Paraíba

Ordens para ataques criminosos no RN partiram de dois detentos da Paraíba

O programa Fantástico da Tv Globo deste domingo (19) trouxe mais detalhes sobre os ataques criminosos que acontecem desde a terça-feira, 14, no Rio Grande do Norte. De acordo com a matéria, dois bandidos que cumprem pena em presídios da Paraíba são responsáveis pelas ordens para espalhar o caos no estado vizinho.
Um deles é Igor Cavalcanti Coelho que está no Serrotão, em Campina Grande e o outro é Erick Silva de Santana, do PB1. Um outro articulador da onda de violência está preso na Bahia: Judson Bezerra Araújo Batista, que cumpre pena na Penitenciária Lemos Brito.

Além deles dois, um outro homem que estava em João Pessoa, José Wilson da Silva Filho, morto em confronto com a polícia na última quarta-feira (15) era uma das lideranças encarregadas das ações criminosas de rua da facção Sindicato do Crime.

Ontem, em Campina Grande, foi preso outro membro da mesma facção. Trata-se de um homem de 22 anos, foragido da Justiça do Rio Grande do Norte. Ele foi encontrado por homens da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) com coquetéis molotov e a polícia civil informou que ele é uma ‘peça-chave’ do grupo criminoso no interior potiguar. Aqui na Paraíba, ele usava um nome falso: Miguel Alves da Silva. A identidade verdadeira não foi revelada. Ele foi localizado no bairro de Santa Rosa junto com uma adolescente de 17 anos. Com a dupla, natural de Parelhas, foram apreendidas porções de maconha e cocaína.

O ministro da Justiça, Flávio Dino está nesta segunda-feira, (20) no Rio Grande do Norte para acompanhar as ações da Força Nacional de Segurança Pública no combate aos ataques criminosos no estado.

BG com ParlamentoPB

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Brasil

Quase metade dos brasileiros veem ameaça comunista com Lula, diz Ipec

Pesquisa Ipec realizada de 2 a 6 de março e divulgada neste domingo (19.mar.2023) indica que 44% dos brasileiros acham que o Brasil “corre o risco de virar um país comunista” com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Desses, 31% dizem acreditar “totalmente” nessa possibilidade.

O número é um indicativo de uma polarização ideológica persistente no país mesmo depois do fim das eleições presidenciais. São 36% os que “discordam totalmente” desse risco, e 11% os que discordam parcialmente. Outros 2% “não discordam, nem concordam”, e 6% não souberam responder.

O Ipec entrevistou, de forma presencial, 2.000 pessoas acima de 16 anos em 128 cidades brasileiras de 2 a 6 de março de 2023. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos para um nível de confiança de 95%. Eis a íntegra do levantamento (454 KB).

O Ipec (Inteligência, Pesquisa e Consultoria) é uma empresa de pesquisas comandada por integrantes da direção do antigo Ibope, empresa do mesmo ramo que realizava levantamentos de opinião, política e mercado e encerrou suas atividades em 2021, depois de 79 anos de história.

Leia os destaques da estratificação por idade, escolaridade e região:

  • pessoas acima de 60 anos são mais descrentes na possibilidade de que o Brasil vire um país comunista: 53% discordam total ou parcialmente da afirmação;
  • aqueles que têm diploma de ensino superior também são mais céticos (52%) com a possibilidade; e
  • o Sudeste é a região que mais concorda com a ameaça (48%) e o Nordeste, a que menos (35%).

Poder360

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Brasil

J.R. GUZZO: Lula e a defesa do crime

Não existe nenhuma desgraça que oprima tanto e de forma tão direta a população brasileira, sobretudo os mais pobres, quanto o crime. Num país em que o governo diz 24 horas por dia que é “popular”, que cuida dos “menos favorecidos”, etc. etc. essa deveria ser a prioridade das prioridades: dar um pouco mais de segurança pessoal para o cidadão que trabalha, paga imposto, respeita a lei e, muitas vezes, sustenta uma família. Mas o que acontece no mundo das realidades é exatamente o contrário. A noção de “segurança”, para o governo Lula, é fornecer conforto, proteção e apoio aos criminosos, principalmente os que estão nas prisões; a ideia fixa do presidente e do seu Sistema é proteger os direitos de quem praticou crimes, e não os direitos de quem sofre diariamente com eles. Num país que teve quase 41.000 assassinatos no ano passado, a preocupação do governo é o bem-estar de quem matou, e não de quem foi morto; o bem mais precioso que o Estado tem a obrigação de defender, a vida humana, é tratado publicamente como lixo pelo governo, e a sua defesa é excomungada como coisa “de direita”, “fascista” e daí para baixo. Do direito a não ser roubado, então, é melhor nem falar nada.

