Brasil

(VÍDEO) “Bolsonaro Store”: Ex-presidente abre loja de calendários na internet

Foto: Reprodução

Após perder as eleições presidenciais de 2022, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inaugurou, neste domingo (26), uma loja virtual que vende calendários, canecas e até uma tábua de madeira.

O carro-chefe da chamada “Bolsonaro Store” é o calendário. O produto foi objeto de um vídeo-propaganda protagonizado por Eduardo Bolsonaro.

“Quem conhece o passado consegue enxergar melhor o futuro. E é para manter vivo na sua memória os bons trabalhos do presidente Jair Bolsonaro que eu te convido a conhecer o calendário da Bolsonaro Store”, diz o filho 03 do ex-mandatário.

Com o slogan de “O nosso sonho segue mais vivo do que nunca”, outro atrativo do calendário seriam as fotos “exclusivas e de qualidade”.

Na loja virtual do presidente, o calendário é encontrado pelos preços de R$ 49,90 e R$ 59,90.

Metrópoles

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Brasil

Governo é pressionado a manter isenção de tributos federais sobre gasolina e etanol

Foto: KEVIN DAVID/A7 PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

A desoneração de impostos federais sobre gasolina e etanol termina nesta terça-feira (28), e o Palácio do Planalto ainda não decidiu se vai prorrogar a medida. Há uma pressão da ala política do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para que a isenção continue, mas o Ministério da Fazenda resiste à ideia.

No dia da posse, Lula assinou uma medida provisória determinando que PIS/Cofins e Cide-Combustíveis seriam zerados por dois meses em operações envolvendo gasolina e etanol. A desoneração dos dois tributos tinha sido estabelecida, também, durante parte do mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A equipe econômica de Lula avalia que o retorno da cobrança dos impostos pode significar um acréscimo de ao menos R$ 28 bilhões aos cofres públicos. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e outros integrantes da pasta consideram o valor significativo e são favoráveis à volta dos tributos federais.

No entanto, o presidente da República tem sido alertado de que a reoneração pode impactar a avaliação da sociedade sobre a gestão dele. Dessa forma, há ministros que defendem que Lula ou renove a isenção ou passe a cobrar os impostos de forma gradual, para que o impacto aos consumidores não aconteça de forma imediata.

Aliados de Lula no Congresso Nacional dizem que não prorrogar a isenção é uma escolha equivocada. Segundo a presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), “não somos contra taxar combustíveis, mas fazer isso agora é penalizar o consumidor, gerar mais inflação e descumprir compromisso de campanha”.

Na última sexta-feira (24), Lula teve uma reunião com o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, para discutir o tema, mas não encontrou um acordo. Nesta segunda (27), o chefe do Executivo deve ter novas conversas com ministros para buscar uma solução.

R7

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Brasil

ORÇAMENTO SECRETO: Vice-líderes e ministros de Lula solicitaram R$ 331 milhões


Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) definiu, no dia 17 de fevereiro, os nomes dos seus 15 vice-líderes na Câmara dos Deputados. Quatro desses parlamentares realizaram solicitações de emendas de relator, conhecidas como “orçamento secreto”, que totalizam R$ 123 milhões, segundo levantamento feito pelo Metrópoles.

Considerando também as quantias requeridas por ministros do atual governo, a soma de indicações do núcleo próximo ao atual presidente chega a R$ 331 milhões. Esses recursos financeiros, solicitados em 2022, devem ser liberados a partir deste ano.

As emendas de relator, código RP9, foram alvo de duras críticas de Lula durante a campanha eleitoral de 2022. O então candidato à Presidência chegou a classificar esses pagamentos como a “maior vergonha deste país”. Por meio desse mecanismo, não fica claro o quanto do valor indicado será realmente empenhado, mesmo sob o governo de Lula.

Entre os vice-líderes do governo na Câmara, Damião Feliciano (União-PB), Emanuel Pinheiro Neto (MDB-MT), Pedro Paulo (PSD-RJ) e Igor Timó (Podemos-MG) pleitearam aporte financeiro do orçamento secreto. Esses parlamentares solicitaram recursos, inclusive, após o primeiro turno da eleição presidencial, quando a vitória de Lula ficou iminente.

