Polícia

BARBARIDADE: Policial militar é executado a tiros e esposa é estuprada em Sumé

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Um policial militar foi assassinado a tiros na noite desta quinta-feira (18) na cidade de Sumé, na região do Cariri paraibano. De acordo com a polícia, o crime aconteceu por volta das 18h30 no Sítio Poço da Pedra.  A vítima foi identificada como sargento Célio Alves da Silva.

Além de matar o PM, os suspeitos estupraram a esposa do militar.

Segundo relato da mulher à polícia, os suspeitos teriam chegado à casa pelos fundos. Os dois estavam homens armados, encapuzados e fugiram levando algumas armas.

A esposa do policial contou que foi colocada em uma caminhonete e a dupla seguiu por uma estrada vicinal, próximo ao campo de pouso da cidade.

Ela também informou que foi estuprada pelos bandidos.

O sargento Célio era lotado no 11º Batalhão de Polícia Militar na cidade de Monteiro.

A autoria e a motivação do crime seguem desconhecidas.

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Polícia

PAGOU COM A VIDA: Acusado de estuprar sobrinha de 6 anos é morto a tiros em João Pessoa

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O homem suspeito de estuprar a sobrinha de 6 anos foi morto a tiros na casa onde morava, em João Pessoa. Segundo a Polícia Militar, dois homens armados chegaram no local e atiraram contra ele.

Ainda conforme a polícia, o homem morto tinha marcas de tiros na cabeça e nas costas. Ele era usuário de drogas e também tinha desavenças com moradores da região em que morava.

Dois homens suspeitos do crime foram presos em uma praça. A dupla foi reconhecida por testemunhas.

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Polícia

Marcelo Falcão tem prisão revogada em processo de pensão

Foto: Divulgação

O cantor Marcelo Falcão teve a prisão domiciliar revogada no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, no processo de pagamento de pensão à filha Agatha Cristal Silveira.

Segundo a defesa, foi concedida a liminar do habeas corpus. A ação foi movimentada no último dia 17 em segunda instância na 7ª Câmara Cível, conforme indicam os dados públicos no TJRJ.

“É uma ação de reconhecimento de paternidade e anulação de registro civil e alimentos. O processo se estende há tempos em fase de alimentos provisórios até hoje, mas não por culpa do Marcelo. Ele se apresentou voluntariamente na ação de reconhecimento de paternidade. O Marcelo é cumpridor das decisões judiciais”, disse o advogado.

No mandado expedido anteriormente, Marcelo Falcão teria de ficar 60 dias em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, e só poderia sair de casa para atendimentos médicos. Atualmente o cantor está fazendo shows nos Estados Unidos.

A ação, que ultrapassa a quantia de R$ 80 mil, na 18ª Vara da Família, foi proposta pela filha do cantor de 22 anos pelo não pagamento de pensão alimentícia.

Marcelo Falcão alega na ação que não tem condições de pagar a dívida, citando ainda que o valor estipulado apresenta “flagrante excesso do quanto estabelecido”. Ele também citou o declínio da carreira com o fim do O Rappa e a pandemia de coronavírus, que restringiu shows.

Em 2016, Falcão descobriu que era pai de Agatha, então com 17 anos. Ele havia feito o exame de DNA em janeiro daquele ano. Na época, a jovem morava no Morro do Vidigal, na Zona Sul do Rio, com a mãe e os irmãos. Após o caso do mandado de prisão sair na imprensa, ele disse que a filha quer destruir a carreira do pai e chamou o imbróglio de “mimimi e fofoquinha”.

Splash UOL

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Polícia

OPERAÇÃO BLEEDER: Investigação detalha como servidor do MDR atuava no esquema criminoso

Foto: MDR

O ex-Assessor Técnico do Ministério do Desenvolvimento Regional Celso Mamede de Lima é o servidor alvo da Operação Bleeder, deflagrada nesta quinta-feira (18) pela Polícia Federal, Controladoria-Geral da União e Ministério Público Federal.

Mamede foi afastado do Coordenação-Geral de Obras e Aquisições do Departamento de Estruturação Regional e Urbana da Secretaria Nacional de Mobilidade e Desenvolvimento Regional e Urbano do MDR por determinação do juiz federal Thiago Batista Ataíde.

Os investigadores apontam Celso Mamede de Lima como braço burocrático da organização criminosa em Brasília. Os indícios mostram que o servidor auxiliou o grupo através de obras e aprovação de projetos.

