Polícia

“Viciada em sexo”, afirma jornalista sobre Flordelis

Foto: Reprodução

Antes de o fim do noivado de Flordelis com Allan Soares vir à tona, o escritor e jornalista Ullisses Campbell fez revelações sobre a cantora gospel. O autor da trilogia Mulheres Assassina, que conta a história das assassinas confessas Suzane Von Richthofen e Elize Matsunaga, comentou sobre a vida íntima da ré, que está reclusa num presídio do Rio de Janeiro, acusada de matar o marido, o pastor Anderson do Carmo. “Ela era viciada em sexo e em casa de swing”, garantiu.

“Ela quer se casar na cadeia para ter visita íntima. Ao mesmo tempo que ela [Flordelis] quer prisão domiciliar, quer se casar atrás das grades. Ela era viciada em sexo e em casa de swing”, continuou em entrevista para a Isto é Gente.

Com quase 3 anos de relacionamento, Flordelis e Allan Soares estavam planejando um casamento dentro da prisão. Mas os planos foram interrompidos porque a ex-deputada federal e pastora terminou o noivado com o produtor gospel, nessa quarta-feira (17/1), após visita do agora ex à penitenciária.

Condenada a mais de 50 anos de prisão, acusada por mandar assassinar o marido, Flordelis entrou, em junho do ano passado, com pedido para oficializar sua união com Allan. Os dois estavam juntos há quase 2 anos na época em que a solicitação foi feita. Eles se conheceram antes de a pastora evangélica ser presa, em 2021.

Ullisses destacou que, na época em que Flordelis estava casada com Anderson, a relação não era tão cheia de pudores, como manda as leis da igreja: “Ela não levava uma vida cristã como ela pregava para os fiéis. Antes de ela mandar matar o ex-marido, eles tinham um relacionamento aberto”.

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Metrópoles

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Polícia

Empresa WR investimentos é alvo de operação por suspeita de fraudar empréstimos na Paraíba

A Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão, na última segunda-feira (15), contra a empresa WRS INVESTIMENTOS por suspeita de fraudes em empréstimos em Patos, no Sertão da Paraíba. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira (17).

De acordo com o delegado Deivison Moraes, a empresa e os sócios são investigados por estelionato e associação criminosa. Segundo a investigação, o grupo estava aplicando golpe desde de 2022 através de empréstimos fraudulentos.

A Polícia disse que havia a promessa de entrega dos valores contratados em 45 dias úteis, mas havia a exigência das vítimas uma taxa que gira em torno de R$ 1.500,00 a 15.000,00. No final da operação, o valor contratado não caia na conta do cliente.

Estima-se que o prejuízo já ultrapassa o valor de R$ 100.000,00 às dezenas de vítimas patoenses.

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Polícia

Conselho pode aprovar recomendação para instalar câmeras nos uniformes de policiais nesta quarta

Foto: Reprodução

O Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) pode votar nesta quarta-feira (17) uma resolução sobre a implementação de câmeras em uniformes de policiais e agentes de segurança.

De acordo com integrantes do conselho ouvidos pela CNN, a tendência é que a resolução sobre o assunto seja aprovada.

O CNPCP é um órgão subordinado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública e é formado por profissionais da área jurídica, professores e representantes da sociedade civil.

CNN

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Polícia

(VÍDEO) Homem é preso após arrancar couro cabeludo de mulher com faca na Paraíba

José Wilton Félix Pereira, conhecido como “Galego do Matador”, e o filho dele foram presos dentro de uma casa abandonada onde se escondiam.

Nesta tarde de segunda-feira (15/01) eles foram presos pela Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar, pela tentativa de feminicídio contra uma jovem de 20 anos em Bananeiras, na madrugada do sábado (13)

Daniele Lopes Felipe Oliveira teve o couro cabeludo arrancado com uma faca.
Ela está internada no Hospital de Trauma, em João Pessoa.
José Wilton já responde por dois homicídios e tráfico na cidade de Bayeux.

A jovem foi encontrada, por um padre, agonizando nas proximidades de uma igreja católica por volta das 02h00 do sábado.

