Polêmica

VÍDEO: Paraibana Rachel Sheherazade é expulsa de Uber após pedir para trocar estação de rádio

 

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A jornalista paraibana Rachel Sheherazade foi expulsa de um carro de aplicativo após um desentendimento com o motorista durante uma corrida em São Paulo. O caso aconteceu na noite desta quinta-feira (30).

Segundo o relato da jornalista, a discussão começou após pedir que o motorista trocasse a estação do rádio. Rachel contou que o condutor parou o carro em uma rua deserta e mandou que ela descesse. Ao relatar o caso no Instagram, Rachel também fez um alerta aos seguidores, principalmente às mulheres.

“Alerta sobre motorista da Uber‼️ Evitem aceitar corridas do motorista Ricardo, veículo Chevrolet Onix, placa RFI9A24. Evitem a todo custo: grosseiro, irresponsável, parou o carro no meio de uma rua deserta e mandou eu descer do carro porque pedi para que ele trocasse a estação do rádio”, escreveu.

Rachel disse que sempre foi bem atendida por motoristas de aplicativo e taxistas em São Paulo e classificou o caso como uma exceção.

“Fiquei surpresa. Sempre fui muito bem tratada por motoristas da Uber, da 99 e por taxistas em São Paulo. Foi um ponto fora da curva, mas acho que maus profissionais não podem continuar trabalhando com o público”, afirmou.

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OPERAÇÃO PERFIDUS: relatório da prisão do delegado Braz Morroni cita candidato majoritário e caso vai à PF

 

A Polícia Federal instaurou um inquérito para apurar suspeitas de crimes eleitorais identificadas durante as investigações da Operação Perfidus, deflagrada para investigar a atuação de policiais civis ligados ao tráfico de drogas. A abertura do procedimento foi comunicada ao Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) na quarta-feira (29).

A investigação tem como base um relatório elaborado pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) da Polícia Civil da Paraíba.

A informação foi dada inicialmente pelo jornalista Wallison Bezerra em seu blog.

Um candidato majoritário também é citado no documento encaminhado à Polícia Federal por suspeitas de lavagem de dinheiro, financiamento eleitoral irregular e atuação em organização criminosa durante as últimas eleições na Paraíba.

A partir dessas informações, caberá à Polícia Federal conduzir a investigação na esfera eleitoral.

A Operação Perfidus foi uma ação conjunta do Ministério Público da Paraíba e da Polícia Civil que prendeu policiais civis envolvidos em um esquema de tráfico de drogas, corrupção e desvio de entorpecentes apreendidos. Os principais alvos públicos presos foram o delegado Braz Morroni e os investigadores Everton Aires (conhecido como “Bomba”) e Eduardo Jorge Ferreira (conhecido como “Mão Branca”), atuantes na Grande João Pessoa.

Com Wallison Bezerra e Maurilio Jr.

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VÍDEO: Imagens mostram pai agredindo filho cadeirante com socos no rosto em João Pessoa

 

Um caso de violência familiar chamou a atenção nesta terça-feira (29), no bairro do Bessa, em João Pessoa. Imagens de uma câmera de segurança registraram o momento em que um homem agride o próprio filho, um cadeirante, com socos no rosto dentro da garagem de um condomínio residencial.

Nas imagens, é possível ver o pai se aproximando da vítima e, em seguida, desferindo diversos golpes na região da cabeça e do rosto. A agressão acontece enquanto o filho permanece sentado na cadeira de rodas, sem condições de reagir à violência.

Após o episódio, a Polícia Militar foi acionada e conduziu o suspeito à delegacia, onde ele prestou esclarecimentos. O caso será investigado para apurar as circunstâncias da agressão e eventual responsabilização criminal.

Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o estado de saúde da vítima nem sobre a motivação do ataque.

O vídeo das câmeras de segurança deverá integrar o inquérito policial e pode ser uma das principais provas na investigação.

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Adolescente suspeito de matar garoto de programa em hotel de JP vai passar por exame para comprovar idade


					Adolescente suspeito de matar homem em hotel vai passar por exame para comprovar idade
Yanka Oliveira/TV Cabo Branco.

O adolescente suspeito de matar Washsington Rodrigo, de 33 anos, dentro de um hotel em Manaíra, em João Pessoa, vai passar por exames para confirmar a idade dele. O suspeito chegou na capital paraibana nesta terça-feira (28), após se apresentar a Polícia Civil, no Rio Grande do Norte.

Esse suspeito não teve a identidade confirmada. Ele foi apreendido após a suspeita do crime que aconteceu em um hotel na orla de João Pessoa, na última sexta-feira (28). Depois do crime, ele foi para Caicó, onde se entregou para a polícia.

