Paraíba

Polícia Federal deflagra operação contra fraudes bancárias e cumpre mandados na Paraíba

Foto: Polícia Federal
A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (28) a operação ‘Não Seja um Laranja 3’. O objetivo da ação é desarticular diversos esquemas criminosos voltados à prática de fraudes bancárias. Segundo as investigações, os alvos são pessoas que cederam contas pessoais para receber recursos oriundos de golpes e fraudes contra clientes bancários. Na Paraíba, foram cumpridos seis mandados nas cidades de Campina Grande, Caturité e Cabaceiras. Outras ordens judiciais foram executadas nos estados do Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte. De acordo com a PF, este “lucro fácil”, com a cessão das contas para receber transações fraudulentas é uma prática conhecida popularmente como “laranjas”. Os alvos devem responder por são associação criminosa, furto qualificado mediante fraude, uso de documento falso, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, cujas penas podem somar mais de 20 anos de prisão. Blog do BG PB

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Paraíba

Polícia Federal deflagra nova operação contra desvio de recursos em hospital público de Campina Grande

Foto: PF

A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Federal e a Controladoria Geral da União, deflagrou na manhã desta sexta-feira (24) a Operação Marasmo, com o objetivo de combater um esquema de desvio de recursos públicos da saúde envolvendo dispensas indevidas de licitação, além de pagamentos sem cobertura contratual.

As contratações tinham como objeto a aquisição de alimentos para suprir as necessidades de um hospital da rede pública em Campina Grande-PB. As irregularidades aconteceram entre o início de 2022 até meados agosto de 2023.

A justiça determinou o bloqueio de R$ 3.262.998,00  em bens dos investigados, a fim de buscar a mitigação dos prejuízos causados aos cofres públicos. Foram cumpridos 8 mandados de busca e apreensão no município.

A investigação teve início com a análise de contratações realizadas pelo Hospital de Clínicas de Campina Grande (HCCG), tendo por objeto a aquisição de refeições prontas, destinadas a funcionários e pacientes, no valor de R$ 8.695.306,61, pagos com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).

Foi constatado que os responsáveis pelos desvios não realizaram a licitação, mas fizeram contratações diretas, por meio de dispensas de licitação e termos de ajuste de contas (pagamentos sem cobertura contratual), com favorecimento de empresa e preços acima dos praticados em procedimento licitatório realizado para objeto semelhante.

O nome da operação é uma alusão ao estado patológico de atrofia progressiva dos órgãos e magreza excessiva que se sucedem a uma longa enfermidade, bem como à morosidade na condução do procedimento licitatório que deveria ter sido realizado e cuja pendência foi utilizada como justificativa para as contratações diretas.

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Polícia

Dentista denuncia ter sido assediada durante atendimento em USF de João Pessoa

Uma dentista denunciou sofrer assédio sexual por um paciente durante um atendimento na Unidade de Saúde da Família (USF), do Bairro das Indústrias, em João Pessoa. O caso foi registrado na manhã desta quinta-feira (23).

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que a Polícia Militar (PM) foi imediatamente acionada e o suspeito detido. A pasta também lamentou “profundamente que situações como essas aconteçam e reforça que não compactua com nenhuma forma de assédio ou violência dentro dos serviços”.

O homem foi encaminhado à Delegacia da Mulher, na Central de Polícia, bairro do Geisel. Às 13h30, segundo a Polícia, ele seguia na carceragem aguardando audiência de custódia.

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T5

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Paraíba

Polícia Federal prende suspeitos de abuso sexual infantil na Paraíba

Foto: PF

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (23) a Operação Harpia, para cumprimento, simultaneamente, mandados de busca e apreensão em 24 estados e no Distrito Federal. Na Paraíba as ordens judiciais foram cumpridas Santa Rita, Campina Grande, Patos e Queimadas.

Em Santa Rita uma pessoa foi presa em flagrante por armazenamento de pornografia infantil e outra pessoa foi presa em Campina Grande em cumprimento a mandado de prisão preventiva.

A ação está a cargo da Coordenação de Repressão a Crimes Cibernéticos Relacionados ao Abuso Sexual Infantojuvenil. A operação nacional almeja a prisão de ofensores sexuais de crianças e o resgate de vítimas, gerando um maior impacto social e consequente atenção para a ocorrência desse tipo de delito.

