Polêmica

Pastor acusado de golpe milionário contra fiéis em João Pessoa se entrega à Justiça

Péricles Cardoso é acusado de aplicar golpe de R$ 2 milhões

O pastor Péricles Cardoso, acusado de estelionato contra fiéis da Assembleia de Deus, se entregou à Justiça nesta quarta-feira (1°), em João Pessoa. Ele foi denunciado após ter recebido de forma indevida cerca de R$ 2 milhões.

O religioso se apresentou ao Poder Judiciário no fórum de Mangabeira acompanhado do advogado. O pedido de prisão do pastor havia sido requerido pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) em setembro.

Péricles Cardoso era pastor da Igreja Assembleia de Deus, em Mangabeira I, desde o ano de 2018. De acordo com as investigações, ele utilizava o poder de convencimento e da fé e respeito dos fiéis para pedir ajuda financeira para a compra e reforma de uma casa para a Igreja.

A prática ocorreu por pelo menos dois anos. Ele pedia dinheiro emprestado e utilizava cartões de crédito dos fiéis, mas com esses valores fazia pagamentos de dívidas pessoais.

Pronunciamento

No início de outubro, em um vídeo compartilhado pelo advogado de defesa, Robério Capistrano, Péricles negou as acusações de estelionato, mas assumiu que não conseguiu pagar as dívidas feitas para obras da igreja utilizando cartões de crédito dos fiéis. O religioso ameaçou ainda processar os denunciantes.

Com T5

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Polêmica

MUDO E CALADO: Investigado por desvios, Padre Egídio vai à sede do Gaeco, fica em silêncio e sai escondido

Padre Egídio Carvalho é centro de uma investigação sobre desvios no Hospital Padre Zé, em João Pessoa

O Padre Egídio Carvalho foi até a sede do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), na manhã desta quarta-feira (01), em João Pessoa, para prestar depoimento no caso envolvendo a suspeita de desvios no Hospital Padre Zé. O religioso, no entanto, preferiu ficar em silêncio diante dos investigadores.

Egídio chegou na sede do Gaeco por volta das 9h, mas saiu do local sem falar com a imprensa por volta das 10h.

Os advogados que integram a defesa do padre informaram à redação que a opção pelo silêncio foi em decorrência de não ter sido disponibilizado o motivo que levou os promotores a pedirem a prisão de Egídio, pleito que foi negado pelo juiz José Guedes.

 

Sede do Ministério Público da Paraíba onde estava o Padre Egídio Carvalho (Foto: Albemar Santos/MaisPB)

Logo após ser alvo da Operação, ele foi de surpresa ao Gaeco. À época, em entrevista coletiva após a visita, o advogado Sheyner Asfora, que faz a defesa do Padre, disse que o religioso buscou o Ministério Público para dizer que está à disposição das investigações.

“O Padre se apresentou, compareceu. Mas, ainda vai prestar depoimento. Não será no dia de hoje. Ele vai esclarecer tudo e colaborar. Hoje, ele compareceu diante da operação deflagrada ontem e entrega o celular de forma espontânea e se colocou à disposição para prestar futuras declarações”, disse em 07 de outubro.

Operação Indignus

Deflagrada nessa quinta-feira (06), a Operação Indignus, deflagrada por uma Força-Tarefa encabeçada pelo MPPB, realizou mandados de busca e apreensão em três imóveis ligado ao Padre Egídio. A expectativa era de que possíveis condutas criminosas ocorridas no âmbito do Instituto São José, do Hospital Padre Zé e da Ação Social Arquidiocesana (ASA).

As condutas indicam práticas, em princípio, dos delitos de organização criminosa, lavagem de capitais, peculato e falsificação de documentos públicos e privados.

O que diz a investigação 

A investigação que embasou a Operação Indignus mostra que o Padre Egídio Carvalho, ex-diretor do Hospital Padre Zé, em João Pessoa, é o verdadeiro proprietário de imóveis de luxo. A suspeita é que Carvalho seja dono de 10 apartamentos, alguns considerados de elevadíssimo alto padrão.