A última prova desta opção oficial pelos criminosos e pelo crime é a ressurreição do “plano de segurança”, que vigorou no Brasil entre 2007 e 2016 e durante o qual, entre outras calamidades, o número de homicídios aumentou 30%. É um desses casos, medidos numericamente, em que o governo age de maneira concreta em favor do crime. Com a deposição do PT e a eliminação do “plano”, o número de assassinatos começou a cair imediatamente, e continuou caindo sem parar até dezembro de 2022; continua sendo um dos mais altos do mundo, mas só nos últimos cinco anos foram 18.000 homicídios a menos, ou 18.000 vidas salvas. Lula anuncia, agora, a retomada do projeto que deu errado – errado para o povo brasileiro, e certo para os criminosos. Suas taras são perfeitamente conhecidas. Soltar gente que está presa, para diminuir a “superpopulação” das penitenciárias. Em vez de dar verbas para a polícia (que, segundo Lula, tem de ser mais “civilizada”) forrar de dinheiro as “ONGs” que se dedicam à proteção de presidiários. Desarmar os cidadãos que têm armas compradas legalmente – e por aí se vai.

“As cadeias estão cheias de gente inocente no Brasil”, disse Lula ao relançar o “plano”. É isso, com toda a tragédia que está aí, que o presidente da República tem a dizer para os brasileiros em matéria de segurança: que o problema do Brasil é a “injustiça” com os presos, e não os assassinatos, roubos e estupros. É a contratação de mais um desastre.

Revista Oeste

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Brasil

Casa de prostituição lota em dia de encontro de prefeitos com Lula

Esse evento dos prefeitos encheu mais”, disse Joyce*, garota de programa de uma das boates de stripper mais conceituadas e caras de Brasília. A casa recebeu apenas quatro clientes na última segunda-feira (13/3). Um dia depois, na data em que prefeitos de todo o país participaram de um encontro com o presidente Lula (PT) em Brasília, cerca de 50 homens lotaram o espaço. A noite, regada por bebidas caras, contou com o contraste nítido entre homens de terno e mulheres nuas; e o contraste mais tênue entre a política e a libertinagem.

Já no estacionamento em frente ao local, a reportagem flagrou o carro da prefeitura de uma cidade de Minas Gerais, além de outros veículos descaracterizados, com motoristas aguardando seus passageiros. Na porta da estabelecimento, no Setor Hoteleiro Norte, os clientes eram avisados do valor para a entrada: R$ 220.

O segurança argumentava com quem estava em dúvida sobre se deveria entrar e conhecer o lugar. Dizendo que o estabelecimento estava “lotado de mulher”, o funcionário até garantiu o dinheiro de volta caso elas não agradassem ao cliente. Nas conversas sobre a lotação do espaço, ele afirmava que o movimento estava alto e chegou a citar o nome exato do encontro político. “É a Frente Nacional dos Prefeitos, né?”.

Outro segurança mencionou o dia em que deputados federais e senadores da atual legislatura tomaram posse no Congresso Nacional, em 1º de fevereiro: “Vieram ‘tudo’ para cá depois. Tinham até uns ‘índios’”. A discrição da casa, o alto poder aquisitivo dos clientes e os programas com garotas de luxo fazem com que o local seja conhecido no meio político.

Uma noite com Joyce, por exemplo, custa R$ 1 mil, mas é preciso pagar o valor do quarto, de R$ 250, e ao menos três drinks antes do programa. Uma só bebida “Paixão”, com gin, por exemplo, custa R$ 95.
Show com armas… de brinquedo

Nas terças-feiras, a boate de stripper conta com a “noite do boteco”, o que custa a cada cliente mais R$ 50 de couvert artístico para a dupla sertaneja. O interior da casa, porém, era o oposto de um bar barato onde amigos tomam uma cerveja, até porque uma só long neck custava R$ 35. Em uma mesa, três homens de roupa social pediram garrafas de champanhe e de gin e logo foram acompanhados por três garotas.

Bem à vontade, o grupo passava a mão nas mulheres, beijava na boca, dava abraços por trás e era advertido por elas quando tentava avançar um pouco mais: “Assim, só no quarto”. Caso o homem queira ainda mais discrição, pode subir em um elevador privativo e encontrar a garota já no apartamento reservado para o programa. Os shows de stripper começaram cedo por conta da lotação da casa.

