Um dos alvos da operação da Polícia Federal é a empresa MA Engenharia Clínica e Hospitalar, que fica localizada na Avenida Liberdade, no bairro de São Bento, em Bayeux.
Dentre os serviços da empresa, estão a realização de manutenções preventivas e corretivas dos equipamentos médico-hospitalares, aluguel de equipamentos médico-hospitalares diversos, aluguel de leitos hospitalares e prestação de serviços de consultorias na área de saúde.
Além de Bayeux, cerca de 50 policiais federais e auditores da Controladoria Geral da União estão cumprindo 10 mandados de busca e apreensão nos municípios de Natal/RN, Mossoró /RN e João Pessoa/PB.
Investigações
A investigação, iniciada a partir do monitoramento dos gastos com o combate à Covid-19, aponta para irregularidades ocorridas na implantação de 50 leitos de UTI, contratados pelo Governo do Estado do Rio Grande do Norte, para o atendimento aos pacientes infectados pelo coronavírus na sua rede hospitalar.
De acordo com a CGU, o prejuízo causado aos cofres públicos pode chegar a R$ 4 milhões.
A Polícia Federal, em conjunto com a Controladoria Geral da União, deflagrou na manhã desta quarta-feira (25), a Operação Lectus, destinada a apurar fraudes em dispensas de licitações, peculato, corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro.
Cerca de 50 policiais federais, além de auditores da Controladoria Geral da União estão cumprindo 10 mandados de busca e apreensão nos municípios de Natal/RN, Mossoró /RN, João Pessoa/PB e Bayeux/PB, além de duas medidas cautelares de afastamento do cargo público, ordens expedidas pela 14ª Vara Federal – Seção Judiciária do Rio Grande do Norte.
A operação decorre de inquérito policial instaurado em setembro de 2020, com base em auditoria da CGU, que identificou direcionamento da contratação de empresa para fornecimento de leitos de UTI para o Hospital Cel. Pedro Germano, no Rio Grande do Norte, ausência de capacidade técnica e operacional da empresa contratada e indícios de desvios.
Com a investigação policial, que também contou com a participação da Receita Federal, restou demonstrada a existência de uma associação criminosa que direcionou duas contratações de leitos de UTI, no Hospital Cel. Pedro Germano e no Hospital João Machado, tendo por objetivo o desvio de recursos públicos federais destinados ao tratamento da Covid-19 que foram repassados ao estado do Rio Grande do Norte.
Com essa finalidade, seja direcionando os termos de referência das dispensas, seja pressionando indevidamente pelo pagamento em favor da contratada – a despeito do não cumprimento dos termos pactuados e da prestação de serviço deficiente que chegou a colocar em risco a vida de pacientes internados, parte do grupo atuou infiltrada na própria Secretaria de Saúde do Estado do Rio Grande do Norte, razão pela qual a Justiça Federal determinou o afastamento de duas pessoas de seus cargos na SESAP/RN.
Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, por fraudes nas duas dispensas de licitação, peculato, corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro e, se condenados, poderão cumprir penas superiores a 10 anos de reclusão.
Sobre o nome da operação, trata-se de referência ao objeto da investigação, leito (lectus em latim) de hospital.
A Polícia Federal cumpre quatro mandados de busca e apreensão na região metropolitana de João Pessoa, na manhã desta quarta-feira (25). A operação foi deflagrada contra corrupção e desvio de recursos públicos.
Um empresa de engenharia clínica e hospitalar, que fica em Bayeux, é um dos alvos da ação. Os mandatos de busca e apreensão também estão sendo cumpridos na capital paraibana e em Santa Rita.
A ação é coordenada pela Superintendência da PF do Rio Grande do Norte e conta com a participação de agentes do estado.
Equipes da Polícia Federal e da Controladoria Geral da União cumprem mandados de busca e apreensão na região de João Pessoa, na manhã desta quarta-feira (25). Três mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos, em operação deflagrada contra corrupção e desvio de recursos públicos.
A ação é coordenada pela Superintendência do Rio Grande do Norte, mas policiais paraibanos e auditores da CGU no Estado estão trabalhando nas buscas.
Um caso inusitado envolvendo o suposto desaparecimento de um pastor do Rio de Janeiro, mas que estava em Monteiro, no Cariri da Paraíba, foi elucidado na tarde desta terça-feira (24), durante o programa Cidade em Ação, da TV Arapuan. O paradeiro do pastor foi revelado ao vivo, após a produção da emissora entrar em contato com a Polícia Civil e descobrir que na verdade o homem desaparecido estava preso por crime de falsificação.
O início do caso se deu quando o irmão do pastor procurou a produção do programa e afirmou que o pastor desapareceu durante o translado entre Monteiro, no Cariri paraibano, até a Capital João Pessoa. Em contato com o delegado Pedro Ivo, da Polícia Civil, foi identificado que o homem “desaparecido” estava preso por crime de falsificação de documento, ao apresentar uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa durante uma abordagem policial.
