Brasil

Lula recria cargos de adidos tributários; salário é de R$ 100 mil


Foto: Adriano Machado/O Antagonista

O governo Lula (PT) recriou nesta sexta-feira (31) quatro cargos de adidos tributários e aduaneiros, com remunerações de cerca de R$ 100 mil, informa o Estadão.

Segundo o jornal paulistano, os postos recriados são nas embaixadas do Brasil em Washington, Buenos Aires, Assunção e Montevidéu. A medida consta de decreto publicado no Diário Oficial da União.

Os quatro cargos de adidos existiam desde 2000, e a gestão de Jair Bolsonaro (PL) havia criado mais cinco no final do ano passado —em Paris, Bruxelas, Pequim, Nova Déli e Abu Dhabi.

Lula extinguiu todos eles no seu primeiro dia de governo e também tornou sem efeito as nomeações feitas no apagar das luzes da gestão do seu antecessor.

O Antagonista

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Brasil

Lula terá indicado quase um STF inteiro ao final do 3º mandato

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o chefe do Executivo que mais indicou nomes ao STF (Supremo Tribunal Federal) desde o fim da ditadura militar no Brasil (1964-1985). Até hoje, 8 ministros que passaram pela Corte ou fazem parte da atual composição foram nomeados pelo petista, e ao fim de seu 3º mandato, outros 2 nomes serão conduzidos por ele.

Lula substituirá em breve um dos seus indicados, o ministro Ricardo Lewandowski. O magistrado antecipou a sua aposentadoria em cerca de 1 mês e deixa a Corte em 11 de abril. O anúncio do sucessor deve vir apenas depois da saída oficial de Lewandowski, mas o nome do advogado que defendeu o presidente na Operação Lava Jato, Cristiano Zanin, de 47 anos, tem se consolidado.

Além dele, o advogado Manoel Carlos de Almeida Neto, de 43 anos, também surgiu como um dos favoritos. Ele trabalhou no gabinete de Lewandowski. Mas há cerca de 10 dias, um gesto de Manoel Carlos foi notado – o advogado estava entre os mais de 200 que assinaram uma carta de apoio a Zanin, em iniciativa do grupo Prerrogativas, por ataques pessoais que recebeu.

O 10º ministro — ou ministra — que Lula indicará vai substituir a atual presidente da Corte, Rosa Weber, que completa 75 anos de em 2 de outubro e se aposenta compulsoriamente.

Com a saída de Lewandowski, houve uma pressão de partidos e movimentos de esquerda para que uma mulher negra fosse indicada. O Ministro Edson Fachin chegou a mencionar a possibilidade em plenário, mas esse nome não foi levantado. Deve ser uma possibilidade mais viável no momento em que Rosa for substituída, quando a ministra Cármen Lúcia pode se tornar a única mulher da Corte.

Poder360

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Brasil

Taxar varejistas chinesas e apostas on-line é necessário, diz líder do do governo no Congresso


Foto: Sérgio Lima/Poder360

O líder do Governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), disse fazer parte do “esforço fiscal” do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) taxar importações vendidas por empresas que hoje trazem seus produtos para o Brasil e não pagam impostos. Ele deu entrevista ao Poder360 em seu gabinete na quinta-feira (30.mar.2023).

“É preciso ter regulação, até porque, senão, é in dubio, prejuízo do mercado nacional. Há muito se reclama essa circunstância de alguma tributação desproporcional que existe de empresas nacionais e, por conta da ocorrência da realidade de aplicativos, desse mundo mais virtual, há o surgimento desses mecanismos que entram no país sem tributação”, disse o congressista.

Além da taxação dessas empresas, sediadas principalmente na China, Randolfe afirmou ser necessária a regulamentação e a taxação das apostas esportivas on-line.

“São 2 temas que fazem parte também do esforço fiscal do governo. Nesse caso específico das apostas, os próprios responsáveis por essas empresas dizem que querem ser tributados, e nós não conseguimos ainda regular a tributação”.

