Polícia

Bloco das Muriçocas: Polícia começa a usar câmeras em uniformes durante carnaval em JP

Os policiais militares que vão trabalhar durante o desfile do bloco Muriçocas do Miramar, em João Pessoa, nesta quarta-feira (15), utilizarão bodycams, mais conhecidas como câmeras corporais. Os equipamentos, cujo uso está em fase de teste, têm capacidade para 12 horas de gravação e serão distribuídos entre as patrulhas que farão policiamento ao longo da Avenida Epitácio Pessoa, onde acontece o desfile. Antes da distribuição, os policiais se concentram a partir das 18h na frente do Clube Cabo Branco, bairro do Miramar.

“As câmeras são semelhantes às utilizadas no São João de Campina Grande em 2022 e que ficaram acopladas ao corpo dos militares em atuação, permitindo a filmagem de todo o procedimento policial, e seguem um cronograma de avaliação e análise”, explicou Fabiano Vieira, gerente de Tecnologia da Informação (GTI) da Secretaria da Segurança e da Defesa Social.

A entrega dos equipamentos ao coronel Carlos Sena, comandante do Policiamento Regional Metropolitano de João Pessoa, aconteceu na sede da Sesds. Segundo ele, as câmeras serão acopladas ao fardamento dos policiais na concentração do efetivo, no Clube Cabo Branco, bairro do Miramar, a partir das 18h.

Bodycams – São câmeras acopladas ao corpo, que permitem a filmagem de todo o procedimento policial, registrando as interações entre o policial militar e o cidadão. No bloco Muriçocas do Miramar, os policiais saem para o serviço utilizando o dispositivo. As imagens são captadas no equipamento e posteriormente armazenadas em um dispositivo tipo Dockstation, para auxiliar em situações investigativas e também quando for necessária a constituição de provas.

MaisPB

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Paraíba

OPERAÇÃO PLATA: MP investiga lavagem de R$ 23 milhões em igrejas

Um operação deflagrada no Rio Grande do Norte, nesta terça-feira (14), tem alvos na Paraíba com objetivo de apurar lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas e de integrantes de facção criminosa.

De acordo com informações dos órgãos de investigação, “laranjas” teriam lavado mais de R$ 23 milhões, inclusive em igrejas.

Segundo a coordenação do Gaeco/MPPB, na Paraíba foi cumprido um mandado de prisão e vários mandados de busca e apreensão. “O Gaeco firmou uma parceria com a Dracco para estruturar investigações qualificadas em face das facções que atuam em nosso Estado”, afirmou o promotor de Justiça, Octávio Paulo Neto.

O esquema de lavagem de dinheiro, de acordo com as investigações do Ministério Público do Rio Grande do Norte já perdura por mais de duas décadas.

De acordo com o MPRN, o grupo lavava o dinheiro com a compra de imóveis, fazendas, rebanho bovino, automóveis, abertura de mercados e até com a fundação de igrejas evangélicas. O principal investigado na operação é Valdeci Alves dos Santos. Ele é originário da região Seridó do Rio Grande do Norte e é apontado pelo Ministério Público de São Paulo, em ação separada, como liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa que surgiu nos presídios paulistas e que tem atuação em todo o Brasil e em países vizinhos. Valdeci já estava preso na Penitenciária Federal de Brasília.

No Rio Grande do Norte, ele tem como maior aliado o irmão Geraldo dos Santos Filho, conhecido por Pastor Júnior. Segundo as investigações do MPRN, há pelo menos duas décadas os dois mantêm o esquema de lavagem de dinheiro, tendo como participantes seus irmãos, filhos, sobrinhos e comparsas fora da família. Ao lado da mulher dele, Geraldo é investigado por constituir um patrimônio de R$ 6.189.579,42, valor incompatível com seus rendimentos laborais declarados. A mulher dele também foi presa nesta terça-feira.

Em 2019, Geraldo Filho foi preso usando documento falso em nome de José Eduardo Medeiros de Moura. Ele e a mulher teriam constituído uma empresa jurídica para a lavagem de dinheiro. A suspeita é a de que Geraldo e a mulher, através de “laranjas”, lavavam dinheiro também através de igrejas evangélicas. Em nome desses laranjas, a suspeita é que o casal abriu pelo menos sete igrejas nos Estados do Rio Grande do Norte e São Paulo. A ação cumpriu mandados de busca e apreensão em algumas dessas igrejas.

