A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, na tarde desta quarta-feira (28/07), no km 175 da BR 226, em Currais Novos/RN, duas mulheres que furtaram uma joalheria na cidade de Patos/PB.
A PRF da PB recebeu uma denúncia sobre o furto de uma joalheria ocorrido na manhã desta quarta-feira (28/07), em Patos/PB. As câmeras de segurança do local flagraram duas mulheres furtando joias diversas, enquanto as vendedoras estavam distraídas. Funcionários da loja conseguiram anotar a placa do veículo e passaram a informação para a PRF, que iniciou um trabalho de monitoramento das rodovias.
A PRF-RN recebeu um informe da PRF-PB de que o veículo provavelmente estaria indo em direção ao seridó potiguar e, de posse dessa informação, saiu em busca do veículo.
Os Policiais Rodoviários Federais do RN conseguiram realizar a abordagem no km 175, da BR 226, no município de Currais Novos/RN. A condutora do veículo, uma mulher de 37 anos, assumiu a autoria do furto e esvaziou os bolsos mostrando as joias furtadas. A passageira do veículo, mulher de 24 anos, por sua vez, disse que saiu com sua amiga para praticarem furtos na cidade de Patos/PB. Ambas já tiveram passagem pela polícia por furto a estabelecimentos comerciais diversos.
Junto a dupla foram recuperados 13 anéis dourados variados (anéis convencionais, anéis tipo chuveiro e anéis tipo aparadores, todos supostamente de ouro). As mulheres também transportavam no veículo outras mercadorias, como faqueiros, frascos de desodorantes e frascos de perfumes, sem comprovação de procedência, que também foram entregues na DP.
Diante dos fatos, as mulheres receberam voz de prisão e foram encaminhadas para a Polícia Civil de Currais Novos/RN.
A Polícia Militar localizou, nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (29), o grupo que seria responsável pelo assassinato de um cabo da PM de 44 anos, que aconteceu na noite dessa quarta (28), quando o militar estava de folga em um bar, às margens da BR 230, na cidade de Malta, no Sertão. Na operação para prender os acusados, o autor dos disparos que mataram a vítima chegou a atirar contra as equipes da PM e acabou morrendo no confronto. Duas armas foram apreendidas.
O suspeito que morreu tem 28 anos e respondia a três processos criminais. Além dele, foram localizadas duas mulheres e outros dois homens, que tiveram participação direta no crime, cujo motivo ainda será investigado.
A operação que deu resposta ao crime foi realizada na própria cidade de Malta e contou com o empenho de equipes de várias unidades operacionais do Sertão da Paraíba, que receberam informações e imagens que auxiliaram na identificação e localização de todos os envolvidos.
Os presos foram apresentados na Delegacia de Polícia, em Patos.
Um vídeo divulgado na manhã desta quinta-feira (29) pela Polícia Civil da Paraíba, mostra imagens de onde foi preso o suposto líder da milícia que teria sido a responsável pela morte da vereadora Marielle Franco, Almir Rogerio.
Foto: Aloisio Mauricio/Agência Fotoarena/Agência O Globo
Foram deferidos pelo Juízo da Vara de Entorpecentes de João Pessoa, após pronunciamento favorável do Representante do Ministério Público do Estado da Paraíba, 09 (nove) mandados de prisão preventiva e 10 (dez) mandados de busca e apreensão, além do boqueio de valores em cerca de 200 (duzentas) contas bancárias.
Os mandados judiciais estão sendo cumpridos em João Pessoa e apenas um mandado de prisão preventiva foi direcionado para investigado domiciliado em Alhandra.
A Polícia Federal está empregando na ação de hoje 70 (setenta) policiais, além de contar com o apoio de 20 (vinte) Policiais Militares.
Durante o trabalho investigativo foi percebido que mesmo presos, homens estavam conseguindo ter considerável atuação no ramo de tráfico de drogas, contando com apoio de terceiros fora do sistema prisional.
Foi possível verificar que uma gama de pessoas teve suas contas bancárias utilizadas para transitar valores relativos a atividades ilícitas, na maioria das vezes tráfico de drogas.
