Brasil

Sanções americanas ameaçam desembarque de Maduro para posse de Lula

Nicolás Maduro virá ao Brasil para posse de Lula, diz colunista

As sanções americanas impostas sobre qualquer empresa que mantenha relações comerciais com o governo de Nicolas Maduro ainda coloca em dúvida o desembarque do presidente da Venezuela para a posse de Luiz Inácio Lula da Silva, no dia 1 de janeiro de 2023.

Fontes do Itamaraty confirmaram que uma delegação avançada já pousou em Brasília nesta tarde, com o objetivo de preparar a eventual chegada de Maduro. Mas os obstáculos ainda existem.

Por conta do embargo, empresas que reabasteceriam o avião de Maduro para permitir que ele volte ao seu país podem ser punidas pelo governo americano, impedindo que tais companhias possam operar em território americano ou mesmo que usem o sistema financeiro dos EUA.

Antes de fechar um contrato de abastecimento, portanto, essas empresas no aeroporto de Brasília querem ter garantias de que, depois, não serão punidas pelo governo dos EUA por ter entrado em uma relação comercial com os venezuelanos, ainda que seja apenas o abastecimento de um avião.

A coluna apurou que as negociações estão ocorrendo na tarde deste dia 31 de dezembro, mobilizando empresas, diplomacia brasileira, americana e venezuelana. Se a questão for superada, Maduro então embarcará para a posse na manhã do dia 1 de janeiro.

No Brasil, existe jurisprudência já obrigando empresas a abastecer navios ou aviões de países que possam estar sob sanções. Em 2019, o mesmo impasse causou a paralisação do trajeto de dois navios iranianos. A Justiça acabou decidindo que os barcos poderiam ser reabastecidos.

Desta vez, a meta é a de não permitir que a situação seja transformada em uma guerra judicial e nem que Maduro passe o vexame de ficar retido no Brasil, sem condições para retornar por conta da falta de gasolina.

Esse é o segundo impasse que a viagem de Maduro enfrenta. O primeiro era uma portaria de Jair Bolsonaro que, em 2019, passou a proibir que as autoridades venezuelanas pisassem em território brasileiro. Lula, que tinha como meta reunir para a América do Sul em sua posse, insistiu para que a questão fosse solucionada. Mas o governo Bolsonaro se recusou a aceitar revogar a portaria.

Há uma semana, Lula chegou a desistir e Maduro acenou que entenderia a situação. Mas, para a a surpresa até mesmo dos assessores do petista, Bolsonaro revogou a lei nesta quinta-feira. Não haveria garantias de que o processo de preparação pudesse ser completado diante do pouco tempo que existia até a posse.

Mesmo assim, Brasília e Caracas intensificaram os trabalhos para tentar conseguir superar as dificuldades. Só não contavam, segundo fontes, com o eventual problema de abastecimento.

UOL

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Brasil

Lula recua e isenção dos combustíveis deve durar entre 30 e 60 dias

Bomba de gasolina em posto de combustíveis de Brasília

A isenção dos impostos federais sobre os combustíveis deve ser prorrogada, pelo menos, por um período entre 30 e 60 dias através de uma medida provisória que será editada pelo presidente Lula logo depois de sua posse. O prazo é a tentativa para uma saída acordada entre a equipe econômica e o núcleo politico do entorno do petista.

A maior preocupação do entorno de Fernando Haddad é sobre a reação dos caminhoneiros, que mantém acesa uma ameaça de reação a um aumento do diesel.

A pressão para que o governo recuasse veio também do Congresso. Nesta sexta-feira, o presidente da Câmara, Arthur Lira, afirmou a aliados que o problema seria resolvido. Horas depois, circulou entre parlamentares a informação de que o governo Lula iria desistir da ideia de suspender a medida dos combustíveis a partir de 1* de janeiro.

A escolha pela renovação da desoneração já é considerada a primeira derrota política de Fernando Haddad, futuro ministro da Fazenda, para Gleisi Hoffmann, presidente do PT. Apuração de Caio Junqueira revela que atrito entre o grupo comandado por Hoffman e a equipe de Haddad, que é contra a prorrogação das isenções, foi mal recebido pelos assessores econômicos do futuro ministro.

No debate interno entre Lula e seus aliados mais próximos, há pressão para que o novo governo prorrogue o benefício sem um prazo determinado. Segundo apuração da CNN, Haddad trabalha para convencer o presidente eleito que o melhor a fazer é encurtar a validade da desoneração para ganhar tempo até que o mapeamento da situação fiscal esteja mais avançado.

