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O empresário assassinado no estacionamento da festa Soul João neste domingo (21) estava por Campina Grande curtindo os festejos juninos.
Dias atrás, ele participou de uma entrevista no Parque do Povo. Segundo amigos e familiares, o jovem era bastante sorridente e gostava de participar de eventos musicais. Assista a entrevista feita!
Entenda o caso
Um homem foi morto a tiros no estacionamento de uma festa de São João, na manhã deste domingo (21), em Lagoa Seca, no Agreste paraibano.
Segundo a Polícia Civil, a vítima e o suspeito teriam se desentendido durante o evento, após uma discussão relacionada a ciúmes envolvendo uma jovem.
O suspeito foi preso ainda no local do crime, no estacionamento do evento. Após a prisão, ele foi conduzido para a Central de Polícia, em Campina Grande, onde permanece à disposição da Justiça.
Até a última atualização desta reportagem, os nomes da vítima e do suspeito não haviam sido divulgados oficialmente pela Polícia Civil. De acordo com a corporação, as investigações seguem para apurar as circunstâncias do homicídio.
O atirador é um empresário que se chama Christian Dantas (foto) e o alvo dos disparos é um jovem chamado Rubens Fernandes. De acordo com informações da polícia, o crime teria sido motivado por ciúmes, tendo em vista que Christian é o atual companheiro de uma mulher que já se relacionou com Rubens anteriormente. A polícia também relata que a suspeita é de que os três podem ter se envolvido em uma desavença durante a festa, resultando no assassinato horas depois.
Walter dos Santos Oliveira estava desaparecido desde o dia 20 de maio. Reprodução/TV Cabo Branco
Foi encontrado nesta quinta-feira (11) o corpo do delegado aposentado Walter dos Santos Oliveira, que estava desaparecido desde o dia 20 de maio, no distrito de São José da Mata. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros.
Dois suspeitos foram presos. O corpo do delegado foi encontrado no Sítio Monte Alegre, distrito de São José da Mata, na propriedade de um dos suspeitos.
Segundo o delegado Francisco Júnior, um dos dois suspeitos presos já havia trabalhado como caseiro do aposentado e, atualmente, era responsável por cuidar de 20 cabeças de gado pertencentes a ele.
De acordo com a investigação, a vítima pretendia vender os animais. O suspeito teria então planejado com o genro, que também foi preso, para matar o delegado aposentado e se apropriar do rebanho.
Ainda segundo o delegado Francisco Júnior, para atrair a vítima até a propriedade, o suspeito informou à vítima que havia encontrado um possível comprador para o gado.
Os delegados responsáveis pela investigação do caso realizaram uma coletiva de imprensa na Central de Polícia de Campina Grande. O delegado Paulo Ênio informou que, pelo estado avançado de decomposição em que o corpo foi encontrado, a causa da morte só poderá ser confirmada após o exame cadavérico. No entanto, ele adiantou que houve uma foice apreendida.
O delegado afirmou também que o corpo do aposentado foi ocultado a aproximadamente 1km da casa do suspeito preso, que é apontado como o autor, próximo a uma área de pasto onde o gado da vítima pastava.
Desaparecimento
O delegado aposentado da Polícia Civil da Paraíba Walter dos Santos Oliveira, de 61 anos, estava desaparecido desde a última terça-feira (20). O caso é investigado pela Polícia Civil, que realiza diligências para tentar localizar o ex-policial.
Walter, conhecido entre familiares e amigos como “João”, morava em Campina Grande e atualmente trabalhava como autônomo. Segundo informações da família, ele foi visto pela última vez após sair da cidade de Boa Vista, no Cariri paraibano.
De acordo com familiares, o veículo do delegado aposentado teria sido visto circulando pela BR-104, nas proximidades do município de Taquaritinga do Norte, em Pernambuco. Apesar da identificação da passagem do carro pela rodovia, o automóvel ainda não foi localizado.
A Polícia Civil identificou o homem suspeito de praticar atos obscenos em vias públicas da Zona Sul de João Pessoa utilizando uma motocicleta vermelha. De acordo com as investigações, os casos foram registrados nos bairros do Portal do Sol, Mangabeira e Bancários, gerando preocupação entre moradores e frequentadores das regiões.
Segundo a polícia, o suspeito teria sido reconhecido após a análise de imagens e informações reunidas durante a investigação. Os relatos apontam que ele circulava de motocicleta e, em determinados momentos, praticava atos obscenos em locais públicos.