O trabalho policial é fruto de investigação iniciada na Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal, onde foi realizada a análise de notícias de crimes relacionadas ao abuso sexual infantojuvenil on-line. Foram produzidos os relatórios de análise para que as unidades regionais da PF dessem prosseguimento às investigações, com o cumprimento das medidas cautelares no âmbito de uma operação em todo o Brasil.

Além dos mandados de busca e apreensão, foram realizadas prisões em decorrência da ação.

Em tese, os investigados responderão pelos crimes de armazenamento, compartilhamento e produção de material de abuso sexual infantil e estupro de vulnerável.

A Harpia é uma espécie de ave de rapina que tem os olhos sempre atentos e é exímia caçadora, relacionando-se com o objetivo da operação.

MaisPB

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Polícia

Após denúncia da Apple, Polícia Civil apreende mais de mil produtos falsos no Mag Shopping, em JP

A Polícia Civil da Paraíba apreendeu, nesta terça-feira (21), mais de mil acessórios apontados como falsificados, em João Pessoa. Segundo a Delegacia de Defraudações e Falsificações da capital, os produtos estavam sendo comercializados em um shopping no bairro de Manaíra.

A denúncia foi feita pela empresa Apple. A gigante norte-americana se queixa de “crime contra registros de marca”, com base na lei que regula direitos e obrigações à propriedade industrial. A denúncia faz referência, especificamente, a capas de Iphone comercializadas por duas lojas do local;

Os proprietários das lojas foram conduzidos à delegacia para assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) e responder pelo crime em liberdade. O material foi encaminhado para o Instituto de Polícia Científica (IPC), onde será periciado.

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Paraíba

Português é investigado pela Polícia Federal por extrair minério ilegalmente no sertão da Paraíba

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quarta-feira (22) a Operação Lioz em Várzea, no sertão do estado. A ação tem o objetivo de combater a extração ilegal de minérios e crimes ambientais. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão nas sede de um empresa de mineração. Segundo as investigações, o local pertence a um cidadão português. A empresa investigada realizava extração de calcário sem autorização dos órgãos estatais, usurpando matéria-prima de propriedade da União e causando enorme impacto ambiental. Segundo a Agência Nacional de Mineração, foram extraídas mais de 50 toneladas do minério, os quais estão avaliados em aproximadamente 750 mil reais. A justiça também determinou a quebra do sigilo telefônico, bem como o bloqueio de valores e sequestro de bens do investigado, para recompor o prejuízo causado ao cofres públicos e também o dano ao meio ambiente. A pedra Lioz, que dá nome à operação de hoje, é um tipo de calcário valioso encontrado somente em Portugal, utilizado especialmente para construção de monumentos, palácios e mosteiros daquele país. Blog do BG PB

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Polícia

Família de paraibana morta no RJ faz vaquinha para translado do corpo

Bruna, que havia se mudado em busca de oportunidades de trabalho, foi vítima de oito facadas desferidas pelo companheiro.

A família de Bruna Lopes da Silva Araújo, 24 anos, está fazendo uma vaquinha virtual pra arrecadar dinheiro visando custear o translado do corpo da paraibana. A jovem foi morta na tarde deste domingo (19), no Rio de Janeiro. Bruna, que havia se mudado em busca de oportunidades de trabalho, foi vítima de oito facadas pelo companheiro.

A família é natural de Boa Vista, no Cariri da Paraíba. Para ajudar, os interessados devem enviar um pix para o contato: [email protected]

Entenda o caso

Segundo relatos de familiares, Bruna e o namorado retornaram de uma festa e, ao chegarem à casa da cunhada, iniciaram uma discussão que culminou no ataque violento. A família alega que a motivação do crime foi ciúmes por parte do suspeito, identificado apenas como Diogo. Além disso, revelam que o casal já tinha histórico de violência, com Diogo agredindo fisicamente Bruna em ocasiões anteriores.

O relacionamento durava cerca de um ano, período em que Bruna se mudou para o Rioem busca de melhores condições de vida e trabalho. A vítima deixa três filhos ainda crianças.

