Polêmica

(VÍDEO) Mãe e companheira assumiram a culpa por matar bebê de 6 meses na PB, diz subcomandante

Em vídeo enviado ao Blog do BG PB, o subcomandante em São José de Piranhas, o sargento Eugênio deu detalhes sobre a trágica morte que abalou os moradores da cidade no sertão paraibano, quando uma criança de seis meses foi vítima de espancamento até a morte, nesta quinta-feira (9).

Segundo o militar, a mãe da criança e a companheira foram detidas como suspeitas do crime após a dupla levar a criança para ser atendida em um PSF do município.

Em seguida a polícia foi acionada e, segundo o sargento, ambas assumiram o terrível homicídio.

As duas mulheres agora estão à disposição da justiça.

Blog do BG PB

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Polêmica

Primo do Prefeito Bruno Cunha Lima, flagrado batendo na mulher com criança no colo, foi preso e liberado

Mais uma mulher foi filmada sendo agredida dentro de elevador na Paraíba. Trata-se de Adriana Cunha Lima que foi violentada pelo ex-companheiro Yuri Dias Cunha Lima, em Campina Grande.

As imagens divulgadas nessa quarta-feira (07) pelo Portal Paraíba Feminina mostram que a vítima estava com uma criança no colo quando foi espancada. O vídeo foi gravado em junho, mas só veio à tona agora. Na última segunda-feira (06), Adriana denunciou ter sofrido novas agressões.

À época, Yuri chegou a ser preso, mas foi posto em liberdade mediante a imposição de medidas cautelares, a exemplo:

– proibição de se aproximar da vítima, tendo que ficar distante 500 metros da mulher;

– proibição de entrar em contato com a vítima, seja por ligação ou mensagens, sob a pena de decretação preventiva.

Com MaisPB

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Polêmica

(Vídeo) Confira agressão de Yuri Cunha Lima, primo do prefeito de Campina Grande contra esposa

Adriana Cunha Lima, esposa de Yuri Dias Cunha Lima (primo do prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima) foi mais uma vítima de violência doméstica na Paraíba. No último dia 6, a jovem foi agredida pelo sogro, Ivanho Cunha Lima, dentro das dependências do Partage Shopping, em Campina Grande. Essa não foi a primeira agressão sofrida por Adriana.

Em junho deste ano, ela foi agredida, com a filha no colo, pelo marido, dentro de um elevador. Nas imagens, é possível ver que Yuri Dias Cunha Lima agride a esposa, enquanto ela carrega a filha do casal nos braços. Alguns segundos depois, ele entra no elevador sozinho.

Após esse episódio, Adriana voltou para a casa dos pais e desde então, não recebe qualquer tipo de auxílio financeiro para os cuidados com a filha do casal. “A não ser um pacote de fralda, ou uma lata de leite. Não dá pra acreditar que o primo de um prefeito não tenha condições de se responsabilizar pela própria filha”, disse Adriana, em entrevista ao Paraíba Feminina. “A criança está desprotegida, você vê nos vídeos que ele me agrediu com a criança no colo. Essa não foi a primeira vez, teve uma segunda que fomos parar na delegacia”, afirma. Desse último episódio, que ocorreu no mês de outubro, Adriana possui uma medida protetiva contra Yuri.

O relacionamento, que durou cerca de 5 anos, foi marcado por vários episódios de agressões por parte de Yuri, e segundo Adriana, o problema é sempre dinheiro. Na noite da última terça-feira (06), foi a vez do sogro de Adriana, Ivanhoe Cunha Lima, agredi-la dentro do Partage Shopping. Adriana teve o aparelho celular tomado e destruído, além de sofrer arranhões.

A vítima procurou a Delegacia da Mulher, registrou Boletim de Ocorrência e solicitou as imagens das agressões, mas o Partage ainda não forneceu as imagens. Entramos em contato com a assessoria do Shopping Partage, mas até o fechamento desta matéria, não obtivemos retorno.

