Polícia

Operação da Polícia Federal mira extração ilegal da Turmalina Paraíba, na PB e no RN

Foto: PF

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (21), a Operação Deep Blue, com o objetivo de combater o comércio ilegal do minério Turmalina Paraíba. Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, nos municípios de Campina Grande e Santa Luzia na Paraíba, além de Equador e Parelhas, no Rio Grande do Norte.

De acordo com as investigações, o minério era comercializado, inclusive por meio da internet, por indivíduos e empresas sem autorização. Isso indica que os exemplares são extraídos de minas ilegais ou não são declarados à Agência Nacional de Mineração e à Receita Federal.

Os responsáveis poderão responder pelos crimes de usurpação de recursos da União, extração de minério sem licenciamento ambiental e sonegação fiscal.

O nome da operação, “Deep Blue”, que em português pode ser traduzido como “azul profundo”, faz referência à coloração azulada das gemas “turmalina paraíba” e ao fato de serem extraídas em minas com dezenas de metros de profundidade.

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Polícia

Polícia Civil investiga Associação Rural por fazer empréstimos em nomes de pessoas carentes, no brejo da Paraíba

Inscrições para concurso da Polícia Civil da PB seguem até esta  quinta-feira | Paraíba JáFoto: Reprodução

A Polícia Civil, cumpriu, nesta quarta-feira (20), mandados de busca e apreensão na Associação dos Produtores Rurais do Sítio Tananduba, em Guarabira. O principal alvo é o presidente da entidade, Sebastião Francisco de Sousa.

De acordo com o delegado Wagner Dorta, que comanda as investigações da operação Prodígio, o presidente e integrantes da associação, estariam envolvidos em fraudes por meio de financiamentos bancários e de veículos. O alvo do grupo seria pessoas carentes.

Até o momento 20 vítimas já foram identificadas. O rombo ultrapassa os R$ 200 mil.

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Polícia

Mentor da ‘Bárbarie de Queimadas’ é preso pela Polícia Civil no Rio de Janeiro

Polícia Civil da Paraíba prende no RJ mentor da ‘Barbárie de Queimadas’

Foragido há três anos, o mentor da ‘Barbárie de Queimadas‘, Eduardo dos Santos Pereira, foi preso em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro. A informação é da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) da Polícia Civil da Paraíba.

O mentor do estupro coletivo foi preso em 2012, condenado em 2014 e estava foragido desde 2020, quando fugiu do presídio de segurança máxima pela porta lateral.

Eduardo foi condenado a 108 anos e dois meses de prisão. Ele foi considerado culpado por dois homicídios, formação de quadrilha, cárcere privado, corrupção de menores e porte ilegal de arma, além dos cinco estupros.

Por estes crimes, ele foi condenado a 106 anos e 4 meses de reclusão. Além disso, ele recebeu uma pena de 1 ano e 10 meses de detenção pelo crime de lesão corporal de um dos adolescentes envolvidos no crime.

O criminoso fugiu da Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes de João Pessoa, conhecida como PB1, no dia 17 de novembro de 2020.

Eduardo trabalhava na cozinha e quando um policial penal esqueceu um molho de chaves no local onde o detento trabalhava, ele pegou as chaves, abriu o almoxarifado e saiu pela porta lateral do presídio.

No momento da fuga, quatro policiais penais faziam a segurança do setor e foram encaminhados à Central de Polícia para prestar esclarecimentos. Um deles foi autuado por facilitação culposa e, em seguida, liberado.

Segundo Tércio Chaves, o policial penal que teria esquecido as chaves foi indiciado, mas o Ministério Público da Paraíba (MPPB), até agora, não ofereceu denúncia contra ele.

G1

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Polícia

Polícias localizam tentativa de homicídio sob tortura e impedem morte em João Pessoa

Foto: APCF/Divulgação

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado da Paraíba (Ficco-PB), da Polícia Federal, conseguiu impedir a consumação de um homicídio que seria praticado mediante tortura. O caso ocorreu nesse sábado (16) na capital paraibana.

A corporação ficou informada de que o evento criminoso aconteceria no Porto de João Tota, localizado no bairro de Mandacaru, em João Pessoa.

