Polícia

Operação da Polícia Federal investiga fraudes beneficiárias em Bayeux, na grande João Pessoa

POR QUE A POLÍCIA FEDERAL DEVE SER INDEPENDENTE - NOVOFoto: PF

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (28), a “Operação Insano”, com o objetivo de arrecadar elementos para investigação de fraude a benefícios do INSS, ocorridos na cidade de Bayeux, localizada na região metropolitana da capital paraibana.

Foram cumpridos 4 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 16ª Vara Federal da capital. A investigação tem por objeto identificar elementos de autoria e materialidade de crimes praticados por organização criminosa, que por meio de fraude realizada, mediante a utilização de documentos médicos falsos relativos a incapacidade laborativa, conseguiam a concessão de auxílio doença e benefício por invalidez.

A origem do trabalho decorreu da análise dos dados que apontaram incongruências nos documentos médicos encaminhados ao setor de perícias médicas da Previdência Social no município.

O nome da operação foi escolhido pela justificativa usada para obtenção do benefício fraudulento: “insano – transtorno mental e comportamental, não estando em suas faculdades mentais, louco ou demente”.

Os fatos praticados pelo grupo criminoso investigado no âmbito da Operação Insano apontam para o cometimento dos crimes de fraude previdenciária, falsidade ideológica, uso de documento falso e organização criminosa, com penas que, se somadas, ultrapassam 20 anos de prisão e multa.

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Polícia

Ex-executivos das Lojas Americanas são alvo da PF em operação contra fraude de R$ 25 bilhões

Fachada da Lojas Americanas — Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

A Polícia Federal cumpre na manhã desta quinta (27) mandados de busca e apreensão contra ex-diretores e pessoas ligadas a Americanas.

Entre os alvos está o ex-CEO Miguel Gutierrez.Também são alvos Anna Christina Soteto, Anna Saicali, Carlos Eduardo Padilha, Fabien Picavet, Fabio Abrate, Jean Pierre Ferreira, João Guerra Duarte Neto, José Timotheo de Barros, Luiz Augusto Henriques, Marcio Cruz Meirelles, Maria Chirstina Do Nascimento, Murilo dos Santos Correa e Raoni Lapagesse Franco.

Entre outros elementos, a ação da PF tem como lastro os acordos de colaboração premiada de Marcelo Nunes, que foi diretor financeiro da empresa, e Flávia Carneiro, responsável pela Controladoria da B2W.

A investigação desenvolvida pela PF mostrou que as irregularidades praticadas pelo ex-funcionários da empresa tinham como finalidade alcançar metas financeiras internas e fomentar bonificações. Por outro lado, a ação dos investigados manipulava e aumentava de forma ilícita o valor de mercado das ações da empresa.

São investigados os crimes de manipulação de mercado, uso de informação privilegiada e associação criminosa. As medidas foram autorizadas pela 10ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro.

Um prédio da empresa na capital fluminense também é alvo de busca e apreensão.

O rombo nas contas da Americanas foi revelado no início de 2023, quando a empresa informou ao mercado inconsistências contábeis da ordem de mais de R$ 20 bilhões, levando a varejista a entrar em um processo de recuperação judicial.

Estudos produzidos pela própria companhia apontaram que as inconsistências eram, na verdade, fraudes contábeis cometidas por ex-funcionários da rede varejista.

Ao informar à CVM, em novembro de 2023, o quarto adiamento da divulgação das demonstrações financeiras de 2022 e da revisão do balanço de 2021, a empresa afirmou que foi “vítima de uma fraude sofisticada e muito bem arquitetada, o que tornou a compilação e análise de suas demonstrações financeiras históricas uma tarefa extremamente desafiadora e complexa”.

Fraude foi batizada de ‘inconsistências contábeis”

Na noite de 11 de janeiro de 2023, a Americanas divulgou um fato relevante ao mercado informando sobre “inconsistências contábeis” de R$ 20 bilhões, o que levou à renúncia do então CEO Sergio Rial e do principal executivo de finanças, André Covre, ambos recém-empossados.

Em 19 de janeiro, a empresa entrou em recuperação judicial, com dívidas declaradas de R$ 42,5 bilhões. Os maiores bancos do Brasil são os principais credores da varejista, e foi com eles que a empresa deu início a uma verdadeira batalha nos tribunais: as instituições financeiras não aceitavam receber calote da companhia, até então uma das maiores do setor de varejo do país, que tinha livre acesso a crédito.

Em junho, a empresa assumiu fraude nos balanços. Relatório elaborado por assessores jurídicos que acompanham a Americanas desde que ela entrou em recuperação judicial apontou que demonstrações financeiras da varejista vinham sendo fraudadas pela diretoria anterior da empresa, o que inflou seus resultados em R$ 25,3 bilhões —esse foi o lucro fictício acumulado ao longo dos últimos anos (a companhia não informou ainda quantos anos).

A antiga diretoria da Americanas atravessou décadas na empresa. À exceção do ex-CEO Miguel Gutierrez, que se aposentou ao final de 2022 para passar o bastão a Rial, os demais diretores foram afastados semanas depois de o escândalo vir à tona.