O corpo de Bruna aguarda liberação no Instituto Médico Legal (IML) do Rio de Janeiro.

T5

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Paraíba

LESA PÁTRIA: Vigésima fase da operação da Polícia Federal cumpre mandados em três cidades da Paraíba

Lesa Pátria capa.jpegFoto: Reprodução

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (21), a 20ª fase da Operação Lesa Pátria, com o objetivo de identificar pessoas que incitaram, participaram e fomentaram os fatos ocorridos em 8/1, em Brasília/DF, quando o Palácio do Planalto, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal foram invadidos por indivíduos que promoveram violência e dano generalizado contra os imóveis, móveis e objetos daquelas Instituições.

Ao todo, serão cumpridas medidas em relação a dez investigados: duas prisões preventivas e dez mandados de busca e apreensão, todos expedidos pelo Supremo Tribunal. As medidas estão sendo cumpridas em João Pessoa, Cabedelo e Bayeux, na Paraíba e em Mirassol do Oeste e Cáceres, no Mato Grosso.

Os fatos investigados constituem, em tese, os crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, associação criminosa, incitação ao crime, destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido e crimes da lei de terrorismo.

As investigações continuam em curso e a Operação Lesa Pátria se torna permanente, com atualizações periódicas acerca do número de mandados judiciais expedidos, pessoas capturadas e foragidas.

Blog do BG PB

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Polícia

Homem morre afogado ao tentar pescar no Parque da Lagoa, em João Pessoa

Um homem, de aproximadamente 40 anos, foi vítima de um afogamento, no fim da manhã desta segunda-feira (20), na Lagoa do Parque de Solon de Lucena, situado no Centro de João Pessoa.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o homem é morador do bairro Renascer, em Cabedelo, e teria entrado na lagoa para pescar alguns peixes, no entanto, ao mergulhar, não retornou à superfície. A vítima foi encontrada desacordada na Lagoa e logo foi conduzida pela equipe dos bombeiros para a tentativa do processo de respiração artificial e reanimação cardiopulmonar (RCP).

Após 30 minutos de tratamento pós-afogamento, o homem não resistiu e veio a óbito.

MaisPB

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Paraíba

Escândalo do Padre Zé: Gastos do Padre Egídio superavam os R$ 140 mil por mês, diz polícia

Arquidiocese da Paraíba comenta prisão de padre Egídio e diz que processo  canônico segue trâmite normal - Polêmica Paraíba - Polêmica ParaíbaFoto: Reprodução

Na noite deste domingo (19), o Fantástico da TV Globo deu mais detalhes sobre o esquema liderado pelo padre Egídio de Carvalho, que teria desviado R$ 140 milhões das contas do Hospital Padre Zé. Ele foi preso na semana passada.

As investigações levaram a 29 imóveis, com propriedade dele ou de terceiros, na Paraíba, em Pernambuco e em São Paulo. Um dos imóveis, uma cobertura com piscina em João Pessoa, está avaliado em R$ 2,4 milhões.

Entre objetos de arte, roupas de grife e objetos de decoração, os policiais encontraram garrafas de vinho avaliadas em mais de R$ 2 mil cada. Só em 2022, Padre Egídio teria gasto R$ 110 mil com a bebida.

“Ele tratava as contas bancárias tanto do Instituto de São José quanto da Ação Social Diocesano, como se fossem dele”, afirma o promotor de Justiça do Gaeco da Paraíba, Dennys Carneiro. O Instituto é o mantenedor do Hospital.

Padre Egídio dirigiu o instituto e o hospital de 2012 até setembro deste ano. Para os investigadores, a partir de 2013 ele liderou o esquema de desvios de recursos públicos, chamados pelo grupo de “Devoluções”. Padre Egídio ainda fez empréstimos em dois bancos em nome das instituições.

“O dinheiro transitava da forma como ele queria, para onde ele queria. Isso tudo aliado a uma completa e absoluta desorganização documental. O Instituto São José não tem quase nenhum documento patrimonial, de acervo”, completa o promotor.
Com o esquema, o padre teria conseguido multiplicar em aproximadamente dez vezes seus rendimentos mensais. Segundo a polícia, a manutenção do custo de vida do Padre superava R$ 140 mil por mês.
Blog do BG PB

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