Polêmica

Justiça manda suspender obras do Parque da Cidade, em João Pessoa; Cicero vai recorrer

A juíza Érica Virgínia da Silva Pontes, da 6ª Vara de Fazenda Pública da Capital, suspendeu na manhã desta sexta-feira (21/6) a continuidade das obras do Parque da Cidade, em João Pessoa, “por riscos de dano ao meio ambiente”.

Apesar disso, a Prefeitura de João Pessoa,  assinou hoje a ordem de serviço para o início da segunda etapa das obras do Parque da Cidade.

A decisão atendeu a uma ação do Instituto Protecionista – S O S Animais & Plantas, que relata episódios de incêndio e extração ilegal de madeira no referido local, que abriga uma enorme diversidade de fauna e flora.

Para determinar a suspensão das obras, a juíza Érica Virgínia justificou que “deve-se buscar agir antecipadamente, pois, uma vez causados danos, dificilmente se recuperam os ecossistemas lesados”.

Resposta da prefeitura 

O prefeito de João Pessoa, Cícero Lucena (PP), afirmou, na manhã desta sexta-feira (21), que vai recorrer da decisão judicial.

Lucena afirmou que ainda não foi notificado, mas acredita que houve uma desinformação apontada à Justiça.

“Estamos cumprindo todas as etapas da legislação. Por exemplo, essa questão das lagunas, as lagunas não são no parque, informaram a juíza de forma enganosa. É em um terreno da iniciativa privada, não posso responder por isso”, afirmou.

“Temos respeito ao meio ambiente, estamos fazendo com responsabilidade e não com demagogia, como uns fazem”.

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Polêmica

Latino cancela show no São João de Caruaru e cita “questões políticas”

Foto: Reprodução

Na última quarta-feira (19/6), Latino foi anunciado como atração surpresa no São João de Caruaru, com show no domingo (23/6). Menos de 24 horas depois, o artista cancelou a apresentação no evento alegando “questões políticas”.

Latino se apresentaria no Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, palco principal, mas a apresentação foi movida para o Polo Azulão. A mudança fez o cantor desistir de realizar o show e, nas redes sociais, ele disse que foi desrespeitado pela organização do São João de Caruaru.

“Eu não tenho nada contra o palco secundário, faria de boa, mas por questão de respeito, não vou conseguir estar lá. Eu acho que a gente tá vivendo uma polarização desenfreada, e as pessoas estão confundindo e colocando a nossa arte no meio dessa confusão toda. No dia que vocês acharem que eu estou preparado para estar no palco principal, eu estou à disposição”, afirmou.

A prefeitura de Caruaru lamentou a desistência do cantor. “A Prefeitura de Caruaru, por meio da Fundação de Cultura, lamenta a desistência do cantor Latino de se apresentar no São João de Caruaru. O cantor faria um show no Polo Azulão no domingo (23/6)”.

“Lembramos que o Maior e Melhor São João do Mundo segue normalmente, com uma programação multicultural em diversos polos, trazendo mais renda e gerando mais empregos para o nosso município, além de ressaltar a valorização da nossa cultura”, diz a nota.

Metrópoles

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Polêmica

“Chegou a macumbeira”: MP investiga servidoras do TJPB por racismo religioso

A Promotoria de Justiça de João Pessoa e o Núcleo de Gênero, Diversidade e Igualdade Racial (Gedir) instauraram mais um inquérito civil público para apurar a prática de racismo religioso contra uma mulher de religião de matriz africana. Desta vez, as práticas racistas teriam sido cometidas por servidoras do Judiciário, que chegaram a sugerir que a vítima poderia perder a guarda dos filhos em razão de sua fé. O Ministério Público solicitou abertura de inquérito policial e vai encaminhar os autos para a Corregedoria e a presidência do Tribunal de Justiça para as medidas cabíveis.

O ICP 001.2024.032716 foi instaurado pela promotora de Justiça, Fabiana Maria Lobo da Silva, que atua na defesa da cidadania na capital. De acordo com o despacho da membra do Ministério Público, a vítima era parte em um proceso que tramitava na 2ª Vara de Família de Mangabeira, e relatou que sofreu racismo religioso devido a sua crença de matriz africana, o candomblé, por parte de integrantes do Núcleo de Apoio das Equipes Multidisciplinares, do Fórum Cível Desembargador Mário Moacyr Porto, em Mangabeira.