A informação de que o jovem vai passar por exames é do delegado Diego García, em entrevista para a TV Cabo Branco. Ele disse que apesar dos documentos atestarem que ele, de fato, tem 17 anos, os exames são complementares.

“Todos os documentos apresentados por esse adolescente e pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte dão conta de que de fato esse adolescente é portador de 17 anos de idade. Todavia, por uma questão de a gente ter mais uma prova, a gente aconselhou e realizou esse exame de estimativa de idade”, explicou.

O delegado também disse que após a realização desses exames, o suspeito vai ser encaminhado para a ala de menores de idade da carceragem da Polícia Civil, em João Pessoa, onde vai aguardar a audiência de custódia com a promotoria de infância e juventude da capital.

O caso

O adolescente suspeito de matar Washington Rodrigo, de 33 anos chegou à capital paraibana, no final da manhã desta terça-feira (28), após ser ouvido em Caicó, no Rio Grande do Norte.

O suspeito se apresentou à 3ª Delegacia Regional de Caicó, no Rio Grande do Norte, na tarde desta segunda-feira (27), acompanhado de um advogado. Ele alegou à Polícia Civil que cometeu o crime por medo de ter a relação exposta.

Segundo o delegado Diego Garcia, responsável pela investigação, o adolescente afirmou que o contato entre os dois aconteceu por meio de um site de relacionamentos. Após o encontro, o suspeito teria se sentido intimidado pela vítima e usou uma réplica de arma de fogo para obrigá-lo a entregar a senha do celular.

“Alegou que se sentiu intimidado e ameaçado pela vítima que supostamente teria fotografado alguma parte do momento íntimo dos dois, ao passo que fez ele se algemar, simulando um fetiche, e, mediante o uso de uma airsoft, o constrangeu para entregar seu celular para que ele verificasse se havia mensagem ou fotografias em detrimento de sua pessoa, já que ele se acha um teólogo e por isso não poderia ter a imagem corrompida”, disse o delegado.

Ainda conforme a Polícia Civil, o adolescente relatou que, depois disso, utilizou o cabo do secador de cabelo do hotel para estrangular Washington Rodrigo. Segundo o delegado, o investigado afirmou que a intenção era apenas deixar a vítima desacordada para conseguir sair do quarto.

O delegado Cristiano Santana, superintendente da Polícia Civil da Paraíba, afirmou que, após o crime, o adolescente tentou deixar o hotel usando o carro da vítima, mas não conseguiu.

“Ele tenta sair com o carro da vítima, mas não consegue e evade sozinho, em comportamento normal, inclusive fazendo postagens como se nada tivesse acontecido.”

Segundo a Polícia Civil, não havia entorpecentes no quarto do hotel. A investigação também encontrou a existência de uma luva cirúrgica no local. Os investigadores apreenderam uma pistola de airsoft e algemas, que, conforme o delegado, foram um dos objetos que ajudaram a esclarecer o caso.

“Existe um airsoft que foi apreendido. De fato existiram objetos que foram de grande valia para identificação, com elementos robustos que identificavam a participação do menor”, afirmou o delegado.

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ESCÂNDALO DO PADRE ZÉ: Justiça manda bloquear R$ 11 milhões de Pollyanna, Tibério e padre Egídio


					Padre Zé: Justiça manda bloquear R$11 milhões de ex-secretários do Estado, padre Egídio e mais 13
João Paulo Medeiros

Uma decisão do juiz Antônio Carneiro de Paiva Júnior, da 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital, determinou a indisponibilidade de bens móveis e imóveis de 16 pessoasinvestigadas no caso que ficou conhecido como ‘escândalo do Padre Zé’, que apura desvios de recursos do Programa Prato Cheio do Governo do Estado através das entidades ligadas ao hospital. O montante bloqueado não deve ultrapassar o patamar de R$ 11,1 milhões.

A decisão alcança, de forma solidária, os bens e recursos financeiros dos dois ex-secretários do Estado, Tibério Limeira e Pollyanna Werton; do ex-diretor do hospital e principal investigado, padre Egídio de Carvalho; além de outras 13 pessoas. (a lista completa está abaixo)

O pedido para bloqueio foi feito pelo Ministério Público, ao propor uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa. A determinação de indisponibilidade ocorreu no dia 22 deste mês.

Após o cumprimento e/ou processamento das determinações, o magistrado retirou o sigilo da decisão nesta segunda-feira (27).


					Padre Zé: Justiça manda bloquear R$11 milhões de ex-secretários do Estado, padre Egídio e mais 13
João Paulo Medeiros

No documento o juiz afirma que “a concessão da medida constritiva afigura-se, assim, como o único instrumento idôneo para assegurar que o vultoso patrimônio ilicitamente amealhado pelos demandados permaneça à disposição do juízo para garantir o futuro e integral ressarcimento ao erário estadual”.