O Comando da Polícia Militar da Paraíba afastou preventivamente o policial militar flagrado agredindo um homem com socos e joelhadas no Parque do Povo, em Campina Grande, durante as festividades de São João.
O caso ocorreu na sexta-feira (5), e a corporação instaurou uma investigação na Corregedoria-Geral.
Em nota oficial, a corporação declarou que:
Tomou conhecimento do caso pelas gravações que viralizaram nas redes sociais.
As cenas registradas não refletem os padrões técnicos, legais e profissionais, tampouco os protocolos de atuação da instituição.
Abriu um procedimento apuratório para esclarecer as circunstâncias do ocorrido e as motivações que antecederam a agressão.
O agente foi afastado de suas atividades operacionais enquanto as investigações da Corregedoria ocorrem.
A prisão de Diego Formiga de Oliveira, realizada nesta semana em um shopping de João Pessoa, encerra ao menos temporariamente uma trajetória criminal que há anos aparece em investigações policiais envolvendo estelionato, clonagem de cartões, falsidade ideológica e uso de documentos falsos. Segundo a Polícia Civil, ele era considerado um dos maiores estelionatários em atuação na Paraíba e possuía mandado de prisão válido até 2037.
A captura ocorreu dentro de um restaurante de luxo da capital paraibana, onde Diego foi reconhecido por delegados e investigadores de diferentes estados. Conforme divulgado pelas autoridades, ele estava portando cordões de ouro, relógio de marca e diversos aparelhos celulares quando foi abordado.
Nome conhecido das polícias há mais de 10 anos
Levantamento de registros policiais e reportagens da época mostra que Diego Formiga já aparecia em investigações desde pelo menos 2012.
Em 2013, ele foi apontado como um dos alvos da Operação Firewall, deflagrada na Paraíba para combater esquemas de clonagem de cartões bancários. Na ocasião, a investigação apurava a atuação de grupos especializados em fraudes eletrônicas e financeiras. Também naquele ano, Diego chegou a ser preso em outra ocorrência envolvendo um veículo clonado.
Antes disso, já havia sido detido por suspeita de participação em crimes de estelionato em outro estado, segundo registros da imprensa policial da época.
Prisão em Natal expôs esquema de cartões clonados
Um dos episódios mais conhecidos envolvendo Diego Formiga ocorreu em fevereiro de 2016, em Natal, no Rio Grande do Norte.
Ele e uma companheira foram presos após chamarem atenção pela ostentação em um hotel da capital potiguar. Funcionários desconfiaram dos gastos elevados e acionaram a polícia. Durante a abordagem, os agentes identificaram que Diego utilizava documentos falsos em nome de outra pessoa. Com o casal foram encontrados cartões de crédito que não lhes pertenciam e um equipamento popularmente conhecido como “chupa-cabra”, utilizado para clonagem de cartões bancários.
Na época, as informações policiais indicavam que ele já acumulava processos criminais na Paraíba e no Maranhão.
Atuação interestadual
As investigações ao longo dos anos apontam um padrão recorrente: deslocamentos entre estados e uso de identidades falsas para dificultar a localização pelas autoridades.
Registros públicos disponíveis indicam vinculações processuais em estados como Paraíba, Distrito Federal, Maranhão e outras unidades da federação, o que reforça a suspeita de uma atuação além das fronteiras paraibanas.
Segundo a Polícia Civil, o fato de permanecer foragido por longos períodos e atuar em diferentes regiões contribuiu para que seu nome passasse a ser constantemente monitorado por delegacias especializadas em fraudes e crimes patrimoniais.
A prisão que aconteceu por acaso
O episódio que levou à prisão desta semana chamou atenção até mesmo entre investigadores.
De acordo com as informações divulgadas, Diego foi reconhecido casualmente por delegados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Mato Grosso do Sul enquanto estava em um restaurante de luxo dentro de um shopping da capital paraibana. Após consulta aos sistemas de segurança, foi confirmado o mandado de prisão em aberto, resultando em sua captura imediata.
O que a polícia quer descobrir agora
A apreensão de diversos celulares durante a prisão pode abrir uma nova fase nas investigações.
Especialistas em crimes patrimoniais apontam que aparelhos eletrônicos costumam concentrar registros de transações, contatos, movimentações financeiras e possíveis conexões com outros investigados. A análise do material poderá ajudar a identificar vítimas, cúmplices e eventuais novas fraudes ainda não descobertas.
