Brasil

VÍDEO: “Não existe adulteração da minha parte, eu não tomei a vacina”, diz Bolsonaro após operação da PF

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) reafirmou nesta quarta-feira (3) que ele e a filha Laura, de 12 anos, não tomaram vacina contra a Covid. Bolsonaro também negou que tenha havido adulteração nos cartões de vacinação da família.

O ex-presidente foi alvo de mandados de busca e apreensão nesta quarta. A Polícia Federal investiga se Bolsonaro, familiares e auxiliares inseriram informações falsas no sistema do Ministério da Saúde para obter um cartão de vacinação com doses que, na verdade, não foram aplicadas.

Em entrevista após a operação da PF na casa em que mora em Brasília, Bolsonaro disse que nunca pediram a ele cartão de vacina para “entrar em lugar nenhum”.

Veja mais:

Pf

Bolsonaro e filha Laura tiveram cartões de vacina contra Covid-19 alterados

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Paraíba

Aliados de Bolsonaro na PB criticam ação contra ex-presidente: “Perseguição”

Políticos aliados a Jair Bolsonaro (PL) se manifestaram através das redes sociais nesta quarta-feira (3) para criticar a ação da Polícia Federal contra o ex-presidente. A PF cumpre mandados de busca e apreensão na casa do ex-chefe do executivo brasileiro.

Durante a operação, que foi deflagrada ainda pela manhã, o ajudante de Bolsonaro, Mauro Frias, foi preso. Além disso, os celulares do político e da sua esposa, Michelle, foram apreendidos.

O deputado Cabo Gilberto (PL), que estaria sendo investigado por participação indireta na invasão e depredação dos três poderes no dia 8 de janeiro, questionou a decisão e classificou a prisão de Mauro Frias como ‘inconstitucional’.

Para o ex-candidato a governador da Paraíba pelo partido de Bolsonaro, Nilvan Ferreira, a operação da PF é uma ‘perseguição’.

A operação da Polícia Federal foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A PF investiga se a família do presidente burlou as regras sanitárias da Anvisa, falsificando os cartões de vacinação contra a Covid-19 para viajar aos Estados Unidos.

MaisPB

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Brasil

Lira convence Lula a abrir o cofre e a liberar emendas e cargos em troca de apoio no Congresso


Foto: Reprodução

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não usou meias-palavras na conversa de ontem com Luiz Inácio Lula da Silva. Ao falar sobre as CPIs que prometem atormentar o Palácio do Planalto, como a dos Atos Golpistas, Lira cobrou reciprocidade para garantir governabilidade. No tête-à-tête com o presidente, o líder do Centrão reclamou que os acordos não têm cumprido o tempo da política para sair do papel e disse que o governo precisa “entregar”, se quiser ter apoio.

As queixas de Lira são vistas no Planalto como forma de pressionar Lula a lhe dar cada vez mais poder. Não é de hoje que o presidente da Câmara exige “instrumentos” para assegurar maioria ao governo, a cada votação. “Não sou João de Deus”, costuma repetir.

Lula prometeu resolver o imbróglio. Primeiro, chamou o o titular da Fazenda, Fernando Haddad. Depois, determinou a outros ministros que comecem a liberar R$ 10 bilhões em emendas para deputados e senadores, além dos “restos a pagar” do governo de Jair Bolsonaro.

Na prática, desde que o Supremo Tribunal Federal decretou o fim do orçamento secreto – ressuscitado agora em novo modelo –, a distribuição desse dinheiro está sob controle do ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. “Um sujeito fino e educado, mas que tem tido dificuldades”, disse Lira, em entrevista a O Globo. “Sou fino e educado. Então, não vou responder”, devolveu Padilha.

Os atritos entre os dois vieram à tona após a criação das CPI dos Atos Golpistas, das invasões do MST e na esteira da guerra envolvendo a frustrada votação do PL das Fake News.

Nos bastidores, Lira também acusou Padilha de não o defender após o ministro da Justiça, Flávio Dino, ter vetado a indicação de João Carlos Mayer Soares, feita por ele para o Tribunal Regional Federal da 1.ª Região. O nome havia sido negociado com o próprio Padilha.

Se pudesse, Lira substituiria o articulador político do Planalto pelo líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE). O presidente, porém, não vai entregar essa cabeça. Na tentativa de acalmar os ânimos, o Diário Oficial trará agora nomeações em diretorias de Sudam, Sudene, Dnit e Dnocs, entre outras. Há cerca de 400 cargos de segundo e terceiro escalões nos Estados, ainda não preenchidos.