“Buscamos informações sobre o nome e verificamos que o senhor Antônio foi autuado no dia último dia 19 por uso de documentos falsos, era uma CNH com número falso. Ele foi autuado, permaneceu em silêncio durante o depoimento e foi enquadro no art. 304, que prevê pena de um a cinco anos de reclusão”, afirmou o delegado Pedro Ivo. Confira o vídeo abaixo:
De acordo com o delegado, o pastor Antônio passou por audiência de custódia e foi encaminhado a um presídio da Capital. Ele agora deve passar por pericia de digital para dirimir quaisquer dúvidas sobre a verdadeira identidade e identificar outros possíveis crimes.
A Polícia Federal (PF) foi às ruas na manhã de hoje (24) para cumprir um mandado de prisão preventiva e dois de prisão temporária na Operação Script Kiddie. Os alvos são suspeitos de participação em um ataque hacker contra o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
São cumpridos também cinco mandados de busca e apreensão. As diligências foram deflagradas nas cidades de São Paulo e Araçatuba (SP). Todas as medidas foram autorizadas pela 10ª Vara Federal de Brasília, a pedido da PF.
Os envolvidos podem responder pelos crimes de invasão de dispositivo eletrônico e associação criminosa. Segundo a PF, foram apreendidos na casa de um dos investigados presos R$ 22 mil em espécie, além de uma arma de fogo ilegal e uma mídia eletrônica de interesse da investigação.
A operação é fruto de um inquérito instaurado a pedido do presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, após o portal do tribunal ter sido invadido, e a página inicial ter sido alterada, em 1º de junho. “Não foram identificados quaisquer elementos que possam ter prejudicado a segurança do sistema eleitoral”, afirmou a PF em nota.
Com o termo Script Kiddie, a PF faz referência a hackers menos experientes e habilidosos, que se utilizam de ferramentas e esquemas já utilizados por outros hackers para realizar ataques cibernéticos.
Um homem de 31 anos foi jogado de um carro em movimento durante uma perseguição policial no bairro das Indústrias, em João Pessoa. O caso aconteceu na manhã desta terça-feira (24) após uma guarnição da Polícia Militar dar ordem de parada aos três ocupantes do veículo, que era procurado por roubo, segundo apurou o ClickPB.
Em seguida, os suspeitos não obedeceram à ordem e empreenderam em fuga, atirando várias vezes contra a viatura da PM. Os policiais revidaram e, durante o confronto, um dos homens foi baleado e jogado pelos próprios comparsas do veículo para que pudessem continuar em movimento.
A dupla restante abandonou o veículo e fugiu em uma mata na Comunidade do Dilmão, no bairro Vieira Diniz, Zona Oeste da capital. O homem abandonado pelos criminosos foi identificado como Daniel Viana da Silva. Ele foi encaminhado ao Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, mas não resistiu aos ferimentos. Os outros envolvidos ainda não foram localizados.
Na sessão desta terça-feira (24), a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba deu provimento a um recurso do Ministério Público estadual para decretar a prisão preventiva de Oswaldo Resende Neto, José Alonso de Santana e Gilvan Morais de Oliveira, todos policiais do Estado de Sergipe. Eles são acusados da morte do empresário Geffeson de Moura Gomes durante operação na Paraíba, fato ocorrido no dia 16 de março de 2021.
O processo (Recurso em Sentido Estrito nº 0806675-20.2021.8.15.0000) começou a ser julgado na sessão do dia 17 de agosto, tendo na ocasião o relator, juiz convocado Carlos Antônio Sarmento, votado a favor do recurso. Na sequência, o Desembargador Arnóbio Alves Teodósio pediu vista dos autos. Já na sessão desta terça-feira, ele acompanhou o relator, sendo seguido pelo Desembargador Ricardo Vital de Almeida.
O Ministério Público interpôs recurso perante a Câmara Criminal contra decisão do Juízo da Vara Única de Santa Luzia que denegou o pedido de prisão preventiva de Osvaldo Resende Neto, José Alonso de Santana e Gilvan Morais de Oliveira, formulado com suporte na conveniência da instrução processual e garantia da ordem pública. Eles foram denunciados como incurso nas penas do artigo 121, § 2º, incisos I, III e IV e art. 347, caput, do Código Penal c/c art. 20, § 3º, artigo 29, caput, e artigo 73, caput, todos do Código Penal e Lei Federal nº 8.072/1990.
A denúncia foi recebida em todos os termos pelo juiz Rossini Amorim Bastos, da Vara Única de Santa Luzia.
A agência de publicidade Top Mídia, que está cuidando da campanha de um dos candidatos à prefeitura de Gado Bravo, na Paraíba, está sendo alvo de investigação da Polícia Federal. As ações acontecem na manhã desta terça-feira (24). A agência fica na cidade de Campina Grande.
Um dos mandados é na Prefeitura Municipal de Gado Bravo/PB, o outro na empresa de comunicação.
Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos. Além disso, a PF investiga o uso de dinheiro público para custear a campanha eleitoral na Paraíba.
Está empresa Junto Com SOS! São tudo uma só! Somente para roubar o povo Paraibano