Com Paraíba Feminina

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Polêmica

DE MAL A PIOR: Padre Egídio teria aplicado golpe financeiro que ultrapassa os R$ 50 mil reais em construtora

Foto: Reprodução/TV Correio

Uma construtora de João Pessoa está denunciando que o Padre Egídio de Carvalho teria deixado um prejuízo de R$ 50 mil reais.

O valor faz parte do pagamento da construção de um centro de Catequese na Paróquia Santo Antônio do Menino Deus, nos Bancários, orçado em R$ 180 mil reais. Segundo o empresário Fábio Paiva, durante a negociação o religioso informou que havia cerca de R$ 126 mil no caixa da Paróquia, valor suficiente para autorizar o início da construção. Fábio informou, inclusive, que Egídio se comprometeu em arrecadar o valor restante até a conclusão do Centro.

Em agosto, foi feito um pagamento de R$ 80 mil. Os outros 46 mil, previstos para serem depositados em setembro, não foram pagos. De acordo com Fábio, ele foi chamado para uma reunião na Cúria Metropolitana, onde foi informado que o dinheiro teria sumido. A Arquidiocese determinou a paralisação da obra até que a situação financeira da Paróquia seja resolvida.

Investigação

Padre Egídio foi afastado pela Arquidiocese da Paraíba. O religioso está sendo investigado por desviar recursos do Hospital Padre Zé, onde ele foi diretor. Egídio teria desviado cerca de R$ 13 milhões em empréstimos feitos utilizando o nome da unidade hospitalar

Segundo o comunicado, Egídio está proibido de presidir ou administrar qualquer sacramento ou sacramental, até o término das investigações.

Com PortalCorreio

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Polêmica

Pedido de prisão do Padre Egídio será julgado por Ricardo Vital; entenda

O desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), remeteu ao desembargador Ricardo Vital de Almeida o recurso impetrado pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) que pede a prisão preventiva do Padre Egídio Carvalho e outros investigados por suspeita de fraudes e desvios de recursos no Hospital Padre Zé.

Segundo apurou a reportagem do Portal MaisPB junto ao TJPB, Márcio Murilo decidiu encaminhar o processo a Vital já que o desembargador estava atuando em um processo do caso.

O juiz José Guedes, da 4ª Vara Criminal, foi quem primeiro recebeu o pedido da prisão de Egídio, mas rejeitou o pleito. Diante disso, o Ministério Público decidiu recorrer à 2ª Instância.

Na última segunda-feira (06), Ricardo Vital já tinha recusado um pedido da defesa de Padre Egídio para suspender a investigação do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco).

MaisPB

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PCdoB emite nota de repúdio contra lei que proíbe crianças em parada LGBT na Paraíba

De autoria do vereador Tarcício Jardim projeto, segundo parlamentar, visa “proteger as crianças” (Foto: Divulgação)

 

O PCdoB da Paraíba lançou hoje (8) uma nota de repúdio a aprovação do projeto de lei que proíbe a presença de crianças na parada LGBTQIAPN+  em João Pessoa e diz que medida fere constituição.

A Câmara Municipal de João Pessoa aprovou ontem (7), a proposta que foi apresentada pelo vereador Tarcício Jardim (PP). O parlamentar alegou que o projeto visa “proteger as crianças” do evento.

Agora, o projeto de lei segue para a análise do prefeito Cícero Lucena (PP).  O Ministério Público da Paraíba (MPPB)  já recomendou ao prefeito que vete o Projeto de Lei.

Confira a nota na íntegra:

O Partido Comunista do Brasil torna-se público o seu repúdio a aprovação ao projeto de lei pela Câmara dos Vereadores de João Pessoa, que proíbe a presença de criança na parada LGBTQIAPN+ em nossa capital. Essa matéria legislativa é mais um instrumento que foge dos principais problemas que afligem a população pessoense, como se aqui nada estivesse acontecendo, para entrar em debate com pautas morais, sem sentido, insensível, desrespeitoso com o ser humano.

A comunidade LGBTQIAPN+ já conquistaram no Supremo Tribunal Federal o reconhecimento à união homoafetiva, adoção de crianças (muitas dessas abandonadas pelos seus pais), constituição de famílias, nome social, doação de sangue e tratamento digno, equiparando a LGBTfobia ao crime de racismo.