Aliados do governo acusam o chefe da Casa Civil, Rui Costa, de segurar as indicações, mas ele responde com a necessidade de “pente-fino”. Diante de tanta crise, ninguém percebeu, mas Lira demorou quase dois meses para pautar o projeto da igualdade salarial entre homens e mulheres. “Estava todo bichado”, justificou ele à coluna. Há mesmo muitos jabutis rondando a Praça dos Três Poderes. •

Presidente da Câmara ‘chora’ e consegue promessa de liberação de R$ 10 bi em emendas.

Vera Rosa/Estadão

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Política

Lira inclui votação de PL das Fakes News na pauta da Câmara

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), colocou o projeto de lei que regulamenta as redes sociais na pauta de votações de hoje da Casa. A entrada do projeto acontece depois de Lira reunir líderes partidários em sua residência oficial para debater a iniciativa.

Após a reunião, líderes disseram que há uma maioria para que o projeto seja votado nesta terça-feira, mas fizeram ressalvam que um acordo para isso ainda vai ser construído até o final da tarde.

Relator do projeto de lei, o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) ainda tenta convencer partidos a votarem a favor do texto. Um dos buscados pelo relator é o Podemos, cujos deputados ele se reúne nesta tarde.

– A maioria dos partidos, estavam quase todos presentes, sinalizaram uma posição majoritária favorável a votar hoje, mas vai ser feita uma conversa. Até o final da tarde o presidente Arthur Lira vai consolidar uma posição e decidir se vota no dia de hoje – disse Orlando após a reunião com Lira e líderes.

O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), avalia que o texto será votado hoje.

– Tem que votar isso hoje. Acabar com essa chantagem, essa ação criminosa das plataformas contra as crianças. Acho que vota – disse.

A iniciativa estava adormecida na Câmara desde o final de 2020, mas ganhou impulso como forma de impedir novos episódios como os assassinatos em escolas, alguns praticados por menores de idade, que vem se intensificando nos últimos meses incentivados por extremistas organizados na internet. Os ataques golpistas do dia 8 de janeiro também deram novo ar ao texto.

Entre os principais pontos do projeto estão a responsabilização das plataformas por conteúdo ilegal disseminado em seus meios e a determinação de que relatórios de transparência sejam divulgados semestralmente. O PL também estabelece o “dever de cuidado”, que determina que as plataformas, antes mesmo de serem notificadas, fiscalizem os conteúdos veiculados em suas redes para impedir propagação de conteúdo ilegal.

O Globo

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Política

Cabo Gilberto assume comando do PL de João Pessoa com projeto de candidatura própria e eleição de cinco vereadores

Moraes manda investigar deputado federal da Paraíba por atos de 08/01

O Diretório do Partido Liberal de João Pessoa está sob novo comando. Trata-se do deputado federal Cabo Gilberto Silva, principal nome do bolsonarismo na capital. A definição acontece um ano antes da sucessão municipal.  A executiva era presidida pelo vereador Durval Ferreira.

Gilberto afirmou que o projeto é fortalecer a legenda em 2024 visando o pleito de 2026. Com o nome no radar dos eventuais candidatos à majoritária, ele destacou que o foco é ampliar o número de vereadores da sigla no município.

“Sem dúvida nosso nome é um dos mais fortes, até porque eu fui o mais votado da capital, mas temos que ouvir outros pretensos candidatos para que tenhamos uma definição para 2024”.

As pretensões da legenda também passam pela eleição de vereadores em João Pessoa e o número idealizado por Cabo Gilberto é de ao menos cinco parlamentares eleitos nas eleições de 2024. “Vamos lançar 30 candidaturas, que é o máximo permitido pela legislação. Serão 10 mulheres e 20 homens. Vamos trabalhar para eleger pelo menos cinco vereadores”, afirmou.

MaisPB

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Brasil

VÍDEO: Bolsonaro foi ovacionado na Agrishow que o governo Lula tentou retaliar

O ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), foi recebido com festa de seus apoiadores do agronegócio, ao participar da agenda de ontem (1º) do governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), na Agrishow. Pivô da tentativa de retaliação do governo federal à feira de tecnologia agrícola de Ribeirão Preto (SP), Bolsonaro criticou demarcações de terras e sugeriu que o presidente Lula (PT) prejudicará o setor do agronegócio, se cumprir “10% do que reivindicam” as comunidades indígenas e quilombolas.

