Polêmica

(VÍDEO) Flávio José crítica show de DJ Pedro Sampaio em CG: ‘a que ponto chegou o São João’

Flávio José, um dos ícones da música nordestina, voltou a ser protagonista de uma polêmica entre a tradição e modernidade nas festas juninas.

Durante a apresentação do DJ Pedro Sampaio no São João de Campina Grande, o “Rei do Forró” expressou o descontentamento durante a performance do ‘Vai no cavalinho’.

‘Misericórdia! A que ponto chegou a maior festa da cultura nordestina’, comentou o artista em uma publicação.

A polêmica levanta um debate: até que ponto é válido modernizar tradições sem perder a essência?

Esta não é a primeira vez que Flávio José entra em conflito. No ano passado, o show dele foi reduzido gerando indignação entre os fãs.

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Polêmica

Erro em exame de DNA destrói família e carreira de mãe de gêmeos

Imagem colorida de mulher sorrindo, no centro, com crianças ao lado - Metrópoles

 

 

A dona de casa Elizabete Santos Reis de Lima, de 36 anos, e o professor de música Jeremias Batista Costa Filho, de 39, começaram a namorar em 2018 e, no ano seguinte, passaram a viver sob o mesmo teto, em união estável. Um exame de DNA errado, porém, destruiu o que parecia ser o início de uma história de amor.

 

Ambos se conheceram na casa dos pais de Jeremias, onde Elizabete (foto em destaque) ia por ser missionária da igreja evangélica da qual o pai do professor é fundador e pastor, na Bahia. Ela frequentava o templo desde os 15 anos.

 

Parecia um “lindo início familiar”, conta Elizabete ao Metrópoles, coroado com o nascimento de um casal de gêmeos, em janeiro de 2020. “A gente já morava junto. Decidimos engravidar, mais por vontade dele, que me disse que sonhava em ser pai.”

 

O sonho virou pesadelo quando Jeremias levou somente o menino para fazer um exame de paternidade sem avisar Elizabete, em novembro de 2020, no “DNA Centro Laboratorial de Genética e Biologia Molecular”, na capital baiana. O resultado deu negativo, e ele mostrou o laudo para a então companheira na véspera do Natal e auge da pandemia.

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Polêmica

Bob Esponja no Busto de Tamandaré vai sugar mais de R$ 300 mil do governo da Paraíba

Detalhe da fachada do restaurante temático

O governador da Paraíba, João Azevêdo decidiu gastar a impressionante quantia de 300 mil reais na montagem de um boneco gigante do Bob Esponja no tradicional letreiro “Eu amo João Pessoa” no Busto de Tamandaré.

A ação, realizada dentro do evento de cultura pop, Imagineland, gera questionamentos sobre a real prioridade do estado.

A justificativa do governo para o “investimento” milionário foi a criação de uma tradição de exibir personagens de franquias famosas no icônico ponto turístico, atraindo, assim, visitantes e fomentando o turismo local.

No entanto, o valor elevado destinado a um boneco levanta sérias dúvidas sobre a gestão dos recursos públicos.

A Secretaria de Turismo e Desenvolvimento do Estado ainda solicitou ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) a dispensa de licitação para a contratação da empresa Eleven Dragons, sob a alegação de que esta é a única detentora do uso e exploração da marca do Bob Esponja.

A manobra administrativa sugere falta de transparência e levanta suspeitas sobre a necessidade e a legitimidade do contrato.

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Polêmica

João Azevêdo está ‘emparedado’ pelos aliados, diz Cabo Gilberto após troca de secretários no Estado

Cabo Gilberto, Deputado, Governador

Cabo Gilberto (Foto: reprodução)

“O governador está emparedado pelos próprios aliados. A situação é muito difícil”. A fala é do deputado federal Cabo Gilberto e foi concedida nesta quinta-feira (13) ao analisar as troca de secretários no Governo João Azevêdo.

O deputado criticou as ações do governador e falou que os próprios aliados estão emparedando João. Segundo ele, a pressão mais forte ocorreu na Secretaria de Educação, que acabou ficando com o deputado Wilson Filho.

“O governador está em uma situação muito difícil e complicada. Ele está sendo emparedado pelos próprios aliados para fazer essas mudanças, ficou mais claro do que nunca. São 16 anos de uma mesma gestão socialista. Situação dificílima”, analisou Cabo Gilberto ao ClickPB.

Novos secretários

O governador João Azevêdo confirmou, nessa quarta-feira (12), os nomes de Wilson Filho, para a Educação, Arimatheus Reis, para a Saúde, e Miguel Angelo, para o Turismo.

