Polícia

Polícia Civil deflagra megaoperação contra organização criminosa no Sertão paraibano

A Polícia Civil da Paraíba,deflagrou, nesta terça-feira (23), a Operação Parabellum, realizada em municípios do Sertão paraibano, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa envolvida na prática de homicídios, tráfico de drogas e lavagem de capitais.

Foram cumpridos 31 mandados de prisão preventiva. Já foram cumpridos 18 mandados de prisão preventiva nas cidades de Passagem, Cacimbas, Areia de Baraúnas e Patos. Do total de prisões efetivadas, 10 investigados já se encontravam recolhidos ao sistema prisional em decorrência de investigações conduzidas pela DHE ao longo do ano de 2025, incluindo os principais líderes da organização criminosa. Os outros oito mandados foram cumpridos durante as diligências realizadas nesta terça (23).

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Polícia

Incêndio em Barra de Mamanguape: Polícia Civil investiga se fogo teve origem criminosa



					Incêndio em Barra de Mamanguape: Polícia Civil investiga se fogo teve origem criminosa
Incêndio em Barra de Mamanguape destruiu 11 carros.. Jornal da Paraíba

O delegado Sylvio Rabello informou que a Polícia Civil investiga um incêndio em Barra de Mamanguape, distrito de Rio Tinto, que destruiu vários carros na tarde deste domingo (21). As investigações, segundo ele, devem apontar se causa foi acidental ou criminosa.

“A gente tem duas linhas, uma acidental e uma criminosa, e só com o avanço da investigação a gente vai saber”.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, 11 carros foram completamente destruídos pelo fogo. Ninguém ficou ferido e nenhuma residência foi atingida.

Segundo o empresário Nilton Pereira, proprietário de um espaço de hospedagem na região, o fogo começou por volta das 14h30 em uma área de grama baixa e seca, às margens de uma rua de terra que dá acesso ao rio. Uma faísca teria atingido a vegetação ressecada e as chamas se espalharam rapidamente, alcançando os carros estacionados sobre o mato.

Nilton explica que a maioria dos veículos seriam de pessoas que foram até Barra de Mamanguape para participar da programação musical da Festa de Nossa Senhora dos Navegantes, que acontece neste fim de semana, e que muitas dessas pessoas chegam mais cedo, estacionam os carros nesta área e passam o dia na região do rio, que é um pouco mais distante de onde os carros estavam. “Por isso, muitos proprietários dos carros só perceberam o que estava acontecendo quando a fumaça já era intensa e o fogo havia se alastrado, dificultando qualquer tentativa inicial de contenção”, disse.

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Polícia

Gringo, líder de facção criminosa do RN é preso em condomínio de luxo em João Pessoa

Um dos principais líderes de uma facção criminosa que atua em Pipa, no Rio Grande do Norde, foi preso na última sexta-feita (19). O suspeito, conhecido como “Gringo”, foi capturado em um condomínio de alto padrão no bairro de Intermares, em João Pessoa. A ação foi divulgada neste domingo (21).

De acordo com as forças de segurança, “Gringo” é apontado como comandante do tráfico de drogas em Pipa e considerado um dos fundadores da facção criminosa denominada Sindicato do Crime. A prisão foi resultado de um trabalho conjunto entre policiais civis de Pipa/RN e a Polícia Civil da Paraíba, por meio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO), Grupo de Operações Especiais (GOE), Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) e a Unidade de Inteligência Policial (UNINTELPOL).

As investigações indicam que o criminoso estava escondido na capital paraibana na tentativa de fugir da atuação das forças de segurança do Rio Grande do Norte. O local escolhido para se ocultar chamou atenção dos investigadores por se tratar de um condomínio de luxo, em uma das áreas mais valorizadas de João Pessoa.

Após a prisão, o suspeito foi conduzido para os procedimentos legais e deverá ser transferido para o Rio Grande do Norte.

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Polícia

PF aponta que “Careca do INSS” controlava entidade que movimentou R$ 221 milhões em fraudes

Foto: Vinicius Schmidt/Metrópoles

A Polícia Federal afirma que o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, era o dono de fato da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca (CBPA), uma das principais entidades envolvidas no esquema de descontos indevidos em aposentadorias — operação que compõe a chamada Farra do INSS. Segundo o Portal da Transparência, a confederação já arrecadou R$ 221 milhões.

