Polêmica

(VÍDEO) Após descobrir traição, mulher joga cadeira em marido: “Falei que ia te pegar”

Ao som da música 085, de MC Rogerinho, um homem foi pego no flagra supostamente traindo a mulher dele em uma praia. Um vídeo que virou assunto nas redes sociais nesse fim de semana mostra o momento em que ela se depara com o marido sentado ao lado da possível amante.

Revoltada, a esposa — que estaria casada com o homem há apenas 1 mês — o acerta com uma cadeirada nas costas. Assustado, ele se vira e dá de cara com a mulher, que dispara: “Falei que eu ia te pegar”.

Ela chega a dar tapinhas nas costas do homem antes de agarrar uma garrafa de vidro. O marido tenta resgatar o objeto, sem sucesso. Não foi revelada a data em que o vídeo foi feito.

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Polêmica

(FOTOS) CASO FIJI: Bueno Aires é flagrado curtindo São João em Campina Grande após golpe milionário

Acusado de golpe milionário, empresário Bueno Aires é flagrado curtindo São João no Parque do Povo

O empresário proprietário da Fiji, alvo de inquérito suspeito de lesar clientes em aproximadamente R$ 400 milhões por meio de uma suposta pirâmide financeira, chamou atenção ao ir curtir  a festa de São João no Parque do Povo.

A presença do empresário não passou despercebida e tem sido bastante criticada nas redes sociais.

Aires é visto em uma das áreas vips do Maior São João do Mundo. As imagens circulam nas redes sociais, foram supostamente feitas ontem (02) , durante as festividades do Maior São João do Mundo, em Campina Grande.

Além da acusação de um calote milionário, Buenos Aires responde um processo por armazenamento de pornografia infantil.

Ele foi preso no dia 14 de junho de 2023, no Rio de Janeiro.O empresário deixou o presídio Serrotão de Campina Grande, em agosto do ano passado, no entanto, teve que cumprir medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica.

Abuso sexual infantil 

De acordo com a Polícia Civil, foram encontrados nos dispositivos eletrônicos (computadores e eletrônicos) do suspeito imagens de crianças e adolescentes em cenas de sexo explícito. A investigação apontou ainda que algumas dessas fotos indicariam uma possível produção, isto é, alguém que teria produzido as fotos e não simplesmente baixado já prontas da internet.

Veja fotos

Crimes contra o sistema financeiro

Em abril deste ano, a 2ª Vara Cível de Campina Grande, atendendo a pedido do Ministério Público da Paraíba, bloqueou R$ 399 milhões da Fiji Solutions. A justiça tinha mandado também apreender as CNH e os passaportes dos envolvidos para evitar que eles fugissem do país.

Bueno Aires e mais dois sócios são suspeitos de aplicar golpes milionários em clientes que firmaram com a empresa contratos de criptomoedas.

A Fiji Solutions também foi alvo, em 15 de junho, de operação da Polícia Federal que apura suspeita de crimes contra o sistema financeiro. Na ocasião, três pessoas foram presas e oito mandados de busca e operação foram cumpridos.

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Polêmica

VÍDEO: Flávio Bolsonaro reage a críticas sobre ‘PEC das praias’ e diz que ‘privatização’ é ‘narrativa da esquerda’

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), relator da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 3, de 2022 , que ficou conhecida como PEC da “privatização das praias”, foi às redes sociais defender a medida. Segundo ele, a discussão sobre a transferência dos terrenos de marinha (como são chamadas as faixas de terras da União no litoral) para empresas privadas está enviesada porque o governo tem “medo de perder arrecadação”. Flávio relata a PEC na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal.

“Vocês já devem ter visto aqui na internet ou até na própria grande mídia [pessoas] dizendo que eu sou relator de uma PEC que privatiza as praias. E não é nada disso, obviamente isso é uma grande mentira, isso é uma narrativa que a esquerda está criando, porque o governo está com medo de perder arrecadação”, disse ele em vídeo.

A discussão sobre a PEC das praias ganhou destaque nos últimos dias e envolveu celebridades. Neymar e Luana Piovani se envolveram uma treta por conta do assunto. Na argumentação de Flávio Bolsonaro, a proposta “nada mais faz” do que acabar com taxas “absurdas” e históricas e termina com o pagamento de um “aluguel” ao governo federal.

A PEC, de autoria do ex-deputado federal Arnaldo Jordy (Cidadania-PA), revogaria um trecho da Constituição e autorizaria a transferência dos territórios de marinha, de forma gratuita, para habitações de interesse social e para estados e municípios, onde há instalações de serviços.

