A atriz Maria Priscila Santos exaltou a prática de naturismo na Paraíba mas, criticou pontos negativos, em Tambaba pela falta de segurança no local pic.twitter.com/WtZ9JIHvpC
Uma atriz natural do Rio de Janeiro, que visitou a praia de Tambaba, no Litoral Sul paraibano, utilizou as redes sociais para denunciar a falta de segurança no local, considerado um dos principais pontos turísticos da Paraíba.
Em vídeo compartilhado, a atriz Maria Priscila Santos exaltou a prática de naturismo no local, um dos pioneiros na prática no Brasil mas citou que há pontos negativos.
“Diante desta beleza naturista também precisamos falar os pontos negativos. Fui em um dia de segunda-feira e não havia fiscalização na entrada”, cita.
De acordo com ela, mesmo sendo proibido foi possível ver homens entrando sozinhos e pessoas com roupa também na área naturista, além de “situações constrangedoras”.
O Site da Prefeitura de João Pessoa está fora do ar e alguns serviços que são feitos via internet estão prejudicados como a emissão de boletos de IPTU, TCR e notas fiscais.
O motivo: os cabos de fibra ótica que ligam o Centro Administrativo Municipal foram rompidos e a PMJP está tentando restabelecer a conexão com a Internet.
Em nota, encaminhada ao Política&etc, a Prefeitura detalhou o problema. Veja:
A Prefeitura de João Pessoa, através da Unidade Municipal de Tecnologia da Informação (UMTI), informa que o seu portal de serviços está fora do ar devido ao rompimento da fibra backbone principal e do backup da operadora de Internet que atende ao Centro Administrativo Municipal. Em virtude disso, a UMTI está realizando uma manutenção com o objetivo de trocar o fornecedor e normalizar os serviços.
Na imagem Antônio Neto Ais e Fabrícia Ais, sócio da Braiscompany – (Foto: Divulgação/Braiscompany)
O advogado Artêmio Picanço, que atua na defesa das vítimas do caso Braiscompany, disse, nesta terça-feira (21) que a decisão da justiça argentina que concedeu prisão domiciliar ao empresário Antônio Neto AIS, proprietário da empresa de criptomoedas Braiscompany, é um verdadeiro “soco no estômago”.
Ao comentar o caso, Artêmio Picanço lamentou a decisão, que tratou como infame, e ironizou a postura da justiça argentina. “Parabéns à Justiça da Argentina pela insensibilidade, desumanidade, que desconheceu todo o trabalho que tivemos para chegar à prisão do empresário, é um verdadeiro soco no estômago”, afirmou.
Durante a entrevista, Artêmio lembrou que o empresário Antônio Ais foi preso no final do mês de fevereiro com saúde, consciente e gozando de suas faculdades mentais.
Questionado sobre o dinheiro dos clientes que foram alvos do golpe, o advogado disse que parte do recurso foi apreendida, mas destacou que é impossível recuperar todo o dinheiro lesado.
Segundo ele, cerca de 500 clientes teriam acumulado um prejuízo estimado em mais de R$ 80 milhões.
Clientes trocam socos por causa de máquina de bichos de pelúcia. Dois homens e duas mulheres se envolveram em uma confusão no meio de um shopping no Recife. pic.twitter.com/LzFEL8UmOc
Uma máquina de pegar bichos de pelúcia em um shopping causou uma confusão entre dois homens e duas mulheres, na última sexta-feira (17).
A briga aconteceu no Shopping Recife, no bairro de Boa Viagem, Recife. O vídeo da confusão repercutiu nas redes sociais e mostra um homem trocando socos com uma mulher, em seguida, brigando com outro homem.
É possível perceber que um segurança do shopping teve que entrar na confusão para separar os homens. Outra pessoa também ajudou e separou a briga das mulheres.
O estabelecimento informou que toda a confusão foi por causa da máquina de pegar bichos de pelúcia. O Shopping Recife informou que tomou conhecimento do desentendimento e a equipe de segurança do local interveio imediatamente. A empresa disse ainda que lamentava o ocorrido.