Ela foi espancada pelo ex-companheiro e pelo filho dele.
O cabo da faca foi encontrado no local do crime.

A jovem foi socorrida pelo SAMU.

Com Renato Diniz

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Polícia

Energisa investiga uso de fardas em assalto a joalheria no Mangabeira Shopping

 

A Energisa emitiu nota, nesta segunda-feira (15), informando que está apurando o uso indevido de fardamentos da empresa no assalto a uma joalheria no Mangabeira Shopping. A concessionária afirmou que está à disposição das autoridades para colaborar com as investigações.

 

 

“A ENERGISA ESCLARECE QUE ESTÁ APURANDO O SUPOSTO USO INDEVIDO DE FARDAMENTOS DA EMPRESA EM UM ASSALTO REGISTRADO HOJE, 15/01, EM UM SHOPPING DA CAPITAL. A CONCESSIONÁRIA RESSALTA QUE ESTÁ À DISPOSIÇÃO DAS AUTORIDADES PARA CONTRIBUIR COM O QUE FOR NECESSÁRIO”

 

De acordo com a Polícia Militar, dois homens vestidos com roupas da Energisa entraram no shopping por volta das 10h e renderam os funcionários da joalheria. Eles levaram joias e relógios e fugiram em uma moto, seguindo em direção a uma área de mata próxima ao centro comercial.

A polícia realizou buscas na região, mas até o momento não localizou os suspeitos. O valor do prejuízo causado pelo assalto não foi divulgado.

Este foi o segundo caso de violência registrado no Mangabeira Shopping em menos de uma semana. Na última sexta-feira (12), a gerente de um restaurante, Mayara Valéria de Barros, de 36 anos, foi assassinada por um homem dentro do estabelecimento. O autor dos disparos, Luiz Carlos, de 48 anos, foi preso em flagrante.

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Polícia

Criminosos renderam segurança do Mangabeira Shopping antes de assaltar loja Vivara

Loja Vivara foi alvo de bandidos no final da manhã desta segunda-feira (15)

Dois homens usando farda da Energisa, companhia responsável pelo fornecimento de energia elétrica na Paraíba, renderam, no final da manhã desta segunda-feira (15), renderam uma agente que faz a segurança do Mangabeira Shopping, em João Pessoa, antes de assaltar a loja Vivara, que vende joias de luxo.

Em nota, o shopping informou que no primeiro momento os suspeitos foram impedidos de acessar ao interior do estabelecimento, mas, como estavam armados, renderam a segurança.

“Informamos que na manhã desta segunda-feira dois homens trajando fardamento de prestadores de serviço de empresa de energia foram impedidos de acessar o shopping por uma agente de segurança e patrimônio, ocasião em que anunciaram o plano de assalto a uma joalheria, sendo a agente de segurança e patrimônio imediatamente rendida”, disse o Mangabeira.

Segundo a direção do centro comercial, no momento em que a ação criminosa foi detectada, a central de segurança e monitoramento acionou a Polícia Militar e “colocou em prática o protocolo de segurança do empreendimento, que visa, principalmente, a total proteção e integridade dos seus clientes, lojistas e colaboradores, o que evitou o agravamento da ocorrência, levando os assaltantes a deixarem o estabelecimento rapidamente”.

“Estamos fornecendo todo o apoio necessário às autoridades competentes no processo de investigação”, diz o shopping.

O assalto 

Bandidos armados invadiram a loja Vivara, no Mangabeira Shopping, na manhã desta segunda-feira (15) e fugiram levando produtos. Ainda não há detalhes sobre o valor que foi levado pelo grupo. Há a confirmação que joias de ouro foram roubadas. A informação iniciada por agentes que estão atuando na ação é de que a quadrilha estava disfarçada com fardas de uma empresa.

O coronel Benevides, comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, informou que fez buscas em uma região de mata para tentar encontrar os suspeitos em uma região de mata, mas até a publicação desta matéria ninguém havia sido preso.

Essa é a segunda ocorrência no centro comercial em menos de uma semana. Na última sexta-feira (12), um homem foi até à praça de alimentação do shopping e matou a gerente de um restaurante.