Poder360

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Brasil

Ministro de Lula mentiu em documento oficial sobre viagem para ver leilão de cavalos em SP


Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, mentiu em documento oficial sobre a viagem que fez a São Paulo em janeiro, logo após assumir a pasta no governo Lula (PT). No ofício, elaborado antes de o Estadão revelar que ele dedicou três dos quatro dias de viagem para participar de leilões e eventos de cavalos de raça, o ministro informou que sua agenda de trabalho fora de Brasília se estendeu de quinta a domingo. As informações são do Estadão, publicadas nesta sexta-feira (31).

A prestação de contas da viagem, ao qual o Estadão teve acesso, foi assinada pelo próprio ministro na noite de 31 de janeiro. Intitulado “Relatório de viagem”, o registro contém informações como o roteiro e a descrição da “missão”, além de dados do ministro.

No documento, há questões como “compareceu ao trabalho no dia da viagem?” e “houve alteração no roteiro da missão? Se sim, justifique”. A resposta para a pergunta sobre mudanças no roteiro da viagem foi “não”. O ministro informou que a viagem oficial durou de “26 a 30 de janeiro”, de quinta-feira a domingo. Seus compromissos, porém, duraram duas horas e meia. A partir do meio-dia de sexta até domingo, toda a agenda de Juscelino foi voltada aos equinos.

Na ultima terça-feira, a Comissão de Ética Pública da Presidência da República analisou o caso e decidiu abrir uma investigação para averiguar a conduta do ministro. Ao final, se concluir que houve infração ética, o colegiado pode recomendar ao governo desde aplicar uma advertência até a demissão do ministro. O governo silenciou sobre o fato.

Para viajar a São Paulo, Juscelino preencheu outros documentos nos quais informou que a viagem era “urgente” e solicitou pagamento de diárias para cobrir todo o período de quatro dias. Após o Estadão revelar o caso – e um mês após a viagem a São Paulo -, o ministro devolveu R$ 2 mil de um total de R$ 3 mil que recebeu.

A prestação de contas da viagem contradiz a versão do ministro. Após a volta de São Paulo, quando já havia participado dos eventos com cavalos, ele próprio informou em documento interno que durante todo o período em que esteve em São Paulo estava trabalhando.

Roteiro

O ministro foi homenageado no “Oscar do Quarto de Milha”, uma festa promovida por amantes de cavalos de raça. A lista dos premiados era pública desde 9 de janeiro. Ao receber a homenagem, o ministro disse que “na função de ministro de Estado, agora no Poder Executivo” defenderia “cada vez mais o cavalo e os esportes equestres no nosso País”. A pasta das Comunicações tem como função tratar dos setores de radiodifusão (rádio e TV), telecomunicações e internet. Atividades sem qualquer ligação com equinos.

No sábado, 28 de janeiro, Juscelino Filho reinaugurou uma praça em Boituva, a 122 quilômetros de São Paulo, que foi revitalizada e batizada com o nome do cavalo Roxão . O animal pertencia a um sócio do ministro e morreu em 2021, aos 27 anos. Entre sábado e domingo, Juscelino participou ainda de dois leilões de cavalos na cidade. Ele promoveu um de seus cavalos, cuja venda é aguardada com expectativa no mercado, e assessorou compradores em arremates.

O ministro voltou a Brasília em aeronave da FAB, sob a justificativa de que estava a “serviço”. O voo foi compartilhado com o ministro do Trabalho, Luiz Marinho. Desde que o caso foi revelado, Juscelino Filho alega ter pego uma carona com o colega de Esplanada. Uma viagem de Brasília a São Paulo, ida e volta, em um jato privado custaria cerca de R$ 140 mil para ambos os trechos.

O advogado Henrique Savonitti, Doutor em Direito Administrativo, afirma que os agentes públicos só podem se deslocar, com passagens e diárias custeadas pelo governo, quando estiverem a serviço ou participando de eventos de interesse público. Savonitti é autor de um estudo sobre compras de passagens aéreas, publicado pela Escola Nacional de Administração Pública (Enap), ligada ao governo federal.