A Polícia Civil do Recife informou que instaurou inquérito para apurar o caso, e que investiga os crimes de lesão corporal e rixa.
Antônio Neto e Fabricia Campos | Foto: Divulgação/Braiscompany
O Ministério Público Federal (MPF) apresentou uma nova denúncia no caso Braiscompany. Dessa vez os procuradores relatam a prática de lavagem de dinheiro durante o funcionamento da empresa que consistia, entre outras coisas, na troca de criptoativos por dinheiro em espécie – ou o inverso.
Para isso, conforme o MPF, os donos da empresa Braiscompany contaram com a atuação de um doleiro: Joel Ferreira de Souza.
O investigado já era citado em outros momentos da investigação.
A denúncia é resultado da Operação Trade-Off, da Polícia Federal e do MPF. A ação foi um desdobramento da Operação Halving e cumpriu mandados de busca em São Paulo e outros Estados.
Foram denunciados, além de Joel, os donos da Braiscompany, Antônio Inácio da Silva Neto e Fabrícia Farias; além de Victor Augusto Veronez, filho de Joel; Mizael Moreira Silva, Clélio Cabral do Ó e Gesana Rayane Silva. Os últimos três já tinham sido denunciados em outras ação penal.
Conforme o documento do MPF, o ‘esquema’ montado por Joel utilizaria diversas empresas para movimentar os valores e contas até em paraísos fiscais.
“Como se demonstrará adiante, JOEL FERREIRA DE SOUZA atuava como operador financeiro em caráter habitual e profissional, realizando operações financeiras de variadas espécies para diversos clientes em todo o país e no exterior, dentre eles, a empresa Braiscompany”, relatam os investigadores.
No total o MPF conseguiu vasculhar pelo menos R$ 2,6 bilhões que teriam passado pelas empresas.
Uma das transações feitas com a Braiscompany foi, segundo o MPF, para movimentar R$ 5 milhões provenientes da venda de uma aeronave do casal.
A empresa usada para a movimentação teria sido a Versa Distribuição de Eletrônicos.
Antônio Neto está preso preventivamente na Argentina. A esposa dele, Fabrícia Farias, também continua no mesmo país, em liberdade provisória. Na primeira ação os dois foram condenados a 149 anos, juntamente com outros réus. Eles recorreram da decisão.
O Bar do Cuscuz reabriu, no fim da tarde desta sexta-feira (17), após ter o embargo revogado pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente do Estado (Sudema).
De acordo com o advogado Cícero Lacerda, o estabelecimento apresentou um projeto sanitário e solucionou as irregularidades apontadas pela Sudema. Entre elas está a implantação de um ralo no depósito de lixo, para evitar que os resíduos alcancem as redes pluviais.
Além disso, a administração do local apresentou um projeto sanitário, obedecendo todos os requisitos solicitados pelos órgãos ambientais.
Membro do PT e secretário executivo de Esporte do Governo do Estado, Pedro Matias defendeu a expulsão do deputado Luciano Cartaxo do partido, nesta quinta-feira (16).
Pedro citou que o PT é um partido democrático e que Luciano Cartaxo não respeita as regras da sigla. Pedro Matias também argumentou que Cartaxo não quis participar das prévias do PT e que, por isso, apenas Cida Ramos deve ter o nome analisado pelo partido.
“O PT é um partido democrático e para isso tem regras que devem ser seguidas. O impasse é de Cartaxo, que não respeita as regras internas, não inscreveu seu nome nos processos internos. Coisa que Cida Ramos fez.
Ela discutiu com os seguimentos do PT e tem 80% dos agrupamentos internos do PT em João Pessoa em torno da sua candidatura. Cida não tem tentado impor interesses particulares e sobre por ao partido dos trabalhadores, ao contrário de Cartaxo. Quem não respeita regras e a democracia interna não merece estar no PT”, falou Pedro.
Após ser autuado e embargado pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) por irregularidades, o Bar do Cuscuz de João Pessoa emitiu uma nota oficial hoje (16), negando veementemente despejar esgoto no mar do Cabo Branco.