Mais PB

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Polícia

Homem que matou gerente de restaurante deixou plano do crime na parede de apartamento

Acusado homicídio Mangabeira Shopping
(Foto: Reprodução/TV Correio)

Luiz Carlos Rodrigues dos Santos, de 47 anos, acusado de matar Mayara Barros, de 37 anos, gerente de um restaurante no Mangabeira Shopping, em João Pessoa, na última sexta-feira (12), traçou toda a ação criminosa através de escritos registrados na parede de seu apartamento. A informação foi confirmada pela Polícia Civil, através de uma coletiva realizada na manhã desta segunda-feira (15).

O superintendente da Polícia Civil, Cristiano Santana, informou que a polícia fez uma perícia na residência do autor do crime. Os elementos coletados, até o momento, apontam que a motivação do ataque ocorreu mesmo por conta da reprovação em um processo seletivo do restaurante Girau.

“Havia escritos na residência, na parede, que ele informava que não poderia ser julgado pelo que viesse a cometer. É um fato muito grave, até pelo número de munições que ele portava”, explicou o delegado.

A delegada Luísa Correia informou que ele relatou que já tinha esse armamento há mais de 30 anos. Ele portava consigo ao menos 40 munições no interior de sua mochila.

O relato do proprietário do restaurante, de acordo com a polícia, aponta que o acusado chegou, fez o pedido de um prato do cardápio, sentou e depois comentou que havia feito uma entrevista para entrar na empresa. A gerente, então, se levantou, começou a explicar sobre todo o trâmite do processo seletivo, mas foi surpreendida com ele se levantando e já disparando tiros contra ela à queima-roupa. Posteriormente, ele fez um outro funcionário do local de refém.

“Foi uma situação que ele criou na cabeça dele, por ter entregue o currículo alguns dias antes. Como não obteve as respostas, foi lá confrontar. Antes mesmo que ela explicasse, ele já efetua o primeiro disparo. Ele continua disparando pelas costas, até que ela cai”, disse a delegada Luísa.

A polícia informou que o acusado não tinha passagens pela polícia e que não passou o contato de nenhum familiar. Ele será indiciado pelos crimes de homicídio, tentativa de homicídio e porte ilegal de arma.

Com Portal Correio

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Polícia

Polícia Federal oferece apoio ao Equador em meio a onda de violência

Diretor-geral da PF apresentou seis possibilidades de colaboração ao governo do EquadorFoto: Reprodução/Record News

A Polícia Federal brasileira formalizou neste sábado (13) a oferta com uma série de medidas para auxiliar a Polícia Nacional do Equador a enfrentar a onda de violência no país. O documento, assinado pelo diretor-geral da PF, Andrei Augusto Passos Rodrigues, apresenta seis possibilidades, entre elas, o envio de policiais federais brasileiros para o país vizinho.

Além disso, a PF propõe a criação de um adido da corporação brasileira em Quito, capital equatoriana. O objetivo é fortalecer a cooperação policial existente entre os dois países para enfrentar o crime organizado transnacional.

O documento também oferta o envio de federais brasileiros para o apoio de investigações, ações de inteligência e outras atividades relacionadas com a segurança pública. O fornecimento de equipamentos de inteligência para a localização de fugitivos e investigações sensíveis também está na lista.

A corporação brasileira quer colaborar ainda com a identificação de criminosos brasileiros, que estão ou não em território equatoriano; apoiar por meio do Centro de Cooperação Policial Internacional, localizado no Rio de Janeiro (RJ) e ajudar no que a Polícia Nacional do Equador avaliar ser necessário.

Crise

A onda de violência no Equador começou após a fuga do chefe da maior facção criminosa local da cadeia. Líder do grupo Los Choneros, José Adolfo Macias desapareceu da prisão onde estava detido. Apelidado de Fito, ele foi condenado em 2011 a 34 anos de prisão por vários crimes, incluindo tráfico de drogas e homicídio.