“A autorização para emissão do bilhete, quando se tratar de passagem aérea, deverá levar em consideração o horário e o período da participação do servidor no evento, a pontualidade, o tempo de traslado e a otimização do trabalho”, explica. “A passagem deve ser adquirida para horário razoável, logo após o encerramento da agenda oficial.”

Na avaliação do advogado, “esticar” a viagem oficial no final de semana “ofende o princípio da moralidade administrativa e pode acarretar a responsabilização dos agentes públicos envolvidos”. “Havendo recebimento de diárias nesse período, a situação fica ainda mais grave”, afirma.

Maranhão

Desde que assumiu, Juscelino tem concentrado sua agenda em Brasília e no Maranhão a reuniões com prefeitos e vereadores da sua base eleitoral. Ele participa de cerimônias para entregar títulos fundiários, ônibus escolares, vans, kits esportivos e “motores de rabeta de canoa”.

Juscelino já teve 21 reuniões com prefeitos, ex-prefeitos ou vereadores em seu gabinete. Além dos encontros em Brasília, o ministro tem ido ao Maranhão, em dias próximos aos finais de semana.

Dois outros relatórios de viagem aos quais o Estadão teve acesso mostram que o ministro também informou à pasta que estava em missão oficial durante finais de semana em que esteve em São Luís, em janeiro. Como estava em missão, o ministro teve viagens aéreas à disposição.

Em 13 de janeiro, uma sexta-feira, o ministro ficou por uma hora na gerência regional da Anatel. No mesmo dia, participou da posse do seu primo e prefeito de São Mateus (MA), Ivo Rezende, na presidência da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão. Viajou em avião da FAB.

Em nota, o Ministério das Comunicações afirmou que “como já explicado mais de uma vez, houve uma falha no sistema, que lançou as diárias no período todo, sem excluir o período de descanso”. “Essa falha já foi detectada, já foi corrigida, o valor já foi devolvido e isso já foi esclarecido”, afirmou a pasta.

Estadão

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Paraíba

MPE pede a cassação dos mandatos de prefeita e vice de Bayeux por abuso de poder

A procuradora Regional Eleitoral (PRE), Acácia Suassuna, emitiu nesta sexta-feira (31) um parecer em que defende a cassação dos mandatos da prefeita de Bayeux, Luciene Gomes, e do vice, Clecitoni Francisco. O caso tramita em grau de recurso no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), após condenação em primeiro grau.

A gestora é acusada de conduta vedada e abuso dos poderes político e econômico nas eleições de 2020, quando disputou a reeleição. Pesa contra ela a acusação de distribuição de cestas e contratação excessiva de pessoal no período eleitoral.

No recurso, a defesa da prefeita alegou quanto à distribuição de cestas básicas que “não houve intenção de manipular os eleitores e que o programa assistencial estabelecia rígidos critérios objetivos para a escolha dos beneficiários (os quais estão identificados nos autos), conforme restou demonstrado nos depoimentos testemunhais. Além disso destacou que o programa era preexistente à gestão da primeira investigada”. Disse ainda que a gestora sequer participava da distribuição. Sobre a nomeação de servidores, alegou que “nem o promotor eleitoral e nem o magistrado zonal apontaram quem são os servidores nomeados em período vedado”.

A procuradora, ao analisar o caso, apresentou comprovações de que as cestas básicas de fato foram distribuídas no período vedado, quando ainda existia contrato firmado pelo antecessor da gestora. “Para além da proximidade do pleito, a gravidade infere-se também pela quantidade distribuída – 6.500 cestas – entregues no prazo de 10 dias como descrito no contrato”, ressaltou. Sobre a contratação de pessoal, os autos da ação mostra incremento de um mês para outro de R$ 416.717,10, referentes a contratação de
servidores por tempo determinado.