Juiz acionou o MP

O caso aconteceu entre 2015 e 2018, mas só chegou ao conhecimento do Ministério Público da Paraíba (MPPB) recentemente, por meio de ofício encaminhado pela Coordenação do Núcleo de Apoio das Equipes Multidisciplinares do Tribunal de Justiça da Paraíba.

Ao tomar conhecimento do fato, a Promotoria realizou uma audiência (em 11 de junho) para ouvir a vítima. Ela relatou que foi autora de uma ação de regulamentação de visitas de seus dois filhos interposta contra seu ex-marido, cuja decisão judicial determinou que as visitas do genitor deveriam ser feitas com o acompanhamento do Setor Psicossocial do TJPB, que funciona no Fórum Cível. O racismo religioso aconteceu durante três anos, nas ocasiões das esperas no Setor Psicossocial do TJPB, por parte de três servidoras lotadas no setor.

“Chegou a macumbeira”

“A vítima contou que é mãe de santo e professa a religião do candomblé desde criança e que as servidoras questionavam sua fé e, por várias vezes, falaram que ela não deveria levar as crianças para o terreiro, pois não era ‘ambiente familiar’, com muitos homossexuais e bebidas, sendo que ela diz que nunca levou seus filhos a cultos que tivesse bebidas. Ela contou que, certa vez, quando a declarante chegou no setor, uma das servidoras falou ‘chegou a macumbeira’ e que as servidoras diziam que a declarante poderia perder a guarda das crianças em razão de sua fé”, relatou a promotora de Justiça, Fabiana Lobo.

De acordo com as promotoras do MPPB que estão conduzindo o inquérito, a vítima denunciou outras situações de racismo, como ter sido barrada no Setor Psicossocial por estar com vestido branco e cabeça raspada com torço (composição da indumentária religiosa). “A mãe de santo também contou que chegou a mentir para as servidoras dizendo que não frequentavam mais o candomblé e passou a ir ao setor sem seus adereços sagrados com medo de perder a guarda dos filhos e que tinha medo de se encontrar com as servidoras na rua. Ela, inclusive, relatou esses fatos nas audiências da Vara de Família em Mangabeira, na qual tramitava o processo”, explicou Liana Carvalho, promotora coordenadora do Gedir.

Inquérito policial e letramento racial

Diante dos fatos denunciados, o Ministério Público, por meio da Promotora de João Pessoa e do Gedir, fez alguns encaminhamentos. O primeiro deles foi a determinação de remessa de cópia dos autos à Delegacia de Repressão aos Crimes Homofóbicos, Racismo e Intolerância Religiosa com fins de investigação, no prazo legal de 30 dias, da prática de crime, em tese, previsto no art. 20 da Lei Federal 7.716/89, ou outra tipificação legal conforme a apuração dos fatos, em face de racismo religioso.

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Polêmica

08 de Janeiro: PGR denuncia ex-primeira dama da PB, Pâmela Bório por associação criminosa

Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, apresentou denúncia contra a ex-primeira-dama Pâmela Bório ao Supremo Tribunal Federal (STF)

O procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, apresentou, nesta terça-feira (18), denúncia contra a ex-primeira-dama da Paraíba Pâmela Bório ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela participação da jornalista nos atos antidemocráticos de 08 de Janeiro contra o Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal (STF).

Gonet disse que há provas suficientes que demonstram a participação de Bório nos atos.

“A senhora Pâmela Bório, de maneira livre, consciente e voluntária, pelo menos a partir do início do processo eleitoral de 2022 até o dia 08.1.2023, por meio de mensagens eletrônicas e encontros em acampamentos em frente a unidades militares, associou-se a centenas de outras pessoas, algumas armadas, praticando atos que se voltaram contra a higidez do sistema eleitoral. Especialmente a partir das eleições presidenciais, o grupo se voltou ao cometimento de crimes de dano qualificado e de deterioração de patrimônio público e tombado, por não se conformar com o resultado do pleito, praticando o ato de associação criminosa”, argumenta Gonet.

“É incontroverso, portanto, a presença da denunciada nos atos antidemocráticos de 8.1.2023, no momento em que ocorria a invasão e depredação dos espaços públicos”

Para a PGR, Pâmela cometeu crimes de associação criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União e deterioração do patrimônio tombado.

