A delação feita pelo ex-secretário de Saúde da gestão de Ricardo Coutinho, Waldson de Souza, em documento enviado para a Procuradoria Geral da República (PGR) ao qual o Blog do BG teve acesso aponta que João Azevêdo foi a pessoa que sempre soube dos detalhes de reuniões a respeito das Organizações Sociais (OS’s) apontadas como responsáveis pelos desvios de recursos e pagamento de propina aos membros da OrCrim.
O então Secretário de Estado da Infraestrutura, Recursos Hídricos, Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia, na gestão Ricardo Coutinho, João Azevêdo esteve participando das reuniões na granja após a deflagração da Operação Calvário na Paraíba, acompanhando todo o processo de intervenção proposto pelo Governador e também opinando e comprometendo-se com Ricardo em manter e fortalecer o modelo de gestão, o que de
fato manteve até 2020, sabendo claramente de onde eram os recursos que alimentavam a sua campanha eleitoral ao Governo do Estado.
Segundo Waldson, João sempre foi conhecedor, até mais do que qualquer um que possa colaborar, da
metodologia de trabalho de Ricardo, utilizando-se da mesma para ascender a condição de Governador do Estado. É inimaginável alguém cogitar que o atual Governador João Azevedo desconhecia tais práticas do seu maior “cabo eleitoral“, quando sempre atuou ordenadamente para executar as ações e possuía íntima relação com Ricardo.
O ex-secretário de Saúde da gestão de Ricardo Coutinho, Waldson de Souza, revelou em acordo de colaboração premiada no âmbito da Operação Calvário, o papel dos diversos agentes apontados pelo Ministério Público no desvio de recursos da Saúde na Paraíba.
Sobre o ex-governador Ricardo Coutinho, Waldson reafirmou que era o chefe da organização criminosa e fazendo uso do cargo de chefe do executivo estadual formulava a composição e organização da OrCrim (organização criminosa), designando papeis, determinando tarefas e sempre dando a última palavra sobre a atuação da Organização, acordos, negociatas, modus operandi, e valores de propinas.
Ainda segundo o documento encaminhado à Procuradoria Geral da República (PGR) ao qual o Blog do BG teve acesso, Ricardo Coutinho era, nas palavras de Waldson, pessoa de temperamento agressivo e que sempre teve grande autoridade sobre seus subordinados.
Cabia a RC o papel de realizar as negociações importantes, centralizando as tomadas de decisões sobre a atuação política da OrCrim, sobre a parte administrativa do governo estadual e, principalmente, a parte financeira de cada pasta do Estado, principalmente as que envolviam grandes contratos e que, a partir do ano de 2011, criou um verdadeiro propinoduto, que alimentava financeiramente seu patrimônio econômico e as campanhas eleitoras suas e de seus aliados políticos, via caixa dois.
Em um vídeo forte que chegou ao Blog do BG, um homem ensanguentado, após sofrer um derrame, tem atendimento negado em UPA Rendeiras em Caruaru, no estado de Pernambuco. O caso aconteceu no último sábado (4). Nas imagens, ele percorre os corredores e, segundo relatos da vítima, nenhum funcionário prestou serviço e ainda fizeram piada com a situação.
Após a negligência por parte dos profissionais, Edson Lima da Silva, de 61 anos, veio a óbito nesta manhã de terça-feira (7). O pico de pressão arterial foi responsável pelo sangramento nasal. Edson morava próximo a UPA, e mesmo assim não foi possível ter um atendimento rápido e que salvasse sua vida.
Segundo o Blog apurou, foi dito que não havia ambulâncias disponíveis, porém, uma parente de Edson estava no local e presenciou que tinha um veículo disponível.
O deputado federal Julian Lemos (PSL) respondeu aos ataques do deputado estadual Wallber Virgolino (Patriotas) na noite desta segunda-feira (6). Durante entrevista ao programa 60 Minutos, do Sistema Arapuan de Comunicação, ele rebateu as declarações do agente da Polícia Civil afastado, que, em áudio, afirmou que prenderá Julian, em flagrante, caso a Polícia Federal sinalize que é proibido o porte de arma de fogo por parlamentares que respondem por processo na Justiça.