O líder do governo Randolfe Rodrigues defendeu que a equipe de Lula avaliasse os custos políticos e sociais do assunto.

“Nós não podemos correr o risco, por circunstâncias de toda natureza, de tomar medida abrupta nesse sentido. Uma medida nesse sentido deve ser no mínimo escalonada, dialogada, não podemos de um momento para outro suspender a desoneração. Isso traria consequências políticas e, sobretudo, traria neste momento de debilitadas social traria também consequências sociais”, disse.

Cálculos feitos por economistas do mercado estimam uma alta de até R$ 0,89 por litro de gasolina e R$ 0,35 no caso do diesel.

A equipe econômica do novo governo considera que o equilíbrio fiscal ao longo do ano, com a volta de mais de R$ 52 bilhões em arrecadação pelo fim das isenções, seria mais importante agora. Pelo menos até que o novo arcabouço fiscal fosse apresentado e aprovado pelo Congresso Nacional.

CNN

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Brasil

Bolsonaro dá autógrafos, tira fotos e combina pelada como moradores de condomínio em Orlando, nos EUA

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), se reuniu, neste sábado (31), com apoiadores em Orlando, onde está hospedado numa residência que pertence ao lutador de MMA José Aldo. Quando chegou no local, ele foi abordado por diversos apoiadores. Tirou fotos, deu autógrafos e ainda combinou de jogar uma partida de futebol com outros moradores.

Ele chegou no local ainda pela noite desta última sexta-feira (30). Nesta manhã, saiu algumas vezes da casa, uma delas para atender e conversar com seus apoiadores, que se aglomeraram do lado de fora. Até o momento, o presidente optou por não falar com imprensa e deve passar réveillon no imóvel.

UOL

 

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Brasil

Com R$ 30 milhões em dívidas, PT venderá “kit lembrança” na posse de Lula

O CARA - Lula: no livro, um líder singular, transformador e aberto ao diálogo -
Foto: Dida Sampaio

O PT tem uma dívida de mais de 30 milhões de reais com a União. Segundo registros da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, órgão encarregado pelas cobranças, são débitos tributários e previdenciários, além de multas eleitorais que não foram pagas por seus diretórios nacional, estaduais e municipais.

A legenda do presidente eleito é uma das que mais receberam recursos públicos. Só este ano foram 499 milhões de reais do Fundo Eleitoral, criado para custear as campanhas. A própria candidatura vitoriosa de Lula foi recordista de gastos, superando os 120 milhões de reais.

O partido tem feito campanhas para arrecadar dinheiro. No início de dezembro, lançou uma ‘vaquinha’ para angariar recursos para a festa da posse do presidente Lula. O PT pediu doações de 13 reais a 1.064 reais na internet, mas não divulgou o total amealhado.

Durante a posse do presidente, a sigla vai vender kits com camiseta, toalha, copo, bandana e estrela do partido por 100 reais. O dinheiro do kit será utilizado na organização dos 43 anos do PT, evento que será realizado em Brasília, em fevereiro.

A diretora de Finanças do PT, Gleide Andrade, afirmou que duas lojas do partido serão montadas na Esplanada durante a posse. “O PT preparou com muito carinho um kit que será vendido às pessoas que querem ter uma recordação desse evento, que simboliza o retorno da democracia no Brasil. Além disso, também é uma forma de ajudar coletivamente nas finanças do partido”, disse Gleide.

VEJA

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Paraíba

Derrotada nas urnas e esquecida por Lula, Pollyana diz que coração “pede” pra ela ficar na PB

Pollyanna Dutra tem contas rejeitadas pelo TCE e é condenada a devolver  mais de R$ 730 mil por irregularidades quando prefeita de Pombal - ClickPB

A deputada estadual e ex-candidata ao Senado Federal pela Paraíba em 2022, Pollyanna Dutra (PSB), não conseguiu emplacar em um cargo no governo Lula e, agora, mira o secretariado do segundo mandato do governador João Azevedo.

“O projeto do presidente Lula é um projeto nacional, e precisa, sim, de atores que tenham essa dimensão, essa visão, esse alcance social nacional. Com certeza, eu já me coloquei à disposição para fazer essa ponte Paraíba-Brasília. Mas meu coração pede, nesse momento, para ficar aqui, porque eu entendo que o povo da Paraíba precisa dessa mulher sertaneja”, assegurou.

Apesar do desejo, João Azevedo ainda não mencionou nenhuma participação dela no governo de João Azevêdo até então, mas adiantou que existem conversas e negociações para a Secretaria de Desenvolvimento Humano.