Como o dinheiro do crime transitou em contas de pessoas físicas e jurídicas, houve pedido de sequestro de valores de mais de 200 (duzentas) contas bancárias, não se sabendo no momento qual o valor total bloqueado na data de hoje.
CRIMES INVESTIGADOS
A depender da participação de cada uma das pessoas investigadas, elas poderão vir a responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e/ou organização criminosa.
NOME DA OPERAÇÃO
O nome da operação faz referência ao fato inusitado de uma autoridade paraibana se relacionar com uma das pessoas investigadas, sem que tivesse conhecimento de que tal pessoa tinha envolvimento amoroso e criminoso com o líder do grupo criminoso investigado.
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (29), uma operação contra suspeitos de tráfico de drogas, em João Pessoa. A operação em conjunto com a Polícia Militar cumpre ordens judiciais contra os acusados.
Um dos mandados de prisão está sendo cumprido no bairro do Esplanada, na capital paraibana.
Ainda não há informações sobre a quantidade de mandados e se há alguma prisão.
A Polícia Civil da Paraíba prendeu nesta quarta-feira, 28 de julho, um homem apontado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro como sendo um dos chefes de uma milícia daquele estado. A organização criminosa foi citada em uma reportagem da revista Veja, em 17 de julho deste ano, pela viúva do capitão Adriano Magalhães da Nóbrega (morto na Bahia e investigado por chefiar milícias no Rio), ao falar sobre quem teria matado a vereadora Marielle Franco (PSB/RJ).
A prisão foi realizada por policiais da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), no município de Queimadas/PB. O alvo estava na companhia de outro homem, que também foi preso. A ação contou com o apoio da 2ª Superintendência de Polícia Civil.
O nome do alvo é Almir Rogério Gomes da silva, ele já foi denunciado pelo Ministério Público do RJ, que pediu a condenação do investigado com base no assassinato de Eliezio Victor do Santos Lima, em outubro de 2018.
De acordo com o delegado Diego Beltrão, da Draco, as investigações descobriram que esse homem cometeu outro assassinado naquele estado, no dia 03 de junho deste ano, o que pode ter sido o motivo para ele fugir para a Paraíba.
“Parte dos milicianos ligados ao homem capturado em Queimadas hoje foi presa em operações policiais naquele estado. Mas ele, que é um dos chefes desse grupo, conseguiu escapar dessas investidas. Trata-se de um criminoso muito perigoso, com indícios fortes de que estava traficando drogas e planejando ataques a instituições financeiras no nosso estado”, disse o delegado.
Autoridades policiais do RJ já tomaram conhecimento da prisão desse homem na Paraíba e confirmaram a periculosidade do criminoso. “É um dos chefes de milícia mais procurados aqui no Rio de Janeiro”, declarou o delegado Henrique Damaceno.
Um homem foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira (28), no bairro do José Américo, em João Pessoa. De acordo com a Polícia Militar, a cena do crime, no apartamento, estava alterada e gerou suspeita entre os policiais. A Polícia Civil investiga o caso.
De acordo com o perito Ademir Lins, ao chegar no local, o corpo havia sido retirado de uma forca e colocado na cama. No entanto, não é possível concluir a causa da morte. O companheiro da vítima acionou o Samu e, depois da perícia, foi conduzido até a delegacia para prestar esclarecimentos.
O corpo já foi removido do local após o trabalho da perícia no apartamento e também das investigações iniciais da Polícia Civil. O caso segue sendo investigado.
Foi presa na manhã desta quarta-feira (28) em uma pousada no bairro das Malvinas, em Campina Grande, a presidiária Maria Isabelle, conhecida como Galega da Asa, principal suspeita de matar a facadas Mikelly Bruna dos Santos, após as duas se esbarrarem em um bar da zona rural de Cajazeiras, Sertão paraibano.
Presa, a suspeita confessou o crime, afirmou estar arrependida e disse não conhecer a vítima. “Eu fui para essa farra, no bar do cabeludo, e acabou que lá eu me encontrei com ela, esbarrei com ela e pedi desculpas. Ela voltou, eu já estava indo embora, e ela veio com uma pedra dar na minha cara”, disse.