Investigações revelam que a CBPA repassou R$ 400 mil à Federação das Colônias dos Pescadores do Maranhão, presidida pelo deputado estadual Edson Araújo (PSB). O parlamentar também teria recebido R$ 5,4 milhões da entidade. A PF aponta que Antunes comandava o esquema ao lado de Gabriel Negreiros e Tiago Schettini, ambos identificados como administradores e operadores financeiros do grupo.

De acordo com o relatório, a confederação era usada para justificar contratos e serviços que não eram prestados, com emissão de notas fiscais pela ACCA Consultoria — empresa ligada ao “Careca do INSS”. As mensagens coletadas nas investigações indicam que Negreiros gerenciava empresas criadas para dar legalidade ao fluxo de recursos, enquanto Schettini também atuava como sócio oculto na estrutura.

A PF cita ainda indícios de que Antunes blindou Schettini antes da deflagração da Operação Sem Desconto, em abril. O objetivo seria evitar exposição, já que ele estaria envolvido em outra fraude no DNIT. A defesa dos investigados não foi localizada até a publicação desta matéria, e o espaço permanece aberto para manifestação.

Com informações do Metrópoles

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Polícia

PF apreendeu cerca de R$ 400 mil em flat usado por Sóstenes


A Polícia Federal (PF) apreendeu cerca de R$ 400 mil em espécie em um endereço ligado ao deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), em Brasília, segundo informações obtidas pela TV Globo.

O dinheiro foi encontrado durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão na operação Galho Fraco, deflagrada nesta sexta-feira (19).

Segundo investigadores, o valor em espécie estava dentro de um saco preto, em um armário no flat usado pelo deputado, na capital federal.

G1

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FRAUDES NO INSS: PF prende n° 2 do Ministério da Previdência e faz buscas contra senador aliado de Lula

A Polícia Federal faz buscas contra o senador Weverton Rocha (PDT-MA) nesta quinta-feira (18) em uma nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes em descontos sobre aposentadorias e pensões de beneficiários do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

A ação também prendeu o secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Adroaldo da Cunha Portal, que já foi assessor de Weverton. Ele ficará preso preventivamente em regime domiciliar. Foi preso ainda Romeu Carvalho Antunes, filho do empresário conhecido como Careca do INSS.

Os investigadores cumprem 16 mandados de prisão preventiva e 52 de busca e apreensão. A ação foi autorizada pelo STF (Supremo Tribunal Federal). A casa de Weverton é um dos endereços de busca e apreensão. Não houve ações no gabinete do parlamentar no Senado.

Weverton é o líder do PDT no Senado. Ele entrou na mira de integrantes da CPI do INSS depois que assessores e outras pessoas ligadas a ele apareceram nas investigações sobre o esquema de fraudes, conduzidas pela PF e pela CGU (Controladoria-Geral da União).

As investigações apontaram que o empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, já esteve com Weverton Rocha.

Na CPI, Antunes, acusado de ser um dos operadores do esquema, declarou que foi a um churrasco de costela na casa do senador, quando teria falado com ele sobre a regulação da venda de derivados de cannabis –ou seja, uma atividade de representação empresarial sem ligação com descontos em aposentadorias.

O Careca do INSS também disse que esteve no gabinete do senador em outras ocasiões, mas que não conversou com o político. O interlocutor teria sido Adroaldo da Cunha Portal, hoje secretário-executivo do Ministério da Previdência, mas que, na época, trabalhava no gabinete de Weverton. A visita também teria sido para tratar sobre o mercado de cannabis.

Um ex-assessor de Weverton também apareceu nas apurações. Gustavo Gaspar teria assinado uma procuração de movimentação de contas bancárias e entregado para Rubens Oliveira, apontado como um operador dos descontos irregulares.

O gabinete de Weverton Rocha ainda não se manifestou sobre a operação e as suspeitas levantadas durante as investigações.