A proposta acaba com o pagamento anual do foro equivalente a 0,6% do valor do imóvel. O texto também põe fim à taxa de 5% paga à União, o chamado laudêmio, paga sempre que um imóvel considerado “de marinha” é vendido de uma pessoa para outra. Embora esses imóveis sejam ocupados e comercializados por particulares, a propriedade formal é da União.

“Qual o sentido disso?”, questionou o primogênito do ex-presidente. “Óbvio que não pode fechar praia, não pode proibir o acesso à praia de ninguém. Isso não é permitido”, continuou.

Por fim, o senador alegou que, caso a PEC seja aprovada, empresários terão mais interesse em investir em áreas como o Nordeste brasileiro para realizar grandes empreendimentos. “Óbvio que o investimento para se criar um grande empreendimento na beira da praia vai ser menor. Portanto, vai ser mais fácil gerar empregos, gente”, defendeu ele.

“Quem está contra a PEC está mais uma vez atrapalhando porque quer ficar pagando aluguel para a União. Qual a lógica disso? O que isso tem a ver com privatização de praia? Absolutamente nada”, finalizou.

Governo Lula é contra

Representando o governo Lula (PT) em audiência realizada no Senado na última semana, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) se posicionou contra a proposta.

Segundo o ministério, a aprovação da PEC traria diversos riscos, como especulação imobiliária, impactos ambientais descontrolados, perda de receitas para a União e insegurança jurídica.

Metrópoles

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Polêmica

(VÍDEO) IMAGENS FORTES: Policial é flagrado agredindo portador de deficiência na Paraíba

Um flagra de uma agressão envolvendo um policial militar e um homem com deficiência tem causado bastante revolta em moradores do município de Santa Luzia, Sertão do estado.

As imagens começaram a circular na manhã deste sábado (1º), quando teria ocorrido o caso, em um posto de combustíveis.

Segundo populares, a agressão teria ocorrido após a vítima ter tirado uma brincadeira com o policial.

É possível ouvir um popular dizendo “ele estava brincando com você”, tentando apaziguar a situação. Logo após o PM se aproxima do homem e o agride e pergunta “se ele queria isso”.

“Você não queria isso? Olhe seu b*ceta”, diz o PM. “Não, eu tô calado”, responde o deficiente.

“Vem brincar comigo, vem com palhaçada. Eu sou policial, seu b*ceta”, diz o PM. “Como é que você vem brincar comigo? Tá achando que eu sou otário? Mandando eu sair daqui, rapaz”, continua o policial, que está fardado no conteúdo.

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Polêmica

Confira pontos da ‘PEC das Praias’, que pode privatizar áreas

Praia de Ipanema é a 2ª melhor do mundoFonte: Reprodução

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado começou a discutir a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que pode transferir o domínio da União sobre os chamados “terrenos de marinha”.

Conhecida como a “PEC das Praias”, o texto permite que terrenos no litoral brasileiro sejam transferidos para estados e municípios ou até mesmo vendidos para ocupantes privados.

Confira os principais pontos da PEC das Praias

  • O que são “terrenos de marinha”?

Toda área situada na costa marítima brasileira e na margem dos rios e lagos até onde sofre influência das marés, localizada na faixa de 33 metros, é considerada terreno de marinha. Apesar do nome, as terras não têm relação com a força armada Marinha. Os territórios são determinados por estudos técnicos.

  • O que muda caso a PEC seja aprovada e promulgada?

Caso o texto seja aprovado e promulgado, as faixas litorâneas poderão ser transferidas gratuitamente para estados e municípios ou vendidas a ocupantes privados mediante pagamento. Assim, a União não poderá mais cobrar a taxa de ocupação dessas áreas e o chamado laudêmio (taxa patrimonial da União, que deve ser paga ao proprietário do terreno quando se vende ou transfere um imóvel em área de marinha).

  • O que dizem os favoráveis a questão?

O relator da matéria na CCJ do Senado, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), argumenta que a União não demarcou todos os terrenos de marinha e que muitos proprietários foram surpreendidos pela demarcação, apesar de terem imóveis devidamente registrados.

“Não nos parece justo que o cidadão diligente, de boa-fé, que adquiriu imóvel devidamente registrado e, por vezes, localizado a algumas ruas de distância do mar, perca sua propriedade após vários anos em razão de um processo lento de demarcação. O fato é que o instituto terreno de marinha, da forma que atualmente é disciplinado pelo nosso ordenamento, causa inúmeras inseguranças jurídicas quanto à propriedade de edificações”, defende.

  • O que dizem os contrários a questão?

