moraes, fechou um acordo com os militares em reunião no dia 31 de agosto para liberar às entidades fiscalizadoras os arquivos brutos da totalização enviados pelos tribunais regionais.

Com a concessão de Moraes, os militares terão acesso em tempo real aos dados enviados para a totalização, em vez de ter de coletar as informações na base de dados do TSE disponibilizada na internet.

A conferência da totalização dos votos é uma das fases da fiscalização do processo eleitoral definidas pelo TSE. Em resolução, a corte permite o envio das imagens dos boletins de urnas após a conclusão da totalização dos votos.

A expectativa de militares ouvidos pela Folha é que na mesma noite em que o resultado for proclamado já haja também uma conclusão da análise das Forças Armadas.

O ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, mantém diálogo com o presidente para repassar as avaliações das Forças Armadas sobre o processo eleitoral.

Em entrevista à Jovem Pan na terça-feira (6), o presidente disse que Paulo Sérgio comentou o acordo com Alexandre de Moraes, no TSE, para viabilizar um projeto-piloto para a mudança no teste de integridade das urnas, como sugeriram as Forças Armadas. Bolsonaro, no entanto, reforçou as críticas ao sistema eletrônico de votação.

“O último contato com o ministro da Defesa, junto com o ministro Alexandre de Moraes, o que me foi reportado é que com as sugestões das Forças Armadas, caso acolhidas, se reduz a próximo de zero a possibilidade de fraude. Próximo de zero não é zero. O que nós queremos não são eleições limpas?”, disse o presidente

“Esse clima de animosidade poderia ter sido resolvido há muito tempo, se o ministro [Luís Roberto] Barroso, [ex-presidente do TSE,] não fosse para dentro da Câmara dos Deputados interferir diretamente numa Proposta de Emenda à Constituição que estava sendo votada e falava do voto impresso”, completou.

 

Folha de S. Paulo 

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Brasil

VÍDEO: Ciro Gomes arregaça e diz que quem criou cultura de ódio na política foi Lula e o PT

O candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, comentou em seu canal no YouTube sobre a ‘cultura de ódio’ na política brasileira. Veja:

“Quem inventou esse negócio de ‘nós contra eles’, estigmatizando os adversários, com maior desonestidade, violência e truculência na política brasileira não foi o Bolsonaro. Bolsonaro é cria da cultura de ódio do Lula e do PT”, afirmou Ciro.

“Todo mundo no Brasil, Lula, sabe o que você fez de desonesto, de cruel, de mentiroso, de odiento, que o PT fez com sua ordem contra Marina Silva”, completou.

E Ciro foi além, dizendo que “enquanto ele faz essa conversa mole de ‘Lulinha paz e amor’, financia o gabinete de ódio mais picareta, mais desonesto de toda história do Brasil. Portanto, Lula, você pode enganar algumas pessoas, mas não este aqui que lhe conhece de perto”, finalizou.

Blog do BG PB 

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Política

Tribunal Superior Eleitoral mostra Ricardo com registro indeferido ao Senado

Foto: Divulgação

O Sistema de informações das candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o Divulgacand, já mostra o ex-governador Ricardo Coutinho (PT) com registro indeferido para para disputar mandato de senador nas eleições 2022.

O TSE também apresenta como motivo para a situação do ex-gestor não conseguir registro ao fato de Ricardo Coutinho ter sido condenado por abuso de poder político nas eleições de 2014. O pedido de registro de candidatura de Ricardo foi julgado na última sexta-feira (11), no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba.

Os membros da corte negaram o registro ao petista após impugnação da candidatura pelo do Ministério Público Eleitoral (MPE). Ricardo Coutinho e o PT seguem com a campanha enquanto esperam julgamento de recursos no Supremo Tribunal Federal (STF) e TSE.

Com o indeferimento da candidatura de Ricardo, os suplentes de senador na chapa, Jeová Campos (PT) e Alexandre Santiago, também tiveram registros negados apesar de estarem em condições legais para o pleito.

Na Paraíba, Ricardo forma chapa com o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) que disputa o Governo do Estado tendo Maísa Cartaxo (PT) como vice.

MaisPB

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