Uma loja de relógios e semijoias, que fica no bairro de Mangabeira, em João Pessoa, foi arrombada na madrugada desta quarta-feira (18). Os suspeitos teriam usado o carro em marcha à ré para realizar o arrombamento.
Dezenas de relógios e semijoias foram levadas. De acordo com a polícia, o assalto aconteceu por volta das 3h e os suspeitos estavam em um carro branco, conforme relato de moradores.
O dono do estabelecimento ainda não fez um balanço do prejuízo total do roubo, mas grande parte do mostruário ficou vazio. Até o momento ninguém foi preso.
O Ministério da Justiça e Segurança Pública auxiliou a evitar dez ataques de criminosos contra escolas no país, incluindo uma escola da cidade de Santa Rita, na Paraíba. A suspeita de ataque foi frustrada pela Polícia Civil com apoio da inteligência do Ministério da Justiça e da agência americana Homeland Security Investigations – HSI.
A ação aconteceu no dia 1º de julho do ano passado, quando policiais cumpriram mandados de busca e apreensão na casa de um adolescente de 14 anos. De acordo com as investigações, ele poderia cometer um massacre na instituição.
Os dois últimos ataques evitados aconteceram no domingo (15), a duas escolas do Rio Grande do Norte.
O nome da escola que seria alvo do adolescente, na Paraíba, não foi relevado por se tratar de um assunto sigiloso para a justiça.
Uma ação da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) de João Pessoa, juntamente com a Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas (DRFVC), resultou na apreensão de mais de 40 quilos de drogas em umimóvel no bairro do Bessa, em João Pessoa. O delegado Bruno Victor Germano deu detalhes sobre o caso.
“Uma investigação já vinha sendo desenvolvida juntamente com a Delegacia de Roubos e Furtos de Veículos e Cargas. A gente conseguiu localizar a casa onde estaria armazenada toda essa droga e lá ficamos em diligências até abordar a proprietária quando ela estava chegando”, disse.
Durante a abordagem um homem foi surpreendido com substâncias entorpecentes eem seu poder, além de um revólver calibre 38 municiado. “Na abordagem, ele já estava portando esse revólver calibre 38, totalmente municiado e em seu poder foram encontrados vários entorpecentes, cocaína, pequenas proporções fracionadas de maconha”, completou o delegado.
Os agentes já sentiram um cheiro muito forte e característico do entorpecente ao se aproximarem da janela do quarto do suspeito. “O odor da droga já exalava pela janela do apartamento, já que era um térreo. Ele confirmou que realmente tinha mais drogas dentro do imóvel. No quarto estava armazenado cerca de 40 kg de maconha, dinheiro, balança de precisão, várias anotações do tráfico e alguns outros comprimidos tarja preta”, finalizou.
Os suspeitos foram conduzidos para a Central de Polícia de João Pessoa, juntamente com o material apreendido.
Mulheres levadas ao exterior para servir a um esquema de exploração sexual eram obrigadas a tatuar o sobrenome de pai e filho que foram indiciados pela suposta liderança no esquema, segundo informações da Polícia Federal no inquérito da chamada “Operação Sedução”, concluído hoje.
A investigação foi aberta depois que uma jovem de 18 anos, natural do Rio Grande do Sul e vítima do tráfico internacional de pessoas, buscou refúgio na Embaixada do Brasil em Minsk, capital da Bielorússia. Na mesma época, em setembro de 2020, a PF começou a operação.
No inquérito policial, há relatos de que as vítimas eram obrigadas a tatuar o sobrenome dos homens nas costas, para ajudar a promover a “marca” deles em sites pornográficos, além de impedir que as mulheres conseguissem deixá-los.
A Polícia Federal destaca, em nota publicada hoje, que essa prática é comum entre produtores internacionais deste tipo de conteúdo. A mulher que conseguiu se refugiar na embaixada afirmou que vinha sofrendo abusos psicológicos e sexuais do investigado, além de ser obrigada a participar de vídeos pornográficos, transmitidos ao vivo pela internet.
Após diligências e representação judicial sobre o caso, os agentes cumpriram um mandado de busca e apreensão em Porto Alegre, em que foram apreendidos equipamentos eletrônicos, notebooks, mídias, anabolizantes e petrechos para práticas e abusos sexuais.
O “principal investigado”, que não é identificado, foi preso em Minsk após sua inclusão na lista de procurados da Interpol. Ele foi extraditado em fevereiro de 2021 e desde então está preso preventivamente na capital gaúcha. Ao final dos trabalhos, pai e filho foram indiciados pelos crimes de tráfico de pessoas, cárcere privado, estupro, tortura, lesão corporal e redução a condição análoga à de escravo.
A Polícia Militar prendeu dois jovens que podem ter envolvimento com os crimes registrados nos últimos dias, no Mercado Central de João Pessoa. A dupla foi interceptada em uma moto, na noite dessa segunda-feira (16), na ladeira que dá acesso à comunidade Saturnino de Brito, no Distrito Mecânico. Os presos têm 19 e 18 anos e estavam armados com um revólver.
Conforme o comandante do 1º Batalhão, tenente-coronel Lucas, a dupla foi interceptada minutos depois de um homicídio que aconteceu no Mercado Central, na noite dessa segunda-feira. “A prisão foi realizada pelas equipes do BEPMotos (Batalhão Especializado em Policiamento com Motocicletas) e os informes levantados pela inteligência apontam que eles podem ter sim ligação com os casos, o que será investigado por parte da polícia civil”, destacou.
Os presos foram apresentados na Central de Polícia, no Geisel.