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Polêmica

Tribunal de Justiça ou tabuleiro político? Vaga de Desembargador no TJPB é influenciada por acordos partidários

Foto: Procurador do município de João Pessoa, Bruno Nóbrega ao lado do prefeito Cícero Lucena

 

A disputa pela vaga de desembargador no Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) está esquentando, especialmente nos bastidores da política local. A vaga pelo Quinto Constitucional (OAB-PB), tem cenário marcado por apoios controversos e movimentações estratégicas que prometem transformar o processo de escolha em um verdadeiro campo de batalha, envolvendo os interesses do governador João Azevedo.

O “caldo” começou a azedar a partir da manifestação explícita do governador João Azevedo no apoio ao Procurador Geral do Estado, Fábio Andrade, para ocupar a cobiçada cadeira no TJ-PB. Este apoio parecia consolidar uma escolha tranquila, até que, de forma inesperada, o também procurador geral, Bruno Nóbrega, do município de João Pessoa, apresentou-se como candidato à mesma vaga.

A surpresa é ainda maior considerando que o prefeito da capital paraibana, Cícero Lucena, é um conhecido aliado político de Azevedo. A candidatura de Nóbrega, portanto, não apenas rompe com a expectativa de alinhamento político, mas também levanta questionamentos sobre a coesão e a lealdade dentro do grupo governista, e muito além disso: as influências políticas definem e coordenam até regramentos jurídicos para o cargo em questão.

A disputa pela vaga de desembargador no TJ-PB, que já prometia ser acirrada, agora se torna um palco de intrigas políticas e jogos de poder que podem redefinir, inclusive, as alianças na Paraíba. O que está em jogo não é apenas uma cadeira no TJPB, mas a própria estabilidade de um grupo político que, até então, parecia coeso.

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Polêmica

Justiça autoriza TCE arrombar cofre de prefeitura após gestão dificultar acesso, na PB

TCE-PB nega recurso à prefeitura de Boa Ventura em caso de nepotismo e intima prefeita a prestar novos esclarecimentos

 

Auditores do Tribunal de Contas do Estado foram autorizados pela justiça a arrombarem o cofre da Prefeitura de Boa Ventura, no Sertão do Estado. Desde a terça-feira (11), dois funcionários da Corte de Contas estavam sendo impedidos de realizar uma inspeção em uma sala na Secretaria de Fianças, onde fica o equipamento.

De acordo com o TCE, a medida tem o objetivo de contabilizar R$ 428 mil reais informados pela gestão municipal, que estariam escondidos no cofre.

“A demora na obtenção da documentação e acessos ao recinto da edilidade pode comprometer o resultado da inspeção realizada pela auditoria do TCE, em virtude do risco de alterações significativas da situação fática, obstando assim que sejam identificadas eventuais irregularidades e que o patrimônio público (do povo) seja fiscalizado”, argumentou o juiz Roberto Cesar Lemos de Sá Cruz, autor da decisão.

Já o promotor de Justiça de Itaporanga, Charles Duanne, afirmou que estão sendo investigadas possíveis fraudes e desvio de recursos públicos, bem como identificar possível prática de atos de improbidade administrativa.

Até o momento, a prefeitura de Boa Ventura ainda não se manifestou sobre o assunto.

Dinheiro em geladeira

Em maio de 2022, outra auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE) da Paraíba encontrou R$ 307.723,75 dentro de uma geladeira, na sede da prefeitura.

A geladeira se encontrava na sala da secretária de finanças do município. Além disso, no cofre, onde deveria estar o dinheiro, foram encontrados apenas papéis antigos e chapas patrimoniais desativadas.

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Polêmica

Veja o que dizem os alvos da operação da PF que investiga corrupção na Educação da Paraíba

FOTO: Lindolfo Pires, Tião Gomes e Branco Mendes 

 

 

A Operação Livro Aberto, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (11), cumpriu 12 mandados de busca e apreensão para investigar crimes relacionados a contratos firmados pela Secretaria de Educação da Paraíba, em 2018.

 

De acordo com a PF, as irregularidades teriam causado um prejuízo superior a R$ 4 milhões aos cofres públicos.

 

Entre os alvos da operação, estão dois deputados estaduais e o atual secretário de Juventude, Esporte e Lazer.

