
A defesa de Vinícius Gutierrez, suspeito de ter causado danos nos equipamentos da cantora Luciene Melo, durante um show em Cabedelo, negou a versão apresentada pela artista.
Durante entrevista à 98FM na manhã desta segunda-feira (2), o advogado Epitácio Filho relatou que a lancha em que Vinícius estava foi atacada pelas pessoas que estavam curtindo o show de Luciene. A cantora, inclusive, teria incitado a revolta dos fãs, que jogaram copos e garrafas.
Após isso, o empresário teria arrancado e soltado um jato de água por cima da embarcação. Epitácio ainda afirmou que Vinícius não deve se responsabilizar pelos danos aos equipamentos e se coloca à disposição da justiça.
Versão de Luciene
O evento aconteceu no último sábado (30) em um catamarã na praia do Jacaré, em Cabedelo. De acordo com cantora Luciene Melo, durante o seu show, um grupo tentou entrar no evento, mas a Marinha não autorizou devido à legislação. Isso levou a um descontentamento por parte dos ocupantes da lancha, que aumentaram o volume de sua embarcação atrás do palco.
A música alta da lancha passou a interferir no espetáculo da cantora e, pior ainda, causou danos aos equipamentos e instrumentos musicais da banda, além de molhar o público presente.
Visivelmente abalada, Luciene Melo desabafou em seu vídeo, expressando sua indignação com a situação e anunciando a intenção de processar os responsáveis pelo ocorrido.
A Capitania dos Portos deve investigar o caso.
Portal Correio




Foto: Polícia Federal
Foto: Reprodução
A Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF), deflagraram, na manhã desta terça-feira (26), a Operação CTO que investiga crimes contra o sistema financeiro e contra o mercado de capitais. A ação dá continuidade à investigação que tem como alvo a Braiscompany, empresa especializada em criptoativos.
Nos últimos 4 anos foram movimentados valores equivalentes a aproximadamente R$ 2 bilhões em criptoativos em contas vinculadas aos suspeitos.
Foram cumpridos 2 mandados de busca e apreensão nos municípios de Campina Grande-PB e Lagoa Seca-PB.
Os alvos devem responder pelos crimes contra o sistema financeiro, cujas penas somadas passam dos 12 anos de reclusão e multa.
O nome da operação é uma alusão ao setor da empresa onde atuavam os traders, denominado como Centro Tático Operacional (CTO). Em tese esse deveria ser o coração da empresa, onde seriam gerados os lucros que permitiriam os pagamentos prometidos em propaganda.
No curso da operação Halving foram reunidos indícios de que o desempenho desse setor nem de longe alcançava o que era necessário para a viabilidade do negócio.
Blog do BG PB

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