A atuação dos três principais acionistas da varejista —o trio de bilionários Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles, sócios da empresa de private equity 3G Capital— também esteve sob escrutínio.

Conselheiro da companhia, Sicupira foi apontado como o representante do trio diretamente ligado ao dia a dia da Americanas. Mas, em depoimento à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), disse que ficou ‘em choque’ ao receber ligação de Rial para tratar do escândalo contábil.

No final de setembro, a CPI (comissão parlamentar de inquérito) que investigava a Americanas encerrou suas atividades sem apontar culpados.

Folha de São Paulo

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Polícia

Operação investiga clínicas clandestinas de bronzeamento artificial, na Paraíba

Operação da Polícia Civil prende 14 que disputavam territórios do tráfico  em comunidades de João Pessoa — Polícia CivilFoto: Reprodução

Uma operação conjunta, deflagrada nesta quarta-feira (26), investiga atividades ilegais em clínicas de bronzeamento artificial em João Pessoa, Cajazeiras e Campina Grande. Ao todo, onze mandados de busca e apreensão foram cumpridos.

Um relatório elaborado por instituições vinculadas à OMS, evidencia que a exposição aos raios ultravioletas é considerada carcinogênica para humanos. Até o momento já foram apreendidas 15 máquinas nos alvos atingidos.

A operação é denominada “Brown Skin” em razão do seu significado ter relação com a busca pela pigmentação da pele. O evento conta com a participação de 50 (cinquenta) servidores divididos entre Policiais Civis, Auditores Fiscais, Fiscais da Agevisa e Integrantes do Ministério Público/PROCON envolvidos no cumprimento dos referidos mandados judiciais.

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Polícia

Operação do Gaeco e Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão em três prefeituras da Paraíba

MPPB - Ministério Público da Paraíba - "Operação Antifake": Gaeco, PM e PC cumprem mandados judiciais no SertãoFoto: Reprodução

Uma operação policial está cumprindo mandados de busca e apreensão nas prefeituras de Alhandra, Riachão do Poço e Salgado de São Félix, na manhã desta quarta-feira (26). Estão sendo investigadas fraudes na locação de veículos.

De acordo com o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público da Paraíba, as prefeituras pagavam pelo serviço, mas as empresas não prestavam o serviço contratado.

Foram identificadas empresas fantasmas, além de veículos supostamente locados, mas que pertencem a pessoas com vínculos com os agentes políticos investigados, veículos localizados em outros Estados, veículos que não foram abastecidos pela respectiva Prefeitura (responsável pelo abastecimento) durante o período dos contratos, ou seja, não foram utilizados, mas os valores pela locação foram pagos.

Estão sendo cumpridos 17 mandados judiciais de busca e apreensão nas residências dos investigados, como também na sede das empresas. Os alvos podem responder pelos crimes de fraudes em licitações, desvios de dinheiro público, corrupção e lavagem de dinheiro.

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Polícia

PF desarticula quadrilha acusada de furtar 91 celulares em festas juninas, na PB

A Polícia Federal desarticulou, nesta terça-feira (25), uma quadrilha suspeita de furtar celulares durante os festejos juninos. As prisões aconteceram em Patos, no Sertão da Paraíba.

De acordo com a corporação, quadro pessoas naturais do Pará foram encontradas com dezenas de aparelhos furtados. A quadrilha era formada por uma mulher e três homens, um deles com mandado de prisão em aberto.

O grupo foi localizado através de serviço de investigação e inteligência da Delegacia da Polícia Federal em Patos que,  em contato com a inteligência da Polícia Militar de Pernambuco, conseguiu identificar o carro em que os acusados estavam e onde se encontravam os aparelhos furtados.

Após a prisão realizada pela Policia Militar de Pernambuco, os acusados foram encaminhados para a delegacia da Polícia Civil para os procedimentos e aguardam a audiência de custódia.

Os acusados poderão responder por furto qualificado, mediante concurso de duas ou mais pessoas, cuja penas podem chegar até 8 anos e multa.

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Polícia

Mulher é estuprada em banheiro público no São João de Santa Rita

Polícia Civil, Mulher, Homem, Paraíba, prisão, casal, extorsão, Campina Grande

Imagem ilustrativa (Foto: Reprodução)

Uma mulher foi estuprada ao tentar usar um banheiro químico na festa de São João em Santa Rita. O caso aconteceu na noite de sábado (22) e a vítima prestou queixa na Polícia Civil.

A vítima havia acabado de chegar na festa e estava junto do companheiro e amigos e amigas. Instantes após chegar, ela decidiu ir ao banheiro, quando foi abordada pelos criminosos.

“Ela foi ao banheiro e assim que chegou foi abordada por dois desconhecidos e obrigada a entrar no banheiro. Lá, eles praticaram o ato sexual. Ela disse que saiu uma mulher e logo em seguida foi entrar, quando foi abordada pelos desconhecidos. Vamos verificar câmeras de segurança ao redor do local para ver se conseguimos identificar os agressores e ouviremos testemunhas”, afirmou a delegada Amim Oliveira, que será a responsável por investigar o caso.