O material apreendido nas igrejas será analisado pelo MPRN para apurar se há envolvimento de outras pessoas nos crimes. Valdeci já estava preso na Penitenciária Federal de Brasília, onde foi cumprido novo mandado. Geraldo e outras cinco pessoas foram presas no Rio Grande do Norte nesta terça e encaminhadas ao sistema carcerário potiguar.

MaisPB

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Brasil

PF cumpre 8 mandados de prisão em cinco estados em nova fase de operação contra atos em Brasília

Foto: Reuters/Antonio Cascio.

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (14) uma nova operação contra os atos do dia 8 de janeiro.

Na ocasião, extremistas invadiram e depredaram as sedes dos três Poderes, em Brasília.

A operação desta terça tenta cumprir oito mandados de prisão preventiva e 13 de busca e apreensão, todos autorizados pelo Supremo Tribunal Federal. Os alvos estão em Goiás, Minas Gerais, Paraná, Sergipe e São Paulo.

Em São Paulo, a TV Globo apurou que há pelo menos três mandados sendo cumpridos na capital e em Indaiatuba

Em Sergipe, um mandado de busca e apreensão foi cumprido contra o bolsonarista Luciano Oliveira dos Santos, de Itabaiana – que está preso em Brasília desde o dia dos atos.

A operação Lesa Pátria é tratada pela PF como permanente e os suspeitos de participação e financiamento são investigados por seis crimes:

abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
golpe de Estado;
dano qualificado;
associação criminosa;
incitação ao crime;
destruição e deterioração ou inutilização de bem especialmente protegido.

A qualificação dos crimes, porém, só deve ser feita ao fim das investigações, quando houver denúncia formal à Justiça pelo Ministério Público.

Por G1

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Paraíba

OPERAÇÃO PLATA: MPRN mira grupo suspeito de lavagem de dinheiro e tráfico de drogas na PB e mais 8 estados

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta terça-feira (14) a operação Plata.

São cumpridos sete mandados de prisão e outros 43 de busca e apreensão nos Estados do Rio Grande do Norte, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Bahia, Ceará e Paraíba, e ainda no Distrito Federal.

O objetivo é apurar a lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas e por integrantes de facção criminosa. A suspeita é de que o grupo criminoso tenha lavado dinheiro com a compra de imóveis, fazendas, rebanhos bovinos e até com o uso de igrejas.

Com informações de Gustavo Negreiros

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Paraíba

Homem é preso durante operação da PF contra pornografia infantil na PB

Um homem de 42 anos foi preso em flagrante, nesta segunda-feira (13), por armazenar material de pornografia infantil, na Paraíba. A prisão aconteceu na cidade de Serra Redonda durante a Operação Upskirting da Polícia Federal. O investigado tinha um mandado de prisão temporária e um de busca e apreensão em aberto.

De acordo com a Polícia Federal, durante as buscas foram encontrados material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes armazenados no celular do homem e também uma espingarda.

O preso foi conduzido à delegacia da Polícia Federal em Campina Grande para ser autuado em flagrante e vai aguardar audiência de custódia. Os crimes que serão investigação estão previstos no Estatuto da Criança e Adolescente com penas que podem chegar a 12 anos de reclusão e multa.

O nome da operação, Upskirting, é uma prática que virou crime na Inglaterra. Homens tiravam fotos com o celular por baixo da saia das mulheres. O investigado incorria nessa prática.

Portal T5

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Paraíba

Assaltantes de banco morrem durante confronto com a polícia em Cubati, no agreste da PB

Um grupo criminoso composto por sete assaltantes de banco, que iriam explodir agências de Taperoá, morreu na madrugada desta segunda-feira (13) após entrar em confronto com policiais civis. Entre os suspeitos há paraibanos e cearenses.

Após uma investigação conjunta das Polícias Federal, Civil e Rodoviária Federal, foi possível interceptar a Organização Criminosa no momento em que iam explodir as agências
bancárias.

As equipes ainda apreenderam fuzis, pistolas, espingardas, calibre .12, revólveres, explosivos, grampos, veículos e outros
apetrechos utilizados pelo Novo Cangaço.

Um coletiva de imprensa dará mais detalhes sobre a operação às 10:30 na Central de Polícia de Campina Grande.

Blog do BG PB

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Paraíba

João Azevêdo promove mudanças em delegacias e na Superintendência da Polícia Civil

A edição desta sexta-feira (10) do Diário Oficial da Paraíba traz mudanças realizadas pelo governador João Azevêdo na Polícia Civil. Entre elas, está a saída de Maísa Félix Ribeiro de Araújo da Superintende Regional da Polícia Civil para assumir cargo na Direção Geral da Academia de Ensino da Polícia (Acadepol).