Celso tem como função no Ministério do Desenvolvimento Regional vistoriar, fiscalizar e aprovar os projetos elaborados no âmbito dos convênios realizados entre Governo Federal e os municípios paraibanos.

O servidor realizou cinco viagens a serviço para a Paraíba, sendo a última entre 06/12/2020 e 17/12/2020. Na ocasião, o técnico visitou Parari, São José dos Cordeiros, São Bento, Brejo do Cruz e São José de Caiana, cidades onde eram executadas obras autorizadas pelos investigados.

Ele também fez viagem ao estado entre 08/03/2020 a 14/03/2020, quando esteve em Riachão do Bacamarte, Gado Bravo, Brejo do Cruz, São Bento e São José de Caiana. Nessa viagem, Mamede foi acompanhada pela Polícia Federal. À época, houve uma vistoria no açude de Gado Bravo, por 20 minutos.

“Um fato que nos chamou a atenção, foi que Celso tinha um veículo a sua disposição, com motorista, mas na saída do aeroporto embarcou no veículo de João Feitosa, como mostra as imagens, e, tudo indica, que do dia 12/03/2020 para 13/03/2020, esteve hospedado na Fazenda de João Feitosa, localizada na zona rural da cidade de Ibiara-PB”, destaca o MPF.

Uma interceptação telefônica mostra o diálogo entre Celso Mamede e uma pessoa identificada como Endrigo. Celso responde que “deu certo”, ao ser questionado ao cumprimento de acertos previamente realizados entre outros investigados.

Celso: E aí engomadinho, deu certo aí?

Endrigo: Deu certo.

Celso: Deu?

Endrigo: Deu certo.

Celso: Então tá bom.

Endrigo: Tá bom?

Celso: E aí, como é que estão as coisas?

E-mails, obtidos com autorização judicial, demonstram a autoridade de João Feitosa sobre Celso, orientando como ele deveria fazer o trabalho de fiscalização, tratando-o como se fosse funcionário seu.

Apesar da atuação no esquema, o Ministério Público Federal não viu necessidade de prisão preventiva, já que, segundo o órgão, “não há provas de que esteja concorrendo em práticas ilícitas na atualidade”.

Com informações de Wallison Bezerra

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Polícia

VÍDEO: Mulheres são flagradas roubando clientes em supermercado

A Polícia Civil da Paraíba, investiga O crime de furto qualificado praticado por três mulheres no interior de um supermercado, na capital.

Nas imagens de câmeras de segurança do estabelecimento, elas escolhem outras mulheres como vítimas para, de forma discreta, roubar pertences contidos dentro de suas bolsas.

A Polícia Civil já realizou vários levantamentos pede a colaboração da população para contribuir com as investigações, repassando informações que levem ao paradeiro das investigadas.

As informações podem ser enviadas pelo Disque-Denúncia 197. A ligação é gratuita, e o sigilo é absoluto.

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Polícia

OPERAÇÃO VETUS II: Polícia Civil prende 13 pessoas suspeitas de violentar idosos na Paraíba

Foto: Polícia Civil

A Polícia Civil da Paraíba prendeu 13 pessoas, sendo 9 em flagrante, durante a Operação Vetus II, que investiga violências contra idosos denunciadas no disque 100. De acordo com informações da Polícia Civil, também foram emitidas 27 medidas protetivas.

A operação foi iniciada em 15 de outubro e realizou o dia ‘D’ nesta quinta-feira (18). Foram apuradas 552 denúncias, 548 vítimas foram atendidas (em suas residências ou em Delegacias de Polícia Civil), instaurados 52 inquéritos policiais, feitos 27 Termos Circunstanciados de Ocorrência, além das medidas protetivas e prisões.

Durante a ação em 98 municípios paraibanos, foram constatados casos de violência patrimonial, física, psicológica, sexual e institucional contra idosos. De acordo com a delegada do idoso de João Pessoa, Vera Lúcia, o crime mais comum foi o de violência patrimonial.

“A maioria dos casos acontece com os filhos e netos que usam o dinheiro do idoso para o lazer e deixa o idoso abandonado”, contou a delegada.

Um dos idosos visitados pela Polícia Civil foi resgatado e levado para uma instituição de cuidados. A operação mobilizou 24 Delegacias Seccionais de Polícia Civil e um total de 100 policiais.