Apesar disso, para a defesa da cassação da prefeita, a procuradora apontou a necessidade de manutenção da cassação apenas pelo caso da distribuição de cestas básicas. De acordo com ela, isso já seria o suficiente para confirmar o abusco do poder político e econômico na disputa. “Ante o exposto, o MINISTÉRIO PÚBLICO ELEITORAL manifesta-se pelo PROVIMENTO PARCIAL dos recursos, apenas para afastar a caracterização do abuso pelo fundamento da contratação de servidores no período vedado, mantendo-o, todavia, pela distribuição gratuita de bens, de modo que deve ser imposta a pena de multa e a cassação dos diplomas”, disse.

O recurso no TRE é relatado pelo juiz Fábio Leandro de Alencar Cunha.

Com informações de Suetônio Souto Maior

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Brasil

Bolsonaro quer defender legado no Nordeste e retomar motociatas

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que retornou ao Brasil na quinta-feira (30), deixou claro a aliados que pretende se manter em evidência e afirmou querer viajar o país para defender o seu governo.

Durante encontro que manteve com parlamentares e políticos em seu primeiro dia em Brasília, o ex-presidente ainda disse ao general Walter Braga Netto (PL), que foi candidato a vice na sua chapa, querer voltar a andar de motocicleta.

Segundo relatos de pessoas presentes, Bolsonaro sugeriu que poderia dar um passeio já neste domingo (2).

Durante seu governo, Bolsonaro realizou diversas motociatas. Nesses eventos, centenas de motociclistas apoiadores se reuniam para percorrer um trajeto com o então presidente.

A agenda de viagens não está pronta. Segundo o ex-ministro Gilson Machado (Turismo), a ideia também é fazer giros de carro pelo país.

Machado afirma que Bolsonaro expressa muita vontade de ir ao Nordeste, única região em que Bolsonaro foi derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2022.

“Ele quer muito correr o Nordeste. Foi lá que tivemos uma votação que não foi a esperada. E lá tivemos a maior quantidade de pessoas nos eventos que fizemos. Tem que entender o que houve lá”, diz Machado.

Folha de S. Paulo

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Brasil

Governo Lula volta atrás e vai tirar sigilo de visitas do Alvorada


Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

Após a coluna do Paulo Cappelli mostrar o sigilo imposto pela Presidência nas visitas a Lula no Palácio da Alvorada, o governo recuou. Agora, o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) afirma que dará publicidade aos nomes dos visitantes.

Essa lista incluirá pessoas que compareçam a agendas oficiais e, também, agentes privados que estejam representando interesses junto à administração pública. À coluna o GSI disse buscar um meio de separar essas duas categorias de uma terceira, que abarcará visitas consideradas de caráter estritamente privado. Essa última, por alegado motivo de segurança e de proteção da intimidade, permanecerá sob sigilo.

O Palácio da Alvorada é a residência oficial do presidente.

“O GSI da Presidência da República está envidando esforços para alterar a forma de identificação dos registros de entrada nas residências oficiais e, assim, atender as solicitações demandadas”, informou o órgão.

Dois motivos levaram à mudança de postura. Primeiro, a posição firme da Controladoria-Geral da União. Um enunciado publicado em fevereiro estipula publicidade para agendas oficiais e visitantes privados com interesses junto ao governo. Seja no Palácio da Alvorada ou no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente da República.

O GSI foi avisado. Se insistisse com o sigilo absoluto, a CGU o colocaria abaixo.

O segundo motivo foi o caráter político. A imposição do sigilo não repercutiu bem e chegou a ser criticada internamente por pessoas próximas do presidente. Durante a campanha, Lula atacou sigilos do governo Bolsonaro e prometeu transparência. A mudança, portanto, vai na linha do prometido quando candidato.

Paulo Cappelli – Metrópoles

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Brasil

Brasil não assina declaração da Cúpula pela Democracia que condena a Rússia


Foto: Alex Brandon/AFP)

O governo brasileiro decidiu não assinar a declaração final Cúpula pela Democracia de 2023, promovido pelo governo americano.

O evento foi organizado pelos Estados Unidos com o objetivo de reforçar a democracia global e confrontar o autoritarismo.

O presidente Lula chegou a mandar uma carta para os organizadores do debate, mas o Brasil não concordou com o foco dado na declaração final à guerra na Ucrânia.