Os detalhes foram repassados via Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), para as guarnições especializadas da Polícia Militar que se deslocaram imediatamente e diligenciaram ao ponto indicado pela Ficco-PB.

Com a movimentação policial e respectiva saturação da área, os criminosos se evadiram do local deixando a vítima bastante debilitada. O socorro de urgência foi acionado pelos militares. A ocorrência foi registrada na Delegacia de homicídios da Capital.

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Polícia

‘NOTA ZERO’: Aluno com arma dentro de escola é apreendido pela polícia na Paraíba

 

 

 

Armas: oficiais descobriram um revólver com munição escondido na calça de aluno (George Frey/Getty Images/Getty Images)

A Polícia Militar apreendeu, no começo da tarde desta sexta-feira (15), um aluno com um revólver dentro da mochila, na saída de uma escola que fica no centro da cidade de Sapé. O jovem tem 15 anos é do 1º ano do ensino médio. A apreensão foi resultado de um trabalho da Coordenadoria de Inteligência da PM (COInt), que vinha monitorando a situação, a partir de informações de que ele estaria levando armas para a escola.

 

Além do revólver, ele estava também com uma pistolas de Airsoft, canivetes e munições. Funcionários e alunos até então não tinham desconfiado de que ele estaria levando o material para sala de aula.

 

A apreensão foi feita por policiais do Grupamento de Ações Táticas Especiais (GATE), após indicação da inteligência. Equipes continuam fazendo buscar por mais armas que seriam do jovem.

OUTRA ARMA

Nas buscas na casa dele, foi apreendido mais um revólver e munições.

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Polícia

PF localiza homem que integrava grupo de compartilhamento de pornografia infantil

Foto: Polícia Federal/ Divulgação

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (14) duas fases de uma série de investigações que visam a repressão de crimes de abuso sexual infantil praticados pela internet na Paraíba. Já no município de Sousa, Sertão paraibano, a PF deflagrou, a Operação Incestuous Multiverse, para cumprir um mandado de busca e apreensão contra um investigado por armazenamento de fotos e vídeos com conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes.

O investigado participava do grupo de aplicativo de mensagens que possuía cerca de 190 participantes, entre brasileiros e estrangeiros, tal grupo compartilhava imagens e vídeos de pornografia infantil.

Se os crimes forem confirmados, o investigado pode responder por estupro de vulnerável e produção e armazenamento de pornografia infantil. As penas somadas podem chegar a dez anos de prisão.

Investigação na Paraíba

As investigações tiveram início em 2023 com informações encaminhadas à Polícia Federal dando conta do cometimento de crimes de posse e de compartilhamento de imagens com conteúdo de abuso sexual infantil.

As operações deflagradas integram um conjunto de ações a serem desenvolvidas pela Polícia Federal no estado da Paraíba, que visam fortalecer a repressão aos crimes relacionados ao abuso sexual infantil no estado e promover a prevenção destas práticas criminosas.

Os investigados responderão pelos crimes de armazenamento e compartilhamento de material de abuso sexual infantojuvenil, previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, cujas penas somadas podem chegar a dez anos de prisão, sem prejuízo da descoberta de outros crimes mais graves praticados a partir da análise do material digital apreendido.

“As ações policiais não apenas expõem a gravidade do problema, mas sobretudo incentivam a reflexão coletiva sobre a proteção das crianças e dos adolescentes, fortalecendo, assim, o compromisso social com a dimensão preventiva dessas gravíssimas práticas criminosas”, diz a PF.

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Polícia

Justiça mantém preso policial aposentado acusado de matar professor em JP

A Justiça converteu para preventiva, na manhã desta quarta-feira (13), a prisão em flagrante do policial militar aposentado Antônio Francisco Sales, de 80 anos. Ele foi detido ontem (12) logo após matar o professor de matemática Luecir Brito, 49 anos, na frente da filha próximo à uma escola no Bairro José Américo.

Na audiência de custódia, ficou determinado que o militar da reserve seja transferido da Cidade da Polícia, no Geisel, para a sede do 1º Batalhão da Polícia Militar, no Centro da Capital.