O economista e advogado especialista em direito ambiental Alessandro Azzoni afirmou que o projeto é inconstitucional e flexibiliza ainda mais as leis ambientais brasileiras, o que poderia causar tragédias como a do Rio Grande do Sul. Além disso, ambientalistas temem pela criação de praias privadas e a ameaça à biodiversidade do Brasil.

A senadora Leila Barros (PDT-DF) afirmou, em audiência pública, que “a manutenção dos terrenos de marinha sob domínio e regra da União é crucial para proteger os ecossistemas costeiros e marinhos, que desempenham papel vital na absorção de carbono, na proteção da linha de costa e na estabilização das margens, contribuindo para a resiliência costeira diante dos impactos das mudanças climáticas”.

Segundo ela, “a transferência de propriedade dos terrenos de marinha pode aumentar os riscos de erosão e inundações nas áreas costeiras, que já sofrem efeitos diversos em diversos pontos do litoral”.

“A perda desses terrenos de marinha para propriedades privadas tende a aumentar as suas ameaças por eventuais flexibilizações ou afrouxamentos de regras federais, limitando, assim, a capacidade de resposta aos eventos extremos e à ocorrência de inundações, que é a maior preocupação. A manutenção dessas áreas como patrimônio público é fundamental para garantir o acesso equitativo à costa e a preservação das praias e ecossistemas naturais como um bem comum”, destacou.

  • Quando a PEC foi aprovada na Câmara dos Deputados?

A PEC foi aprovada pela Câmara dos Deputados em fevereiro de 2022, mas enfrentou oposição de integrantes do governo do então presidente Jair Bolsonaro. O impacto financeiro da PEC é significativo, exigindo que os proprietários paguem 17% do valor de seus bens localizados à beira-mar em até dois anos.

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(VÍDEO) Jornalista paraibana Letícia Silva tem fotos expostas em plataforma de conteúdo adulto

 

Neste sábado (1º), a jornalista Letícia Silva, conhecida por seu trabalho nas afiliadas da Rede TV e Record TV na Paraíba, registrou um boletim de ocorrência na Polícia Civil do estado.

Letícia relatou que suas fotos foram utilizadas sem autorização em um site de conteúdo adulto.

A descoberta ocorreu na sexta-feira (31), quando Letícia participou de uma brincadeira no Instagram que sugeria aos usuários pesquisarem seus próprios nomes no Google.

Ao buscar por “Letícia Silva TV”, os primeiros resultados mostraram suas fotos de viagens e de uma empresa de biquínis da qual ela era modelo, expostas em uma plataforma de conteúdo adulto.

Entre lágrimas, afirmou sentir-se extremamente invadida e exposta. “Me senti invadida e exposta,” afirmou a jornalista ao final da transmissão no Instagram.

A Polícia Civil da Paraíba deve iniciar uma investigação para identificar os responsáveis pelo crime.

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Veja lista de intimados em audiência do Padre Egídio

(Foto: Padre Egídio de Carvalho, preso por suposto desvio milionário no hospital Padre Zé)

 

Diante da desistência do Deputado Estadual Bosco Carneiro para a criação da CPI do Padre Zé  e com o “sepultamento” da investigação por parte da Assembleia Legislativa da Paraíba, a pergunta que fica é: a quem realmente causa temor o escândalo do Padre Zé?

A lista de políticos envolvidos no caso só aumenta, mas o que causa tanto temor nesse “calvário”? É falta de quórum ou falta de transparência e Justiça?

O Blog do BG PB teve acesso aos nomes dos figurões importantes que foram intimados a prestarem depoimento no caso. A audiência de instrução acontece em junho.
Veja a lista:

  • Karina de Alencar Torres (delegada);
  • Adriano Cezar Galdino de Araújo
  • •(Deputado Estadual e presidente da ALPB);
  • João Azevêdo Lins Filho (Governador);
  • Carlos Tibério Limeira Santos
  • Fernandes (Secretário de Estado da Administração);
  • Yasnaia Pollyanna Werton Dutra( Secretária de Estado do Desenvolvimento Humano);
  • Pavlova Arcoverde Coelho Lira (Presidente Comissão de Controle Interno Saúde);
  • Jhony Wesllys Bezerra Costa( Secretário de Estado da Saúde);
  • Renata Valéria Nóbrega (Secretária Executiva de Estado da Saúde);
  • Luís Ferreira Filho (Secretário Municipal da Saúde).

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A quem causa temor o calvário do Padre Zé?

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação

A instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigaria os desvios milionários no Hospital Padre Zé, em João Pessoa, sofreu um duro golpe na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).

Nesta quinta-feira (30), o deputado Bosco Carneiro retirou a assinatura, comprometendo definitivamente a criação da CPI.