O texto condena a Rússia e exige que o país retire imediatamente e incondicionalmente todas as suas forças militares do território ucraniano.

Fontes do Itamaraty dizem que o Brasil considera que a Cúpula pela Democracia não é o fórum ideal para discutir a guerra, que foi provocada pelo regime autoritários do presidente Vladimir Putin.

Os diplomatas brasileiros avaliam que as discussões sobre o conflito devem acontecer apenas no âmbuto da ONU e do seu Conselho de Segurança.

Lula não participou das discussões da cúpula, inicilamente porque ele estaria na China, que não foi convidada para o evento. Depois, sua participação também não aconteceu porque ainda se recupera da pneumonia, que forçou o adiamento da viagem a Pequim.

CNN Brasil

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Brasil

VÍDEO: Bolsonaro denuncia que governo Lula lhe negou carros blindados: ‘Estão dando um recado’

Foto: Reprodução

O ex-presidente da República Jair Bolsonaro disse nesta manhã, após chegar dos Estados Unidos, que a Casa Civil de Lula tirou dele dois carros blindados a que tinha direito antes da viagem, e afirmou que o governo do PT “está dando um recado” a ele.

“Até segunda- feira, eu tinha direito a dois carros blindados. Após o anúncio da chegada aqui, a Casa Civil retirou.”

A declaração está num vídeo postado pelo deputado Mário Frias (PL-SP). Na conversa com deputados, senadores e apoiadores que o receberam na sede do PL, o ex-presidente reconheceu que “não está definido” se é obrigação do governo ou não conceder esses blindados. Mas afirmou que vai requisitá-los novamente à Casa Civil.

O ex-ocupante do Palácio do Planalto se disse “preocupado” com a questão das facções criminosas. “Eu não tenho peito de aço. Eu vou tentar buscar um carro blindado pra mim. Agora, não é uma atitude racional por parte desse governo”, reclamou o ex-presidente.

“Eu nunca persegui ex-presidente nenhum no meu governo. Tudo o que foi pedido nós concedemos. Fomos até além em alguma coisa. Pela (mina) volta, anunciam, olha não tem mais carro blindado pra você. Está dando recado. Eu só posso entender isso daí.”

Veja vídeo:

98 FM

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Brasil

Após plano contra Moro, Bolsonaro quer reforçar segurança: ‘Nunca persegui ex-presidente


Foto: Reprodução/Jovem Pan News

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) quer reforçar a sua segurança após os planos descobertos contra o senador Sergio Moro (União Brasil-PR). Em vídeo obtido pela Jovem Pan, o ex-mandatário revelou que o governo retirou os carros blindados aos quais ele tinha direito.

“Até segunda-feira, eu tinha direito a dois carros blindados”, disse Bolsonaro ao revelar que a decisão da governo federal.

“Agora, você pode falar, tem amparo na lei ou não tem? Não tá definido. Na minha campanha, tinha 40 policiais federais comigo e o Cabo Daciolo tinha dois. Porque? Eu tinha o maior risco de sofrer um atentado, como aconteceu, mesmo com todos esses policiais federais. Agora é a mesma coisa. A gente vê acontecendo essa questão do PCC planejando e fica preocupado. Eu não tenho peito de aço. Vou tentar buscar um carro blindado para mim”, continuou Bolsonaro, relembrando o atentado nas eleições de 2018.

Além disso, Bolsonaro afirmou que “nunca perseguiu ex-presidente”, classificou a atitude do governo em retirar os blindados como “não racional” e que entende o gesto como um “recado”. “Não é uma atitude racional por parte desse governo que está ai.

Nunca persegui ex-presidente nenhum. Tudo que foi pedido nós concedemos e fomos até além em alguma coisa. Agora, comigo, pela volta anuncia ‘não tem mais carro blindado para você’. Está dando um recado, só posso entender isso ai”, afirmou Bolsonaro. O encontrou também abordou a instalação da CPI do MST.

Jovem Pan

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