Polícia

IML: bebê abandonado entre muro de casas morreu por hipotermia, traumatismo e prematuridade, na PB

O Instituto de Polícia Científica da Paraíba informou, nesta sexta-feira (22), que a morte do recém-nascido encontrado abandonado no distrito de Cupissura, em Alhandra, no Litoral Sul paraibano, foi em decorrência de uma hipotermia, seguida de traumatismo crânio encefálico e prematuridade.

O bebê morreu na madrugada da última quarta-feira (20) após ter sido abandonado entre muros de casas e resgatado por moradores da região. Antes da internação, ele foi encaminhado para o Hospital General Edson Ramalho, em João Pessoa, onde não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

Mesmo depois dos exames, o cadáver da criança segue sob custódia do Instituto Médico Legal. Depois de todos os procedimentos, o corpo será liberado para os familiares realizarem os trâmites funerários.

O abandono do recém-nascido é investigado pela Polícia Civil da Paraíba.

Relembre o caso

Um recém-nascido foi encontrado na manhã da última terça-feira (19), no distrito de Cupissura, localizado entre os municípios de Caaporã e Alhandra, no Litoral Sul da Paraíba. O bebê foi localizado por moradores da região após ouvirem sons vindos da parede de uma residência.

A princípio, os moradores acreditaram que o barulho fosse de um animal, mas, ao verificarem o local, encontraram a criança e acionaram imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

A equipe realizou os primeiros atendimentos ainda no local e, durante o processo de transferência, identificou a necessidade de encaminhar a criança ao Hospital Municipal de Alhandra para estabilização do quadro clínico.

Após avaliação médica e a adoção das medidas emergenciais necessárias para garantir a estabilidade do recém-nascido, foi solicitada a transferência aeromédica por meio do helicóptero Acauã, garantindo mais agilidade e suporte especializado para a continuidade do atendimento.

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Polícia

Polícia Civil desarticula facção criminosa que usava ‘nudes’ para ameaçar vítimas

Uma operação conjunta da Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (21), a Operação Love Hurts. Foi cumprido um mandado de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão contra uma mulher de 34 anos, no bairro de Mandacaru, em João Pessoa.

A investigação apura a atuação de uma organização criminosa voltada à prática do crime de extorsão sexual. Segundo as investigações, o grupo criminoso entrava em contato com as vítimas por meio das redes sociais, estabelecendo relações de confiança e vínculos amorosos.

No decorrer dos relacionamentos, os investigados solicitavam o envio de ‘nudes’ das vítimas. Após o recebimento do material, os criminosos passavam a ameaçar divulgar as fotos íntimas, exigindo pagamentos em dinheiro para não realizar a exposição. Sentindo-se constrangidas e coagidas, as vítimas realizavam as transferências bancárias solicitadas.

A mulher presa em João Pessoa integrava o núcleo financeiro do grupo, sendo responsável por receber os valores provenientes das extorsões e transferi-los para outras contas bancárias, com a finalidade de ocultar e dissimular a origem ilícita do dinheiro.

A Operação Love Hurts é resultado do trabalho integrado entre as Polícias Civis da Paraíba e do Paraná, com o objetivo de desarticular o grupo criminoso e interromper a prática dos crimes investigados.

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DOIDÃO: PRF prende homem dirigindo sem CNH e ‘fedendo’ a maconha na BR-230, em Campina Grande

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, na noite desta quarta-feira (20), um homem de 27 anos que acumulou uma série de infrações e crimes ao ser abordado na BR-230. Ele conduzia uma caminhonete clonada, não possuía habilitação, portava entorpecentes e confessou estar dirigindo sob o efeito de maconha.

O flagrante começou durante uma abordagem de rotina a uma Hilux de cor prata. Ao solicitar os documentos, os policiais descobriram que o condutor não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Ao descer do veículo, a equipe sentiu um forte odor de maconha vindo do motorista. Questionado pelos policiais, o jovem admitiu espontaneamente que havia utilizado a droga momentos antes de assumir a direção e entregou voluntariamente uma porção de aproximadamente 24 gramas da substância que guardava no bolso. Diante dos visíveis sinais de alteração psicomotora, os policiais realizaram um registro audiovisual para documentar o estado do condutor.

Paralelamente, os agentes realizaram uma vistoria minuciosa nos elementos de identificação da caminhonete. A fiscalização técnica revelou que o número do bloco do motor, as etiquetas de segurança e a plaqueta metálica pertenciam, na verdade, a outra Hilux registrada no estado do Rio de Janeiro. O veículo abordado utilizava placas clonadas para circular de forma aparentemente regular.

Aos policiais, o homem alegou que havia comprado a caminhonete no dia anterior, em João Pessoa, nas mãos de um desconhecido, e que não possuía nenhum recibo ou contrato que comprovasse a transação legal.