A ação da PF nesta quinta-feira ocorre em Brasília, São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Minas Gerais e Maranhão. Segundo a PF, o objetivo é aprofundar as investigações e esclarecer a prática de crimes de inserção de dados falsos em sistemas oficiais, estelionato previdenciário, organização criminosa e ocultação de patrimônio.

Folha de S. Paulo 

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Operação da PF mira quadrilha que transportava drogas em aeronaves para o Nordeste

Uma operação da Polícia Federal, na manhã desta quinta-feira (18), desarticulou uma estruturada organização criminosa voltada ao tráfico interestadual de drogas, que utilizava o modal terrestre e aéreo para o transporte de entorpecentes, além de promover complexos esquemas de lavagem de dinheiro.

Ao todo, estão sendo cumpridos 31 mandados de busca e apreensão e 30 mandados de prisão (sendo 23 preventivas e 7 temporárias) nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná e no Distrito Federal.

As investigações tiveram início a partir da análise de dados de operações anteriores, revelando que a liderança do grupo ordenava as ações criminosas de dentro do sistema penitenciário paraibano. A organização criminosa era responsável pela aquisição de aeronaves e pela logística de transporte de grandes quantidades de cocaína das regiões Norte e Centro-Oeste para o Nordeste. O grupo foi vinculado a três grandes apreensões recentes que totalizaram cerca de uma tonelada de entorpecentes, incluindo dois flagrantes de aeronaves transportando aproximadamente 400 kg de cocaína cada, ocorridos no estado do Tocantins, e uma apreensão terrestre na Paraíba.

Durante o inquérito policial, identificou-se uma sofisticada engenharia financeira utilizada para ocultar a origem ilícita dos recursos. Os investigados valiam-se de uma rede de interpostas pessoas (“laranjas”) e da criação de empresas de fachada (“fantasmas”) para movimentar valores milionários e adquirir bens de alto valor, como aviões e veículos de luxo.

Como forma de descapitalizar a organização criminosa, a Justiça determinou o bloqueio de contas e ativos financeiros dos investigados até o limite de R$ 4,8 bilhões, além do sequestro de diversos bens móveis e imóveis, visando impedir o proveito econômico dos delitos e garantir o ressarcimento à sociedade.

Os envolvidos responderão pelos crimes de tráfico interestadual de drogas, associação para o tráfico, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Somadas, as penas para esses delitos podem ultrapassar 30 anos de reclusão.

O nome da operação, “Hangar Fantasma”, faz alusão ao modus operandi do grupo, que utilizava empresas fictícias (“fantasmas”) e terceiros para registrar e ocultar a real propriedade das aeronaves e hangares utilizados na logística do transporte de drogas, operando uma frota aérea “invisível” aos mecanismos de controle financeiro.

Blog do BG PB

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Polícia

Dependência financeira silencia 6 em cada 10 vítimas de violência doméstica no Brasil, indica estudo

Imagem: reprodução

Um estudo da Universidade de Brasília (UnB) aponta que a falta de recursos financeiros é uma das principais barreiras para que mulheres consigam romper o ciclo de violência doméstica no Brasil.

A pesquisa analisou dez relatórios nacionais publicados entre 2023 e 2025 e revelou que 61% das mulheres não denunciam as agressões por dependência econômica. Mais da metade (52,2%) vive com renda de até dois salários mínimos; 17,1% dizem ser impedidas de trabalhar ou estudar pelos agressores, e 10% afirmam não ter acesso ao próprio dinheiro.

Segundo a doutora em Psicologia Clínica e Cultura da UnB, Carolina Campos Afonso, a vulnerabilidade financeira contribui para o silêncio das vítimas. “A falta de renda pode potencializar essa situação. Não é um requisito a renda, mas muitas dessas mulheres sofrem violência doméstica e não conseguem sair dessa situação de violência que está atrelada a uma situação de vulnerabilidade econômica”, afirma.