Em petição encaminhada ao ministro Alexandre de Moraes, o procurador pede a fixação de valor mínimo para reparação dos danos denunciados.

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Polêmica

(VÍDEO) ‘Se seu marido é um homem bom, você tem que dar pra ele’, diz pastor para mulheres


Conhecido como apóstolo Adelino de Carvalho, um pastor causou polêmica durante um sermão no qual se dirigiu às mulheres na igreja. Segundo ele, as fiéis devem “dar” para o marido como forma de retribuir a “bondade” do homem.

 

No sermão, Carvalho ainda diz que a mulher “não precisa ter vergonha”. “’Dá’ que eu estou falando não é dar café, não. Preciso ser mais explícito?”, questiona.

 

O religioso ainda sugere que, caso a esposa não faça isso, o marido pode “arrumar uma v4g4bvnda na rua”. “Se ele se tornou sem-vergonha é porque a senhora o induziu ao erro”, disparou ainda.

 

A cena gerou revolta entre cristãos na internet. “Que linguajar chulo. O altar é um lugar santo!”, “A mulher não é objeto de prazer ou propriedade do esposo” e “Falta de respeito com as mulheres” foram algumas das reações.

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Gutemberg Luna é afastado da prefeitura de CG após agredir mulheres no Parque do Povo

A Prefeitura de Campina Grande se manifestou nesta terça-feira (18/06) sobre as agressões de um servidor municipal contra duas mulheres, na madrugada do último sábado, no Parque do Povo.

A PMCG comunicou, em nota, o desligamento de Gutemberg Luna e repudiou a violência contra as mulheres.

— (…) além de abrir um processo disciplinar para apurar os fatos, anuncia o imediato desligamento do citado servidor dos quadros do Município — diz um trecho da nota.

Confira a nota completa: 

A Prefeitura de Campina Grande vem a público lamentar os fatos envolvendo o servidor contratado Gutemberg Luna, no último sábado, 15, no Parque do Povo. Objetivamente, informa: além de abrir um processo disciplinar para apurar os fatos, anuncia o imediato desligamento do citado servidor dos quadros do Município.

Mais do que lamentar um fato isolado e sempre motivo de reprovação, a Prefeitura reafirma seu total compromisso com as políticas públicas de atenção e respeito às mulheres.

Dignos de destaque nesse sentido, como iniciativas da gestão do prefeito Bruno Cunha Lima, são a criação da Ronda da Mulher, com o apoio da Guarda Civil Municipal; o lançamento e pleno funcionamento do aplicativo Julia, da STTP, de denúncia em tempo real, no transporte coletivo, de atos de importunação sexual e, com especial envolvimento intersetorial de secretarias e órgãos do Município e parceiros institucionais, a campanha Forró, Sim, Assédio, Não, com atuação de equipes no Parque do Povo e em outros pontos da cidade, na atual edição d’O Maior São João do Mundo.

Por fim, a atual gestão da Prefeitura de Campina Grande deixa evidente que jamais vai tolerar ou ficar omissa diante de casos de agressão contra as mulheres e ratifica o compromisso de continuar implementando todas as políticas públicas que celebrem o empenho e o compromisso em prol desta causa.

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Polêmica

Ex-presidente do Campinense, Lenin Correia é condenado à prisão por injúria

Lênin Correia, ex-presidente do Campinense, foi condenado a uma pena de 2 anos e 6 meses de prisão pelos crimes de calúnia, difamação e injúria nesta segunda-feira (17). As injúrias foram contra Mércio Franklin, sócio patrimonial da Raposa, na ocasião das eleições do clube. De acordo com o ge, a decisão foi do juiz Brâncio Barreto Suassuna, da 3ª Vara Cível de Campina Grande. O empresário ainda pode recorrer da sentença em liberdade.

O atrito entre Lênin Correia e Mércio Franklin começou no dia em que o ex-presidente do Campinense registrou a sua chapa para concorrer às eleições no clube. Durante o registro, que aconteceu no Renatão, os dois travaram uma discussão verbal. Na ocasião, Mércio era um dos membros da comissão eleitoral. De acordo com a sentença despachada pelo juiz Brâncio Barreto Suassuna, o então candidato teria chamado o membro da comissão eleitoral de “vagabundo” e “despreparado”, além de acusá-lo de “querer ganhar a eleição no roubo”.