 

Confira a lista dos investigados abaixo:

 

* Artur Cunha Lima, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado

* Lindolfo Pires, ex-deputado estadual e atual secretário da Sejel-PB

* Branco Mendes (Republicanos), deputado estadual

* Tião Gomes (PSB), deputado estadual

* Artur Cunha Lima Filho (PL), ex-deputado estadual

* Edmilson Soares, ex-deputado estadual

* Genival Matias, ex-deputado estadual (morto em 2020)

 

Lindolfo Pires está cumprindo uma agenda da secretaria em Fortaleza: “Quando chegar em João Pessoa, irei saber qual é o fato determinado em relação a essa questão. Estou mais do que nunca tranquilo, de que nada foi cometido e tudo deverá ser esclarecido. Estamos prontos para termos a oportunidade de prestar qualquer esclarecimento”, afirmou o secretário ao Portal Correio.

 

Já o deputado Branco Mendes disse em nota enviada à imprensa que está disposto a cooperar com as investigações e que nega ter envolvimento com os fatos mencionados na investigação.

 

A viúva do ex-deputado Genival Matias afirmou que não está sabendo da operação, mas que confia na honestidade e no homem íntegro que ele demonstrou ser em vida.

 

Enquanto o deputado Tião Gomes afirmou à Rádio Correio 98 FM que foi surpreendido pela informação que estava envolvido na operação e que não teve acesso a informações do processo. “Tudo meu é aberto, livre e aberto. 42 anos de política que eu tenho e, graças a Deus, mantenho uma integridade, um respeito e um carinho dos paraibanos, porque não é à toa que já tenho nove mandatos”, disse Tião.

 

Até o início da tarde desta terça-feira (11), Aléssio Trindade (secretário de Educação à época) e o restante dos envolvidos citados na lista acima não haviam se manifestado.

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Polêmica

Alvo da PF, deputado pediu saída de secretário da Educação por não ‘atender classe política’

 

Um dos alvos da operação “Livro Aberto” deflagrada hoje pela Polícia Federal, o deputado estadual Branco Mendes (Republicanos) foi um dos parlamentares que pediu a cabeça do agora ex-secretário de Educação da Paraíba, Antônio Roberto, que entregou o cargo na semana passada após pressão política.

Em abril, Branco afirmou que Antônio Roberto não estaria atendendo aos pleitos da classe política. O parlamentar assinou um requerimento para que o secretário fosse convocado a prestar esclarecimentos na Assembleia Legislativa.

Hoje, a PF deflagrou a operação que investiga a prática dos crimes de fraude à licitação, desvio de recursos públicos, corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro, relacionados a contratos formalizados pela Secretaria de Estado da Educação no ano de 2018, último ano do mandato do ex-governador Ricardo Coutinho (PT).

Branco Mendes, em nota:

“O deputado estadual Branco Mendes (REP) vem a público esclarecer que está à disposição para cooperar integralmente com as investigações sobre contratos formalizados pela Secretaria de Estado da Educação no ano de 2018. O parlamentar tem a consciência tranquila de que não tem nenhum envolvimento com os fatos mencionados na operação deflagrada desta terça-feira (11)”.

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Blog do BG PB com MaurílioJR

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ALPB

LIVRO ABERTO: Citado em operação, deputado Tião Gomes se diz surpreso com ação da PF

Foto: Flick ALPB

Citado na operação “Livro Aberto”, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (11), o deputado estadual Tião Gomes afirmou ter ficado surpreso com a ação, que apura desvio de recursos públicos da Secretaria de Estado da Educação e pagamento de propina a políticos.

“Nós que somos políticos estamos sujeitos a tudo. Não tive busca e apreensão, apenas me citaram em um caso que eu nem lembro mais o que aconteceu, eu não tenho ideia. Tenho as minhas mãos limpas e tenho procurado conservá-las dessa maneira”, disse o parlamentar.

Ele afirmou não ter tido acesso ao processo, mas se colocou à disposição da justiça.

A operação investiga os crimes de fraude à licitação, desvio de recursos públicos, corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro, relacionados a contratos formalizados pela Secretaria de Estado da Educação no ano de 2018, último ano do mandato do ex-governador Ricardo Coutinho (PT).

Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça, além da indisponibilidade de bens, valores, dinheiro e ativos dos investigados visando recompor o erário público em valores que superam R$ 4 milhões.

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Blog do BG PB com MaisPB

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Polêmica

(VÍDEO) Solange Almeida abre o verbo e diz que “tem muita coisa a vir à tona” na máfia dos shows

A cantora Solange Almeida, que se apresentou no Vila Sítio São João em Campina Grande, no último domingo (09) expressou tristeza por não ter sido incluída na festa principal da cidade, o São João de Campina Grande.

 

Solange também fez declarações contundentes, afirmando que “muita coisa ainda vai vir à tona” sobre a máfia dos shows.

 

Apesar de sua decepção, a cantora acredita que tudo faz parte de um “plano de Deus” e que “os humilhados serão exaltados”.

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Blog do BG PB com Léo Dias

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