Três homens foram presos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) suspeitos de furtar cabras de uma propriedade rural na cidade de Sobrado, no agreste paraibano.
A prisão ocorreu depois que um homem de 55 anos denunciou que sua propriedade rural havia sido invadida e furtada.
Em diligências, os policiais abordaram os suspeitos, que alegaram inicialmente serem donos dos animais, mas durante o interrogatório, entraram em contradição e confessaram o furto, com o objetivo de vender os animais em Guarabira.
Também segundo a PRF, um dos suspeitos, um homem de 56 anos, tem dois mandados em aberto pelo crime de furto, sendo um de prisão preventiva expedido pela 2ª Vara Mista de Itabaiana e outro de recaptura expedido pela 1ª Vara Regional de Execução Penal do Rio Grande do Norte, também pelo crime de furto.
Os envolvidos no crime, juntamente com o carro apreendido e os animais recuperados foram levados para a Delegacia de Polícia Civil para a lavratura dos procedimentos legais.
Quatro corpos foram encontrados na manhã desta sexta-feira (3) no bairro Brisamar, em João Pessoa, com marcas de tiros. Três das vítimas estavam com as mãos amarradas, segundo o perito Rodrigo Farias, do Instituto de Polícia Científica (IPC).
De acordo com a perícia, os corpos — todos do sexo masculino — já estavam em decomposição e foram mortos por disparos de arma de fogo. Próximo ao local, a cerca de 200 a 300 metros, foi localizado um veículo modelo Celta preto, que pode ter sido utilizado no transporte das vítimas.
A delegada Josenise Andrade informou que dois dos mortos portavam documentos da Bahia, mas ainda não há confirmação de identidade. Os corpos passaram por exames e seguem em processo de identificação no Instituto de Medicina Legal (IML), considerado demorado e que exige análises laboratoriais complementares.
A Polícia Civil apura a possibilidade de as vítimas serem trabalhadores baianos desaparecidos. A investigação teve início após moradores denunciarem um carro abandonado. O veículo, encontrado pela Polícia Militar com sinais de sujeira e forte odor, levou as equipes até uma área de mata em uma granja, onde os corpos foram localizados.
A análise preliminar indica que as mortes ocorreram há cerca de dois dias.
Devido ao avançado estado de decomposição, não foi possível identificar as vítimas visualmente nem precisar o número de perfurações. Exames cadavéricos devem confirmar as identidades.
Segundo a polícia, o carro encontrado pode ter sido roubado em Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa. “Há possibilidade de serem os quatro homens desaparecidos, mas apenas os exames poderão confirmar”, explicou a delegada.
O caso segue sob investigação. Imagens de uma câmera de segurança mostram quatro suspeitos fugindo em uma única motocicleta após abandonarem os corpos. Moradores relataram ter ouvido buzina intensa e gritos durante a madrugada.
Uma operação integrada cumpriu, nesta segunda-feira (30), ao mandado de reintegração de posse em áreas integrantes do sítio aeroportuário do Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto.
Na operação, foram empregados aproximadamente 100 policiais, além de viaturas, caminhões, trator e demais meios logísticos necessários ao apoio à desocupação e à retirada de estruturas irregulares.
A atuação teve por objetivo assegurar o cumprimento da decisão judicial, promover a desocupação da área invadida e resguardar a segurança de área sensível vinculada à operação aeroportuária, com adoção das cautelas necessárias para preservação da ordem e da integridade dos envolvidos.
Um homem de 50 anos foi preso em Campina Grande, Agreste da Paraíba, suspeito de violência doméstica e familiar. Segundo a Polícia Civil, a prisão aconteceu na tarde da quarta-feira (25) após o recebimento de denúncias de que o homem teria ameaçado a ex-esposa e outros familiares, como os filhos e a irmã, e agredido a própria mãe.
A defesa do suspeito, identificado por Carlos André de Alcântara, afirmou à TV Paraíba que não teve acesso aos autos do processo e que deve se pronunciar em breve. O homem segue aguardando audiência de custódia.
De acordo com a polícia, o homem já era monitorado pela Delegacia Especializada de Atendimento da Mulher (Deam) de Campina Grande. Em 2024, ele teria tentado impedir a ex-esposa de sair de casa desferindo disparos de arma de fogo contra os móveis da residência onde eles moravam. Na época, a Polícia Militar chegou a ser acionada, mas não encontrou nenhuma arma no local.
Em fevereiro deste ano, o homem teria voltado a ameaçar a ex-esposa e os próprios filhos de morte novamente utilizando uma arma.
Dias depois, já no mês de março, ele tentou invadir a casa da própria mãe, uma idosa, usando um carro para derrubar o portão. A idosa foi atropelada e a filha dela, irmã do suspeito, foi ameaçada de morte por ele.
