Luiz Carlos Rodrigues dos Santos, de 47 anos, autor dos disparos que mataram a gerente de um restaurante do Mangabeira Shopping, na tarde desta sexta-feira (12), será indiciado pelos crimes de homicídio, tentativa de homicídio e porte ilegal de arma.
No caso do homicídio, há a qualificadora pelo fato de ser por motivo fútil.
O suspeito está detido na Central de Polícia Civil, no bairro do Geisel, em João Pessoa. Segundo a polícia, ele deverá passar por audiência de custódia neste sábado (13).
Identificada como Mayara Barros, a mulher assassinada no Mangabeira Shopping, João Pessoa, nesta sexta-feira (12), aos 37 anos, sofreu dois disparos efetuados por Luiz Carlos Rodrigues dos Santos, de 47 anos.
Ele justificou à polícia o ataque, alegando sentir-se menosprezado durante uma seleção de emprego na loja onde Mayara atuava como gerente.
Após o crime, manteve dois reféns antes de se render às autoridades.
A mulher que foi atingida por tiros no Mangabeira Shopping no fim da manhã desta sexta-feira (12) não resistiu aos ferimentos e morreu.
A vítima, que era gerente de um restaurante do estabelecimento, e estava grávida, chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
O suspeito foi levado para a Central de Polícia Civil, no bairro do Geisel. Até a publicação desta matéria, não há informações sobre o estado de saúde do bebê.
Entenda o caso
O crime que aconteceu em João Pessoa, no início da tarde desta sexta-feira (12), teria sido pela reprovação do suspeito em um processo seletivo de um restaurante do local.
O alvo principal do suspeito seria o dono do restaurante Girau, que foi abordado, quando conversava com a gerente da loja, e conseguiu se esquivar do tiro disparado pelo homem, que ainda não teve a identidade revelada.
O tiro não atingiu o dono, mas a gerente, que está grávida, acabou sendo ferida e, posteriormente, sendo atendida pelo Samu, ainda no local.
Após fazer uma vítima de refém, o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) foi acionado e conseguiu convencer o suspeito a se entregar à polícia.
Clientes e funcionários de lojas do Mangabeira Shopping, que fica no bairro de Mangabeira, em João Pessoa, se assustaram durante uma tentativa de assalto com reféns dentro do estabelecimento. A informação foi confirmada pela polícia que isolou o local nesta sexta-feira (12). pic.twitter.com/zHQ7yCaytx
Clientes e funcionários de lojas do Mangabeira Shopping, que fica no bairro de Mangabeira, em João Pessoa, se assustaram durante uma tentativa de assalto com reféns dentro do estabelecimento.
A informação foi confirmada pela polícia que isolou o local nesta sexta-feira (12) por volta do meio-dia.
O SAMU foi acionado porque uma pessoa teria sido baleada.
Tentativa de assalto com reféns é registrada dentro do Mangabeira Shopping. A polícia isolou o local nesta sexta-feira (12) por volta do meio-dia. O SAMU foi acionado porque uma pessoa teria sido baleada. A polícia faz um patrulhamento aéreo com a ajuda do helicóptero. pic.twitter.com/KherZdGcjy
A Polícia Militar desarticulou um esquema criminoso de carros roubados, e que tinha por objetivo montar clones dos veículos. A ação ocorreu na noite da terça-feira (9) na zona sul de João Pessoa.
De acordo com o Grupamento de Ações Táticas Especiais (Gate), o principal acusado preso já tinha passagem por tentativa de latrocínio e estava respondendo em regime domiciliar. Ele foi encontrado com um carro clonado, veículo que era roubado mas que possuía características adulteradas sendo semelhante a outro em situações legais (foto abaixo). A abordagem foi no bairro de Colinas do Sul.
Segundo a unidade, durante as diligências a PM chegou a outro veículo roubado, uma L200, e a dois galpões usados para o esquema criminoso de adulteração e clonagem de veículos.
O caso foi apresentado na delegacia para os procedimentos cabíveis, e onde deverá ser investigado.
Uma jovem de 12 anos, que estava desaparecida desde a noite dessa segunda-feira (8), retornou para casa, em Santa Rita. Durante uma transmissão ao vivo na TV Correio, ela alegou que teria sido sequestrada por homens, abusada dentro de um carro e deixada em uma região de mata.
No entanto, após o fim do programa, a garota revelou ao repórter David Martins que mentiu para a família e revelou que passou a noite com um namorado, que seria um conhecido da família.
A vítima junto com os seus familiares irá a uma delegacia para prestar um boletim de ocorrência. A Polícia Civil vai investigar o caso.
As ações intensificadas da Polícia Militar na abertura do primeiro final de semana do ano resultaram na prisão de cinco criminosos que estavam realizando tráfico de drogas, delitos patrimoniais, ou que se encontravam foragidos da Justiça. O foco do policiamento foi a região metropolitana de João Pessoa, tendo à frente das ações o próprio comandante-geral da PM, o coronel Sérgio Fonseca.
As prisões ocorreram entre a noite de sexta-feira (05) e as primeiras horas deste sábado (06) no âmbito das Operações Paradigma e Verão. Em um checkpoint na Avenida Tancredo Neves, no bairro dos Ipês, policiais capturaram um foragido da Justiça que estava sendo procurado pelo crime de roubo, com uma pena de mais de cinco anos a ser cumprida em regime fechado. Contra ele havia um mandado de prisão em aberto.
No bairro de Quadramares, a PM frustrou um furto de uma estabelecimento comercial e apreendeu um adolescente que havia violado uma loja de material de construção. Todos os objetos que seriam levados durante o ato infracional foram recuperados.
