A Polícia Federal e a Controladoria Geral da União (CGU) deflagraram uma operação para cumprimento de mandados na manhã desta quinta-feira (18) em João Pessoa e outras cidades da Paraíba.
Na Capital, a ação se concentra nos bairros de Manaíra e Água Fria.
Um empresário de 40 anos foi preso em flagrante, nesta terça-feira (17), em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, suspeito de falsificar e vender bebida alcoólica com etanol. Segundo a polícia, o prejuízo do esquema chegaria a R$ 2,4 milhões.
A investigação começou depois da Polícia Civil ser acionada pelo Instituto Mineiro de Agropecuário (IMA), que recebeu denúncias anônimas de adulteração de bebidas. O suspeito fabricava e distribuía a falsa cachaça em dois galpões, localizados em Contagem. Em um destes locais, foram apreendidos cerca de 60 mil litros de etanol, além de garrafas, computadores, documentos e veículos.
“Esses 60 mil litros de álcool iriam render cerca de 120 mil litros de cachaça falsa, altamente prejudicial ao consumo”, disse o delegado Júlio Wilke. Ainda segundo o delegado, algumas notas fiscais apreendidas pela polícia identificaram que o álcool vendido era combustível para veículos.
Segundo as investigações, o etanol transformado no processo de falsificação da bebida pode virar metanol, “substância que mata mais que o etilenoglicol“, segundo Lucas Guimarães, fiscal do IMA.
O juiz Carlos Antônio Sarmento, da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba, negou na tarde desta quarta-feira (17) um novo pedido de revogação de prisão preventiva feito pela defesa de Ruan Ferreira de Oliveira. O empresário é suspeito de matar o motoboy Kelton Marques, atingido por um carro em alta velocidade no dia 11 de setembro no Retão de Manaíra, em João Pessoa.
“É de se registrar que apesar do réu ter contra si expedido mandado de prisão e todas as diligências para localização do réu pela Polícia Civil e Militar não lograram êxito, a defesa insiste que existe uma confusão do juízo em evasão com local incerto e não sabido”, destaca a decisão.
A defesa de Ruan Ferreira manteve o discurso de que a prisão contra o empresário não deveria ter sido decretada e reafirmou que o cliente não tem conduta perigosa.
“Não é merecer acolhimento a ideia de que Ruan é um agente de alta periculosidade, muito menos restou comprovado em nenhuma esfera que possui personalidade criminosa, pelo contrário, sua conduta social é ilibada e o paciente é réu primário, nunca tendo respondido a nenhum processo criminal”, disse.
A polícia paraibana cumpriu todos os 18 mandados de busca e apreensão dentro da Operação Pague Rápido, realizada na manhã desta quarta-feira (17), e que investiga um suposto esquema de fraude utilizando um empreendimento voltado ao pagamento de contas e saques em cartões.
De acordo com o delegado Allan Murilo Terruel, da Delegacia Especializada Contra o Crime Organizado (Decor), o empresário acusado é sócio de uma empresa paraibana e utilizava uma plataforma de outra empresa sediada em São Paulo para fazer a administração fraudulenta dos recursos. Ao todo, seriam 19 empresas com atuação no Estado envolvidas e todas já interromperam as atividades.
A polícia afirma que os prejuízos somam R$ 5 milhões, desviados por meio da falsificação de comprovantes de depósitos. O esquema foi descoberto por meio de uma auditoria realizada pela plataforma de São Paulo que identificou as transações.
“Ele girava tantos recursos e a empresa, para facilitar, disponibilizava os crédito, como se fosse pré-pago”, disse o delegado, sem dizer o nome do investigado. Allan Murilo Terruel afirmou ainda que o empresário teria passado a comprar bens e colocar em nome de terceiros para não ser descoberto. “Nas investigações identificamos 18 imóveis e, na ação de hoje, mais cinco imóveis”, completou.
Durante a operação de busca e apreensão, a polícia tenta identificar as pessoas cujos imóveis estão registrados para que seja possível realizar o sequestro dos bens. Todos estariam localizados na região metropolitana de João Pessoa.
Ainda segundo a polícia, não há informação de que os boletos pagos pelos consumidores não tenham sido processados após o pagamento, contudo, o empresário, e mesmo o outro sócio, poderão ser presos se realizarem ameaças de testemunhas que confirmaram a atuação.
mais aqui e Brasil sem lei só tem pra o podre que hoje está passando fome o trabalho e os deputado sou o no luxu o alto de salário deles e com ele mesmo o salário do trabalhador pra te uma miséria de almento e voltado por eles mais isso é braaasil só quem pode muda e o povo n coooloca nem um desses da o troco nas urnas ou n sai de casa
Um falso mototaxista foi detido após tentar furtar mercadorias de supermercado pela segunda vez em menos de 24 horas.