A Força-Tarefa liderada pelo Ministério Público da Paraíba aponta para uma confusão patrimonial entre os bens e valores de propriedade das referidas pessoas jurídicas com o religioso.

Foi constatada uma considerável relação de imóveis atribuídos, aparentemente sem forma lícita de custeio, quase todos de elevado padrão, adornados e reformados com produtos de excelentes marcas de valores agregados altos.

Mandado de busca e apreensão é cumprido em um prédio na orla do Bessa, em João Pessoa (Foto: Albemar Santos)

A operação de hoje apura os fatos que indicam possíveis condutas criminosas ocorridas no âmbito do Instituto São José, do Hospital Padre Zé e da Ação Social Arquidiocesana/ASA.

As primeiras provas apontam possíveis desvios de recursos públicos destinados a fins específicos, por meio da falsificação de documentos e pagamento de propinas a funcionários vinculados às referidas entidades.

As condutas indicam, em princípio, dos delitos de organização criminosa, lavagem de capitais, peculato e falsificação de documentos públicos e privados.

Com MaisPB

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Polêmica

Maior sequestrador de Pernambuco, condenado a 190 anos de prisão, ganha liberdade antes do prazo, aponta MPPE

Reprodução

A aplicação da contagem em dobro das penas de detentos que fazem parte do Complexo Prisional do Curado, localizado na Zona Oeste do Recife, resultou na liberdade de pessoas consideradas de alta periculosidade – incluindo homem apontado pela polícia como o maior sequestrador de Pernambuco.

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) considerou que houve erro de interpretação no cálculo feito pela 1ª Vara Regional das Execuções Penais. Por isso, ingressou com recursos na segunda instância do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) para que três homens que tiveram as penas extintas voltem a cumprir as penas.

O cômputo em dobro, como é chamado o benefício, começou a ser aplicado no final do ano passado pela Justiça, atendendo a uma resolução de 2018, da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que considerou que os presos estavam cumprindo penas em condições subumanas e insalubres de encarceramento, além da histórica superlotação.

A coluna Segurança, deste JC, teve acesso aos três recursos de agravo em execução penal que estão sob análise do TJPE. Ainda não há prazo para julgamento.

Um dos beneficiados com a extinção das penas foi Rosemberg Ramos da Silva, o Berg, considerado pela polícia como o maior sequestrador do Estado. Ele foi preso em agosto de 1996, mas chegou a fugir do presídio em 2001, sendo recapturado dois anos depois no Maranhão.

Com 17 processos na Justiça, Berg foi condenado a 190 anos, um mês e dois dias de reclusão.

Velho conhecido do Grupo de Operações Especiais (GOE), Berg participou de sequestros de grande repercussão no Estado – inclusive de um ex-reitor da Universidade de Pernambuco (UPE) em 2003. Na ocasião, o grupo criminoso teria pedido R$ 500 mil pelo resgate.

O MPPE apontou, em recurso, que o cálculo realizado pela 1ª Vara Regional das Execuções Penais foi realizado com base no artigo 75 do Código Penal Brasileiro, que diz que” o tempo de cumprimento das penas privativas de liberdade não pode ser superior a 30 anos”.

Leia a matéria completa

UOL-JC Ne10

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Polêmica

Vereadora diz em sessão que mulher foi ‘castigada por Deus’ por ter filho com autismo

Vereadora Zirleide Monteiro (Foto: Reprodução/YouTube)

 

Na noite da última segunda-feira (30), uma vereadora da cidade de Arcoverde, no Sertão, declarou durante uma sessão na Câmara de Vereadores que uma mãe estava sendo “castigada por Deus” por ter um filho com deficiência. A declaração foi feita por Zirleide Monteiro (PTB), em um discurso na plenária.

A mulher citada pela vereadora, que não foi identificada, é mãe de uma criança de 4 anos de idade com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Zirleide e a mulher citada teriam se desentendido dias atrás, antes da sessão.

“Não preciso citar o nome da cidadã, que o castigo de Deus, Ele dá aqui em vida. Quando ela veio com um filho deficiente, é porque ela tinha alguma conta a pagar com aquele lá de cima. Ela já veio para sofrer”, disse a vereadora Zirleide Monteiro.