A atitude de Carneiro, que é conhecido por fazer oposição ao governo estadual, levantou questionamentos sobre os temores que cercam este escândalo.

O Ministério Público da Paraíba apura supostos recebimento de vantagens por parte de secretários para aprovação de convênios com o Instituto Padre Zé.

A denúncia anônima acusa Pollyanna Dutra, secretária de desenvolvimento humano da Paraíba de conseguir a contratação da mãe na instituição, com salário de R$ 5.200, para manter a aprovação de recursos.

A CPI e o Temor Político

A retirada de Bosco sugere que o político estaria sofrendo pressões? Isso seria reflexo do envolvimento de figuras políticas de destaque no esquema de desvio de recursos e que querem abafar o caso?

O Hospital Padre Zé, sob a administração do padre Egídio de Carvalho, já está no centro de investigações do Ministério Público. O padre, que atualmente cumpre prisão domiciliar, é acusado de ser o pivô de desvios milionários que comprometeram a instituição. Com a retirada de Carneiro, a CPI, que poderia esclarecer o grau de envolvimento de outros políticos, parece estar condenada ao esquecimento.

O Papel do Ministério Público e a Resposta da Assembleia

O presidente da ALPB, Adriano Galdino, já havia se manifestado contrário à necessidade de uma CPI, argumentando que o Ministério Público estava realizando seu trabalho de investigação adequadamente. Galdino declarou não temer as investigações, mas ele teria um prazo para deferir ou indeferir o pleito e não posicionou-se até hoje, quando Bosco retirou a assinatura.

Essa postura de resistência, já que a lista estava completa e foi engavetada pela ALPB levanta suspeitas sobre a real vontade da Assembleia em lidar com o escândalo de forma transparente.

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Polêmica

Criança é abandonada em hospital de João Pessoa e chama atenção por pedir drogas; entenda

Uma criança de cinco anos foi abandonada pela mãe no Complexo Pediátrico Arlinda Marques, em João Pessoa. A menina fazia tratamento contra meningite e tuberculose e está há três meses no hospital.

De acordo com relatos de mães de outras crianças internadas, a mãe da menina é usuária de drogas e a teria abandonado após saber que seu companheiro seria solto da prisão.

O hospital emitiu uma nota afirmando que a menina deu entrada com um quadro grave de meningite causada por tuberculose pulmonar e está sob cuidados intensivos.

O Conselho Tutelar e o Ministério Público da Paraíba (MPPB) estão acompanhando o caso e uma audiência está marcada para a próxima terça-feira (4).

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Professores da UFPB entram em greve por tempo indeterminado

Os professores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) deflagraram, nesta quarta-feira (29), o início da greve dos docentes a partir da próxima segunda-feira (03) por tempo indeterminado. A votação aconteceu em uma assembleia geral da Associação dos Docentes da Universidade Federal da Paraíba (ADUFPB), realizada no Centro de Vivências da UFPB.

Na Paraíba, durante a manhã desta quarta-feira, a ADUFPB já deflagrou greves nos campi de Areia e Bananeiras. Em discurso, o tesoureiro da associação, professor Édson Franco, apontou que não restava outra alternativa, a partir dos posicionamentos do governo, a não ser a deflagração da greve por parte dos docentes.

No total, foram 167 votos favoráveis, 38 contrários e 2 abstenções para deflagração da greve. No Campus I, em João Pessoa, foram 147 votos favoráveis a greve e 23 contra. Na segunda-feira (03), às 15h, ocorrerá a instalação do comando de greve na sede da ADUFPB, localizada no Centro de Vivências da UFPB.

Professores da UFPB reunidos para deflagração da greve; Foto: Albemar Santos

De acordo com a Associação, uma das justificativas para paralisação é que o governo federal continua negando qualquer possibilidade de reajuste salarial este ano e oferece aumento de 9% em 2025 e 3,5% em 2026. Já a categoria docente defende o índice de 22,71% (perdas acumuladas desde 2016) como horizonte de recomposição para os próximos três anos, sendo 7,06% em 2024; 9% em janeiro de 2025; e 5,16% em maio de 2026.

Na última segunda-feira (27), o governo reafirmou que não há mais margem para negociação nem reajuste em 2024. No entanto, após pressão dos sindicatos, aceitou se reunir novamente no dia 3 de junho. “Esperamos que, nessa data, nós tenhamos uma efetiva mesa de negociação e não mais um momento de intransigência da parte do governo federal, que se nega a negociar com professores e professoras”, disse Gustavo Seferian, presidente do Andes-SN.

 

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