Diante de todas as evidências, o homem recebeu voz de prisão e foi enquadrado por três crimes simultâneos:

O detido foi conduzido ileso, juntamente com o veículo apreendido, a porção de maconha e as imagens gravadas, para a Central de Polícia Civil de Campina Grande, onde responderá perante a Justiça.

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Polícia

Polícia investiga uso de alvarás falsos para soltura de chefes de facções criminosas em presídio João Pessoa

Chefes de facções criminosas tentam fugir de presídio da Paraíba com alvarás de soltura falsos
A Polícia Civil da Paraíba iniciou uma investigação sobre uma tentativa de soltura de sete detentos da Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes, conhecida como PB1, em João Pessoa.

De acordo com o inquérito, seriam utilizados alvarás falsificados para a libertação dos presos. O objetivo da ação é apurar a conduta dos sete apenados envolvidos, bem como identificar os responsáveis pela elaboração e entrega dos documentos fraudulentos aos policiais penais.

Ainda segundo as informações iniciais, os alvarás apresentados continham assinaturas falsificadas, inclusive atribuídas a magistrados, circunstância que levantou suspeitas quanto à autenticidade dos documentos e motivou a imediata atuação integrada das instituições envolvidas.

MaisPB

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Morte de bebê recém-nascido após abandono passa a ser tratada como infanticídio

INVESTIGAÇÃO: Nove grandes áreas da Paraíba apresentam 100% de elucidação  de homicídios no primeiro bimestre de 2025; confira os locais | Polícia  Civil da Paraíba - PCPB
A Polícia Civil da Paraíba iniciou, nesta quarta-feira (20), a investigação sobre a morte do recém-nascido encontrado abandonado entre duas residências no distrito de Cupissura, em Caaporã. Um inquérito foi aberto pelo Núcleo de Homicídios da 6ª Delegacia Seccional de Polícia Civil (DSPC).

A primeira medida adotada foi o pedido de internação provisória da mãe, uma adolescente, responsável pelo fato. Ela responderá por atos infracionais análogos aos crimes de Aborto e Infancídio.

Atualmente, ela está na maternidade Cândida Vargas, em João Pessoa, recebendo atendimento médico especializado. O recém-nascido foi encontrado na tarde desta terça-feira (19) entre paredes que dividiam duas residências e morreu, momentos após receber atendimentos médicos.

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Polícia

VÍDEO: Recém-nascido é encontrado abandonado entre duas residências no Litoral Sul da Paraíba

Um recém-nascido foi encontrado, nesta terça-feira (19), após ser abandonado no distrito de Cupissura, entre Caaporã e Alhandra, no Litoral Sul da Paraíba.

O bebê foi encontrado pelos moradores da região, que ouviram barulhos vindos da parede de uma das residências. Inicialmente, a suspeita era de que se tratava de um animal de rua. Após verificar o local, os moradores encontraram o bebê e acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Segundo o coordenador do Samu de Caaporã, Janyo Carvalho, o recém-nascido foi resgatado com vida e ainda estava com a placenta. Durante o atendimento médico, foi constatado que o bebê era prematuro e apresentava um quadro grave de hipotermia, arranhões pelo corpo e um trauma no tórax.

Diante da gravidade do caso, ele foi encaminhado para a realização dos procedimentos emergenciais no Hospital Municipal de Alhandra. Após o atendimento emergencial, o bebê foi transferido de helicóptero para o Hospital de Trauma de João Pessoa.

Ainda de acordo com o coordenador, o recém-nascido tem respondido bem ao tratamento e apresenta quadro de saúde estável.

Até o momento, nenhum responsável pelo bebê foi localizado.

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Polícia

PF suspende perito acusado de vazar dados sigilosos sobre investigação do Banco Master

Em nota, a Corte informou que o relator do caso, ministro André Mendonça, acolheu um pedido feito pela PF para o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão e medidas cautelares, entre elas, a suspensão do exercício da função pública do policial federal investigado.

“De acordo com a Polícia Federal, o investigado, na condição de perito criminal federal, teria repassado a integrante da imprensa informações sigilosas relacionadas a fatos ocorridos no início das investigações, obtidas a partir da análise de material apreendido durante uma das fases da Operação Compliance Zero”, diz a nota, divulgada pelo Supremo.

Ainda segundo o STF, a investigação tem como objetivo apurar a conduta do agente público que, em tese, teria violado o dever funcional de resguardar informações sigilosas.

O banqueiro dono do Master, Daniel Vorcaro, está preso em Brasília, acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras que podem chegar a R$ 12 bilhões, segundo a PF.

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BBB DO TRÁFICO: Câmeras de facções criminosas aterrorizam moradores e transformam a Paraíba em um ‘reality do crime’

Cabedelo: cidade é tomada por facção e vigiada 24 horas por câmeras instaladas por bandidos | Se Liga PB

A cena parece retirada de uma série sobre narcotráfico, mas acontece em plena Paraíba, onde facções criminosas esão instalando câmeras em postes para monitorar a chegada da polícia, rastrear rivais e controlar comunidades inteiras como se fossem donas do território.