O crime ocorreu no último domingo. Maria Isabelle cumpre pena em regime aberto por tráfico de drogas e utilizava uma tornozeleira eletrônica no momento em que golpeou Mikelly três vezes com uma faca.
Ela arrancou o equipamento e fugiu logo após o crime. A vítima ainda foi socorrida para o hospital, mas não resistiu. A prisão foi feita pela equipe da Delegacia de Homicídios de Campina.
“A Polícia Civil conseguiu a sua localização exata na cidade de Campina Grande, o que culminou na sua prisão”, disse o delegado seccional, Ilamilton Simplício.
Iverson de Souza Araújo, conhecido como DJ Ivis, foi indiciado pela Polícia Civil do Ceará por mais dois crimes, sendo aos todo por lesão corporal, injúria e ameaça; ele também vai responder por agressão à ex-mulher, Pamella Holanda, pelo qual já está preso há quase 15 dias no presídio Irmã Imelda Lima Pontes, na Região Metropolitana de Fortaleza. DJ Ivis, foi preso no dia 14 de julho.
Um novo inquérito policial, portanto, será aberto para investigar essas novas denúncias e eventualmente poderá ocorrer um outro pedido de prisão contra DJ Ivis, conforme chegou a afirmar o secretário da Segurança Pública, Sandro Caron.
DJ Ivis está detido em uma área de triagem no presídio, de acordo com a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) do Ceará. Ele está em uma situação especial de segurança para que seja garantida a integridade física, uma vez que o caso teve grande repercussão.
O caso das agressões praticadas por DJ Ivis veio à tona depois que Pamella Holanda publicou vídeos nas redes sociais onde aparece sendo agredida de diversas formas e em vários momentos diferentes pelo artista. As agressões aconteceram na frente da filha e de outras duas pessoas, a mãe dela e um funcionário do produtor musical. As imagens foram divulgadas por Pamella no dia 11 de julho.
Ivis exibia fotos íntimas da ex
A digital influencer Pamella Holanda revelou, em entrevista exclusiva ao Fantástico que o ex-marido exibia fotos íntimas dela ao amigo Charles, que o cantor considerava como “braço direito”.
Charles também presenciou Ivis agredir a ex-mulher e não reagiu. Em entrevista na semana passada, ele disse que “travou” e não conseguir protegê-la.
“A gente começou a discutir porque ele mostrou uma foto minha íntima para o Charles, para esse amigo dele. Eu pergunto o que é, volto pra cozinha e ele continua. Até a hora que eu vou e é a hora que ele me agride”, disse Pamella.
Em outro trecho da entrevista ela relata uma das agressões.
“Depois ainda ele me solta e eu ainda vou pra cima dele, mas ele se esquiva; depois, quando eu dou as costas, ele me dá um soco, me dá um chute, me deu um soco nas costas que eu caí no chão e fiquei sem conseguir respirar”, completa.
Agressões desde 2020
Segundo Pamella, as agressões começaram em 2020, quando o casal passou a morar junto.
“Quando comecei a morar com ele , ele já começou a me agredir. Começou verbalmente, palavrão, grosserias”, disse.
Ela contou ainda como foi agredida quando estava grávida.
A primeira agressão ocorreu quando ela estava grávida de Mel, filha do casal. “Eu estava grávida da Mel, de cinco para seis meses. Ele me segurou pelo pescoço e foi me arrastando do corredor até o sofá.”
Ela revelou que não havia denunciado antes as agressões por medo e vergonha.
“Eu tinha medo, eu tinha vergonha. Eu estava realizando um sonho, eu estava grávida. Eu sempre quis ser mãe. A gente entra num estado de negação, porque a gente não quer admitir pra gente mesmo, a gente quer procurar justificativa, a gente se culpa. É muito difícil”, explicou.
‘Vou continuar com medo um bom tempo’
Apesar de o ex-marido estar preso e ter uma medida protetiva que impede a sua aproximação, Pamella conta que ainda teme o cantor.