Continuando a declaração, a vereadora disse ainda que a mulher estava pagando por uma atitude que teve no último fim de semana. “Está nas mãos de Deus. Está entregue e quem faz aqui, paga aqui mesmo. Não vai subir lá para cima não, viu? De jeito nenhum”, declarou Zirleide.

Após a declaração da vereadora, o presidente da Câmara, Wevertton Siqueira, repudiou a parlamentar. Siqueirinha, como é conhecido, lamentou a atitude da vereadora e se desculpou em nome dela durante a sessão.

“Eu acho que a senhora foi muito infeliz em suas palavras, em dizer que o filho de uma mãe veio deficiente porque é um castigo de uma pessoa ser ruim ou de uma pessoa ser boa. Eu acredito que a senhora foi muito infeliz, eu quero pedir desculpa em nome da vereadora Zirleide, eu como presidente, eu quero pedir desculpa em nome dela a todas as mães que têm um filho deficiente aqui em Arcoverde, em Pernambuco e em todo o Brasil”, disse o presidente.

Ao g1, o presidente da Câmara de vereadores informou que a casa legislativa ainda não tem um posicionamento oficial a respeito do caso, mas afirmou que “a Câmara é contra todo tipo de preconceito”.

G1

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Polêmica

(VÍDEO) Área de churrasco, piscinas e 8 dormitórios: Veja granja de Padre Egídio avaliada em R$5 milhões

 

 

Enquanto o Hospital Padre Zé padece sob a necessidade de doações do público e do poder público, o Padre Egídio é acusado de desviar dinheiro da instituição e construir um patrimônio milionário na Paraíba e fora do estado.

Uma das descobertas é uma granja em Conde, no Litoral Sul paraibano, avaliada em mais de R$ 5 milhões.

A granja tem um prédio com oito apartamentos, duas piscinas, muita área construída e também de mata. De fazer inveja a muitos.

Imagens: jornalista Clilson Júnior

A defesa diz que o padre está disposto a contribuir com as investigações.  O arcebispo fala em sentir vergonha. O ex-funcionário coloca a “boca no trombone” e grita aos quatro ventos que o padre tem culpa e detalha acusações contra o religioso. A Polícia Civil e o Ministério Público e o Gaeco seguem investigando.

Consta na relação de bens acumulados pelo padre, 30 cachorros da raça Lulu da Pomerânia. Muitos podem dizer: “lindos”, mas esses cães “fofos” escondem um preço alto, pois são avaliados em cerca de R$ 15 mil, cada um. Outro artigo muito comentado quando “explodiram” as investigações é o fogão de R$ 80 mil. Um fogão Lofra Dolcevita. Marca de luxo.

Além do fogão e dos cachorros “de rico”, também foram encontrados vinhos de R$ 1.660. Uma coleção de quase R$ 30 mil em vinhos. Há também móveis que somam R$ 3 milhões, segundo as investigações do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco).

As investigações continuam.

Com Clickpb

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Polêmica

Pastor Péricles, suspeito de golpe milionário em fiéis, deve se entregar esta semana

O pastor Péricles Cardoso de Melo, suspeito de obter mais de R$ 2 milhões de vantagem indevida junto a fiéis, vai se entregar à Justiça na próxima quarta-feira, dia 1º de novembro. O religioso teve a prisão preventiva decretada no final de setembro, mas ainda não tinha sido localizado pelas Forças de Segurança.

A defesa de Péricles informou que o cliente só vai se entregar mediante ao juiz que decretou a prisão preventiva, Isaac Torres Trigueiro de Brito. Como o magistrado estava de férias, segundo a banca, não foi possível fazer a entrega antes.

Segundo apurou a reportagem, a intenção da defesa é tentar junto à Justiça que no momento em que seja cumprido o mandado de prisão, o juiz revogue a preventiva. Péricles planeja se entregar às 8h no Fórum de Mangabeira, em João Pessoa.