Perfil
Nome: Diego Formiga de Oliveira;
Naturalidade: Patos (PB);
Histórico policial conhecido desde pelo menos 2012;
Investigado e preso em ocorrências ligadas a estelionato, falsidade ideológica e clonagem de cartões;
Citado em apurações da Operação Firewall;
Já foi flagrado utilizando identidade falsa;
Possuía mandado de prisão em aberto com validade até 2037;
Foi preso novamente em João Pessoa após ser reconhecido por delegados durante encontro informal em um shopping
A prisão de Diego Formiga, apontado pelas autoridades policiais como um dos maiores estelionatários da Paraíba, chamou atenção nesta semana pela forma como ocorreu: ele foi localizado dentro de um restaurante de luxo em um shopping de João Pessoa e acabou reconhecido por delegados e investigadores que participavam de uma confraternização fora do horário de serviço.
Contra Diego havia um mandado de prisão em aberto com validade até 2037. Segundo informações divulgadas por veículos de imprensa locais com base em dados das forças de segurança, ele já era conhecido por investigadores devido à extensa ficha criminal relacionada a crimes de estelionato e à aplicação de golpes em diferentes estados brasileiros.
Prisão aconteceu em restaurante de luxo
De acordo com os relatos divulgados após a captura, Diego Formiga estava em um restaurante de alto padrão localizado dentro de um shopping center quando foi identificado por policiais civis e delegados de diferentes estados. No momento da abordagem, ele utilizava joias de alto valor, relógio de luxo e portava diversos aparelhos celulares. Após a confirmação de sua identidade e da existência do mandado judicial, recebeu voz de prisão ainda no local.
Participaram da ação integrantes das polícias civis da Paraíba, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.
Histórico de investigações
Embora os detalhes completos dos processos judiciais não tenham sido divulgados oficialmente até o momento, as autoridades afirmam que Diego Formiga acumulava investigações e antecedentes ligados a esquemas de estelionato, sendo considerado um velho conhecido das forças de segurança. As suspeitas envolvem a aplicação de golpes financeiros e fraudes patrimoniais, modalidade criminosa que tem crescido no país nos últimos anos.
A própria Polícia Civil já o classificava como um criminoso de atuação interestadual, fator que ampliou o interesse de diferentes corporações em monitorar seus deslocamentos e atividades.
Ostentação e vida de luxo chamavam atenção
Um dos aspectos destacados por investigadores foi o padrão de vida exibido pelo suspeito. No momento da prisão, Diego Formiga ostentava acessórios de luxo e circulava em ambientes de alto padrão, comportamento frequentemente observado em investigações de crimes patrimoniais que envolvem obtenção ilícita de recursos financeiros.
A apreensão de múltiplos celulares também poderá auxiliar a polícia na continuidade das investigações, permitindo a análise de contatos, movimentações e eventuais conexões com outros envolvidos em esquemas de fraude. Embora ainda não tenham sido divulgados detalhes sobre o material recolhido, aparelhos eletrônicos costumam ser peças-chave em apurações desse tipo.
O que acontece agora
Após a prisão, Diego Formiga foi encaminhado para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça. A expectativa é que a Polícia Civil e o Ministério Público aprofundem a análise de processos já existentes e eventuais novas denúncias relacionadas à sua atuação.
Uma operação que investiga o furto de trilhos da obra da Ferrovia Transnordestina, em Campina Grande, prendeu dois suspeitos, entre eles o dono de uma sucata. A ação da Polícia Civil aconteceu nessa quarta-feira (3) no bairro Pedregal.
De acordo com a polícia, a investigação iniciou após a concessionária responsável pelas obras do VLT informar que três homens foram vistos retirando trilhos da linha férrea e transportando o material para uma sucata da região.
“Durante as diligências, policiais localizaram cerca de uma tonelada de trilhos e talas de junção em uma sucata da área do Pedregal, além de aproximadamente 200 kg de fios de cobre queimados, material também apreendido para investigação e suspeito de integrar a rede pública de energia e telecomunicação”, informou a polícia em nota.
Foram presos em flagrante o proprietário da sucata onde o material foi encontrado e um dos responsáveis pelo furto dos trilhos.
Segundo a polícia, todo o material ferroviário recuperado foi devolvido à concessionária responsável pela obra.