O crime

Um professor de matemática foi assassinado a tiros na manhã desta terça-feira (12), no bairro José Américo, em João Pessoa. O professor Luecir Brito, de 49 anos, foi morto na frente da filha, quando chegava para trabalhar em uma escola privada.

O crime é atribuído a um policial militar aposentado, de 80 anos, que foi preso em flagrante por um policial civil, duas quadras após o local do crime. Segundo o tenente Hedu, da Polícia Militar, o acusado seguiu o professor até a escola e o executou com cinco tiros.

Testemunhas revelaram que não houve qualquer discussão entre os dois e a polícia informou que não há informações sobre atritos entre vítima e criminoso. “As pessoas aqui no local disseram que ele não tinha inimizade com ninguém”, disse o militar.

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Polícia

PM reformado de 80 anos é preso após assassinar professor na frente da filha em João Pessoa

Um professor de matemática foi morto na frente de uma escola privada por volta das 7h desta terça-feira (12) no bairro José Américo, em João Pessoa. Segundo informações da Polícia Civil, Luecir Brito estava acompanhado da filha quando foi surpreendido por um homem já efetuando os disparos. Um policial militar reformado de 81 anos foi preso suspeito do crime.

Ainda conforme a polícia, o professor trabalhava nesta escola e sua filha estudava lá pela manhã. O suspeito teria seguido o professor até a entrada do estabelecimento, quando atirou. Luecir foi morto com cinco tiros.

Ainda não se sabe a motivação do crime. A polícia informou que além da filha do professor, várias outras pessoas testemunharam o fato. Conhecidos da vítima e testemunhas afirmam que ele não tinha desavenças.

O policial fugiu após o ocorrido, mas foi detido duas quadras depois da escola por um agente da Polícia Civil que estava passando no momento. Ele foi levado para a Central de Polícia Civil, situada no bairro do Geisel.

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OPERAÇÃO RÁDIO LEGAL: PF investiga rádio clandestina e exploração de serviço de telecomunicação na Paraíba

 

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira, 12/3, a Operação Rádio Legal, que tem por objetivo investigar a exploração de serviço de radiodifusão clandestina que vinha interferindo os sinais de comunicação, inclusive de aeronaves.

 

A operação teve início a partir de denúncia feita pela ANATEL acerca de rádio clandestina que operava na cidade de Montadas, no interior da Paraíba, em potência muito acima daquela permitida pela legislação.

A pessoa que estava explorando o serviço já havia sido autuada pela ANATEL por cinco vezes e contava com o apoio de comerciantes da cidade para continuar explorando o serviço.

 

A operação tenta identificar e responsabilizar não apenas os autores da exploração do serviço, mas também as pessoas que o apoiam financeiramente, pois havia exploração comercial da atividade.

 

O investigado responderá pelo crime de exploração irregular de serviço de telecomunicação, cuja pena pode chegar a quatro anos de prisão.

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Polícia

Homem é preso por aplicar R$ 1,2 milhão em golpes usando nome da Sudema

Foi preso, na manhã desta segunda-feira (11), um homem suspeito de aplicar golpes se fazendo passar por servidor da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema). A ação fez parte da Operação Scammer, que está investigando a prática dos crimes de fraude eletrônica, lavagem de capitais e organização criminosa.

De acordo com o delegado Luiz Cotrim, em coletiva de imprensa realizada na Central de Polícia de Campina Grande, o homem é ex-presidiário e vinha entrando em contato com as vítimas, na maioria empresários, para cobrar valores de supostas multas ou licenças ambientais junto à Sudema. O esquema criminoso pode já ter movimentado cerca de R$ 1,2 milhão.

Além da prisão, foram expedidos outros três mandados de busca domiciliar. As investigações tiveram início a partir de denúncia da própria Sudema, que tomou conhecimento dos fatos por meio de seus canais de comunicação com a população.

Em nota, a Sudema disse “reforçar que não realiza contato telefônico para cobrar valores relacionados a multas, taxas ou para o cancelamento de autos de infração. Em caso de qualquer mensagem ou telefonema dessa natureza,  o órgão recomenda  entrar em contato através do telefone  (83) 3690-1986 e (83) 98814-7699 ou do e-mail [email protected]. As denúncias são mantidas em sigilo”.

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