Na lista de indicações das emendas de relator, figuram os ministros: Carlos Fávaro (PSD-MT), da Agricultura; Daniela do Waguinho (União-RJ), do Turismo; Juscelino Filho (União-MA); das Comunicações; André de Paula (PSD-PE), da Pesca; e Alexandre Silveira (PSD-MG), de Minas e Energia.

Metrópoles

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Brasil

Em busca de retomar influência no governo, MST quer indicar nome no Incra

Foto: Divulgação/Flickr/MST

Depois de um recuo tático durante a gestão Bolsonaro, em que praticamente abandonou as invasões, o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) busca, com a volta de Lula ao Palácio do Planalto, recuperar a influência que mantinha no governo nos anos petistas.

Apesar da proximidade histórica com o PT, o movimento garante que fará pressão se o programa de distribuição de terras não for retomado. Na largada, já há insatisfação pela demora na indicação do novo presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), órgão subordinado ao Ministério do Desenvolvimento Agrário. Segundo integrantes do grupo, uma das consequências é a permanência de nomeados pela gestão anterior no comando de superintendências regionais.

João Paulo Rodrigues, da coordenação nacional do MST, diz que a indefinição, após mais de 50 dias de governo, faz com que a “luz amarela” na relação com o governo se acenda:

— Sem nomeação, não temos diálogo com o governo. O ministério cuida dos temas gerais da agricultura familiar, mas a questão da terra é com o Incra. Precisamos da indicação da direção para retomar o programa de reforma agrária.

Rodrigues ainda lembra que há questões pendentes em assentamentos, como instalação de água encanada ou escolas, que estão paradas desde o governo Dilma Rousseff (2011-2016) e dependem do Incra. Procurada, a pasta disse que o presidente do Incra será anunciado amanhã.

Criado em 1984, o MST viveu o auge de suas ações durante o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Nos anos Lula, o movimento manteve inicialmente o ritmo de invasões, que com o tempo foram reduzidas. No governo Dilma, as desapropriações de terra foram reduzidas, mas, na mesma época, o MST passou a se voltar para a produção de alimentos sem uso de agrotóxicos.

Durante a gestão Bolsonaro, o movimento optou por evitar embates diretos e praticamente cessou as invasões, ao mesmo tempo em que buscava de forma mais intensa o apoio da classe média urbana com a sua política de venda de produtos saudáveis.

Agora, o MST cobra do novo governo um compromisso com uma reforma agrária agroecológica, com foco em alimentos saudáveis. O plano é retomar mobilizações em abril e voltar a promover invasões se, até lá, o governo não der sinais de que vai iniciar desapropriações.

O Globo

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Brasil

Bolsonaro participa de homenagem a Eduardo em evento de caçadores nos EUA

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho dele, participaram de uma cerimônia promovida por uma organização americana de caçadores na noite de sexta-feira (24), que contou com uma homenagem ao parlamentar. Nas redes sociais, Eduardo disse que recebeu a honraria de legislador internacional do ano.

O evento foi realizado pelo Safari Club International, na cidade de Nashville. Bolsonaro e Eduardo viajaram ao lado do ex-ministro do Turismo e ex-presidente da Embratur Gilson Machado.

Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o fim de 2022. Ele viajou para o país em 30 de dezembro, um dia antes do fim do mandato dele à frente do Palácio do Planalto.

O ex-presidente disse que pretende voltar para o Brasil em março para liderar o movimento de oposição ao atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com Bolsonaro, ele é o único político capaz de assumir o posto de líder nacional da direita e fazer frente a Lula.

R7

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Brasil

Lula é submetido a ressonância em hospital de Brasília


Foto: ROVENA ROSA/AGÊNCIA BRASIL

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), passou por uma ressonância magnética neste sábado (25) em um hospital de Brasília. Segundo a Secretaria de Comunicação (Secom) da Presidência, o chefe do Executivo fez um exame de imagem na região do quadril.