Primeiro, Cabedelo ganhou destaque nacional no Fantástico da TV Globo, após investigações apontarem que criminosos no Rio de Janeiro monitoravam a cidade à distância, direto do Complexo do Alemão.

Nesta segunda-feira (18), a Polícia Civil encontrou uma câmera clandestina em Mangabeira, um dos bairros mais populosos de João Pessoa. O recado é claro: o crime organizado deixou de apenas ocupar espaços e passou a administrar as ruas com tecnologia, vigilância e sensação de autoridade.

Enquanto isso, o cidadão comum segue refém da violência, da insegurança e da impressão cada vez mais forte de que há bairros onde o Estado da Paraíba entra apenas para fazer operação, tirar foto e ir embora depois. Porque, na prática, quem vigia, controla e observa a movimentação diária é o crime.

O que deveria servir à iluminação urbana virou suporte para espionagem criminosa. O poste é público, mas o controle parece privado. A presença dessas câmeras revela a ausência de inteligência preventiva, falhas de ocupação urbana e um Estado que perdeu a capacidade de impor presença contínua em determinadas áreas. É o “reality show do crime”, onde cada rua vira corredor monitorado e cada morador, figurante involuntário. O crime observa tudo e o estado, parece fechar os olhos.

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Polícia

Em ação com a Interpol, PF prende em Dubai hacker do caso Banco Master

Foto: divulgação

A Polícia Federal (PF) prendeu hoje (16) o hacker Victor Lima Sedlmaier, um dos investigados na Operação Compliance Zero, que apura o escândalo financeiro bilionário envolvendo o Banco Master e seu ex-dono Daniel Vorcaro.

O hacker era considerado foragido da Justiça já que havia um mandado de prisão contra ele expedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi capturado em Dubai, em uma ação conjunta da PF, da Interpol e da polícia local.

Em nota, a PF disse que acionou mecanismos de cooperação policial internacional junto às autoridades dos Emirados Árabes Unidos onde o hacker tentava entrar.

“A partir da atuação conjunta, foi determinada a não admissão do investigado no país e sua imediata deportação ao Brasil”, disse a PF em nota.

Investigado no âmbito da 6ª fase da Operação Compliance Zero, Seldmaier foi preso após desembarcar no Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo.

Desencadeada na quinta-feira (14), a 6ª fase da Operação Compliance Zero prendeu Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro. Segundo a PF, ele desempenhava papel central no gerenciamento do grupo denominado A Turma, apontado como milícia pessoal do ex-banqueiro.

Os principais alvos da última fase da operação foram os grupos denominados A Turma e Os Meninos. Segundo relatório encaminhado pela PF ao STF, ambos eram formados por agentes que realizavam ações de monitoramento e intimidação de desafetos de Henrique e Daniel Vorcaro.

No caso de Seldmaier, ele é suspeito de integrar o grupo Os meninos, especializado em ataques cibernéticos, invasões telemáticas, derrubada de perfis e monitoramento digital ilegal, atuando em benefício de Daniel Vorcaro.

“Em síntese, o que se extrai, nesta fase, é que HENRIQUE MOURA VORCARO não apenas se beneficiava dos serviços ilícitos da Turma, mas os solicitava, os fomentava financeiramente e permanecia em contato com seus operadores mesmo após o avanço ostensivo das investigações, revelando vínculo funcional intenso, contemporâneo e indispensável à manutenção do grupo criminoso”, descreve o ministro do STF André Mendonça, que autorizou a prisão.

A existência dessa milícia pessoal foi descoberta pela PF a partir de mensagens extraídas do celular do próprio Vorcaro.

As evidências sobre as atividades ilícitas do grupo se avolumaram com o avanço das investigações, incluindo conversas obtidas no celular do policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva, que foi preso no dia 4 de março na 3ª fase na Operação Compliance Zero, em Belo Horizonte. Por determinação da Justiça, ele foi transferido do sistema prisional em Minas Gerais para uma penitenciária federal de segurança máxima, dado seu protagonismo e ingerência sobre A Turma.

Agência Brasil

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Polícia

Ex-candidato à Prefeitura de Bayeux Glicério Feitosa morre após ser baleado em João Pessoa

O empresário Glicério Feitosa, que disputou a Prefeitura de Bayeux nas eleições de 2024, morreu após ser atingido por disparos de arma de fogo dentro de uma concessionária no bairro do Geisel, em João Pessoa.

Glicério chegou a ser socorrido para uma base do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, localizada na sede da Prefeitura, mas não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada.

Nas eleições de 2024, Glicério Feitosa disputou a Prefeitura de Bayeux pelo Partido Novo e recebeu 4.901 votos, o equivalente a 9,17% dos votos válidos, ficando na terceira colocação na disputa municipal.

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