No início do mês, Péricles chegou a gravar um vídeo para negar as acusações. Ele, no entanto, disse que não conseguiu pagar as dívidas feitas para as “obras da igreja” usando os cartões dos fiéis que frequentavam a Assembleia de Deus.

“Eu não fugi e não sou ladrão. Estou bem perto. Eu vou chegar, está tudo com meu advogado. Ele vai abrir uma ação contra você que deu entrada na delegacia contra mim e minha esposa”.

Ministério Público defende prisão 

Em parecer encaminhado à justiça, a promotora Gláucia Maria de Carvalho Xavier, do Ministério Público da Paraíba (MPPB), se manifestou pela decretação da preventiva.

Segundo a promotora, ficou claro durante a investigação por parte da Polícia Civil “que Péricles Cardoso de Melo, que era pastor da Igreja Assembleia de Deus em Mangabeira I desde o ano de 2018, utilizando-se de seu poder de convencimento, da fé religiosa e respeito que os fiéis que congregavam na Assembleia de Deus tinha por sua pessoa, começou a solicitar ajuda financeira dos fiéis para a compra e reforma de uma casa para a Igreja”.

“Essa prática já vinha ocorrendo pelo menos dois anos, mas ele pedia dinheiro emprestado, utilizava-se dos cartões de crédito dos fiéis, mas vinha fazendo os pagamentos de suas dívidas e assim foi adquirindo a confiança entre os fieis. Saliente-se que os “irmãos” da igreja não sabiam entre si desses pedidos de ajuda, pois tudo era feito em sigilo; Que o Pastor também se passava por um homem “muito bondoso”, ajudando financeiramente os fiéis da igreja, pagando contas deles com o seu dinheiro particular, mas, no entanto, ele utilizava o dinheiro que havia recebido dos congregados para fazer a “Obra” na Igreja”, diz o inquérito.

Para a promotora, seguindo o entendimento da Polícia Civil, há a necessidade da decretação da prisão preventiva do pastor “a fim de garantir a ordem pública, garantia de aplicação da lei penal e busca de novas provas para embasar as investigações necessárias”.

“Caso não seja decretada a prisão dos investigados, certamente não aguardarão, passivamente, uma futura condenação criminal, tendo, pois, motivos sobrados para empreender fuga e frustrar até mesmo seu futuro julgamento perante o Poder Judiciário”, escreveu.

Com MaisPB

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Polêmica

Cerca de 7 suspeitos de fraude em concurso da PM e Bombeiros são eliminados, na Paraíba

 

Pelo menos sete candidatos foram eliminados do concurso público da Polícia Militar da Paraíba suspeitos de fraude. Segundo a PM, eles foram identificados com aparelhos eletrônicos – o que é terminantemente proibido, segundo o edital. As ocorrênciasaconteceram em locais distintos, onde as provas são aplicadas neste domingo (29).

No primeiro registro, um candidato foi identificado com um fone de ouvido no bolso. A ocorrência aconteceu dentro de uma sala de aula na Universidade Federal da Paraíba (UFPB). “A fiscalização percebeu e ele foi retirado da sala”, diz o comunicado.

Edital não permite que canditato porte fone e outros itens eletrônicos | Imagem: Reprodução

Ainda na UFPB, em João pessoa, outros cinco candidatos foram eliminados porque estavam com celulares dentro dos locais de prova. Os aparelhos foram detectados pelos dispositivos de segurança usados pela equipe de fiscalização.

Já na escola Deputado Fernando Carrilho Milanez, em Gramame, a sétima eliminação aconteceu porque um candidato foi identificado com ponto eletrônico.

Nos três casos, os suspeitos foram encaminhados à Central de Polícia, no bairro do Geisel, em João Pessoa.

Fraudar concurso público é crime

Conforme o Código Penal Brasileiro (lei número 12.550/11), é crime fraudar concurso público. A pena pode chegar a oito anos de reclusão e multa para os infratores.

Com T5

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Polêmica

Deputado federal cobra providências contra vereador de Conde suspeito de estuprar menina

O deputado federal Luiz Couto (PT) cobrou providências contra o vereador de Conde, Flávio Melo (PSB), conhecido como Flávio do Cabaré.