Com informações de MaisPB

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Brasil

Lula escolhe paraibana para presidir Banco do Brasil

Escolhida nesta sexta-feira (30) pelo presidente diplomado Lula (PT) para chefiar o Banco do Brasil, Tarciana Paula Gomes Medeiros é paraibana de Campina Grande.

A indicação representa uma ascensão meteórica na carreira do banco. Ao ser alçada ao posto de presidente, ela pulou o cargo de diretoria e vice-presidente.

Tarciana é funcionária de carreira da instituição financeira há 22 anos. Atualmente, atua como é executiva na Diretoria de Clientes da instituição financeira.

Ela é formada em administração de empresas, com pós-graduação em marketing, liderança e gestão. Antes de ingressar no BB, foi feirante e professora.

Numa rede social para relações profissionais, ela afirma que foi reconhecida pelo desempenho em vendas. “Além das estratégias para distribuição do crédito, considero como sucesso as estratégias de indução para vendas de produtos de seguridade que, em 2013, me levaram ao cargo de Superintendente Comercial na BB Seguridade”, escreveu.

Nascida em Campina Grande (PB), iniciou sua carreira no Banco do Brasil em 2000, tomando posse na agência Posto da Mata (BA). Assumiu o primeiro cargo de gestão no BB em 2002. Por 10 anos, exerceu diversas funções pelo país, na rede varejo, em agências e superintendências, nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Gosta de basquete e já jogou na seleção paraibana.

Em 2018, assumiu como executiva na Diretoria de Empréstimos e Financiamentos do BB, onde lidou com gestão do processo de pós-venda dos produtos de crédito destinados a pessoas físicas, que ajudaram a elevar a satisfação dos clientes e reduziram a quantidade de reclamações com procedência no Bacen, em posições de recordes históricos. Também trabalhou no atendimento e implementação das ações de assistência aos clientes para prorrogação de operações de crédito durante a Pandemia da Covid-19.

Com informações de O Globo

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Brasil

VÍDEO: “Dei a minha vida por esta Pátria. Fiz tudo pelo Brasil!”, diz Bolsonaro

Às vésperas de deixar a cadeira presidencial, o presidente Jair Bolsonaro (PL) começa a olhar para o futuro. “O Brasil não vai se acabar dia primeiro de janeiro”, enfatizou em transmissão ao vivo sobre balanço de governo e análise de cenário político. 

O presidente alertou aos apoiadores, que ele considera maioria dentre os eleitores, que é preciso negociar forças e buscar apoio político.

“Dei minha vida por essa Pátria. Fiz tudo pelo Brasil. O Brasil não vai acabar dia primeiro. Hoje, temos uma multidão de pessoas que passaram a entender mais de política. O bem vai vencer.”

Com informações de O Antagonista

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Brasil

Em live, Bolsonaro condena tentativa de ato terrorista no DF: “Nada justifica”

O presidente Jair Bolsonaro (PL) condenou, nesta sexta-feira (30/12), a tentativa de ato terrorista, ocorrida em Brasília no último dia 24 de dezembro. A declaração foi feita durante pronunciamento às vesperas de o atual mandatário do país deixar o comando da Presidência da República.

Após dois meses sem realizar as tradicionais lives semanais e com a agenda reclusa, Bolsonaro fez uma transmissão nas redes para fazer um balanço de sua gestão. Desde que foi derrotado nas eleições deste ano, ele adotou uma agenda reclusa, com poucos compromissos oficiais e raras aparições públicas.

Na live, o presidente disse que a ameaça “não se justifica”, mas criticou a imprensa por identificar o homem preso como “bolsonarista”.

Bolsonaro nomeia novos comandantes da Aeronáutica e da Marinha
Em 24 de dezembro, um caminhão estava próximo ao aeroporto de Brasília quando a polícia foi avisada sobre a presença de um artefato explosivo, que depois foi detonado. No sábado, o bolsonarista e empresário George Washignton de Oliveira Sousa, 54 anos, foi preso por envolvimento no esquema.

“Nada justifica, aqui em Brasília, essa tentativa de ato terrorista ali na região do aeroporto. Nada justifica. O elemento que foi pego, graças a Deus, com ideias que não coadunam com um cidadão. Massifica, em cima do cara, como ‘bolsonarista’ o tempo todo”, disse o presidente.

Em depoimento, George disse que veio para a capital federal “preparado para guerra” e que aguardava uma “convocação do Exército”, pois era um “defensor da liberdade”. O Metrópoles revelou que um colega do empresário afirmou em um grupo de WhatsApp sobre as intenções de George ao viajar para Brasília, em novembro.

