Política

VÍDEO: “Mulheres com Bolsonaro” reúne multidão na Domus Hall em João Pessoa

 

Milhares de mulheres já lotam a casa de shows Domus Hall, no Shopping Manaíra, onde participam do evento  “Mulheres com Bolsonaro”, que terá a participação da primeira dama do país, Michelle Bolsonaro e a senadora eleita, Damares Alves.

O evento ocorre em vários lugares do Brasil e é parte da campanha do presidente Jair Bolsonaro (PL) à reeleição.

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Política

Candidatos não podem ser presos a partir deste sábado; Veja exceções

Divulgação

A partir deste sábado (15), os candidatos que disputam o segundo turno das eleições não podem ser presos, conforme a legislação eleitoral. A mesma regra se aplica, durante o exercício de suas funções, a mesários e fiscais de partido.

A prisão de um candidato, porém, pode ocorrer no período se for em flagrante, ou seja, quando alguém é surpreendido cometendo uma infração ou acabou de praticá-la.

Conhecida como salvo-conduto eleitoral, a regra está prevista no parágrafo 1º do artigo 236 do Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965).

O objetivo da medida é garantir o equilíbrio da disputa eleitoral ao prevenir que prisões sejam utilizadas como manobra para prejudicar candidatos através de constrangimento político ou afastando-os da campanha.

A prisão de eleitores também é vedada desde cinco dias antes do dia de votação – ou seja, a partir de 25 de outubro – até 48 horas após a votação. No entanto, a prisão é admitida em caso de flagrante, em cumprimento de sentença judicial por crime inafiançável ou em razão de desrespeito a salvo-conduto.

As limitações à prisão no período eleitoral buscam garantir o livre exercício do voto e o equilíbrio da disputa, evitando a interferência no resultado das eleições.

CNN

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Política

Lula mente ao dizer que ajudou a criar o G20

Foto: Reprodução

Em uma conversa com a imprensa em Belo Horizonte no dia 9 de outubro, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que participou da criação do G20.

O que Lula disse

“Eu fui um dos presidentes que ajudei criar o G20.”

Criação do G20

O G20 foi criado em 1999 com o principal objetivo de discutir políticas para que as 20 maiores economias mundiais chegassem a uma estabilidade financeira internacional.

Por cerca de nove anos, o G20 realizou reuniões sem a presença dos chefes de Estado. Participavam os ministros das Finanças dos países membros e os presidentes dos Bancos Centrais.

O primeiro encontro que contou com a presença dos chefes de Estado ocorreu em 2008, diante da crise financeira global daquele ano. Lula foi um dos participantes. Desde então, são realizadas reuniões anuais.

A presidência do comitê é rotativa. Neste ano, a Indonésia está no comando.

Os participantes atuais do grupo são Alemanha, África do Sul, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, República da Coreia (Coreia do Sul), Rússia, Turquia e a União Europeia.

CNN

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Política

“Mandei botar! Acho que ninguém vai ter coragem de falar ‘retira daí”, diz Bolsonaro sobre bandeira do Brasil no Planalto

Foto: Reprodução

Uma bandeira do Brasil foi estendida no Palácio do Planalto na noite desta sexta-feira (14) a pedido do presidente Jair Bolsonaro (PL), ele confirmou a ordem de colocar a bandeira no local, em transmissão ao vivo nas redes sociais.

“Hoje, pedi para aquele bandeirão que existe, mandei pegar um usado, enorme. Mandei botar um no Alvorada, que é minha casa”, disse o presidente.

“Acho que ninguém vai ter coragem de falar ‘retira daí, se não vou dar uma multa de não sei quanto por dia’. É a nossa bandeira do Brasil. A questão da censura é devagar. Certas coisas não se perdem de uma hora para a outra, você perde com o tempo“, afirmou.

Antes da declaração, Bolsonaro citou a decisão do TRE-PA (Tribunal Regional Eleitoral do Pará) desta 6ª feira de manter uma bandeira estendida na fachada da mais antiga Assembleia de Deus do país, em Belém, depois de a campanha do PT solicitar a retirada do símbolo.

“PT disse que é propaganda eleitoral para o JB [Jair Bolsonaro]. Dessa vez, a juíza agiu corretamente, falou que é um símbolo nacional. Orgulho vermos a bandeira do Brasil por aí em local de destaque e, logicamente, sendo tratada de forma respeitosa. Mas o PT quis tirar de lá“, disse Bolsonaro.

Poder 360

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Paraíba

Reitor ameaça acionar Justiça Eleitoral contra manifestações políticas na UFPB

Foto: Divulgação

O reitor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Valdiney Gouveia, prometeu acionar a Justiça Eleitoral caso haja manifestações políticas partidárias nas dependências da instituição de ensino superior.

“Ademais, em consonância com a legislação eleitoral em vigor, esta instituição não estimula, acolhe ou admite manifestações político-eleitorais em quaisquer de seus espaços ou unidades, registrando todo evento ou incidente desta natureza, noticiando ao Tribunal Regional Eleitoral a fim de que possa tomar as providências cabíveis e responsabilizar os envolvidos’, diz trecho de nota.