Segundo a narrativa ministerial, os réus promoveram o desvio sistemático de recursos públicos destinados à execução de projetos sociais e assistenciais, com destaque para o “Projeto Prato Cheio” e outros convênios firmados com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano, causando um prejuízo colossal aos cofres públicos estaduais”, diz outro trecho da decisão.

Os alvos da determinação são os mesmos denunciados em uma ação penal pelo Gaeco em janeiro de 2025. A denúncia foi recebida pelo Tribunal de Justiça em maio deste ano, tornando réus os investigados. A ação de improbidade é um desdobramento da investigação criminal.

Também em maio o MP apresentou uma nova denúncia, apontando um ‘rombo’ de R$ 10 milhões nos convênios firmados entre o Programa Prato Cheio e as instituições. Nela foram incluídos os ex-secretários Tibério Limeira e Pollyanna Werton; o padre Egídio de Carvalho; as ex-funcionárias do hospital Amanda Duarte, Jannyne Dantas e Andréa Ribeiro Wanderley; além do servidor Iurikel Souza Marques e o empresário Kildenn Tadeu de Lucena.

Decisão cita posição do TCE

Ao decidir sobre o pedido de indisponibilidade, o juiz Antônio Carneiro de Paiva destacou uma posição adotada, em março deste ano, pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Nela o TCE imputou um débito de R$ 11 milhões ao padre Egídio de Carvalho, mas afastou a responsabilidade dos ex-secretários e demais gestores.

Cumpre sublinhar, por oportuno, que o fato de o Acórdão AC1-TC-00349/2026 do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba ter imputado o débito administrativo exclusivamente a Egídio de Carvalho Neto não vincula nem limita a cognição deste Juízo, tampouco afasta a inclusão dos demais réus no polo passivo da presente Ação Civil Pública e na decretação da medida cautelar de indisponibilidade de bens”, avaliou.

Sob a ótica fática, o próprio acervo probatório coligido na exordial demonstra que a execução dos convênios e a consequente dilapidação do patrimônio público não foram obra isolada de Egídio de Carvalho Neto. A operacionalização dos desvios dependeu da atuação concertada e indispensável dos integrantes do Núcleo Institucional (com a tesouraria e a diretoria do hospital maquiando registros e atestando falsamente o recebimento de insumos), do Núcleo Político-Administrativo (com gestores e secretários estaduais omitindo-se dolosamente no dever de fiscalização e homologando contas viciadas mediante o recebimento de propinas) e do Núcleo Empresarial (fornecedores cooptados que emitiram notas fiscais superfaturadas ou sem lastro de entrega, viabilizando o retorno do dinheiro público em espécie)”, complementou.

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Esgoto a céu aberto: Dois quiosques são embargados na orla de João Pessoa

Um ponto de esgoto a céu aberto na calçadinha da orla de Cabo Branco, em João Pessoa, foi identificado pela Secretaria de Meio Ambiente (Semam) após a divulgação de um vídeo gravado pelo jornalista Kubitschek Pinheiro denunciando o que chamou de “podridão” no local. Durante a fiscalização realizada na noite deste domingo (26), dois quiosques foram interditados.

As equipes da Divisão de Fiscalização (Difi) constataram que o lançamento irregular de esgoto era proveniente de uma das ilhas de quiosques instaladas na orla. Diante da irregularidade, os fiscais determinaram o embargo imediato de dois estabelecimentos.

Além da interdição, os responsáveis foram notificados a interromper o despejo de esgoto no passeio público e adotar as medidas necessárias para regularizar a situação, conforme a legislação ambiental.

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Após morte, MP investiga obra de construtora Alta Wave na Grande João Pessoa

Alta Wave, projeto da Alta Construções

O promotor de Justiça Guilherme Barros Soares, da 3ª Promotoria de Justiça de Cabedelo, instaurou, nessa sexta-feira (24), um inquérito civil para apurar as condições de segurança do canteiro de obras do Residencial Alta Wave, da Alta Construções, em Ponta de Campina, após o acidente que provocou a morte de um trabalhador durante a manutenção de um elevador do tipo cremalheira, em 16 de março deste ano.

A portaria informa que o Corpo de Bombeiros interditou parcialmente a área do equipamento ao identificar ausência de projeto de segurança contra incêndio e pânico para o canteiro, certificado de aprovação, Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), brigada de incêndio, sinalização de rotas de fuga e outras medidas de prevenção. O órgão também apontou risco à segurança dos trabalhadores na área onde ocorreu o acidente.

O Ministério Público requisitou ao Corpo de Bombeiros informações sobre a situação do embargo, a realização de novas vistorias, a correção das irregularidades e a eventual liberação do elevador. A empresa responsável pelo empreendimento também deverá informar se a obra foi retomada, apresentar documentos relacionados à segurança do canteiro e detalhar as providências adotadas após o acidente.