“Não sei do que ele é capaz. Ele pode entrar, pensar que a vida dele acabou, que não tem nada a perder e vai lá e faz alguma cosia comigo. Tenho muito medo, e vou continuar com medo um bom tempo. Fico pensando como vai ser minha vida quando eu voltar a viver porque esses dias não estou vivendo, estou existindo.”
Neste fim de semana, Pamella revelou que sofre ameaça de morte e recebe mensagens de ódio. Ela decidiu se afastar das redes sociais.
“Eu tenho sofrido ameaças de morte, eu já li inclusive de outras mulheres que eu mereço passar fome, eu e minha filha”, disse.
‘Assumo meu erro’
No sábado (17), o advogado de DJ Ivis divulgou um vídeo em que o cantor pediu desculpas, assumindo o que chamou de “erro”.
“Eu estou vendo sozinho, tentando ser forte, mas não existe mais força. Eu estou passando aqui pra dizer pra cada um de vocês, pra você que é mãe, pra você que é filha, pra você que é pai, pra você que é família, pra você, Pamella: eu errei, assumo meu erro”, afirma DJ Ivis em um trecho da gravação.
Desde que o caso foi revelado, DJ Ivis perdeu contrato com a gravadora Sony e com a produtora Vybbe, teve canceladas parcerias com músicos, e teve as músicas excluídas dos aplicativos mais populares.
Investigação e prisão
A Polícia Civil investiga as agressões cometidas pelo cantor em dois inquéritos policiais. Um deles foi aberto a partir de um BO feito por Pamella, na cidade de Eusébio, em 3 de julho. O outro foi fundamentado nos vídeos que mostram as agressões.
A prisão de Ivis não foi diretamente motivada pelos vídeos, mas eles foram importantes para o pedido de prisão do cantor, segundo o secretário da Segurança do Ceará, Sandro Caron.
Segundo a polícia, Ivis foi detido de forma preventiva por garantia da ordem pública e por apresentar risco de fuga.
O ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) ganhou os holofotes nesta terça-feira (27) após postar foto no Instagram ao lado do ex-presidente Luiz Inácio da Silva (PT) e da presidente nacional do PT, a deputada Gleisi Hoffmann (PR). O encontro ocorreu em São Paulo, para onde o socialista foi autorizado pela Justiça a viajar para a retomada de tratamento ministrado pelo oncologista Luiz Paulo Kowalski. Apesar da especialidade do médico, consultado pelo blog, o advogado Eduardo Cavalcanti negou que o ex-governador esteja tratando um câncer.
O socialista se movimenta para viabilizar uma disputa pelo cargo de senador, nas eleições do ano que vem. Ele é réu em processos decorrentes da operação Calvário, desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba. Ricardo chegou a ser preso no final de 2019. Ele foi solto dois dias depois, mas teve medidas cautelares diversas da prisão arbitradas pela Justiça. Entre elas, está o impedimento de deixar a comarca de João Pessoa sem autorização judicial.
De acordo com a defesa do ex-governador, para a viagem, foi indicado no pedido de liberação o especialista e o procedimento médico a que ele precisou ser submetido. O tratamento consistiu na remoção de implante, enxerto ósseo e remoção de prótese, de acordo com informações do advogado. Ele não deu detalhes e se resumiu a explicar que o tratamento foi iniciado há alguns anos e havia sido suspenso por causa das limitações impostas pela operação Calvário. A viagem foi autorizada pelo desembargador Ricardo Vital de Almeida, relator da matéria no Tribunal de Justiça da Paraíba.
Uma vez em São Paulo, o ex-governador aproveitou para se reunir com o ex-presidente Lula. O socialista faz planos para o retorno ao Partido dos Trabalhadores, sigla pela qual conquistou os primeiros mandatos eletivos. Uma eventual filiação dele encontra resistência de parte do PT, hoje mais próxima ao governador João Azevêdo (Cidadania). No ano passado, na disputa pela prefeitura de João Pessoa, Ricardo Coutinho bateu chapa com o deputado estadual Anísio Maia (PT). Ambos foram derrotados no pleito vencido por Cícero Lucena (PP).
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