“O presidente realizou uma ressonância magnética no quadril, programada para acompanhamento da fisioterapia, dos exercícios que vem fazendo. Já está no Alvorada”, informou a Secom.

Desde o início do ano, o presidente recebe tratamento médico por causa de uma bursite nos membros inferiores. A bursite é a inflamação da bursa, uma pequena bolsa de líquido que reduz o atrito entre as articulações.

A bursite está associada ao movimento repetitivo, pancada nas articulações e até envelhecimento. O tratamento costuma ser feito com repouso, compressas frias, anti-inflamatórios e fisioterapia.

R7

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Brasil

Bolsonaro sobre entrevista de Zambelli: “Não li, nem vou ler”

Foto: Reprodução

Após a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) criticar a saída do Brasil do ex-presidente Jair Bolsonaro, o ex-chefe do Executivo nacional afirmou não ter discutido a declaração da aliada com ninguém. E que nem pretendia ler a entrevista dada por Zambelli.

“Não discuti o assunto dessa notícia com ninguém. Eu não li essa entrevista, nem vou ler”, disparou o ex-presidente ao canal CNN. Bolsonaro está nos Estados Unidos desde o fim de dezembro. E já afirmou que só pretende voltar ao Brasil em março.

Apoiadora de primeira hora de Bolsonaro, Zambelli deu uma entrevista ao jornal Folha de S.Paulo em que deixou clara a discordância com as atitudes de Bolsonaro após a derrota nas eleições do ano passado.

“Levou aquele tempo todo [para Bolsonaro se expressar depois das eleições] e o silêncio que teve. Ele tinha que organizar a oposição, orientar a gente. Ele tinha 28 anos de Câmara. Tínhamos que mostrar nosso descontentamento até para incentivá-lo a ser a voz da oposição”, apontou a deputada federal na entrevista.

A distância durante um período tão grande também foi criticada por Zambelli na entrevista.

“Passar um tempo fora para pensar no que vai fazer é legítimo. Mas concordo que ele deveria estar aqui para liderar a oposição. A gente teria mais condições, capacidade e força”, afirmou a deputada.

Por Metrópoles

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Paraíba

“Só estupidez de quem não conhece história” diz vereador sobre mudança de nome da capital paraibana

O vereador de João Pessoa, Fernando Milanez Neto, que é sobrinho neto do presidente que deu nome a capital paraibana, lamentou que mais uma vez a polêmica sobre a possibilidade de mudar o nome da cidade venha à tona. O político lembra que não é a primeira vez que tentam realizar essa mudança, mas que todas as vezes a tentativa foi fracassada.

“Observem que o movimento que está surgindo agora não tem representatividade alguma. Não é da Assembleia Legislativa; da Câmara Municipal e muito menos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)”, justifica.

Confira nota completa:

Não é primeira vez que aproveitadores buscam os holofotes da mídia para tentar mudar o nome da cidade de João Pessoa. Todas as tentativas anteriores fracassaram.

Só a estupidez de quem não conhece a história do Brasil pode motivar iniciativas como esta. João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, ministro do Supremo Tribunal Militar, eleito presidente da Paraíba, foi candidato a vice-presidente da República, na chapa liderada por Getúlio Vargas.

Mais de 90 anos depois, o seu assassinato é até hoje o maior fato político da Paraíba no Século XX, também considerado um dos mais importantes do Brasil.

Observem que o movimento que está surgindo agora não tem representatividade alguma. Não é da Assembleia Legislativa; da Câmara Municipal e muito menos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), cuja secção regional escolheu recente e conscientemente os seus novos diretores.

Por fim, é importante dizer que morte de João Pessoa, com todo contexto político, econômico e social que existia na época, foi um dos motivos da Revolução de 1930 e consequentemente do fim do período que chamamos de República Velha.

Á medida em que o corpo de João Pessoa peregrinava entre as principais capitais do Brasil para receber homenagens por conta do crime político, seu nome ia batizando ruas, avenidas e praças pelo país.

Nunca, em nenhum recanto deste país, alguém sugeriu mudar o nome de uma avenida ou uma praça que teve a honra de receber o nome de João Pessoa.