Para nosso camarada Ginaldo Figueiredo, presidente da Comissão da Diversidade Sexual e Gênero da OAB-PB, “a criança pode ir para qualquer espaço público, desde que acompanhada pelos pais. Então, a supervisão é dos pais. Uma lei municipal não pode dizer para onde o pai ou a mãe deve ou não levar uma criança, porque também desrespeita o Estatuto da Criança e do Adolescente, que garante a livre expressão da criança”.

O Comitê Estadual do PCdoB comunica que, caso seja transformado em lei, ingressará com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade por ferir de morte a dignidade da pessoa humana, um dos pilares fundamentais da Constituição Brasileira, e a afrontar com a vasta jurisprudência consolidada pelo poder judiciário do país.

João Pessoa, 8 de novembro de 2023.

Comitê Estadual do PCdoB

Blog do BG PB com Clickpb

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Prefeito Sandro Môco, afastado do cargo há três anos, já recebeu quase R$ 500 mil em salários sem trabalhar

Afastado há 1 ano e 7 meses, prefeito investigado por pedir dinheiro do 'refrigerante' vira réuSandro Môco (PSDB) foi afastado do cargo em agosto de 2020 durante a Operação Rent a Car

Afastado do cargo de prefeito de Camalaú desde agosto de 2020, Alecsandro Bezerra dos Santos (PSDB) continua recebendo salários da gestão. De acordo com os dados divulgados pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) o tucano recebeu quase R$ 500 mil, mesmo sem trabalhar.

Sandro Môco, como o prefeito é conhecido, ganhou R$ 60 mil de salários entre agosto e dezembro de 2020, ano que foi afastado do cargo, R$ 144 mil em 2021, R$ 168 mil em 2022 e R$ 126 mil até setembro de 2023, como mostram os dados do Sagres.

Com Sandro Môco impedido de exercer a função pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), quem responde atualmente pela Prefeitura de Camalaú é o vice-prefeito Ubirajara Antônio Pereira Mariano.

A reportagem tentou contato com a Prefeitura de Camalaú através dos contatos disponíveis em seu portal oficial, mas não obteve resposta. O espaço segue aberto.

Acusações contra Sandro Môco 

Sandro Môco foi afastado da Prefeitura de Camalaú em agosto de 2020 durante a Operação Rent a Car, deflagrada pelo Ministério Público da Paraíba para investigar a suspeita de crimes de falsidade documental, fraude à licitação e desvio de recursos públicos.

À época, Môco chegou a ser preso em flagrante, mas solto em seguida. O esquema, segundo o Ministério Público, consistia na prévia emissão de documentos falsos e locação fraudulenta de veículos do prefeito (uma caminhonete Nissan Frontier Le At 4X4, ano 2017 e um caminhão Mercedes Benz/ L 1113, vermelho, ano 1973), registrados em nome de “laranjas”, cujos contratos revelaram prejuízo ao erário no valor de R$ 314.690,62.

Há ainda outra investigação em curso contra Sandro. O Ministério Público acusa o tucano de por corrupção passiva por, em razão da função de prefeito, ter solicitado vantagem indevida (pagamento de propina em dinheiro em espécie) da empresa PRLW Shows Ltda, conhecida pelo nome fantasia “Banda Pedrinho Pegação”.

No final do ano passado, o Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) manteve o afastamento de Sandro Môco. O relator, o desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, resumiu o seu voto, destacando que a denúncia do Ministério Público foi bem detalhada, cautelosa e descreve os delitos com clareza. Ele rejeitou as alegações da defesa, votou pelo acolhimento da denúncia, dado os indícios de materialidade e de autoria e a documentação apresentada pelo MP.

Sandro Môco foi reeleito, mas impedido de assumir cargo 

Mesmo estando afastado da função de prefeito, Sandro Môco disputou e foi reeleito como chefe do Executivo Municipal de Camalaú com 55,34%, numa disputa contra Aristeu (Cidadania). Apesar do resultado, o tucano não conseguiu assumir, já que o desembargador Arnóbio Alves Teodósio prorrogou, à época, o afastamento.