Durante a onda de violência, uma emissora de televisão local foi invadida por homens armados, que fizeram os funcionários reféns. Além disso, o dono de uma churrascaria no país, o brasileiro Thiago Allan Freitas, foi sequestrado e criminosos pedem US$ 3.000 para liberá-lo. O comércio na capital Quito e em Guayaquil fechou as portas e as aulas nas escolas foram suspensas em todo o país.

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil afirmou que acompanha “com preocupação” a violência no Equador. A pasta disse ainda que “condena as ações de violência conduzidas por grupos criminosos organizados e manifesta solidariedade ao governo e ao povo equatorianos diante dos ataques”.

R7

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Polícia

Acusado de matar gerente no Mangabeira Shopping ficará preso no presídio do Roger em JP

(Foto) Luiz Carlos Rodrigues dos Santos foi preso após matar a gerente de um restaurante dentro do Shopping Mangabeira, em João Pessoa

O Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) ordenou a prisão preventiva em flagrante de Luiz Carlos Rodrigues dos Santos por tentativa e homicídio doloso e porte ilegal de arma de fogo. A juíza Daniere Ferreira dos Santos realizou a audiência de custódia do acusado neste sábado (13).

A ordenação da Justiça é irrevogável, ou seja, o acusado não deixará a prisão preventiva. Por conta das provas incontestáveis do crime realizado e a impossibilidade de provar a inocência de Luiz Carlos, ele será encaminhado ao presídio do Roger, onde irá aguardar julgamento.

A juíza cita, nos autos da prisão preventiva que o Portal MaisPB teve acesso, o crime como “hediondo” e “grave”. “A prática do homicídio, que, infelizmente, está sendo, de forma reiterada, sendo praticada, é delito que, por sua gravidade, enseja a decretação da prisão preventiva, por violar a ordem pública por violar a ordem pública”.

“Se faz necessária a prisão preventiva, a fim de garantir a instrução criminal. Isso porque, estamos diante de um crime grave, que gerou repercussão social negativa, assim, considerando a forte comoção social que gerou na localidade, falar no estado de perigo concreto gerado por seu estado de liberdade”, escreveu Daniere Ferreira dos Santos.

Crime premeditado

Luiz Carlos Rodrigues dos Santos, de 47 anos, levou quase 50 munições de bala para o Mangabeira Shopping, atirando em seis vezes, sendo quatro contra Mayara Valéria Barros, gerente de um restaurante do local. O motivo do assassinato foi uma recusa em oportunidade de emprego no estabelecimento.

O homem será indiciado por homicídio consumado, com agravante de motivo fútil, tentativa de homicídio contra policiais e posse ilegal de arma de fogo. “Foi feito o procedimento do flagrante. Agora, haverá o exame de corpo delito e em seguida ele vai passar por audiência de custódia, que deve acontecer amanhã (sábado)”, disse o delegado do caso, André Macêdo.

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Com MaisPB

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Polícia

(VÍDEO) ‘Homem tinha mais de 30 munições e premeditou morte de gerente em shopping’, diz polícia

O responsável pela invasão no Mangabeira Shopping, na tarde desta sexta-feira (12), Luiz Carlos Rodrigues dos Santos, de 47 anos, mora no planalto da Boa Esperança, no bairro  Valentina de Figueiredo.

Ele assassinou uma mulher, fez duas pessoas de reféns, e foi detido com um revólver e diversas munições. Luiz se entregou após a Polícia Militar cercar a Praça da Alimentação.

O delegado André Macêdo explicou que o acusado, identificado como Luiz Carlos Rodrigues, de 47 anos, efetuou seis disparos, estava com 38 munições intactas e poderia ter cometido uma tragédia ainda maior.

De acordo com a PM, Luiz buscava explicações devido à falta de resposta após uma entrevista de emprego. Ao solicitar uma refeição, confrontou a gerente do estabelecimento e decidiu atirar nela.

Questionado na central de polícia, o homem em tom de desaforo disse que todos saberiam dos detalhes do crime após audiência que ele deve passar neste sábado.

A vítima, de 37 anos, havia ingressado recentemente na empresa onde Luiz buscava emprego.

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