Aqui em nossa capital, para o desespero dos aproveitadores de plantão, isso também não vai acontecer.

Quem viver, verá!

Fernando Milanez Neto

Blog do BG PB

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Brasil

Zambelli critica Bolsonaro e diz que “não é hora de bater no STF”


Foto: Reprodução

A deputada Carla Zambelli (PL, foto) afirmou que Jair Bolsonaro (PL) deveria ter sido claro ao pedir o fim de atos em frente a quartéis. Em entrevista à Folha de S. Paulo, a parlamentar citou a live que o então presidente fez em 30 de dezembro, antes de viajar aos Estados Unidos, onde segue até hoje. Ao falar sobre o tema, ela também disse que “agora não é hora de bater no STF”, mas sim de focar na oposição ao governo Lula.

“Na live que Bolsonaro fez em 30 de dezembro, ele tinha que ter deixado claro o que pensava. Ele seria um remédio [contra o golpismo] se tivesse dito que era para as pessoas saírem dos quartéis. Outro remédio é o que estou tentando fazer. Tive três meses para pensar. […] Sei que a gente influencia as pessoas. Depois do dia 8, estou sendo bem mais cuidadosa para não ter mais pessoas se enganando. A gente está em outro patamar, agora não é hora de bater no STF, não é hora de fazer manifestação”, disse Zambelli, que também levantou bandeira para o ministro Alexandre de Moraes.

“Liguei e mandei um email. Alguns dias depois, minha rede foi devolvida, pode ter sido um gesto. Estou à disposição dele para conversar. Porque ele vai ser um alvo do PT daqui a pouco. O PT não vai se contentar em indicar somente os dois ministros que vão se aposentar”, afirmou.

Ainda durante a entrevista, a deputada disse ter recebido recebeu um documento semelhante à minuta golpista encontrada na casa Anderson Torres, ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal. “Escreveram e também levaram no meu gabinete. Não sei quem fez”, afirmou.

Questionada se teme ser presa, ela respondeu: “Medo não é a palavra, mas expectativa, sim. Não como uma boa expectativa. Várias vezes fui dormir pensando que ia ter que acordar às 6h com a Polícia Federal na minha porta. […] Não cometi nenhum crime. Mas eu joguei pesado, joguei duro nas palavras. Quando eu ia contra meus inimigos eu ia de forma bruta mesmo, mostrando divergências. Existia uma linha que eu podia cruzar, mas sabendo que outras pessoas cruzaram e sofreram as consequências.”

O Antagonista

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Paraíba

PGR dá parecer pela soltura dos paraibanos presos nos atos em Brasília

A Procuradoria Geral da República deu parecer favorável à soltura, com medidas cautelares, de 12 paraibanos, presos por suposta participação nos atos que resultaram na depredação da sede dos Três Poderes da República, foram soltos nessa quarta-feira (22).

Segundo o advogado Ricardo Alvarenga, que acompanha os paraibanos em Brasília, eles estão detidos nos presídios da Papuda e da Colmeia, em Brasília. O advogado acredita que a soltura deve ocorrer em até duas semanas.

Disse que não existe crime de terrorismo, “impossível pela lei 13.260/2016”. Ele foi além: “Vou processar toda imprensa [da] Paraíba que chamar os paraibanos de terrorismo”. O crime de terrorismo foi afastado pela Procuradoria Geral da República.

Ricardo Alvarenga disse que serão impetradas 46 ações indenizatórias dos paraibanos, por danos morais e materiais, contra a imprensa por taxá-los de “terroristas”.

Confira a lista dos paraibanos que ainda estão presos:

Edneia Fátima da Silva Sérgio

Edith Christina Medeiros Freire

Edlene Roza Meira

Maria Gomes da Silva

Onilda Patrícia de Medeiros Silva

Patrícia Fernanda Franco Vieira

Patrícia Rezende Pinel Valadão

Marilete Pires Cabreira

Marina Camila Guedes Moreira

Marinaldo Adriano Lima da Silva

Jamerson Cassimiro da Silva Alves

James Miranda Lemos

BG com informações de Sony Lacerda

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