Polícia

Foragido, ex-marido de influenciadora paraibana Ruivinha é preso em Maceió

Foi preso na manhã desta sexta-feira (19) o ex-marido da influenciadora digital conhecida como Ruivão. Ele era considerado foragido desde o dia 2 de setembro, quando teria tentado matar a influenciadora, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa.

Na ocasião, o homem teria emparelhado o carro de Ruivão e disparado várias vezes contra o veículo. A influenciadora foi atingida de raspão na mão e não sofreu ferimentos graves.

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito foi localizado em um condomínio de luxo à beira-mar, na cidade de Maceió, Alagoas. O suspeito será transferido para a Paraíba, onde deve responder pelo crime de tentativa de homicídio.

A prisão foi resultado de uma ação conjunta da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher da Zona Sul de João Pessoa e da Polícia Civil de Alagoas, em cumprimento a mandado expedido pela 2ª Vara do Tribunal do Júri da Capital.

T5

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Polícia

Servidores são presos por desviar combustíveis do transporte escolar em Sapé

 

A Polícia Civil da Paraíba desarticulou, nessa quinta-feira (18), um grupo criminoso especializado no desvio de combustível. Ao todo, cinco indivíduos foram presos em flagrante.

De acordo com as investigações, o grupo vinha atuando há meses, subtraindo diesel destinado aos ônibus responsáveis pelo transporte escolar do município de Sapé. O esquema já vinha sendo monitorado pela Polícia Civil. Os suspeitos se reuniam em pontos específicos para retirar o combustível dos veículos e revendê-lo de forma ilegal, causando prejuízos significativos aos cofres públicos e colocando em risco a continuidade do serviço essencial de transporte de estudantes.

Entre os presos estão três motoristas dos ônibus e dois receptadores. Além disso, foram apreendidos galões de combustível e veículos utilizados pela quadrilha. Os detidos foram encaminhados à delegacia e permanecerão à disposição da Justiça.

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Sem categoria

Suspeito de exploração sexual infantil é preso em 10ª fase de operação da Polícia Federal

Um homem foi preso em flagrante, na manhã desta quinta-feira (18), durante a décima fase da Operação Kori, da Polícia Federal. A ação investiga o armazenamento de imagens e vídeos com conteúdo de abuso sexual infantojuvenil, no distrito de São José da Mata, em Campina Grande-PB.

O suspeito foi alvo de um mandado de busca e apreensão teve o sigilo telefônico quebrado.

Durante o inquérito policial, apurou-se que o investigado, um homem com 37 anos de idade, estaria armazenando, por meio digital, imagens e vídeos com conteúdo de abuso sexual infanto-juvenil.

O investigado poderá ser responsabilizado pela aquisição e armazenamento de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes, cuja pena pode chegar a 4 anos de prisão.

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Polícia

Operação policial desarticula comando de organização criminosa na Paraíba

 

Uma grande operação deflagrada, na manhã desta quinta-feira (18), a Operação Stakeholders II, com o objetivo de desarticular três núcleos estratégicos de facção criminosa: o financeiro, o administrativo e o de comando, este último integrado pelos presidentes e conselheiros da facção criminosa dominante no Estado.

Foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão, 10 mandados de prisão preventiva e sequestro de bens e valores. As ordens judiciais foram cumpridas em João Pessoa, Sertãozinho, Guarabira, Santa Rita e Campina Grande, na Paraíba e Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Investigações

As investigações identificaram que a facção mantinha um sofisticado sistema de arrecadação ilícita (“caixinhas”), por meio de contas bancárias e chaves PIX em nome de terceiros, utilizado para compra de armas, custeio logístico e manutenção de membros presos.

Paralelamente, o braço administrativo, operado pelas “cadastreiras”, era responsável pelo gerenciamento de bancos de dados de integrantes, controle das “quebradas” (territórios dominados) e manutenção da hierarquia interna. Já o núcleo de comando ditava ordens estratégicas, incluindo expulsões, decretos de morte e decisões de expansão territorial.

Com a Operação Stakeholders II, a FICCO/PB busca asfixiar patrimonialmente a facção, enfraquecer sua estrutura organizacional e neutralizar sua capacidade de comando, atingindo simultaneamente as engrenagens financeira, burocrática e hierárquica.

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Polícia

MADEIRA DE LEI: Operação da Polícia Federal investiga corrupção durante as eleições municipais na Paraíba

A Polícia Federal na Paraíba cumpriu, na manhã desta quarta-feira (16), três mandados de busca e apreensão durante a Operação Madeira de Lei, que visa investigar crimes eleitorais ocorridos no último pleito eleitoral em Cruz do Espírito Santo-PB.

Os investigados são suspeitos do cometimento do crime de corrupção eleitoral, que seria o ato de dar, oferecer, prometer ou receber, para si ou para outra pessoa, qualquer vantagem, como dinheiro, bens ou favores, em troca de votos.

Se condenados, os investigados podem pegar uma prisão de um a quatro anos, além do pagamento de multa que pode variar de cinco a quinze dias-multa.