O vereador é suspeito de estuprar uma menina e oferecer dinheiro a ela em troca de sexo.

Luiz Couto falou na tribuna da Câmara dos Deputados, em Brasília, nesta semana, sobre o suposto estupro. Confira o pronunciamento do deputado na íntegra:

“Senhor presidente, o assunto que trago hoje é de causar revolta em todo ser humano decente e que se preocupa com o respeito às crianças. Infelizmente, na cidade de Conde, na região metropolitana de João Pessoa, capital da Paraíba, um caso deplorável aconteceu envolvendo o assédio e o estupro de uma garota de 14 anos. Essa menina foi violentada por um vereador, Flávio Melo, mais conhecido como Flávio do Cabaré. E é um crime que nos causa ojeriza, ainda mais quando praticado por um representante do povo, que deveria dar exemplo e zelar pela dignidade e bem estar da infância e da adolescência.

Mas, senhor presidente e demais colegas, os senhores devem estar se perguntando se eu estou fazendo um julgamento sumário desse sujeito. Não se trata disso. E para explicar, eu preciso contar como o fato aconteceu.

Em setembro, o vereador procurou a menina na casa dos pais dela e ofereceu 100 reais para que ela mantivesse uma relação sexual com ele. A garota estava com um celular e gravou a conversa. Flávio diz que o dinheiro poderia ser usado para a vítima comprar lanche, comprar comida e ainda promete que seriam só 10 minutinhos. Ele mesmo menciona o próprio nome quando diz a ela que aquela seria a última vez. Ele diz: se eu lhe procurar de novo, você pode dizer assim: Flávio não foi esse o combinado.

Então, senhor presidente, senhores e senhoras deputados e deputadas, está aí uma confissão de culpa irrefutável. Um crime abjeto contra uma criança. Mas, apesar dessa gravação ter circulado no estado todo, o vereador pediu licença de 121 dias e está esperando a poeira baixar. Foi uma manobra clara para fazer com que esse crime absurdo caia no esquecimento.

Venho aqui hoje cobrar providências. A Câmara Municipal de Conde abriu um processo porque uma moradora representou pela cassação do vereador Flávio Melo. Talvez isso não tivesse acontecido se essa cidadã não tivesse se sentido tão ofendida, como todos nós sentimentos, pela conduta criminosa desse parlamentar.

A Polícia Civil está apurando o caso na esfera criminal e tenho certeza de que haverá punição adequada.

Mas, o partido do vereador, o PSB, não adotou qualquer sanção contra esse vereador. Não é possível que diante de um fato estarrecedor e um atentado contra essa garota, esse parlamentar encontre guarida entre seus pares na Câmara e também na legenda a qual está filiado.

Venho cobrar ao PSB que se pronuncie sobre esse caso, venho também garantir à Câmara de Conde e à sociedade paraibana que, como defensor da infância, vou continuar vigilante e exigindo providências.

Um ato hediondo não pode ser tolerado em nossa sociedade. Peço que a justiça seja feita. Devemos garantir que pessoas como Flávio do Cabaré sejam responsabilizadas por seus atos e afastadas da vida pública.”

Com ParlamentoPB

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Polêmica

(VÍDEO) Cícero Lucena celebra ‘Saída do Trauminha da página policial’ enquanto MPF revela crise na fila de Cirurgias

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena, parece viver em uma realidade paralela, quando o assunto é o Hospital de Ortotrauma da cidade, o Trauminha de Mangabeira, que deveria ser um exemplo de eficiência e qualidade.

Em declarações nesta sexta-feira (27) na rádio Correio FM, Lucena encheu a boca para afirmar que a unidade “saiu das páginas policiais” e “ganhou o respeito da população”.

“Graças a Deus o Trauminha saiu da página policial para o reconhecimento e respeito da população de João Pessoa; o doutor Alexandre (diretor da unidade) tem sempre procurado reduzir as filas e qualificar cada vez mais o atendimento humanizado; gosto muito dessa orientação, se você não colocar seu lado humano você não está fazendo o que deve fazer”, diz um trecho da entrevista.