Se a segurança pública foi pauta nos encontros dos prefeitos durante o dia, à noite ela também teve seu espaço no bordel. A apresentação que mais agradou aos clientes foi de Catarine*. Ela entrou no palco segurando uma arma de brinquedo e um taser de choque, e estava vestida com calcinha e sutiã personalizados para uma fantasia de “policial sexy”.
Quartos lotados

Dançando no pole dance e com os clientes nas mesas, ela tirou a roupa e se exibiu no colo de um homem acompanhado por amigos de terno. Na lapela de um deles, era possível ver um broche, indicando provavelmente um partido ou associação política. As garotas que não se apresentaram ficaram acompanhando o show.

Uma delas comentou que não via a casa lotada daquela forma havia algumas semanas. Aberta desde as 22h, a boate teve pico por volta da meia-noite, quando três mulheres já haviam se exibido. “Hoje tem mais cliente do que mulher”, observou Ana*. Quando mais um homem chegava para a festa, os amigos gritavam em comemoração. O espaço reuniu casados, solteiros, mais velhos, mais novos, discretos e mais soltos.

Por volta das 2h, o espaço foi ficando mais vazio de clientes e garotas de programa, enquanto os quartos recebiam mais gente. O dono do espaço observava pessoalmente se tudo estava funcionando da melhor forma possível para os homens. Na hora de pagar a conta, cada um gastava facilmente cerca de R$ 5 mil.

Outros estabelecimentos semelhantes em Brasília também contam com a fama de receber políticos, assessores e empresários durante grandes eventos na capital. A agenda que reuniu os prefeitos no Distrito Federal acontece anualmente. Em 2023, eles elaboraram uma carta ao presidente Lula reafirmando a importância do diálogo com o governo federal e pedindo, entre outras pautas, “uma reforma tributária que melhore o ambiente de negócios”.

Metrópoles

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Brasil

“Quer tratar militares como segunda categoria”, diz Mourão sobre governo Lula

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O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) afirmou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva quer tratar os militares como “cidadãos de segunda categoria”. A fala do senador é uma reposta ao projeto petista de barrar militares da ativa em cargos políticos.

“A legislação é muito clara: se o militar vai concorrer a um cargo eletivo, ele vai ter que se filiar a um partido político e entrar em licença”, disse Mourão em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo publicada neste domingo, 19. “‘Ah, o militar da ativa não pode ocupar um cargo do governo.’ Por que não pode?”, questionou.

“Se você tem uma pessoa dentro do Exército, Marinha ou Força Aérea com competência específica para um cargo, você vai deixar de usar aquele servidor que nós, a nação, treinamos, conseguimos os meios para ele estudar e se aperfeiçoar?”, completou.

Sobre a intenção do PT de modificar o artigo 142 da Constituição para acabar com a Garantia da Lei e da Ordem (GLO), Mourão disse que a ideia é só para “é só para tacar fogo no parquinho”.

“A missão constitucional é clara. A Garantia da Lei e da Ordem é por iniciativa de qualquer um dos Poderes constituídos. Então retirar não vai mudar em nada porque não existe outra força capacitada”, explicou. “Não adianta ficar sonhando com guarda nacional, com sei lá o quê, porque isso não vai sair do papel jamais.”

Revista Oeste

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Política

Ex-deputado da PB está entre os 10 que mais gastaram com autopromoção após eleições

O ex-deputado federal Julian Lemos foi apontado pelo UOL como um dos parlamentares que mais gastaram com autopromoção após as eleições 2022.

Atualmente Lemos não ocupa nenhum cargo publico.

Após o período eleitoral, deputados aproveitaram a reta final da legislatura para inflar os gastos da cota parlamentar com autopromoção.

Levantamento do UOL mostra que alguns congressistas torraram, de outubro a janeiro deste ano, mais dinheiro com publicidade de seus feitos no mandato do que praticamente no primeiro semestre inteiro de 2022.

Os deputados têm direito à cota, uma verba pública que pode ser utilizada para divulgação parlamentar, contratação de pesquisas e consultorias, combustível, passagens, entre outros gastos. A verba tem um teto mensal que varia de R$ 36 mil a R$ 50 mil, dependendo do estado de origem do parlamentar, e que pode ser acumulada dentro do ano. Segundo as regras da Câmara, nos 120 dias anteriores às eleições, os parlamentares que tentam um novo mandato são proibidos de usar esses recursos. Fica vetada nesse período a autopromoção, mesmo que seja para contratar um gerenciamento de redes sociais ou pagar a fabricação de banners e outdoors.

A maioria dos deputados com mandato até 2022 não fez gastos desse tipo durante o período eleitoral.

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Política

Vice-prefeito de Bayeux permanece na UTI após sofrer um AVC hemorrágico

O Vice-prefeito do município de Bayeux, o major Clecitoni foi internado na noite desta quarta-feira (15), após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) e precisou ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em um hospital da capital João Pessoa.