A operação recebeu o nome de “Fim da Linha” em alusão direta ao patrimônio ferroviário alvo dos criminosos e ao encerramento das atividades ilícitas identificadas pela investigação. A Polícia Civil informou que as diligências continuam para identificar os demais envolvidos no esquema de subtração e receptação de materiais da ferrovia.
A Operação Perfidus, que resultou na prisão de um delegado e de agentes policiais suspeitos de integrar um esquema criminoso na Paraíba, teve início a partir de denúncias feitas pelos próprios traficantes investigados pelas forças de segurança.
A informação foi revelada pelo secretário de Estado da Segurança e da Defesa Social, Jean Nunes, nesta terça-feira (2), ao comentar a investigação conduzida pela Polícia Civil e pelo Ministério Público da Paraíba.
Segundo o secretário, criminosos passaram a relatar que drogas estavam sendo roubadas por integrantes do esquema investigado, que, de acordo com as apurações, contava com a participação de agentes públicos.
“A Polícia Civil recebeu algumas denúncias de próprios traficantes, outros traficantes que estavam tendo suas drogas roubadas e furtadas. Veja só que cenário é esse”, afirmou.
Esquema usava estrutura policial, diz investigação
De acordo com as investigações da Operação Perfidus, os suspeitos não utilizavam a estrutura estatal para combater o tráfico de drogas, mas para obter vantagens financeiras por meio da atividade criminosa.
Conforme o Ministério Público e a Polícia Civil, o grupo recebia informações privilegiadas sobre imóveis e veículos utilizados por organizações criminosas para armazenar e transportar entorpecentes. A partir desses dados, realizava incursões clandestinas e abordagens utilizando a condição funcional de policiais.
A investigação aponta que parte das drogas era oficialmente apreendida, enquanto outra parcela era desviada. Os entorpecentes, segundo as apurações, eram revendidos para facções rivais ou utilizados como instrumento de extorsão contra os próprios traficantes.
Em alguns casos, a suspeita é de que integrantes do esquema cobravam valores para devolver carregamentos de drogas ou evitar prejuízos a determinados grupos criminosos.
Foi justamente nesse contexto que surgiram as primeiras denúncias que deram origem à investigação.
“Houve uma reclamação nesse sentido. A polícia aprofundou, identificou a partir da sua perícia de investigação e conseguiu aprofundar esse trabalho. Veja que tem mais de um ano de operação”, declarou Jean Nunes.
Secretário diz que policiais atuavam como traficantes
De acordo com o secretário, as investigações revelaram uma estrutura criminosa infiltrada em órgãos de segurança pública.
“Esses policiais que foram presos não passam disso: traficantes. Estavam envolvidos em repassar droga para facções. Isso é muito grave e por isso essa operação tem um valor muito importante”, afirmou.
Jean Nunes destacou ainda que a operação foi realizada em conjunto pela Polícia Civil, por meio da Draco e da Unintelpol, e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.
“Essa operação é feita em conjunto exatamente para demonstrar que o Estado, as forças de segurança e o Ministério Público estão unidos para combater o crime organizado e as facções aqui no Estado”, disse.
A Operação Perfidus cumpriu nove mandados de prisão e 24 mandados de busca e apreensão. As investigações apontam que integrantes do grupo utilizavam a estrutura estatal para desviar drogas, repassar informações sigilosas e beneficiar organizações criminosas. A Justiça também determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 10 milhões dos investigados.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, afirmou nesta terça-feira (2) que pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), que não aplique a tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros.
Segundo Flávio, o pedido foi feito durante encontro com Trump na Casa Branca, na semana passada.
“Eu pedi expressamente ‘não taxem as empresas brasileiras’. Em 2027 vocês vão ter um governo que vai colaborar com vocês. Vamos incentivar o nosso agro, o Pix, o etanol. Podemos sentar de igual pra igual”, declarou em entrevista à rádio Itatiaia.
A reunião ocorreu antes de o governo norte-americano anunciar a proposta de sobretaxa, resultado de uma investigação comercial que cita temas como Pix, comércio digital, etanol, propriedade intelectual, combate à corrupção e desmatamento ilegal.
A medida ainda passará por consulta pública nos EUA. Uma audiência pública está prevista para 6 de julho.
Um homem foi preso após ser flagrado praticando atos obscenos em ruas de João Pessoa. O caso aconteceu na Zona Sul da capital e assustou moradores que denunciaram a situação à polícia.
Segundo as autoridades, o suspeito foi localizado após denúncias e acabou detido para prestar esclarecimentos. Ele nega o crime.
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