Bolsonaro nomeia novos comandantes da Aeronáutica e da Marinha
Viagem aos EUA
O pronunciamento desta sexta ocorre próximo à viagem de Jair Bolsonaro para Miami, nos Estados Unidos. O colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, afirmou que atual presidente viajará em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB), onde pretende tirar um período sabático após deixar o Palácio do Planalto.

A expectativa é que o atual presidente deixe o Brasil até este sábado (31/12), deixando de participar da cerimônia de posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que retorna para o seu terceiro mandato à frente da Presidência da República em 1º de janeiro de 2023.

Mais cedo, cinco dois oito servidores que devem auxiliar Bolsonaro na vida fora da Presidência (leia mais abaixo), foram autorizados a acompanhar o presidente durante viagem a Miami pelo período de um mês. De acordo com o ato, os servidores farão a segurança e darão apoio ao futuro ex-presidente, entre 1º e 30 de janeiro de 2023.

Metrópoles

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Brasil

Bolsonaro fala em transmissão pela internet sobre seu Governo

O presidente Jair Bolsonaro faz última transmissão on-line antes de deixar o poder. Acompanhe o que diz o presidente.

Folha Política

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Brasil

DATAFOLHA: Bolsonaro acaba governo aprovado por 39% e reprovado por 37%

O presidente Jair Bolsonaro (PL) encerra seu mandato com sua gestão aprovada e reprovada de forma semelhante: 39% dos brasileiros dizem que ele fez um governo bom ou ótimo, enquanto 37% o percebem como ruim ou péssimo.

Consideram sua administração regular 24%, e não opinaram 1%, segundo aferiu o Datafolha. Em pesquisa realizada em 19 e 20 de dezembro, o instituto ouviu 2.026 eleitores em 126 cidades. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos.

O resultado de Bolsonaro é o pior de um presidente eleito para seu primeiro mandato desde a volta da democracia ao país, em 1985. O mandatário perdeu a eleição em outubro para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e até hoje não reconheceu abertamente o resultado.

No fim de 1998, já reeleito, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) marcava uma aprovação de 35% e uma reprovação de 25%, com 37% o considerando regular. Nos estertores de 2006, já tendo vencido sua reeleição, Lula tinha 52% de ótimo/bom, 14% de ruim/péssimo e 34% de regular.

Dilma Rousseff (PT), por sua vez, era aprovada por 42%, reprovada por 14% e vista como regular por 34% no fim de 2014 —ela acabaria impedida no meio de seu segundo mandato, em 2016.

Não entram na comparação direta campeões de popularidade ou impopularidade. No primeiro quesito, vence Lula ao fim do segundo mandato em 2010, com 83% de aprovação. No segundo, Fernando Collor antes de perder a cadeira no impeachment de 1992, com 68% de insatisfeitos.

Ao longo de seu tumultuado mandato, pontuado por crises políticas, retórica golpista e a pandemia da Covid-19, Bolsonaro tinha tido o ápice de aprovação no segundo semestre de 2020 —quando os efeitos do auxílio emergencial devido à crise sanitária foram intensos entre o eleitorado mais pobre.

Nas medições de junho e de dezembro daquele ano, Bolsonaro teve 37% de aprovação. Agora, voltou ao nível e o ultrapassou numericamente, cortesia do processo eleitoral em que acabou apenas a 2 milhões de votos de Lula —essa avaliação final agora, aliás, empata com a registrada às vésperas do segundo turno.

Já seu pior momento foi extenso, tendo o auge em dezembro de 2021, antes do início da campanha eleitoral. Há um ano, 53% consideravam o governo ruim ou péssimo, repetindo uma aferição do setembro anterior.

Ali, a turbulência já havia encontrado a apoplexia das manifestações golpistas de Bolsonaro no 7 de Setembro, o coração do governo havia sido entregue ao centrão para evitar um colapso político e o governo não se acertava acerca dos benefícios que acabariam condensados no Auxílio Brasil.

Ao fim de seu governo, Bolsonaro entrega um país melhor na opinião de 39%, o mesmo índice daqueles que o aprovam. De forma similar, 36% dizem que os quatro anos do presidente legaram um Brasil piorado, enquanto 24% veem tudo igual. Não opinaram 1%.

Lula, que volta agora ao poder, encerrou seu primeiro mandato em 2006 com 84% dos brasileiros acreditando que seu governo havia deixado um país melhor e 12%, um pior.

Folha de São Paulo

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