A Assessoria de Imprensa da prefeitura de Bayeux informou que o vice-prefeito passou mal e deu entrada no hospital após um AVC hemorrágico. Ainda segundo a assessoria, Clecitoni encontra-se internado em quadro estável, orientado e aguardando novos procedimentos médicos.

Clecitone Francisco de Albuquerque Silva é policial militar de carreira e atualmente está ao lado de Luciene Gomes (PDT) na administração do município de Bayeux.

Com Portal T5

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Brasil

STF suspende regra que proíbe indicar ministros e secretários para estatal

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski decidiu nesta quinta-feira (16) suspender parte da Lei das Estatais, norma aprovada em 2016 para proibir indicações de pessoas ligadas diretamente a governos e com ligação direta com partidos políticos para a diretoria de empresas públicas.

Na decisão, o ministro suspendeu o trecho da norma que impedia ministros de Estado e secretários estaduais e municipais de atuarem nas diretorias e nos conselhos de administração de estatais.

Lewandowski afirmou ainda na decisão que continua proibida a indicação de pessoas que ainda participam da estrutura decisória de partidos ou que possuem trabalho vinculado às legendas e à campanhas políticas.

A constitucionalidade da lei estava sendo julgada nesta semana no plenário virtual da Corte, mas Lewandowski atendeu ao pedido liminar feito pelo PCdoB, autor da ação, após pedido de vista feito pelo ministro André Mendonça para suspender o julgamento.

Na decisão, o ministro disse que a lei restringiu as indicações para as estatais.

“Não obstante os bem-intencionados propósitos do legislador nesse aspecto, a Lei das Estatais, ao que tudo indica, foi muito além das limitações já positivadas no ordenamento jurídico, criando hipóteses de vedação à escolha de administradores, que funcionam como impedimento absoluto à nomeação”, escreveu.

A liminar está valendo, mas será levada para julgamento definitivo no plenário virtual da Corte. A data ainda não foi marcada.

Com Agência Brasil

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Paraíba

VÍDEO: Vereador de São Bento diz que colega parlamentar não se elegeu porque “não prometeu nada”

O presidente da Câmara Municipal de São Bento, no sertão da Paraíba, Marcarone (MDB), disse, durante uma sessão que uma colega parlamentar não se elegeu por falta de promessas.

“Agora descobri porque a senhora perdeu. Não prometeu nada na campanha? Perdeu por causa disso. Eu prometi demais. Todos que ganhamos aqui acho que foi porque prometemos. A senhora não prometeu, perdeu”, disse Marcarone

“Eu perdi porque não tive os votos necessários pra chegar lá. Mas eu estou satisfeita. Muitos chegam, mas dependem da forma que chegam”, rebateu a vereadora.

Já dizia o ditado: “De promessas quem vive é Santo.”

Blog do BG PB

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Paraíba

CMJP vota projeto que proíbe realização da “Marcha da Maconha” nesta quinta

A Câmara Municipal de João Pessoa deve votar nesta quinta-feira (16), um projeto polêmico que pretende proibir a realização da ‘Marcha da Maconha’ ou qualquer outra atividade que seja análoga ao movimento.

A proposta é do vereador Coronel Sobreira (PL) que entende que a iniciativa faz apologia ao consumo de drogas ilícitas que causem dependência física ou psíquica, segundo justifica no texto da Lei 1356.

Segundo a Lei, podem ser consideradas drogas as substâncias ou os produtos capazes de causar dependência, assim especificados em lei ou relacionados em listas atualizadas periodicamente pelo Poder Executivo da União.

Caso seja aprovada, a punição para quem realizar o evento pode ser, se pessoa física, multa de cem a mil Unidade Fiscal de João Pessoa; sendo pessoa jurídica organizadora do evento, multa de cem mil a quinhentas mil Unidade Fiscal de João Pessoa.
O texto está na pauta para análise em sessão deliberativa desta quinta-feira (16).
Mundial da Maconha e Dia da Liberação da Maconha

O evento que ocorre anualmente em diversos locais do mundo. Trata-se de um dia de luta e manifestações favoráveis a mudanças nas leis relacionadas a maconha, em favor da legalização da cannabis, regulamentação de comércio e uso (tanto recreativo quanto medicinal e industrial, tendo em vista as milhares de aplicações da cannabis em várias áreas).

A Marcha da Maconha ocorre mundialmente no primeiro final de semana do mês de maio, porém no Brasil, como a data coincide com o Dia das Mães, pode ocorrer em outros finais de semana (geralmente em maio). Além da marcha em si ocorrem reuniões, caminhadas, encontros, concertos, festivais, mesas de debates, entre outros.

Com informações do Política por Elas

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