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Polícia prende no RJ ‘conselheiro’ de facção que mandou queimar ônibus em JP

A Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), foi até o Rio de Janeiro buscar o conselheiro de uma organização criminosa que deu a ordem para incendiar um ônibus em João Pessoa, no bairro de Padre Zé, em julho de 2023. A escolta chegou à Paraíba na noite desse sábado (22).

O criminoso estava preso em um presídio do RJ e era um dos principais alvos da Operação Renita, cujas investigações tiveram início há mais de um ano, com o foco na desarticulação de grupos criminosos do Rio de Janeiro que tentam se estabelecer na Paraíba.

Em fevereiro de 2024, a Polícia Civil cumpriu um mandado de prisão em seu desfavor, fruto das investigações que o apontam como o mandante do incêndio ao ônibus na Capital paraibana. O veículo foi incendiado com pessoas ainda lá dentro, o que acabou ocasionando a morte do motorista, dias depois, no Hospital de Trauma de João Pessoa.

“Foi, certamente, a prisão mais importante dentro do atual contexto, pois se trata de um criminoso com forte influência na facção e, obviamente, não poderia sair impune desse crime tão grave. É nesse foco principal que a Polícia Civil atua: investigar, prender, apresentar à justiça e diminuir a sensação de impunidade em nosso estado”, disse o delegado-geral da PCPB, André Rabelo.

*Operação Renita*

O ‘Dia D’ da Operação Renita aconteceu na quarta-feira, 19 de junho, quando a Polícia Civil e o GAECO cumpriram 50 mandados de busca, prenderam 32 alvos, apreenderam armas de fogo e 100 quilos de entorpecentes. As ações contaram com o apoio da Secretaria da Administração Penitenciária.

“Foi a maior operação policial deflagrada nos últimos anos na Paraíba, construída genuinamente em trabalho investigativo, com provas técnicas e resultado absolutamente exitoso. Seguindo as diretrizes da política de segurança do governo do estado, a Polícia Civil não medirá esforços para combater o crime organizado na Paraíba”, declarou André Rabelo.

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Polícia

Operação do GAECO cumpre mais de 30 mandados de prisão, na Grande João Pessoa

MPPB - Ministério Público da Paraíba - "Operação Antifake": Gaeco, PM e PC  cumprem mandados judiciais no SertãoFoto: Reprodução

Uma operação conjunta entre a Polícia Militar e o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO) foi deflagrada em várias cidades da Paraíba, na manhã desta sexta-feira (21).

Estão sendo cumprios mais de 30 mandados de prisão em João Pessoa, Santa Rita, Lucena e Cabedelo.. Entre os alvos, há pessoas que já cumprem penas em penintenciárias. Estão sendo investigados os crimes contra o patrimônio, tráfico de drogas, homicídios, estupro, lesão corporal e participação em organizações criminosas.

A ação faz parte da Operação Festejos Juninos e mais pessoas podem ser presas com o desenrolar das investigações.

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Polícia

Bandidos explodem e invadem agência da Caixa Econômica Federal, em João Pessoa

Foto: Reprodução

Quatro criminosos invadira, na madrugada desta quinta-feira (20), um agência bancária localizada no bairro Valentina, em João Pessoa. A agência da Caixa Econômica teria sido inaugurada há três meses.

Os suspeitos chegaram por volta das 4h da manhã em dois veículos e imediatamente utilizaram armas de calibre 12 para destruir as câmeras de segurança que poderiam identificá-los e, em seguida, invadiram o interior da agência.

Moradores da região relataram ter ouvido disparos de arma de fogo. A Polícia Militar foi acionada. Até o momento, não há informações confirmadas sobre se os suspeitos conseguiram obter dinheiro dos caixas eletrônicos ou sobre o montante que teria sido levado.

Por se tratar de uma agência bancária,a Polícia Federal seguirá investigando o caso para tentar identificar e capturar os envolvidos no crime.

BG com Portal Correio

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Operação da Polícia Civil desarticula facção criminosa do RJ suspeita de vários crimes na Grande JP

Suspeito de homicídio é detido pela Polícia Civil no Brejo paraibano - PB AGORAFoto: Reprodução

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quarta-feira (19) uma operação que investiga uma organização criminosa suspeita de diversos crimes, na grande João Pessoa. Estão sendo investigados delitos como tráfico de drogas, de armas de fogo, homicídios e lavagem de dinheiro. O grupo atuava nas cidades de Bayeux, Santa Rita, João Pessoa e Cabedelo.

De acordo com a Polícia Civil, as investigações começaram há um ano desde a chegada de facção carioca na região, o que desencadeou uma série de homicídios decorrente de disputas por áreas dominadas pelo tráfico de drogas.

Ao todo, são 38 mandados de prisão preventiva e 50 de busca e apreensão, cumpridos nas cidades de Bayeux, Cabedelo, João Pessoa, Santa Rita, Gurinhém, na Paraíba e Rio de Janeiro-RJ.

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