No lugar de Maísa, assume a função, Maria Sileide de Azevedo. Também houve diversas mudanças de titularidade nas delegacias paraibanas.

A edição do DOE traz ainda a exoneração de Damião Ramos Cavalcanti da Secretaria de Estado da Cultura e a nomeação de Pedro Daniel de Carli Santos para o cargo.

Carli deixa a presidência da Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc) e Bia Cagliani de Oliveira e Silva assume a vaga.

MaisPB

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Paraíba

Ex-auditor fiscal é preso por receptação de veículos roubados em JP

 

Um ex-auditor fiscal foi preso nesta quinta-feira (9) no Portal do Sol, em João Pessoa. Ele tinha dois mandados de prisão em aberto em investigações por receptação de veículos roubados e tráfico de drogas. Segundo a Polícia Militar, o investigado já havia sido preso pelos mesmos crimes.

De acordo com informações do Major Bruno, do Batalhão Especializado de Policiamento Turístico (BEPTur), o homem se mudou para João Pessoa há alguns anos após responder a um processo por tráfico de drogas em Minas Gerais. Conforme as informações, ele vendia alucinógenos a caminhoneiros.

Na Capital paraibana, o ex-auditor também já foi preso por receptação de veículos.

O investigado foi levado para a Central de Polícia, onde deve passar por audiência de custódia.

Portal T5 

 

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Paraíba

PF mira esquema de fraudes e desvios de verbas em obras públicas na PB

A Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação nesta quinta-feira (9) para investigar esquemas criminosos de fraudes a licitações e desvios de recursos federais em municípios do interior paraibano, relativos à execução de obras de construção civil.

A operação cumpriu três mandados de busca e apreensão nas cidades de João Pessoa e Patos, na Paraíba, e Juazeiro do Norte, no interior do Ceará. A operação, denominada Bleeder, está na segunda fase de investigações e, nesta fase, a operação visa, além de ressarcir os recursos públicos pagos indevidamente, apurar a utilização de terceiros na constituição de empresas que eram usadas para executar as obras públicas.

A investigação teve início a partir das informações obtidas no âmbito da Operação Recidiva, realizada em conjunto pela Polícia Federal, Controladoria-Geral da União – CGU e Ministério Público Federal, que visou combater esquemas criminosos de fraudes a licitações e desvios de recursos federais em municípios do interior paraibano, relativos à execução de obras de construção civil.

Com informações obtidas na Recidiva, foram realizadas fiscalizações e levantamentos de dados envolvendo a execução de obras de açudes e barragens em municípios da Paraíba, sendo detectadas, dentre outras irregularidades, indícios de fraudes licitatórias, direcionamentos de contratos, contratações de empresas sem capacidade operacional, execução de obras de má qualidade e existência de sobrepreço e superfaturamento.

As obras investigadas totalizam, aproximadamente, R$ 79 milhões, tendo sido constatados indícios de sobrepreço de R$ 13,3 milhões nestas obras e superfaturamento de R$ 8,2 milhões.

O nome da operação, Bleeder, vem do termo em inglês que significa “aquele que provoca um sangramento”, em alusão ao fenômeno da sangria dos açudes públicos e à sangria dos cofres públicos, cujos recursos foram desviados pela organização criminosa.

g1

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Polícia

OPERAÇÃO TALIR: PF encontra R$ 800 mil com coordenador de campanha acusado de comprar votos na PB; confira

Durante as buscas da Operação Talir, a polícia federal abre hoje, (08)  um cofre que estava na casa do coordenador financeiro de campanha de um político paraibano e encontra o valor de R$ 500 mil em dinheiro e R$ 300 mil em cheques.

A operação foi desencadeada ontem pela Polícia Federal, e já tinham sidos apreendidos R$ 90.000,00 e duas armas, uma pistola .380 e uma espingarda calibre 12. O nome do alvo, porém, não foi divulgado.

Os valores em espécie foram depositados em uma conta judicial e os cheques juntados ao inquérito que investiga os crimes de lavagem de dinheiro destinados a financiamento ilegal de campanhas eleitorais e compra de votos na última eleição.

A operação realizada nesta terça em Campina Grande (7), denominada Talir, é um desdobramento da operação Mercador Fenício, que havia sido deflagrada pouco após o primeiro turno das Eleições 2022.

Blog do BG PB com maisPB

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