No bairro de Mangabeira, fiscalizações no trânsito recuperaram uma motocicleta roubada que estava com um homem de 41 anos de idade. Já no Ernesto Geisel, dois homens que estavam em uma moto foram presos com maconha e dinheiro.
Novas ações preventivas devem acontecer durante todo o final de semana.
A Polícia Militar do Rio Grande do Norte abriu nesta sexta-feira (5) inquérito para investigar a morte do passageiro de um táxi da Paraíba que foi baleado por PMs do RN no litoral Sul potiguar.
O caso aconteceu na noite de quinta-feira (4) e o passageiro teve a morte confirmada pela PM na manhã desta sexta (5) no hospital. Outros dois ocupantes do carro – o taxista e a esposa do homem – não ficaram feridos.
Em nota, a PM do RN informou que “as circunstâncias serão apuradas em Inquérito Policial Militar determinado pelo Comandante Geral da Polícia Militar”.
A corporação disse ainda que os outros dois ocupantes do carro “foram apresentados à autoridade do judiciário da região, que também ouviu os policiais participantes da ocorrência”.
Segundo a polícia, os militares tinham recebido a informação de que o carro havia sido roubado na Paraíba e seguia para o Rio Grande do Norte. O comunicado de roubo, no entanto, foi feito por engano. Em Canguaretama, policiais atiraram contra o veículo.
O homem foi levado para o hospital de Canguaretama e depois foi transferido para o Hospital Deoclécio Marques em Parnamirim, na Grande Natal. No entanto, segundo a PM, ele não resistiu.
Na nota, a PM disse ainda que “reitera seu compromisso com a segurança pública e o cumprimento da lei, garantindo a transparência e a imparcialidade em todas as ações realizadas no exercício de suas funções”.
O caso
O caso aconteceu por volta das 21h, na altura de Canguaretama, na entrada para a estrada de Pipa. O passageiro do veículo foi atingido na cintura, próximo ao glúteo e foi levado para o hospital da cidade, onde passou por estabilização, antes de ser transferido para Hospital Deoclécio Marques, na Grande Natal.
Segundo o major Alan Bruno, comandante do Batalhão da Polícia Militar em Canguaretama, os policiais tinham recebido uma queixa de roubo do veículo e atiraram após o motorista do táxi supostamente não ter atendido a uma ordem de parada.
Já o taxista Basílio Neri, que dirigia o carro, contestou a versão da polícia, em entrevista ao g1. De acordo com ele, os policiais atiraram contra o carro sem dar qualquer ordem para parada.
“Ele nem acionou a sirene, nem piscou luz, nem o giroflex. Quando liguei a seta para entrar para Pipa, atiraram. Foram mais de 16 tiros e eu não vi que era polícia, achei que era bandido me assaltando. Entrei no posto (de combustíveis) para pedir socorro e a polícia encostou com quatro armas na mão. Era para fazer abordagem. Se tivesse dado sinal, eu tinha parado, porque eu sou profissional, mas como ia adivinhar que é a polícia que está atrás de mim sem dar sinal de nada?”, relatou.
Ainda de acordo com o motorista, que trabalha no ramo há 15 anos, ele pegou o casal em um shopping de João Pessoa, com destino à praia da Pipa. Como não conhecia os clientes, pediu para o patrão acompanhar a viagem, mas o homem teria ficado sem sinal de internet e acionou o seguro para acompanhar o carro via gps. No entanto, a polícia foi acionada para um suposto assalto.
Em entrevista à Inter TV Cabugi, antes de saber do falecimento do homem, a esposa dele também afirmou que a polícia não deu qualquer sinal antes de atirar contra o veículo.
“A gente ouviu o barulho e o vidro quebrou. Agente abaixou, mas ele já tinha sido atingido. Quando o taxista entrou no posto que parou foi que a gente viu que a bala estava dentro”, relatou a mulher.
Foto: Reprodução
A esposa de Juan Victor, um venezuelano assassinado a tiros em uma comunidade de João Pessoa, afirma que ele pode ter sido morto por engano. O crime aconteceu na noite desta terça-feira (2) dentro de uma residência.
Em entrevista ao repórter David Martins, da TV Correio, a mulher revelou que Juan não tinha passagens pela polícia e suspeita que ele teria sido confundido com outra pessoa que morava na casa onde morava há pouco tempo.
O corpo de Juan ainda está no Instituto de Polícia Científica (IPC). Como ele é estrangeiro, o procedimento para a liberação é mais burocrático. A expectativa é que isso aconteça na manhã desta quinta-feira (4).
Relembre o caso
Além do venezuelano, um turista do Mato Grosso também foi assassinado. Dois dos quatro suspeitos envolvidos na ação foram detidos enquanto tentavam assaltar uma entregadora por aplicativo.
De acordo com a Polícia Civil, o venezuelano foi assassinado com 19 tiros dentro da casa onde residia, localizada na Comunidade Castelinho. O crime aconteceu na frente das três filhas da vítima, que têm 8, 9 e 12 anos de idade, nenhumas delas foi atingida.
Após o assassinato, os suspeitos em fuga tentaram assaltar um carro de um motorista que fazia corrida por aplicativo no bairro Bessa. Ao escapar da abordagem, o carro da vítima foi atingido por cerca de 10 disparos. O passageiro, que era um turista vindo do Mato Grosso com a família, foi atingido por alguns tiros.
A vítima foi socorrida e levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) – Oceania, no entanto, não resistiu aos ferimentos e morreu. Após a tentativa de assaltar o carro, os criminosos tentaram roubar a motocicleta de uma entregadora por aplicativo. Na ação, a vítima sofreu ameaças e agressões.
Durante a tentativa de assalto, a Polícia Militar conseguiu prender dois suspeitos, que já tinham passagem pela polícia. Os outros criminosos conseguiram fugir. O caso segue em investigação.
Portal Correio
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