Eles são investigados por prometer bens e vantagens como cestas básicas, material de construção, emprego ou qualquer outro benefício, que configura uma tentativa de compra de votos, o que compromete a lisura do processo eleitoral.

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Sem categoria

MP aponta que primeira-dama de João Pessoa teria relação com facção criminosa para influenciar resultado das eleições

Lauremília Lucena, primeira-dama de João Pessoa — Foto: Instagram/Reprodução

Denunciada pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), a primeira-dama de João Pessoa é apontada como integrantes de um esquema criminoso com uma facção criminosa para influenciar o resultado das eleições de 2024, onde o marido, Cícero Lucena, foi reeleito prefeito da capital.

A primeira etapa da operação Território Livre foi deflagrada em 10 de setembro de 2024 e cumpriu três mandados de busca e apreensão. No dia 19 do mesmo mês, foi realizada a 2ª fase, com sete mandados de busca e apreensão, além da prisão da então vereadora Raíssa Lacerda. E, no fim do mês, no dia 28, a 3ª fase cumpriu dois mandados de busca e apreensão e dois de prisão preventiva, contra a primeira-dama de João Pessoa, Lauremília Lucena e a secretária dela, Tereza Cristina Barbosa.

As investigações revelaram a existência de uma organização criminosa complexa, composta por agentes políticos, servidores públicos e integrantes de uma facção criminosa voltada à prática de corrupção eleitoral, aliciamento violento de eleitores, constrangimento de candidatos e apropriação de recursos públicos.

Segundo o que foi apurado, a facção atuava no controle territorial de bairros da capital paraibana, como São José e Alto do Mateus, impondo, por meio de intimidação e violência, restrições à livre manifestação política e ao direito de voto. Em contrapartida, líderes do grupo criminoso e seus parentes recebiam cargos e benefícios na Administração Pública Municipal, consolidando um ciclo de favorecimentos ilícitos.

As provas reunidas incluem interceptações telefônicas, mensagens eletrônicas, documentos oficiais e apreensão de valores em espécie, evidenciando a profunda infiltração da criminalidade organizada no processo democrático.

Com o recebimento da denúncia, o Ministério Público, a Polícia Federal e todo o sistema eleitoral reafirmam o compromisso de proteger a lisura das eleições, a liberdade do voto e a integridade das instituições democráticas, adotando todas as medidas legais necessárias para a responsabilização dos envolvidos.

Atuação de Lauremília

O esquema que Lauremília fazia parte incluia dois chefes de facção. Ela teria feito acordos com os criminosos em busca de apoio nos territórios em que eles têm controle.

Para isso, ela participou ativamente de um esquema de influência em que conseguia a nomeação para cargos na prefeitura de pessoas indicadas pelos criminosos, segundo a decisão.

Além de conseguir cargos públicos para aliados das facções, o esquema ainda, segundo a Justiça, teria ameaçado eleitores e opositores, além fazer promessas indevidas em troca de votos.

Blog do BG PB

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Polícia

Vereador é executado a tiros em Jacaraú

O vereador Peron Filho, da cidade de Jacaraú, foi encontrado morto às margens de uma rodovia da cidade, no Litoral Norte da Paraíba, na noite dessa segunda-feira (15).

De acordo com a Polícia Civil,  uma das linhas de investigação é homicídio por causa de diversas marcas de tiro, já que nenhum objeto foi roubado da vítima.

O vereador estava em uma motocicleta quando foi surpreendido pelo atirador e atingido por três tiros nas costas. Peron Filho foi encontrado na rodovia sem vida. Na moto foram encontradas perfurações de tiros.

Segundo familiares, Peron havia relatado ter sofrido ameaças dias atrás.

O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil.

BG com MaisPB

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Polícia

Ex-delegado assassinado era considerado inimigo n° 1 do PCC

Foto: Divulgação/Alesp

O ex-delegado-geral da Polícia Civil paulista Ruy Ferraz Fontes, 64 anos, executado a tiros na noite desta segunda-feira (15/9), em Praia Grande, no litoral de São Paulo, ficou conhecido pelo enfrentamento ao Primeiro Comando da Capital (PCC), facção que o considerava como um dos seus maiores inimigos.

Após iniciar a carreira na polícia no interior paulista, o delegado Ruy Ferraz Fontes atuou no Departamento de Polícia Judiciária da Capital (Decap) e Departamento de Narcóticos (Denarc), até chegar à 5ª Delegacia de Polícia de Investigações Sobre Furtos e Roubos a Bancos do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) — e passou a investigar as atividades do PCC.

Naquela época — era o início da década de 2000 –, a facção criminosa era pouco conhecida — e tinha a existência ainda negada oficialmente por autoridades do governo estadual. Anos depois, em 2006, uma série de ataques a bases policiais, órgãos de governo, postos de gasolina e comércios — todos planejados e executados pela facção em uma clara tentativa de demonstrar força no enfrentamento ao poder público –, aterrorizou a população paulista.