Um Boletim de Ocorrência foi registrado na Delegacia do Idoso de Campina Grande para investigar o atropelamento da idosa. Na quarta-feira (25), a Polícia Civil cumpriu um mandado de prisão preventiva contra o homem após as denúncias feitas pela família.
A Polícia Civil da Paraíba deflagrou, na manhã desta quinta-feira (26), a Operação Resgate, para cumprir a oito mandados judiciais, sendo três mandados de busca domiciliar, nos bairros de Mangabeira e Geisel, além de cinco mandados de prisão preventiva contra investigados envolvidos em crimes de roubo e desmanche de veículos.
As ordens judiciais são resultado de investigação que identificou a atuação de cinco pessoas vinculadas ao grupo criminoso. Entre os casos apurados, destacam-se o roubo de um veículo Honda City, ocorrido no dia 5 de fevereiro de 2026, em frente à Policlínica de Mangabeira, ação registrada por câmeras de segurança; e o roubo de um Chevrolet Onix, de cor prata, no dia 10 de fevereiro de 2026, no bairro da Torre, ambos praticados pelo mesmo grupo criminoso.
Entre os presos na ação, estão dois investigados responsáveis pela adulteração de veículos, que já haviam sido presos pela DRFVC no ano de 2024, mas respondiam ao processo em liberdade.
As investigações apontam que o grupo atuava em roubos de veículos com restrição de liberdade das vítimas, modalidade conhecida como sequestro relâmpago, além de realizar o desmanche e a adulteração dos automóveis subtraídos.
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta (25), a Operação LEONARD, com o objetivo de aprofundar investigação voltada à apuração de crimes relacionados a organização criminosa, tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e outros delitos conexos, com atuação na Paraíba, especialmente na cidade de Cabedelo.
A operação contou com apoio e parceira da Polícia Militar da Paraíba (PMPB) e do GAECO/Ministério Público da Paraíba (MPPB).
Nesta fase, estão sendo cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, 34 mandados de prisão, sendo 30 preventivas e 4 temporárias, além de medidas de natureza patrimonial (sequestro/bloqueio de bens e valores), nos municípios de João Pessoa/PB, Cabedelo/PB, Campina Grande/PB e Rio de Janeiro/RJ.
O material apreendido será submetido à análise e aos exames periciais pertinentes, com a finalidade de identificar a extensão das condutas, a participação individual de cada investigado e eventuais conexões com outros envolvidos.
Por se tratar de investigação em curso e para preservação da eficácia das diligências e da integridade das provas, a Polícia Federal não divulgará detalhes adicionais sobre os alvos, locais específicos ou elementos sensíveis neste momento.
O nome da Operação LEONARD faz referência a Leonard Kaczmarkiewicz, um imigrante polonês que foi chamado de “alemão” pelos moradores locais de uma região popular da cidade do Rio de Janeiro, que por isso ficou conhecida como Complexo do Alemão. Desta forma, a escolha do nome da operação está relacionada ao fato de que o referido complexo de favelas foi utilizado como ponto de refúgio de lideranças da facção atuante na cidade de Cabedelo-PB, que, ao buscarem evadir-se da ação policial, deslocaram-se para aquela comunidade no intuito de se ocultarem da aplicação da lei.
Uma influenciadora digital foi detida durante uma operação deflagrada pela Polícia Civil de Pernambuco, nesta terça (24), por suspeita de forjar o próprio sequestro. Monniky Fraga é uma das pessoas detidas e levadas para a sede do Grupo de Operações Especiais (GOE), no Cordeiro, na Zona Oeste do Recife. O outro preso é o marido de Monniky.
Um homem que seria o responsável pela trama do suposto sequestro acabou sendo morto durante as investigações. O nome dele não foi divulgado oficialmente pela polícia.
Segundo a Polícia Civil, a Operação Cortina de Likes também cumpre outro mandado de prisão e dois de busca e apreensão, em Igarassu, no Grande Recife, João Pessoa (PB) e Várzea Paulista (SP).
Ainda segundo a polícia, a investigação foi iniciada em abril de 2025, para identificar e desarticular uma associação criminosa envolvida em extorsão, fraude processual e falsa comunicação de crime.
Todos os mandados foram expedidos pelo Juízo da Vara Criminal da Comarca de Igarassu. Trinta policiais participaram da ação.
Os presos e os materiais apreendidos foram levados para o GOE.
A operação teve apoio da polícia de São Paulo. Segundo as primeiras informações, a influenciadora teria forjado o sequestro dela e do marido, identificado como Lucas, em 2025.
Na época, ela concedeu entrevistas para emissora de TV, dizendo que havia sido levada por três homens, que exigiram dinheiro do resgate. Os criminosos teriam pedido R$ 100 mil e o valor pago pelo resgate seria de R$ 6 mil.
Em entrevista a emissora de TV, nesta terça, o advogado da influenciadora, Alexandre da Costa, classificou a operação como “aberração jurídica”. Segundo ele, trata-se de uma ação “midiática”. O defensor disse que, ao contrário das informações da polícia, ela não forjou no sequestro e foi levada, de fato, pelos criminosos.