Para enfrentar o problema, delegacias especializadas oferecem espaços de escuta sigilosa e acolhimento aos filhos das vítimas. A delegada Fernanda Caterine Dias orienta que a denúncia seja feita nos primeiros sinais de abuso e lembra que a Lei Maria da Penha prevê medidas de proteção. “Existem mecanismos como alimentos provisórios, auxílio-aluguel por até seis meses e o encaminhamento a centros especializados, onde essa mulher recebe apoio multidisciplinar e ajuda para entrar ou retornar ao mercado de trabalho”, explica.

Com informações de SBT News

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Chefe de núcleo do Comando Vermelho “Arroto de urubu” é presa em Cabedelo



					Chefe de núcleo do Comando Vermelho é presa em Cabedelo
Polícia Federal da Paraíba investiga crimes de abuso sexual infanto-juvenil.. Divulgação

A chefe do núcleo de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho na Paraíba, Ariadna Thalia, conhecida como “Arroto de Urubu”, foi presa nesta sexta-feira (12), em Cabedelo, de acordo com a Polícia Federal. Ela também é investigada pelos envolvimento em crime violento e influência de facção em pleito eleitoral.

As investigações são conduzidas tanto pela Polícia Federal como pela Polícia Civil da Paraíba.

Segundo a tenente-coronel Viviane Vieira, da Polícia Militar, Ariadna foi presa durante as buscas a um dos suspeitos envolvidos em um tiroteio em Cabedelo nesta sexta-feira (12). A polícia localizou uma moto usada pelo homem em um prédio no bairro do Renascer. Ele não foi encontrado, mas três mulheres estavam no imóvel dele, entre elas Ariadna.

“Nós tínhamos informações do retorno dela a Paraíba, mas não sabíamos exatamente onde ela estava. Por coincidência nesta sexta em outra ocorrência encontramos ela”, disse a tenente-coronel.

De acordo com a Polícia Civil, ela estava com um mandado de prisão em aberto desde a operação Asfixia, realizada no final de setembro, que cumpriu 26 mandados de prisão preventiva e 32 mandados de busca e apreensão, além do bloqueio de mais R$ 125 milhões.

Na época, Ariadna estava foragida no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, tendo voltado à Paraíba recentemente. A Polícia Militar encaminhou a mulher para a sede da Polícia Federal.

Pela Polícia Federal ela é investigada por influência de facção criminosa no pleito municipal de Cabedelo. Os crimes investigados são: constituição de organização criminosa, uso de violência para coagir o voto, ameaça, lavagem de dinheiro e peculato, dentre outros.

Já a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) da Polícia Civil investiga ela pelos crimes de lavagem de dinheiro e crimes violentos. De acordo com o delegado Elton Vinagre, ela ainda não foi ouvida sobre esses crimes porque ainda está na Polícia Federal, onde aguarda a audiência de custódia.

Comando Vermelho na Paraíba

Segundo as investigações da Polícia Civil, Ariadna Thalia chefiava o núcleo de lavagem de dinheiro do Comando Vermelho na Paraíba. Ela ascendeu ao comando dessa parte do grupo criminoso após a morte de um contador da facção.

De acordo com a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco), a facção criminosa era dividida em três núcleos, o de comando, a célula responsável por lavar dinheiro e o setor pela operacionalização. O chefe da organização criminosa, Flávio de Lima Monteiro, mais conhecido como “Fatoka”, que segue foragido e está na lista dos criminosos mais procurados da Paraíba.

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Empresário é preso após tentar comprar arma de fogo com documentos falsos

Um empresário foi preso, nesta quarta-feira (10), após tentar comprar uma arma de fogo com documentos falsos. A investigação foi conduzida pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) de Campina Grande.

O preso tem 40 anos de idade e tentou adquirir o armamento em um clube de tiro na cidade. Funcionários do estabelecimento desconfiaram da documentação e acionaram a Polícia Civil, que iniciou as investigações.

Durante a apuração dos fatos, a PCPB constatou com o Exército Brasileiro que o documento apresentado para a aquisição da arma é falso. O empresário foi preso em flagrante, no interior do clube de tiro. Ele foi encaminhado à carceragem da Cidade da Polícia Civil.

O crime de Uso de Documento Falso prevê pena de reclusão de dois a seis anos, e multa, sendo inafiançável na esfera policial.

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