“Um dos melhores Delegados-Gerais que conheci, Ruy foi executado covardemente hoje por criminosos, após uma trajetória marcada pelo combate firme e incessante ao PCC, impondo enormes prejuízos ao crime organizado”, destacou Raquel Kobashi Gallinati Lombardi, diretora da Academia dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol do Brasil), declaração que corrobora o trabalho investigativo de Fontes para desarticular o PCC.

No entanto, a atuação combativa também colocou um alvo em suas costas. Ele foi jurado de morte por Marco William Herbas Camacho, o Marcola, apontado como líder máximo da facção, em 2019, após o criminoso ser transferido para o sistema penitenciário federal.

Por isso, a cúpula da Segurança Pública de SP (SSP) trata o crime como vingança. “Isso aí certamente foi vingança do PCC. Ele lutou muito contra a facção”, disse o secretário-executivo da pasta, Osvaldo Nico Gonçalves, ao Metrópoles.

Após o assassinato, diversas autoridades se deslocaram para a Baixada Santista, como o atual delegado-geral, Artur Dian.

O comandante do Batalhão de Choque da Polícia Militar (PM), Valmor Racorti, disse que pelo menos 100 homens de batalhões especializados estão sendo enviados para a região para fazer buscas contra os autores do atentado.

Metrópoles

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Polícia

Suspeitos de planejar a morte do governador de Santa Catarina são alvos de operação policial, na Paraíba

A Polícia Civil deflagrou uma operação contra suspeitos de trocarem mensagens com planejamento de morte do governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL). Além da Paraíba, os mandados judiciais também foram cumpridos em São Paulo, nesta segunda-feira (15).

De acordo com as investigações, os alvos trocaram mensagens com ameaças em um grupo de WhatsApp, com suspeita de uma possível incitação à violência contra o governador de Santa Catarina.

Celulares dos investigados foram apreendidos na operação que cumpriu mandados em Campina Grande e Cabedelo, na Paraíba, e nas cidades Benedito Novo (Vale do Itajaí), Álvares Machado (SP) e Matão (SP).

BG com MaisPB

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Polícia

Prisão de Hytalo Santos completa um mês e caso passa para Gaeco;entenda

 Prisão de Hytalo Santos completa um mês e caso passa para grupo de combate ao crime organizado
Foto: Divulgação.

A prisão do influenciador Hytalo Santos e do marido dele, Israel Vicente, conhecido como Euro, completa um mês nesta segunda-feira (15. Hytalo e Euro foram presos no dia 15 de agosto por tráfico de pessoas e exploração de crianças e adolescentes. Desde o final de agosto o caso passou a ser investigado integralmente pelo Grupo de Combate ao Crime Organizado da Paraíba (Gaeco-PB).

De acordo com o promotor Dennys Carneiro, do Gaeco, a investigação corre em segredo de Justiça e detalhes em relação ao oferecimento de denúncia por parte do órgão não podem ser revelados. No entanto, o promotor explicou ao Jornal da Paraíba que está dentro do prazo para esse oferecimento, isso porque as prisões de Hytalo Santos e Euro foram feitas em caráter preventivo e “prazos para a denúncia não são imutáveis”.

Em relação ao âmbito da investigação do Ministério Público, o caso inicialmente era investigado pelo Gaeco e também pelas promotorias de Bayeux e João Pessoa, com os promotores Ana Maria França e João Arlindo. Porém, eles deixaram a investigação e agora apenas o Gaeco fica responsável pela coleta de provas.

Sobre a Polícia Civil, o Jornal da Paraíbaentrou em contato com o delegado Carlos Othon, que informou que a corporação não investiga o influenciador e o marido dele, e que essas investigações são exclusivas do Gaeco. O delegado disse que apenas o setor de Inteligência da corporação está envolvido no caso, prestando apoio técnico para extração de dados em oito equipamentos eletrônicos. A polícia também havia participado da transferência do casal para a Paraíba em 28 de agosto.

O advogado do casal, Felipe Cassimiro, disse para a reportagem que “muitos pedidos” para soltar Hytalo e Euro foram protocolados para a Justiça e ainda aguardam decisão. A defesa disse acreditar que a prisão “se encerre nos próximos dias”. Ele já afirmou que o casal é inocente.

Hytalo Santos e o marido ainda não receberam visitas de familiares no Roger

 Prisão de Hytalo Santos completa um mês e caso passa para grupo de combate ao crime organizado
 Foto: Abraão Cruz/.

De acordo com o diretor da Penitenciária Desembargador Flósculo da Nóbrega, conhecida como presídio do Roger, Edmilson Alves, o casal ainda não recebeu visitas de familiares no período em que está preso em João Pessoa.

Segundo o administrador, isso aconteceu por questões técnicas, pois ambos cumpriam período de reconhecimento no presídio, na ala LGBTQIA+, e que, após isso, apenas visitas íntimas foram autorizadas no último final de semana. A partir deste domingo (14), oficialmente eles vão poder receber familiares.

Até o presente momento, somente os advogados foram fazer as visitas. Os familiares só puderam ir ao presídio para entregar suplementação de alimentação para o casal.

JornalPB

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