A Polícia Militar prendeu, na manhã desta terça-feira (17), um rapaz que estaria traficando drogas no estacionamento do Mercado Central, em João Pessoa. Com ele, foram apreendidas maconha, cocaína e dinheiro que teria sido obtido com a venda de drogas. O preso tem 18 anos e em sua ficha criminal já tem passagem pela polícia por tráfico.
A prisão é resultado do reforço implementado pelo comando do 1º Batalhão no Mercado Central, tanto na parte externa, como na parte interna. Entre os objetivos das ações, está o combate ao tráfico de drogas, que teria motivado os últimos crimes registrados no local.
Para garantir a segurança dos comerciantes e do público que escolhe o Mercado Central da Capital, a PM estará intensificando as rondas e no local terá o reforço na Unidade de Polícia Ostensiva (UPO).
Em entrevista a Band News FM Manaíra, o delegado Pedro Ivo, acredita que a atriz e youtuber Antônia Fontenelle deve ser indiciada no inquérito que investiga um suposto crime de racismo, após falas preconceituosas contra os nordestinos.
O procedimento foi aberto depois que ela, ao se posicionar sobre as agressões do DJ Ivis, contra a ex-mulher Pamella Holanda, chamou o músico de “paraíba”, e ao ser criticada por causa disso, disse ser uma “expressão” para quando alguém faz “paraibada”.
Na entrevista, o delegado explicou que, durante o depoimento, Fontenelle vai ser questionada sobre a utilização dos termos pejorativos.
Antônia Fontenelle pode responder por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia ou religião. Se condenada, ela pode pegar de 1 a 4 anos de prisão.
Por ser, da direita ou por ser Nodestina.???Kkkkkk delegado existe coisa maior na. PARAIBA PB. Basta anda. É ver que não 🙈 é política e sim,ações para corrigir crimes de verdade. Kkkk
A youtuber Antônia Fontenelle foi intimada a prestar depoimento à Polícia Civil do Rio de Janeiro em um inquérito que apura o suposto crime de preconceito de raça ou de cor. Ela vai ser ouvida nesta sexta-feira (20).
O procedimento foi aberto pela Polícia Civil da Paraíba depois que ela, ao se posicionar sobre as agressões de Iverson de Souza Araújo, conhecido como DJ Ivis, contra a ex-mulher Pamella Holanda, chamou o músico de “paraíba”, e ao ser criticada por causa disso, disse ser uma “expressão” para quando alguém faz “paraibada”.
Mas uma piada de mau gosto e dehumor fácil. Basta olhar que. SP tem 65% de pessoas com DNA hereditários do Nordeste. Basta pegar os avós de Alguns grandes empresários ou políticos que tem feito a história de SP. Sou do Nordeste e adoro a Paraiba. Esse contexto que ela falou foi uma semântica ao machista que existe a tempo em todo Nordeste, e na Paraiba que é terra de mulher macho sim senhor tem frase de cultura fácil na composição de letras de músicas que explica o sentido da paraibada. É quando o homem machista bate em mulher que tem fragilidade na sua formação feminina fisiica. Nem um ser vivo. Pentence a outra pessoa. Por isso é pura corvadia quem machuca outro ser, e principalmente se for mulher o ser que recebe os mau tratos. Aí a corvadia em dobro.
Na operação denominada ‘Menoridade’, pela Polícia Federal, deflagrada nesta terça-feira (17), foi preso em Goiânia, no estado de Goiás, José Ricardo de Souza Silva, conhecido por Seu Chico ou Nogueira.
De acordo com a PF, José Ricardo é um conhecido assaltante de bancos e estava foragido da Justiça paraibana desde 2020. Além disso, ele é suspeito de ter assumido o comando da organização criminosa liderada por “De Menor” após sua prisão.
Ainda segundo a Polícia Federal, desde a prisão de “De Menor”, José Ricardo assumiu sua posição nos negócios ilícitos do bando na região Centro-Oeste.
A Polícia Federal da Paraíba cumpriu nesta terça-feira (17) 19 mandados de busca e apreensão, três mandados de prisão preventiva e 12 mandados de prisão temporária em Campina Grande, São Bento, Jaboatão dos Guararapes (PE), Caruaru (PE), Canhotinho (PE), Goiânia (GO) e no Presídio Federal em Catanduvas (PR), através da Operação Menoridade que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa relacionada a um dos presos que fugiram do Presídio PB1 em 2019.
A operação se relaciona com a prisão de Antônio Arcênio de Andrade Neto, conhecido como “De Menor”, que ocorreu no dia 27 de junho deste ano, em São Paulo.
Antônio Neto estava foragido desde setembro de 2019, quando houve a fuga de 92 detentos do Presídio PB1, em João Pessoa. Ele é acusado de diversos crimes graves, incluindo roubo a carro forte na BR-230, na área do município de Cruz do Espírito Santo, no dia 6 de agosto de 2018, onde também participou e foi preso Romário Gomes Silveira, outro fugitivo do PB1.
Durante as investigações para a localização de Antônio Neto, os policiais verificaram que ele estava vivendo na região de Campinas (SP), utilizando nome falso, em uma casa em condomínio de luxo onde foi preso. Como decorrência dessas investigações os policiais identificaram diversos comparsas dele atuando na venda de drogas na região Nordeste, sendo o principal ponto a cidade de Campina Grande.
Além das medidas de busca e apreensão e prisões, os investigadores também deram cumprimento ao bloqueio judicial de diversas contas bancárias usadas pelos membros da quadrilha para movimentar os valores do tráfico.
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