O estabelecimento esclareceu ter passado por três inspeções neste mês (nos dias 10, 13 e 15), afirmando que em nenhuma delas foi constatada a presença de “nenhum duto ou cano despejando diretamente água de esgoto no encanamento de água pluvial da Cagepa”.
“A única questão observada em nossos encanamentos, na visita do dia 10/5, foi o fechamento de uma de nossas caixas pluviais que deságua no mar porém, sem nenhuma irregularidade relevante detectada”, diz trecho da nota divulgada nas redes sociais.
Ainda ao longo do conteúdo é pontuado que especificamente em relação a fiscalização de ontem (15), onde o estabelecimento foi autuado e embargado, de acordo com a nota do Cuscuz, não foram encontradas irregularidades ‘relevantes’.
Porém, durante a visita, teria sido observado que a água utilizada na limpeza da casa de lixo, poderia escorrer pelo vão de acesso e desaguar na calçada, supostamente, alcançando a rede pluvial.
“A Sudema solicitou a instalação de um ralo adicional na porta em um prazo de 5 dias. Ainda durante a visita, foi executada a melhoria já solucionando o possível problema de forma imediata”, pontuou a direção do empreendimento na nota.
“O Bar do Cuscuz já está tomando as providências para reabertura do estabelecimento após o seu fechamento indevido, bem como os devidos esclarecimentos perante o poder público”, diz trecho final da nota do estabelecimento, que também disse “compartilhar da preocupação da população” em relação ao meio ambiente.
A Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) embargou, na manhã desta quinta-feira (16), o bar Praiô Beach Clube, localizado no Praia do Seixas, em João Pessoa.
A fiscalização da Operação Praia Limpa constatou que o estabelecimento estava lançando esgoto em via pública, o que é proibido.
Ontem, a Sudema já havia interditado o Bar do Cuscuz, também em João Pessoa. Os estabelecimentos só serão autorizados a voltar a funcionar quando os problemas forem solucionados.
Ministério Público cobra prisão de poluidores
As recentes fiscalizações sobre o lançamento de esgotos no mar em João Pessoa, dentro operação Praia Limpa, podem resultar em mais embargos a estabelecimentos e a até prisões em flagrante.
Pelo menos foi o que defendeu o Ministério Público da Paraíba (MPPB) durante uma reunião, nessa quarta-feira (15), com os órgãos ambientais que atuam no Estado e no Município. As medidas foram requeridas pela promotora de Justiça, Cláudia Cabral, que atua na área do meio ambiente e do patrimônio social.
A atuação tem o objetivo de recuperar os danos causados e combater atividades poluidoras que têm gerado danos aos rios e mares do litoral pessoense. Além da força-tarefa, a representante do MPPB cobrou um plano de ação, com cronograma de atuação e etapas a serem cumpridas, de forma que as fiscalizações atinjam toda a orla da capital e também os rios, com limpezas, manutenção de toda a rede e identificação das ligações clandestinas e irregulares.
(Foto: Hotel Nord Easy Ondas do Atlântico em Cabo Branco)
O secretário de Turismo de João Pessoa, Daniel Rodrigues que incentiva a vinda de turistas para conhecerem as belas praias da cidade é o mesmo que na atividade de empresário, como dono do hotel Nord Easy, polui a orla do município.
O estabelecimento dele foi embargado na última terça-feira (14), por despejar esgoto no mar de Cabo Branco.
Este incidente cai como uma bomba sobre a administração municipal, especialmente sobre o prefeito Cícero Lucena.
De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), a cidade conta com quase 40 hotéis cadastrados, os quais têm a responsabilidade de estarem em conformidade com a regulamentação ambiental.
Embora o secretário Daniel esteja afastado da gestão direta do hotel desde que assumiu o cargo, sua ligação com o estabelecimento levanta questionamentos sobre a eficácia e o comprometimento da pasta de Turismo com a defesa de um meio ambiente saudável.
O nome de um secretário estar envolvido em uma polêmica como essa destaca a necessidade urgente de atenção das autoridades municipais para garantir que que o turismo siga impactando de forma positiva e não dá forma que vem estampando as páginas policiais.
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