Em áudio, Wallber afirmou que conheceu Julian na carceragem da Polícia Civil e que o parlamentar federal pediu sua ajuda para não ser encaminhado ao presídio do Roger, em João Pessoa. O parlamentar federal classificou as declarações como mentirosas e oportunistas.
“Walber falou que me conhece da carceragem e que eu implorei a ele; primeiro que ele além de palhaço e bravateiro, é mentiroso. Eu nunca implorei nada a ele. E já que ele fala, eu também tenho esse direito e na verdade quem foi implorar em meu apartamento, lá no Bessa, abraçado comigo e chorando para falar com Jutay, antes da ida dele para o circo que ele armou no Rio Grande do Norte, onde foi um péssimo secretário no Rio Grande do Norte e saiu de lá porque conseguiu realmente fazer um caos. Só foi ele sair, que a ordem foi reestabelecida”, disse.
“Wallber Virgolino é muito metido a brabo e agora com essa história que vai me prender, logo agora, com 46 anos, eu nunca fui desmoralizado por ninguém, não será por um pulha desse que se acha acima da Lei e do mandato. Ele não só desconhece as prerrogativas de um deputado, como também a de um homem. Ele é muito bom de gogo. Quando foi desmoralizado pelo ex-secretário na campanha passada, ele falou fino, quando estava no debate com João Almeida, que chamou ele de bandido, ele ficou fininho e pediu arrego a João Almeida. O problema é que Wallber ele quer um problema pessoal comigo. Agora veja só; eu numa idade dessa, depois de ter ganhando o mundo, a vida, fico imaginando a cena dele vindo para cima de mim e me prender. Dali meu amigo, só vai sair um inteiro”, concluiu Julian Lemos.
Por fim, Julian Lemos pontuou que Wallber tenta criar ibope atacando o lado pessoal de vários parlamentares por não ter projetos ou emendas e viver de ‘espetacularização’. “Esse cara toda Paraíba sabe que ele não tem resultados para mostrar, uma pessoa caricata, problemática, com problemas pessoais gravíssimos e não sabe se relacionar com quem pensa diferente. A todo momento ele quer se comparar ao meu mandato e não vai conseguir, porque o meu é produtivo. E agora quer me atacar como homem, me intimidar. Ele não é mais homem que ninguém e não vou parar de ficar andando nas ruas de João Pessoa, como sempre andei, vou esperar a ação. Porque para toda ação tem uma reação”, disse Julian.
O embate entre o deputado estadual Wallber Virgolino (Patriotas) contra o deputado federal Julian Lemos (PSL) ganhou mais um episódio na noite desta segunda-feira (6) quando, em áudio enviado ao programa 60 Minutos, do Sistema Arapuan de Comunicação, o parlamentar afirmou que encaminhou um ofício a Polícia Federal onde pediu esclarecimentos sobre a conduta do parlamentar federal que supostamente tem andado armado por ambientes públicos e privados de João Pessoa.
Segundo Wallber, o deputado federal responde a um processo por suposta agressão contra a ex-esposa e, por esse motivo, mesmo com a prerrogativa de parlamentar, ele não pode ter porte de arma. Ele afirmou que se for comprovado que não há autorização por parte da Polícia Federal, ele vai prender Julian Lemos em flagrante.
“Eu conheci Julian Lemos preso, na carceragem da Central de Polícia após ele ter agredido a esposa e preso pela Maria da Penha. Quando ele me viu parecia que tinha visto o pai, pedindo para não descer para o presídio do Roger, porque nem estudar ele estudou para ter prisão especial. Mesmo assim, com minhas amizades, consegui tirar ele da carceragem e colocar numa cela especial até ser solto”, disse.