“Ela não precisava de engajamento nem de likes. Também não tinha necessidade de ficar com os R$ 6 mil. Foi um sequestro feito por amadores e ela não tem envolvimento”, declarou.
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta segunda-feira (23) a Operação Maat que investiga uma organização criminosa suspeita de tráfico de drogas de lavagem de dinheiro.
Estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão domiciliar nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Pernambuco.
A investigação, que é um desdobramento da Operação Sol Nascente, revelou o funcionamento de uma vasta rede interestadual de negociação, transporte e distribuição de entorpecentes, em especial cocaína e haxixe. O aprofundamento ocorreu após a prisão do líder da organização, ocasião em que a extração de dados de celulares, encontrados escondidos em um ar-condicionado, revelou toda a contabilidade do tráfico e a logística do grupo.
Os investigados utilizavam contas de interpostas pessoas (“laranjas”), empresas de fachada e depósitos bancários fracionados para ocultar a origem ilícita dos recursos movimentados. Eles poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, lavagem de dinheiro e uso de documentos falsos.
Um homem foi executado, na tarde deste sábado (21), nas proximidades da Praia de Ponta de Campina, em Cabedelo. Ele caminhava coma filha adolescente quando foi atingido por vários disparos.
Câmeras de segurança registraram o momento em que o homem, um turista do Paraná, estava andando pela calçada, quando dois criminosos saem de um veículo, que estava estacionado, e atiram nas costas da vítima.
A filha não se feriu, mas ficou em estado de choque ao ver o pai sendo assassinado. Até o momento, ninguém foi preso. O caso será investigado pela delegacia de Homicídios em Cabedelo.
Um porteiro, de 26 anos, passou por momentos de tensão após ser preso por engano enquanto deixava o trabalho em um condomínio no bairro do Catolé, em Campina Grande.
O jovem Ramon Barbosa foi abordado por policiais militares no dia 9 de março, já no fim do expediente, quando se preparava para ir para casa, pois contra ele havia um mandado de prisão em aberto.
Mesmo sem entender o que estava acontecendo, Ramon foi conduzido à Central de Polícia de Campina Grande, onde passou a noite preso. O mandado de prisão estava relacionado a um processo de 2021 e indicava que ele estaria foragido desde 2022.
A situação causou surpresa entre colegas de trabalho e moradores do condomínio, que afirmam conhecer a conduta do jovem, descrito como trabalhador e sem histórico de envolvimento com crimes.
Defesa alega erro em documento
Ao apresentar o recuso à justiça paraibana, a defesa alegou que a prisão foi resultado de um grave erro de identificação que teria começado ainda na fase inicial do processo.
O responsável seria Carlos Eduardo, irmão de Ramon. Os dois não mantinham contato desde a infância, quando moravam na cidade de Borborema, no interior da Paraíba.
Quando ainda eram crianças, os irmãos foram separados. A mãe seguiu para João Pessoa com Carlos, enquanto Ramon permaneceu em Borborema, sendo criado pela avó e por um tio desde os seis anos de idade.
Anos depois, Carlos teria passado a se envolver com a criminalidade na capital paraibana. Em 2021, ele foi preso suspeito de participar de assaltos, incluindo o roubo de um carro e de uma motocicleta.
No momento da prisão, segundo a defesa, Carlos teria informado à polícia o nome completo do irmão, Ramon Barbosa. A informação fornecida não teria sido devidamente confirmada pelas autoridades à época, e os dados acabaram sendo aceitos no processo judicial.
Posteriormente, Carlos foi liberado, mas não teria cumprido as determinações impostas pela Justiça. Com isso, foi expedido um mandado de prisão em nome de Ramon. Foi justamente esse mandado que levou a Polícia Militar até o local de trabalho do porteiro em Campina Grande, resultando na prisão injusta.
Ao Cidade Alerta da TV Correio/Record, Ramon revelou que os policiais que cumpriam o mandado de prisão, chegaram a comentar entre si que, talvez estariam prendendo a pessoa errada.
“Foi uma sensação totalmente constrangedora e desrespeitosa com a minha pessoa, né?! Uma pessoa de uma índole que nunca chega a ter nenhum tipo de problema, nem com a justiça, nem com a polícia. Então eu me senti totalmente indignado com toda a situação.”, disse à reportagem da TV Correio.
Porteiro não estava em João Pessoa
Outro ponto que reforça o erro é que, na época dos crimes investigados, em 2021, Ramon sequer morava em João Pessoa. De acordo com a defesa, ele já vivia em Campina Grande e, inclusive, servia ao Exército. O jovem ingressou na instituição ainda aos 17 anos, quando se mudou para a cidade.
O caso agora segue sendo acompanhado pela defesa de Ramon, que busca a correção do erro judicial e a responsabilização pela prisão indevida.
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