Não é o que o documento do Ministério Público Federal (MPF) revela. De acordo com o MPF, cerca de 400 pessoas estão atualmente na fila de espera por uma cirurgia no Hospital de Ortotrauma, e o pior, sem perspectiva de uma data definida pra o procedimento. Por essa razão, o MPF tem veiculado mídia em emissoras de rádio e televisão convocando os pacientes para oficializar suas denúncias junto ao órgão para o problema ser solucionado de forma mais enérgica.

Enquanto o prefeito entoa louvores à suposta melhoria da instituição, pacientes enfrentam agonia e incertezas, esperando por procedimentos médicos há anos.

As evidências de irregularidades no hospital, que levaram à sua interdição em 2020, não parecem ser levadas a sério por Lucena, que prefere vender uma narrativa positiva. Enquanto ele faz discursos, a população sofre.

Em resposta enviada ao Ministério Público, no início deste mês, a diretoria do hospital informou que as duas salas cirúrgicas ainda não foram inauguradas, pois estavam sendo utilizadas para o atendimento de pacientes graves e o funcionamento de unidade de terapia intensiva. No entanto, assegurou que as reformas de adequação do espaço serão iniciadas ainda este mês.

Blog do BG PB

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Polêmica

Pollyanna ingressa com queixa-crime contra Wallber por “calúnia e difamação”

Processo de Pollyanna Dutra contra Wallber Virgolino será julgado pela 3ª Vara Criminal de João Pessoa

A secretária de Desenvolvimento Humano da Paraíba, Pollyanna Dutra (PSB), ingressou, nesta sexta-feira (27), com uma queixa crime contra o deputado estadual Wallber Virgolino (PL) junto à Justiça da Paraíba.

A socialista acusa o parlamentar de calúnia e difamação por divulgar, segundo a secretária, informações falsas sobre o suposto envolvimento de Pollyanna com os desvios que estão sendo investigados no âmbito da Operação Indignus, que mira fraudes no Hospital Padre Zé e a Associação Social Arquidiocesana (Asa) em João Pessoa.

Na petição, que o Blog teve acesso, Pollyanna Dutra afirma que Wallber publicou “diversas inverdades, ilações e afirmações caluniosas” em seu perfil no Instagram em uma postagem que liga a secretária ao escândalo.

“As acusações são completamente mentirosas, com intuito de lesionar a honra e imagem da querelante. A mesma se constitui como uma cidadã de reputação ilibada na sociedade, onde nunca cometeu qualquer espécie de ilícito ou comportamento imoral. Ademais, a secretária Pollyanna Dutra assumiu a gestão da Secretaria de Desenvolvimento Humano apenas em fevereiro de 2023, estando à frente da pasta há apenas oito meses”, diz a ação.

Segundo a acusação, Virgolino “em nenhum momento prova a indica qual seria o documento que motivou a postagem e a afirmação falsa de que a representante [Pollyanna] recebeu suposta propina para firmar convênios”.

Processo contra Samuel Segundo 

Em uma outra ação também perante à Justiça, a secretária Pollyanna Dutra pediu que Samuel Segundo, ex-braço direito do Padre Egídio, possa esclarecer e provar as acusações feitas contra a ex-deputada durante entrevistas recentes.

Na semanada passada, ao falar sobre o caso do Padre Zé, Samuel disse que Pollyanna tinha conhecimentos sobre irregularidades da aplicação do Projeto Prato Cheio, em Guarabira, e teria acobertado por ter exigido a contratação da mãe para trabalhar no Hospital.

“Em momento algum ocorreu qualquer intromissão na condução interna do Instituto São José. Enquanto esteve à frente do Programa Prato Cheio, a secretária jamais interviu para direcionar fiscais do programa ou alterar a logística de fiscalização e JAMAIS impôs que sua mãe coordenasse a fiscalização do programa”, argumenta a ação.

“Sobre a afirmação de que a mãe da Secretária teria sido designada para coordenar a fiscalização do Programa Prato Cheio, é importante frisar que tal fato jamais ocorreu”.

Com MaisPB

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