“Então eu não devo nada a ele, ele é quem me deve. E tem mais, ele anda expondo por aí em restaurantes, praias, ambientes públicos e estou oficiando a Polícia Federal para saber se ele tem porte de arma, porque de acordo com a legislação, quem tem porte, mesmo sendo deputado, não pode ter. E se a resposta da Federal for que ele não pode andar armado, eu vou prender ele em flagrante. Eu quero ver ele andando armado para prender em flagrante, porque eu quero ver até onde vai a coragem dele”, afirmou Wallber Virgolino.
O secretário de Saúde de Campina Grande, Gilney Porto emitiu uma nota minimizando as críticas, que ele mesmo fez, a Saúde da cidade na gestão do ex-prefeito Romero Rodrigues.
Durante uma entrevista a Rádio Caturité, Gilney Porto, que assumiu a pasta em setembro, comentou que “a gente pegou uma saúde básica totalmente desestruturada na parte física, muitos problemas de infiltração, de rachaduras em prédios. Já iniciamos essas reformas estruturais”.
Nesta segunda-feira, Gilney emitiu uma nota, afirmando que repudia a repercussão negativa do comentário.
“Tenho toda a tranquilidade em identificar este cenário, ao mesmo tempo em que reconheço ter recebido da gestão anterior um sistema funcionando, seja no combate à pandemia, seja no atendimento a todos os outros aspectos da saúde dos campinenses. Não faço avaliações políticas, não entro nesse debate. Sou um médico que dedica a vida a cuidar da saúde. É por isto que repudio a tentativa de tornar um assunto tão importante, quanto a saúde dos campinenses, em futrica ou factóide político.”, afirmou Gilney.
Gilney Porto assumiu a Secretaria de Saúde de Campina Grande em substituição a Filipe Reul, aliado de Romero Rodrigues. A demissão de Reul levantou na época a especulação de estremecimento na relação de Cunha Lima com o ex-prefeito.
O deputado estadual Wallber Virgulino (Patriota) rebateu as críticas que sofreu do deputado federal Julian Lemos (PSL). Durante uma entrevista a Arapuan FM, Virgulino afirmou que não ia revidar os ataques sofridos por Julian lemos neste domingo (6), que chamou o delegado de “palhaço, sem caráter e fraco”.
“Eu não costumo empurra “bêbo” em ladeira. Se o deputado se considera mais forte, se ele tiver com um nível melhor, eu ia revidar. Mas tá campegando, está no final da carreira política, eu não vou entrar nesse embate, não vou me nivelar por baixo. a minha intenção é fiscalizar, é exercer o meu mandato na sua pleniturde e apontar os erros que tiver de apontar. Quando eu estive em Brasília na campanha de 2020, eu solicitei ao presidente Bolsonaro a duplicação e ele me garantiu que o governo federal ia fazer sua parte, mas precisaria do apoio dos parlamentrres federais e dos senadores para enviar emendas e nós percebemos que alguns parlamentares não enviaram esses recursos. Quando eu publiquei os nomes, eu não me referi a A ou a B, eu generalizei a quantidade de deputados que não tinha enviado emendas.”, afirmou.
Questionado se Julian Lemos teria forças para se reeleger na Câmars Federal em 2022, Wallber foi direto.
“Nem acredito e 99,9% dos paraibanos, eu espero que a Paraíba axorde. Eu espero que [a Paraíba] avalie a autação de cada deputado e dê a resposta nas urnas. Se o paraibano não avaliar e eleger pessoas que só lutam por interesses pessoais, a Paraíba vai ficar sofrendo, graças a esses deputados que aplaudem o governo corrupto, que é esse governo do PSB.”, concluiu.
Toda a confusão começou quando Virgolino postou a imagem de uma matéria jornalística com o título: “Seis deputados da Paraíba não ajudam para duplicação da BR-230”. A notícia, que tem uma foto estampada de Lemos, faz referência às obras ainda não iniciadas pelo Governo Federal para duplicar o trecho da rodovia federal que liga Campina Grande ao Sertão.
O deputado federal Julian Lemos (PSL) abriu a artilharia, nesse domingo (5), contra o deputado estadual Walber Virgolino (Patriota). Os dois parlamentares têm identidade política voltada ao campo da direita.