“O agro precisa de políticos que não atrapalhem vocês”, resumiu Bolsonaro, ao discursar ao lado de Tarcísio, no evento que cancelou sua abertura oficial, após o governo petista anunciar o cancelamento do patrocínio do Banco do Brasil, em retaliação ao suposto “desconvite” ao ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, por causa da presença confirmada do ex-presidente na feira que movimenta bilhões anualmente.

Sob forte esquema de segurança e usando um colete à prova de balas, Bolsonaro discursou por sete minutos. E ainda subiu em uma das máquinas agrícolas para saudar uma multidão de apoiadores que o ovacionaram com gritos de “Mito!”.

A recepção calorosa ao ex-presidente iniciou no dia anterior, em sua chegada ao Aeroporto de Ribeirão Preto, no domingo (30).

Diário do Poder

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Brasil

Lira pode retirar PL das Fake News da pauta e adiar votação após ouvir líderes

O Projeto de Lei 2630, também conhecido como PL das Fake News, pode ser retirado de pauta na Câmara Federal. A decisão será do deputado Artur Lira (Progressistas), presidente da Casa, após reunião com líderes partidários. A informação foi confirmada à Band Brasília pelo deputado Orlando Silva (PCdoB), relator do texto.

A votação do PL das Fake News, projeto defendido por governistas, está prevista para ocorrer nesta terça-feira (02). Por outro lado, a oposição e as grandes empresas on-line, como Google, Meta e Twitter, estão resistentes às propostas.

Na última segunda-feira (1º), o Google usou a plataforma de busca para fazer campanha contra o PL, ocasião em que criou um link para direcionar o internauta para pressionar os deputados. A plataforma disse que o texto precisa ser melhorado.

O governo reagiu à postura do Google. O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino (PSB), acionou a Secretaria Nacional do Consumidor para apurar possíveis abusos cometidos pelo Google.

O líder do governo no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede), informou que pedirá para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) abrir um inquérito contra a campanha do Google contra o PL. Para o senador, há suspeita de infração contra a ordem econômica por abuso de posição dominante.

Outra plataforma acusada de interferir contra a votação do PL é o Twitter. Internautas acusam a rede social de deslogar os usuários que fazem postagens em defesa do projeto. Alguns dizem que as publicações não são concluídas.

Nas publicações referentes ao tema, o Twitter acrescentou uma nota para dizer que a rede enfrenta instabilidade em todo o mundo e que usuários foram deslogados em outros países, independente do tema publicado.

“O Twitter não está deslogando propositalmente contas por conta da PL. A rede social está passando por instabilidades no mundo inteiro, como noticiado pela Reuters”, diz texto publicado pela plataforma do bilionário Elon Musk.

Band

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Brasil

Líder do governo no Congresso quer cancelar o Google

Mais um aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ameaça as big techs contrárias à aprovação do Projeto de Lei (PL) 2630/2020, o Projeto da Censura. Agora, o senador e líder do governo no Congresso Nacional, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), propõe cancelar o Google — inclusive financeiramente.

Randolfe usou seus perfis nas redes sociais para avisar que vai acionar o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) contra a divisão brasileira do buscador, que é controlado pela multinacional Alphabet. O parlamentar pedirá a abertura de inquérito administrativo contra a ordem econômica. O motivo alegado? Abuso de posição dominante.

O líder do governo Lula no Congresso acredita que a big tech deverá ser punida por divulgar em google.com.br que o “PL das fake news pode piorar sua internet”. A mensagem é acompanhada de um link que leva para a página em que o gigante da internet lista elementos pelos quais o Projeto da Censura deveria ser barrado pelos deputados brasileiros — a expectativa é que o plenário da Câmara vote o tema nesta terça-feira, 2.

“Solicitarei ao Cade, cautelarmente, a remoção do conteúdo”, anunciou Randolfe na noite desta segunda-feira, 1º. Ou seja, ele defende censurar o Google, porque a empresa é contra o Projeto da Censura. O senador também afirmou que pedirá a “abstenção de reiteração de práticas análogas e fixação de multa no valor máximo de 20% do faturamento bruto”. Por fim, ele admitiu a intenção de cancelar financeiramente a empresa: afinal, vai pedir o “bloqueio cautelar nas contas bancárias do Google”.