Na sequência, o atrito ganhou novos episódios. Após Lênin convocar uma coletiva e acusar a comissão eleitoral de ser uma quadrilha formada para eleger Rômulo Leal, seu principal oponente nas eleições, Mércio Franklin decidiu renunciar ao cargo que ocupava na comissão.

Após a apreciação da quaixa-crime, feita por Mércio Franklin em 19 de março, o juiz Brâncio Barreto Suassuna julgou procedente a pretensão punitiva contra Lênin Correia, por ferir os artigos 138, 139 e 140 do Código Penal. Ao todo, a sentença foi de 2 anos e 6 meses. Por ser réu primário, e pela pena ser inferior a 4 anos, a pena de Lênin Correia será cumprida em regime aberto.

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Polêmica

(VÍDEO) Juliette rebate críticas após lançar Funk com músicas de Luiz Gonzaga

 

A internet está detonando a cantora paraibana e ex-BBB Juliette após o lançamento do single Vem Galopar, uma adaptação de Pagode Russo, sucesso de Luiz Gonzaga.

A nova canção, que compõe o projeto São Juão, gerou polêmica entre os seguidores que alegaram não ter “nada a ver com a cultura nordestina”.

A decepção com a adaptação, que traz uma mistura dos elementos do forró e do funk, foi gás para um aconselhamento à cantora. “Pegar uma música de quadrilha tradicional e descaracterizar já passou da conta. Se quer dançar funk, grave um. Como nordestina fiquei com vergonha. Já basta o nosso São João esta sendo invadido de ritmos alheio a nossa cultura. Espero que vc reflita esse caminho”, declarou uma seguidora.

Com a repercussão negativa, Juliette decidiu rebater o público e explicar o sentido da música. “Eu não sou a inventora do duplo sentido, se você pesquisar um pouquinho vai ver que ele está aí desde que o mundo é mundo”, disse em vídeo.

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Polêmica

PCdoB discorda sobre apoio de candidatura do PT em Campina Grande: “Nada está decidido”

 

A presidente municipal do PCdoB,  em Campina Grande, Glauce Jácome,  divergiu, na tarde desta segunda-feira, (17), sobre a decisão da Executiva Nacional do PT, em apoiar em candidatura do médico Jhony Bezerra à Prefeitura de a Campina de Grande.

A decisão é do PT e não da Federação, portanto, a campanha do amigo Inácio Falcão continua mantida e esperamos que essa decisão seja respeitada pela Federação”, disse Glauce Jácome.

Ainda durante entrevista, a presidente municipal do PCdoB, em Campina Grande, deixou claro que essa decisão não será judicializada e que tudo será resolvido dentro da política. “Campina Grande está passando pela mesma situação pela qual passa João Pessoa e nós vamos resolver essa situação da melhor maneira possível, na política, tudo se resolve com um bom diálogo”, finalizou.

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Polêmica

Dono da Up Garden vai ser indiciado por homicídio após desabamento, em João Pessoa

Casa de shows Up Garden, após desabamento (Foto - Clilson Júnior).

Casa de shows Up Garden, após desabamento (Foto – Clilson Júnior).

O dono da casa de eventos ‘Up Garden,’ localizada entre os bairros Altiplano Cabo Branco e Portal do Sol, deverá ser indiciado após a queda na estrutura do local ter causado lesão corporal e homicídio culposo.

A informação foi divulgada ontem, durante reportagem exibida no programa Fantástico da TV Globo, ontem (16).

“Temos uma vítima fatal, temos vítimas que foram lesionadas, então aquilo iria colapsar em algum momento devido a forma em que foi construído e levantado”, disse Cristiano dos Santos Santana, superintendente da Polícia Civil ao Fantástico.

Advogado do estabelecimento diz que licenças estavam em dia

O advogado da Up Garden, Alberdan de Souza Silva, disse que as licenças do Corpo de Bombeiros, do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) caberiam a pessoa responsável por realizar o evento e não à casa de shows.

“O espaço tinha sim autorização do Corpo de Bombeiros. Houve uma modificação e estava em fase de adaptação”, disse.

Questionado se para o espaço modificado havia a licença, o advogado explicou que “ainda não”.

“Estava em fase de processamento”, disse.

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