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Um homem flagrado torturando um cachorro foi preso, na manhã desta sexta-feira (6), no município de Sousa, no Sertão da Paraíba. De acordo com a Polícia Militar (PM), o crime foi denunciado pela esposa do suspeito, que afirmou ser vítima de violência doméstica.
De acordo com a PM, a mulher afirmou que o marido a agrediu com um cabo de vassoura, provocando diversas lesões corporais.
A mulher também mostrou aos policiais um vídeo em que mostra a tortura até a morte do animal, por estrangulamento. Conforme a PM, o homem matou o animal por ele estar latindo em frente à casa onde ele morava.
O homem foi encaminhado à delegacia da cidade de Sousa, onde deve passar por audiência de custódia.
Denuncie
Cabe a todo cidadão denunciar a prática de maus-tratos aos animais. A denúncia deve ser feita na Delegacia de Polícia, pelo telefone 197, ou no Ministério Público. O boletim de ocorrência pode ser registrado em qualquer delegacia de polícia, inclusive eletronicamente.
A denúncia de prática maus-tratos contra animais pode ser feita ainda diretamente ao Ministério Público, que tem autoridade para propor ação contra os que desrespeitam a Lei de Crimes Ambientais. O registro pode ser feito pelo site do Ministério Público Federal ou pelas ouvidorias dos Ministérios Públicos estaduais.
Denuncie violência contra as mulheres
Se você sofre ou presenciou algum tipo de violência contra as mulheres, denuncie. Em caso de emergência, a mulher ou alguém que presencie alguma agressão, pode pedir ajuda por meio do telefone 190, da Polícia Militar.
Na Paraíba, as denúncias podem ser feitas também em qualquer uma das Delegacias da Mulher (Deam) espalhadas em todas as regiões, além do plantão 24 horas na Deam Sul de João Pessoa, que funciona na Central de Polícia.
Além desses locais, o denunciante poderá utilizar os telefones 197 (Polícia Civil), 190 (Polícia Militar, para chamado de urgência) ou o 180 (número nacional de denúncia contra violência doméstica). Outra opção é fazer um registro da denúncia através da delegacia online no endereço: www.delegaciaonline.pb.gov.br
Denúncias de violência contra mulheres também podem ser feitas pelo WhatsApp. Para isso, basta enviar uma mensagem para o número (61) 9610-0180 pelo aplicativo ou pelo link https://wa.me/556196100180?text=oi.
Com T5
Foto: Arthur Guimarães/Metrópoles
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Foto: Reproução
A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a morte de três médicos na madrugada desta quinta-feira (5) em um quiosque na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro. Segundo informações da Polícia Civil do Rio de Janeiro, eles foram assassinados a tiros. Uma quarta vítima foi socorrida e levada para uma unidade de saúde da região.
Uma quarta vítima foi socorrida e levada para uma unidade de saúde da região. Ainda não há detalhes sobre o estado de saúde dela.
A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga a morte de Marcos de Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida e Diego Ralf de Souza Bomfim, irmão da deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-RJ).
“A perícia foi realizada no local, testemunhas estão sendo ouvidas e imagens de câmeras de segurança estão sendo analisadas”, disse ainda a Polícia Civil. Diligências estão em andamento para apurar a autoria e a motivação do crime.
BG com Portal Correio
Foto: Divulgação
Foto: Reprodução
A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta terça-feira (3) a Operação Falso Positivo, em João Pessoa. O objetivo da ação é combater fraudes na concessão de salário maternidade. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão no Bairro São José.
Segundo a PF, a empresa responsável pelas fraudes é sediada na cidade de Pontalina-GO. Ela é suspeita de cooptar mulheres gestantes, por meio das redes sociais, para conseguir o benefício de forma fraudulenta, criando vínculos empregatícios domésticos de forma irregular.
A investigação se iniciou após a prisão em flagrante de duas beneficiárias em João Pessoa, uma ainda gestante e outra lactante, ocorridas dezembro do ano passado. Elas foram detidas quando realizavam o saque de valores de salário maternidade .
As investigações apontam que as fraudes contabilizaram pelo menos 56 benefícios considerados irregulares, causando prejuízo estimado em mais R$ 260 mil aos cofres públicos.
Além da capital paraibana, outros dois mandados foram cumpridos no estado de Goiás, um na sede da empresa e outro na residência do servidor do INSS que supostamente atuava no cadastramento de dados para concessão dos benefícios irregulares.
Blog do BG PB
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