Caso ocorreu no Supermercado Bianca no bairro do Cruzeiro em Campina Grande.
O mesmo acusado já foi flagrado furtando produtos.
Na tarde deste domingo, ele havia furtado shampoo, desodorantes e artigos de higiene e na última segunda, ele foi detido quando tentava praticar o crime novamente.
Acusado foi levado para Delegacia de Polícia Civil.
Um ex-militar de 51 anos foi denunciado por importunação sexual e encaminhado à Central de Polícia de João Pessoa depois da queixa feita pelo porteiro do prédio onde está hospedado na casa de amigos no Altiplano Cabo Branco.
A delegada Lídia Veloso que acompanha o caso, contou que o porteiro estava na guarita quando o morador chamou-o para fazer sexo oral. Diante da recusa do trabalhador, o homem teria se masturbado em frente à vítima e insistiu no “convite”, sugerindo ainda a “garagem 2” como local para o ato.
O porteiro pediu que um outro morador descesse à guarita e ele também presenciou a abordagem. Câmeras de segurança filmaram quando o importunador se masturbava em frente ao porteiro e os vídeos foram levados à delegacia.
“O vídeo é claro. Ele vai ser enquadrado por importunação sexual que tem pena de 1 a 5 anos”, explicou a delegada.
O acusado é brasileiro, mas mora no Canadá, onde é casado com outro homem e teria vindo para João Pessoa participar de um encontro com colegas que serviram à Marinha. Ele passará por audiência de custódia ainda na manhã desta quarta-feira (17).
A Polícia Civil da Paraíba cumpre, na manhã desta quarta-feira (17), 18 mandados judiciais referentes à Operação Pague Rápido, que investiga o proprietário de uma rede de estabelecimentos voltados para pagamento de contas.
O alvo da operação estaria envolvido em golpes que movimentam mais de R$ 5 milhões.
Ainda na manhã desta quarta, o delegado Allan Murilo Terruel, responsável pelas investigações, dará mais detalhes do caso, na Central de Polícia Civil em João Pessoa.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) registrou uma diminuição de 25% no número de acidentes durante a Operação Proclamação da República, que começou às 0h da sexta-feira (12) e encerrou às 23h59 da segunda (15). Ao todo foram registrados 15 acidentes, número abaixo dos 20 registrados em 2019, pois não houve operação em 2020 devido ao feriado ter sido no domingo e em decorrência da Covid-19.
Além disso, houve uma queda de 66,6% no número de mortes, já que este ano houve um óbito e em 2019 foram três óbitos nas rodovias federais. Em relação ao número de feridos, o percentual reduziu em 5%, na totalidade foram 18 pessoas feridas em 2021.
Indicadores da PRF apontam que entre os dias 12 e 15 de novembro, foram fiscalizados um total de 1.663 pessoas, feitos 556 testes de etilômetro, sendo 18 motoristas flagrados sob efeito de álcool e emitidos 922 Autos de Infração, sendo a maioria deles por falta do uso dos dispositivos de segurança como o capacete e cinto de segurança.
Na noite desta segunda-feira (15), uma mulher ficou ferida após ser atropelada durante uma perseguição policial, na cidade de Belém de Caiçara, na Paraíba. A Polícia Militar informou que deu ordem de parada a um veículo que estava com três ocupantes.
O condutor do carro não obedeceu e acelerou o veículo. Os policiais então iniciaram uma perseguição.
Ainda segundo a polícia, o veículo perseguido entrou em uma rua estreita e acabaram atropelando a mulher. Eles abandonaram o carro e fugiram a pé.
A mulher de 36 anos ficou ferida e foi levada inicialmente para o Hospital Regional de Guarabira, porém devido aos ferimentos, ela foi transferida para o Hospital de Trauma de João Pessoa. A vítima passou por cirurgia na perna esquerda e seu estado é estável.
A Paraíba foi beneficiada pela mudança na divisão, entre os estados, dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP). Duas portarias do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) redefinem os critérios e reduzem as estimativas de receita em algumas unidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Minas Gerais, mas ampliaram a estimativa de receita no Estado, bem como no DF, Roraima, Piauí e Rio Grande do Norte.
Os estados assinaram a adesão aos novos critérios do FNSP em outubro. De acordo com a mudança, a partir de agora serão destinados 30% dos recursos para a valorização dos profissionais de segurança pública e 70% para o fortalecimento das instituições. Esse valor maior vai servir para reforçar e garantir que a destinação seja ainda mais equilibrada e abrangente, em virtude de expandir para outros órgãos, como os Corpos de Bombeiros Militares.
Comente aqui