Veja nota

“A Universidade Federal da Paraíba é uma instituição pública que tem como fundamento o tripé ensino, pesquisa e extensão. Não pode nem deve se manifestar politicamente em qualquer direção, precisamente por sua natureza plural, primando pela diversidade de ideias e concepções pedagógicas. Ademais, em consonância com a legislação eleitoral em vigor, esta instituição não estimula, acolhe ou admite manifestações político-eleitorais em quaisquer de seus espaços ou unidades, registrando todo evento ou incidente desta natureza, noticiando ao Tribunal Regional Eleitoral a fim de que possa tomar as providências cabíveis e responsabilizar os envolvidos. Importante frisar, ainda, que caso necessário serão tomadas medidas administrativas no sentido de apurar responsabilidades de membros da comunidade acadêmica envolvidos em eventuais atos dessa natureza.

MaisPB

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Política

Denúncias de assédio eleitoral na Paraíba contra funcionários serão investigadas pelo MPT

Os empregadores não podem ameaçar trabalhadores para votar em determinado candidato, nem oferecer benefícios em troca de voto a um dos postulantes aos cargos na disputa ao segundo turno. O alerto é do Ministério Público do Trabalho na Paraíba que recomendou nessa quinta-feira (13) empresas, sindicatos, empregadores individuais, entidades sem fins lucrativos e organizações públicas e privadas para “se absterem” de ameaçar ou orientar os trabalhadores sobre o assunto.

“O assédio eleitoral pode ocorrer de forma direta quando o empregado é ameaçado ou constrangido a votar em determinado candidato ou de forma indireta, através da instauração do pânico, ao dizer que se determinado candidato ganhar, a empresa fechará as portas”, explicou o procurador Eduardo Varandas, coordenador Regional da Coordenadoria de Promoção da Igualdade de Oportunidades e Eliminação da Discriminação no Trabalho

O MPT em todo o país já recebeu mais de 200 denúncias de assédio eleitoral, inclusive da Paraíba e alerta que o empregador que praticar assédio eleitoral pode ser penalizado tanto na esfera trabalhista como na esfera criminal, com multas, indenização e pena de reclusão de até quatro anos.

Blog do BG

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Brasil

MODALMAIS/FUTURA: Bolsonaro tira a diferença e empata com Lula

Foto: Reprodução

A pesquisa feita pela Futura Inteligência e encomendada pelo Banco Modal, divulgada nesta sexta-feira (14), aponta que Bolsonaro (PL) tirou a diferença e empatou com Lula (PT). Na pesquisa estimulada, Lula aparece com 46,9% e Bolsonaro com 46,5%. Já na espontânea, Lula aparece com 46% e Jair Bolsonaro com 45,8%.

A amostra foi do tipo não probabilística e contemplou 1000 entrevistas, com margem de erro de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos e confiabilidade de 95%.

As entrevistas foram realizadas entre os dias 10 e 12 de outubro de 2022, por meio de técnica de abordagem CATI (entrevista telefônica assistida por computador), respeitando os critérios de aleatoriedade e das proporções populacionais, de sexo, idade e estado de moradia, tendo como unidade respondente eleitores de São Paulo.

Blog do BG PB 

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Política

Cabo Gilberto declara apoio a Pedro Cunha Lima

Foto: Reprodução

O deputado federal eleito Cabo Gilberto Silva (PL) declarou apoio a Pedro Cunha Lima (PSDB), durante entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (14). O anúncio contou com as presenças dos deputados estaduais eleitos Sargento Neto, Walber Virgolino, do senador eleito Efraim Filho, além do prefeito de Campina Grande Bruno Cunha Lima.

“Não fiquei neutro nas eleições da capital, não fiquei neutro fiquei neutro nas eleições de 2022. O candidato da oposição foi Pedro, assim a população quis, então ele será o nosso candidato para libertar o nosso estado da Calvário. Ninguém mais aguenta 12 anos de João Azevêdo. A nossa esperança é Bolsonaro e Pedro”, destacou.

Gilberto Silva ainda afirmou que respeita a estratégia e o posicionamento de Pedro. “Ele não quer trazer o cenário nacional para campanha da Paraíba e eu respeito. A estratégia dele eu tenho que respeitar, assim como ele respeita a minha”, completou.

Blog do Dercio 

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Brasil

“Direcionando votos para Lula”, diz Bolsonaro após Moraes barrar investigações contra pesquisas

 

Foto: Alan Santos/PR

O presidente da República e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), criticou, nesta sexta-feira (14), a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, de suspender o inquérito da Polícia Federal (PF) e o procedimento administrativo aberto pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para investigar institutos de pesquisa.