Revista Oeste

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Brasil

Brasil vai propor linha de crédito para ajudar a Argentina


Foto: Ricardo Stuckert

O Brasil vai propor a criação de uma linha de crédito para socorrer a Argentina. De acordo com Gabriel Galípolo, secretário executivo do Ministério da Fazenda, o plano é a criação de um “crédito de exportação”, um financiamento às empresas brasileiras que vendem para empresas argentinas que importam serviços e mercadorias do Brasil.”

O estudo que está sendo realizado tenta fazer com que esse crédito de exportação funcione dentro das restrições que existem atualmente nos balanços de pagamentos na Argentina.

O presidente Lula vai se encontrar nesta terça-feira (2) com o presidente argentino, Alberto Fernández, em Brasília. Fernández ainda terá uma reunião com o Ministério da Fazenda.

Segundo o secretário, a necessidade dessa linha de crédito tem um agravante este ano por conta de uma seca na Argentna, que reduziu em 40% as exportações, uma perda de cerca de US$ 17 bilhões. O país entrenta uma crise por conta de queda no valor do dólar. “Isso agrava um pouco mais a situação da Argentina neste ano. Mas para o Brasil, temos 210 empresas que comercializam com o país, principalmente em valores industriais, de mais valor agregado”, afirmou, destacando a importância da medida.

“Essas linhas de exportação pagam diretamente as empresas brasileiras, e o risco da situação é ser menos um risco tradicional de financiamento, que é quando você financia uma empresa e não sabe se a empresa vai conseguir vender ou não, porque a demanda dos produtos existe. O problema que existe é a conversibilidade da moeda.”

“Ou seja, ele vai vender em pesos na Argentina. Quando ele pegar esse financiamento do lado de cá, o que vai acontecer é que tem problema de conversibilidade. Será que o volume de pesos, ao converter para real, vai ser suficiente para cobrir a dívida?”, explica Galípolo

Nos últimos cinco anos, de acordo com Galípolo, por ausência de mecanismos do Brasil de financiamento das exportações brasileiras e importações argentinas, o país perdeu cerca de US$ 6 bilhões em espaço no comércio para a China, que ele afirma que vem viabilizando mecanismos de financiamento em alternativas de meios de pagamento.

O problema, segundo o secretário, é resolver isso em um comércio que usa uma moeda de um terceiro país que não participa desse comércio, que é o dólar.

‘Banco dos Brics‘

O secretário aponta que, por tanto Brasil e China serem os principais parceiros comerciais da Argentina, pode ser que haja um auxílio vindo por parte do New Development Bank, o “Banco dos Brics”, presidido pela ex-presidente Dilma Rousseff.

” A governança envolve cinco países. Como Brasil e China são os principais parceiros comerciais da Argentina, vai existir bastante interesse para que os dois discutam ali. A discussão são as restrições que a Argentina sofre de acesso a meio de pagamento que tenha aceitação no comércio internacional. Daí, a dificuldade de criar soluções que possam envolver moedas domésticas.”

Galípolo não confirmou se o “Banco dos Brics” vai ser envolvido, mas disse que há conversas do Brasil com “todos os bancos multilaterais sobre a questão da Argentina”. “A questão de ter ou não a ajuda do Banco dos Brics é porque tem um segundo país interessado em ajudar a Argentina, que é a China, que tem musculatura para que algo seja feito. Ter um parceiro como a China neste diálogo é muito relevante.”

Andréia Sadi – g1

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Mundo

Economista Santiago Peña é eleito presidente do Paraguai

Foto: Reprodução

O economista Santiago Peña, de 44 anos, foi eleito neste domingo (30.abr.2023) como novo presidente do Paraguai. Ele terá mandato de 5 anos. O Poder360 já havia adiantado que Peña era o candidato favorito a ganhar as eleições.

Integrante do Partido Colorado, Penã foi eleito com 43% dos votos válidos. O 2º colocado, Efraín Alegre, do Partido Liberal Radical Autêntico e candidato da coligação Concertación Nacional, recebeu 27,5% votos. Nas pesquisas eleitorais os 2 candidatos apareciam tecnicamente empatados.

A eleição do economista neste domingo (30.abr) consolida a hegemonia do Partido Colorado no governo paraguaio.

A legenda de centro-direita foi criada em 1887. Comandou o Paraguai por mais de 30 anos desde a redemocratização do país em 1989. As únicas exceções foram os ex-presidentes Fernando Lugo, que liderou o Paraguai de 2008 a 2012, e Federico Franco, que chefiou o Palácio de los López de 2012 a 2013.

Poder360

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