Virgolino tinha publicado a imagem de uma matéria jornalística com o título: “Seis deputados da Paraíba não ajudam para duplicação da BR-230”. A notícia, que tem uma foto estampada de Lemos, faz referência às obras ainda não iniciadas pelo Governo Federal para duplicar o trecho da rodovia federal que liga Campina Grande ao Sertão.
Julian revidou às críticas dizendo. “O parlamentar WV, que tem um mandato fraco e apenas barulhento e sem resultado nenhum a mostrar, vive de atacar os outros. É um ignorante quanto ao tema da BR-230”, publicou.
O deputado federal pontuou que essa é uma ação direta do Governo Federal, mas a gestão não deu andamento por ser orçada em R$ 400 milhões. “Caso destinássemos qualquer valor, sequer seria iniciada no ano que vem”, justificou, seguindo com provocações.
“Fale sobre o que tenho feito pela segurança pública, que o Governo Federal desprezou. Você não faz nada só atrapalha…. Enquanto você vive fazendo de contas que trabalha, eu tenho resultados. Deixe de ser palhaço e sem caráter. Sua máscara só serve para quem não conhece política, você é uma fraude como deputado e todos os delegados e policiais sabem disso, deputado fraco”, escreveu.
A empreendedora Ana Paula Miranda, de Campina Grande, denunciou, pelas redes sociais, que a filha Laura, de apenas cinco anos, foi vítima de racismo na unidade da Casa da Cidadania próxima ao Açude Velho. A situação aconteceu no início do ano, durante a emissão do RG da criança, mas só veio à tona nesse fim de semana.
De acordo com o relato da mãe, Laura estava animada para tirar o documento, havia se arrumado e usava o laço preferido nos cabelos, mas logo no início do atendimento teve que retirar o adorno a pedido da funcionária. “Eu até entendo que não poderia ter o laço em uma foto para documento”, postou Ana Paula, que relatou não ter admitido o que veio em seguida. “Ela foi muito grossa, principalmente quando pediu para amarrar o cabelo da menina, alegando que não caberia no enquadramento da foto. Eu me recusei a prender o cabelo da minha filha”, disse em outro trecho da publicação.
A essa altura, conforme a empreendedora, Laura já havia abandonado o entusiasmo, devido à falta de estrutura da Casa da Cidadania em atender crianças. “Para piorar, não tinha um cadeira que permitisse à criança ficar na altura e ângulo da câmera. Precisaram colocar uma cadeira por cima da outra, que ficava em falso, balançando. Laura estava chorando e já não queria saber de foto alguma”, recordou.
À TV Correio, o gerente operacional da Casa da Cidadania em Campina Grande, José Coelho, disse que tomou conhecimento do caso no último sábado (4), pelas redes sociais. Ele lamentou a postura da funcionária e disse que vai apurar a conduta. “Nossa orientação é de que haja uma prestação de serviço humanizada, de excelência. Nós nos solidarizamos com a mãe da criança e estamos à disposição. Esperamos que ela procure a gerência da Casa da Cidadania para que possamos averiguar e tomar as previdências cabíveis”.
Informações que circulam na internet apontam que o deputado paraibano Ricardo Barbosa (PSB), teria se envolvido em uma confusão em um restaurante de João Pessoa.
Fontes garantiram ao Blog do BG que após se dirigir a um grupo de empresários no restaurante Feijoada Manaíra, Ricardo Barbosa teria ouvido que “todo político é ladrão”, e ofendido, chamou um dos empresários para a briga.
Assessores e seguranças do parlamentar paraibano teriam se envolvido no quebra pau que sobrou até para o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP), que teria sido confundido com Ricardo Barbosa e garantiu processar o responsável pelo erro.
O Blog do BG entrou em contato com a assessoria de imprensa de Ricardo Barbosa e a mesma negou a ocorrência.
Tudo farinha do mesmo saco
Quem não sabia disso?
Falta agora a delação de coriolando
Tá na cara que ele sabia ele era a segunda Pessoa depois de Ricardo.
Esse Ricardo parece mais com a alma de Vassoura que uma figura humana.