MaisPB

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Ministério Público e ONG preparam ação contra PL que proíbe crianças na Parada Gay de JP

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) e a ONG Iguais, de João Pessoa, devem protocolar uma ação de inconstitucionalidade contra o Projeto de Lei que proíbe crianças de participarem da Parada Gay da capital paraibana. A matéria, de autoria do vereador Tarcísio Jardim (PP), foi aprovada nesta terça-feira (7) na Câmara Municipal e seguiu para a sanção do prefeito Cícero Lucena (PP).

 

O presidente da Comissão da Diversidade Sexual e Gênero da OAB-PB, Ginaldo Figueiredo, questionou a motivação por trás do PL e apontou, além da inconstitucionalidade do projeto, “cunho de LGBTfobia” por parte dos parlamentares que apoiaram a iniciativa.

 

 

“A criança pode ir para qualquer espaço público desde que acompanhada pelos pais. Então, a supervisão é dos pais. Uma lei municipal não pode dizer para onde o pai ou a mãe deve ou não levar uma criança. Então, o parecer da inconstitucionalidade é baseado no próprio ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente], que garante a livre expressão da criança”, disse.

 

 

“Na realidade, o que a gente vê aí é também uma questão discriminação. A parada LGBT é uma festa que acontece no domingo à tarde e que se encerra à noite. Então, é um evento diuturno, que não pega a madrugada. Alguns vereadores pegaram fotos de paradas de outros locais para justificar essa lei. Eles, sequer, foram a alguma parada. Estão criando uma lei sobre algo que nunca presenciaram”, criticou.

Com WScom

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(VÍDEO) Defesa do Advogado José Cavalcanti afirma que síndico não tinha ‘moral’ para denunciar: “acusado de bater em mulher”

Após o advogado José César Cavalcanti Neto, ter a prisão preventiva revogada pela Justiça, a defesa esclareceu detalhes do processo ao Blog do BG PB.

Segundo o advogado do caso, Mozart Thiago, além do homem responder em liberdade, durante as investigações foi descoberto que o síndico do prédio, responsável pela denúncia contra ‘Zé Doido’ é acusado de cometer violência doméstica contra a mulher, o que configura conduta anti-social.

“Ele formou uma reunião de condomínio para expulsar meu cliente mas, o próprio síndico responde a um processo de agressão justamente contra uma mulher; e por isso a defesa questiona: como uma pessoa que quer excluir alguém por uma conduta que ele mesmo pratica?

Entenda o caso

 A denúncia contra José César foi protocolada no dia 4 de outubro, pelo síndico do prédio em que teria acontecido o crime. Depois, ele foi acusado por ameaçar testemunhas no curso do processo. Ele foi detido e encaminhado ao Presídio Especial Valentina de Figueiredo, na capital paraibana.

Blog do BG PB

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Polícia Federal nega que Toin da Braiscompany foi preso no México

Mansão de R$ 2,8 milhões e outros bens da Braiscompany vão a leilão; confira a lista completa - PB AGORA
Na tarde de terça-feira (7), surgiram especulações entre internautas de que Antônio Neto Ais, um dos proprietários da Braiscompany, havia sido detido no México. Esses rumores provocaram discussões, mas foram oficialmente desmentidos pela Polícia Federal.

Um áudio compartilhado via WhatsApp afirma que Antônio Neto Ais foi preso no México.

Desde fevereiro deste ano, o CEO da Braiscompany está em fuga, logo após a deflagração da Operação Halving pela Polícia Federal.

A Braiscompany, liderada por Antônio Neto Ais e Fabrícia Ais, enfrenta acusações de envolvimento em fraudes e esquemas de pirâmide financeira, com um suposto prejuízo estimado em mais de R$ 2 bilhões.

Durante as várias etapas da operação, a Polícia Federal conseguiu localizar e apreender diversos bens pertencentes ao casal, incluindo carros de luxo e mansões na região de Campina Grande.

Blog do BG PB

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