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Polícia

OPERAÇÃO BLEEDER: PF não descarta participação de gestores no desvio de dinheiro

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A força-tarefa que atuou na Operação ‘Bleeder’ não descarta o envolvimento de gestores públicos no esquema apontado como responsável por desviar recursos públicos federais repassados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) a municípios paraibanos para a construção de açudes e barragens.

“Essa parte ainda está sendo aprofundada. No primeiro momento, percebemos que pessoas responsáveis pela empresa é quem estavam operacionalizando a situação. Não está descartada que no futuro haja uma responsabilização de um servidor público”, explicou o delegado Fábio Maia, da Polícia Federal.

Fábio detalhou que houve pedido de prisão preventiva dos investigados, mas a Justiça não acatou a solicitação. O delegado explicou que os envolvidos já articulavam cometer crimes em obras futuras.

MaisPB

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Polícia

OPERAÇÃO BLEEDER: Confira a lista obras hídricas investigadas na Paraíba

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O suposto esquema criminoso investigado na Operação Bleeder, deflagrada na manhã desta quinta-feira (18), apura fraude na execução em 53 obras para construção de barragens em 11 municípios paraibanos. Além dessas, outras seis estariam em elaboração de relatório, segundo fiscalização da Controladoria Geral da União (CGU), e seriam objeto da fraude que envolveria indícios de sobrepreço no volume de R$ 13,3 milhões, dentro desse montante um valor já pago, considerado o superfaturamento, de R$ 8,2 milhões.

O esquema era operacionalizado pelo engenheiro aposentado da Suplan, João Feitosa, apontando pela CGU como projetista, fiscal ou executor dessas obras, no período entre 2013 a 2019. Ele faleceu em abril deste ano, vítima da Covid-19, ficando em seu lugar o filho, segundo o MPF, José Feitosa Filho, e Maxwell Brian, que passaram a disputar espaço com outros três sócios: Ednaldo Medeiros, vulgo “Naldinho”; José Medeiros, vulgo “Caetano”; e Madson Lustosa.

Além das obras em execução, antes de morrer, João Feitosa também estava atuando como responsável técnico de obras em Aguiar, Ingá, Pedra Branca, Riachão do Bacamarte e Gado Bravo. Elas estavam em fase de elaboração de relatório e foram motivo de disputa entre os envolvidos no esquema. O montante relacionados nesses projetos chegam a R$ 25,1 milhões. (Lista de obras operadas por João Feitosa).

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Conversa Política/Jornal da Paraíba

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FINGIR DE MORTA: Travesti é agredida a pauladas em João Pessoa

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Uma travesti de 22 anos foi agredida com chutes, pauladas e pedradas, na noite desta quarta-feira (17), no bairro do Geisel, em João Pessoa.

Segundo informações da Polícia Militar, a vítima, identificada como Dafine, relatou que foi abordada por dois suspeitos que estavam em uma moto e iniciaram as agressões.

A jovem contou que precisou se fingir de morta para não ser assassinada pelos agressores.

A vítima foi socorrida por uma viatura da Polícia Militar para o Hospital de Emergência e Trauma, Senador Humberto Lucena. Ela permanece internada com estado de saúde estável.

Os agressores fugiram e ainda não foram localizados.

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OPERAÇÃO BLEEDER: acusado de chefiar esquema morreu de Covid-19; filho assumiu fraudes

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Um dos alvos da Operação Bleeder, desencadeada nesta quinta-feira (18) pela Polícia Federal, Ministério Público Federal e Controladoria-Geral da União, é um jovem que se apresenta como especialista em Segurança de Barragens.

O curioso, porém, é que o engenheiro herdou do pai a prática que levou os órgãos de controle a deflagrar as investigações.

O genitor, que era servidor público, passou a atuar nos últimos anos como projetista, fiscal ou executor de pelo menos 59 obras de combate à seca.

Uma colaboração premiada aponta que o acusado era “chefe da aparente organização criminosa”. O profissional era responsável pela elaboração do projeto que seria submetido ao Governo Federal, depois contratado pelas prefeituras com fiscal da obra e executor dos serviços, usando empresas de fachada.

Acontece que o “líder” morreu no mês de abril passado em decorrência das sequelas do novo coronavírus. O esquema, no entanto, continuou com novos atores, dentre eles o filho do engenheiro morto pela Covid-19.

A força-tarefa aponta que o jovem atua auxiliando na elaboração dos projetos de açudes e coordenando os empregados e empresas pertencentes ao esquema criminoso, além de concorrer em processos licitatórios.

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