De acordo com o chefe do Executivo nacional, ao tomar a decisão, Moraes estaria “direcionando” votos para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Disse para o ministro da Defesa que ele não manda na Defesa, eu não mando no Brasil. Mas tem um cara no Brasil que destoa, está mandando, está direcionando votos para o Lula. Até a decisão agora do Alexandre de Moraes de que institutos de pesquisas não podem ser investigados pelo erro. Erro não, né? Erro é uma coisa, pelo crime que eles fizeram em dar que o Lula ia ganhar no primeiro turno com 15%. Arranjou 3, 4, 5 milhões, não sei, para o Lula de votos. Podia estar empatado, eu ter ganho no primeiro turno. Aconteceu o contrário, quase que eles ganham”, afirmou em participação ao vivo no podcast Paparazzo Rubro-Negro.

Bolsonaro também se dirigiu diretamente a Moraes e o chamou de “vice de Lula”. “Você [Alexandre de Moraes] foi secretário de Segurança do [Geraldo] Alckmin em São Paulo. Nós sabemos para quem advogava no passado. Na verdade, não é o Alckmin e o Lula: é Alexandre de Moraes e Lula”.

O candidato ainda alegou que os institutos “vão continuar mentindo” e reclamou que votos são “arrastados” para o candidato que aparecem liderando os levantamentos.

Na sequência, Bolsonaro pediu para os eleitores irem às urnas no próximo dia 30 de outubro. “Sua presença na urna é importante. E não deixe se iludir.”

A decisão de Moraes

Na decisão tomada na quinta-feira (13/10), o ministro Moraes chamou os procedimentos de “evidente usurpação da competência” do TSE e apontou “incompetência absoluta” e “ausência de justa causa” da PF e do Cade.

“As deliberações emanadas do MJ e do Cade a respeito de supostas infrações alusivas aos institutos de pesquisa constituem evidente usurpação da competência do Tribunal Superior Eleitoral de velar pela higidez do processo eleitoral”, argumentou o ministro.

De acordo com Alexandre de Moraes, as medidas “parecem demonstrar a intenção de satisfazer a vontade eleitoral manifestada pelo chefe do Executivo e candidato à reeleição, podendo caracterizar, em tese, desvio de finalidade e abuso de poder por parte de seus subscritores”.

Moraes ressaltou que as ações em desfavor dos institutos de pesquisa têm “evidente vinculação” com o período eleitoral e a “proximidade de realização do segundo turno”.

Aliados do presidente Bolsonaro começaram ofensiva para desacreditar as empresas que fazem as sondagens depois da divergência entre os levantamentos na véspera do primeiro turno e o resultado do pleito no dia seguinte.

Ofensivas contra institutos

Antes da decisão de Moraes, a PF havia instaurado inquérito a fim de investigar a atuação dos institutos de pesquisa nas eleições deste ano. A ação ocorreu após o pedido do ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, para apurar possíveis “conluios e associações” com o objetivo de prejudicar o pleito.

A ideia seria investigar se as empresas trabalharam para prejudicar Bolsonaro na campanha à reeleição. O inquérito seria conduzido pela Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários da Superintendência do órgão no Distrito Federal.

Também na quinta-feira, o Cade havia determinado a abertura de inquérito contra os principais institutos de pesquisas eleitorais — Ipec, Datafolha e Ipespe — por “infração à ordem econômica tipificada”.

No despacho, o Cade citou ausência de racionalidade frente aos resultados eleitorais, o que indica a possibilidade de “suposta conduta coordenada ou colusiva e também de efeitos unilaterais por parte dos institutos”.

Metrópoles

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Política

PARANÁ PESQUISAS: Tarcísio tem dez pontos a mais que Haddad no segundo turno em SP

Foto: Reprodução

O ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos) lidera a disputa pelo governo de São Paulo no segundo turno contra o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), segundo levantamento feito pelo instituto Paraná Pesquisas entre os dias 9 e 13 de outubro e divulgado nesta sexta-feira, 14.

De acordo com a pesquisa, Tarcísio tem 49,9% dos votos totais contra 39,2% de Haddad. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais para mais ou para menos. Outros 5,6% dos entrevistados disseram que irão votar em branco, nulo ou nenhum e 5,4% declararam que não sabem ou não responderam. Em relação ao levantamento divulgado em 7 de outubro, Tarcísio oscilou para baixo (tinha 50,4%) e Haddad, para cima (tinha 38,4%).

Quando são considerados apenas os votos válidos (excluídos brancos e nulos), o ex-ministro tem 56% contra 44% do ex-prefeito.

No primeiro turno, o Paraná Pesquisas apontava empate técnico entre Tarcísio e Haddad na última semana antes da votação (30,9% contra 26,9%, em pesquisa feita entre 24 e 28 de setembro), mas o ex-ministro chegou à frente (42,3% dos votos válidos contra 35,7%).

O levantamento divulgado hoje ouviu por meio de entrevistas pessoais 1.810 eleitores de 76 municípios do estado de São Paulo e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº SP-09289/2022.

VEJA

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