O promotor ainda determinou o envio de ofício ao Ministério Público do Trabalho para verificar a existência de investigação sobre o acidente, eventual celebração de termo de ajuste de conduta ou ajuizamento de ação civil pública, além das medidas adotadas para prevenir novos riscos aos trabalhadores.

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Secretaria penal vai investigar áudios de policial atacando colegas LGBT’s na PB

A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária da Paraíba (Seap-PB) informou que instaurou um procedimento administrativo para apurar a autoria e a veracidade de áudios com declarações de teor misógino e transfóbico atribuídas a um policial penal, que passaram a circular em grupos de WhatsApp e repercutiram nas redes sociais, nesta segunda-feira.

Em nota divulgada o secretário da Administração Penitenciária, Tércio Chaves, afirmou que a pasta repudia “toda forma de discriminação e preconceito”, bem como manifestações “depreciativas e misóginas que visem diminuir ou retirar o espaço da mulher e da mulher trans”.

Segundo o secretário, assim que tomou conhecimento do caso, determinou a abertura de procedimento na esfera disciplinar para identificar os responsáveis pelos áudios e apurar os fatos, observando as garantias do devido processo legal e do contraditório.

“O conteúdo dos áudios não representa o sentimento da Polícia Penal da Paraíba”, afirmou Tércio Chaves na nota.

O secretário também manifestou apoio às pessoas mencionadas nos áudios e reafirmou o compromisso da Seap com a promoção de um ambiente institucional baseado no respeito, na dignidade humana e na valorização de todos os servidores.

O caso ganhou repercussão após a divulgação de áudios atribuídos a um policial penal contendo declarações consideradas misóginas e transfóbicas em relação a colegas de trabalho. A situação também motivou manifestações públicas, entre elas a da pré-candidata a deputada federal Lídia Moura, que criticou o conteúdo das falas e defendeu a adoção de providências por parte da administração estadual.

Com a abertura do procedimento disciplinar, a Seap deverá apurar as circunstâncias do caso e, caso sejam confirmadas irregularidades, adotar as medidas cabíveis previstas na legislação.

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TJ manda suspender reajuste superior a 100% em plano da Unimed João Pessoa

A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) determinou no último dia 16 a suspensão de um reajuste superior a 100% aplicado pela Unimed João Pessoa a um beneficiário de plano de saúde coletivo por adesão. A decisão foi unânime e reformou o entendimento da 1ª Vara Cível da Capital, que havia negado o pedido de tutela de urgência.

O colegiado entendeu que a operadora não apresentou a nota técnica atuarial nem a memória de cálculo para justificar o aumento da mensalidade, que passou de R$ 638,81 para R$ 1.354,58 após a mudança de faixa etária.

No acórdão, a relatora, desembargadora Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti Maranhão, destacou que reajustes por faixa etária em planos coletivos são permitidos, desde que observem as normas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e tenham fundamentação técnica. A decisão também aponta que a ausência dessa documentação compromete o dever de transparência da operadora.

Com a decisão, a Unimed deverá restabelecer provisoriamente o valor da mensalidade anterior ao reajuste, atualizado apenas pelos índices anuais autorizados pela ANS para planos individuais, até o julgamento definitivo da ação. O acórdão também fixa prazo de dez dias úteis para emissão dos novos boletos, sob pena de multa diária de R$ 500, limitada a R$ 15 mil.

O caso foi conduzido pelo escritório paraibano Maia Júnior Sociedade Individual de Advocacia.

Na fundamentação, a Câmara entendeu que a falta de comprovação técnico-atuarial impede, neste momento, a manutenção de um reajuste superior a 100%, especialmente diante da possibilidade de comprometimento da capacidade financeira do consumidor.

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VÍDEO: Imagens mostram delegado Braz contando dinheiro supostamente do tráfico de drogas em João Pessoa

Um vídeo em que o delegado Braz Morroni aparece contando uma grande quantidade de dinheiro voltou a circular nas redes sociais e aplicativos de mensagens nesta sexta-feira (17). As imagens mostram o então titular da Delegacia de Crimes Contra o Patrimônio (DCCPAT) conferindo maços de cédulas que, segundo ele, seriam provenientes de uma apreensão relacionada ao tráfico de drogas.

A repercussão ocorre em um momento em que Morroni é um dos investigados na Operação Perfídus, deflagrada pela Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco). A investigação apura a existência de uma suposta organização criminosa formada por policiais civis e suspeitos de tráfico de drogas, com acusações que incluem corrupção, desvio de entorpecentes apreendidos, vazamento de informações sigilosas e favorecimento a integrantes do crime organizado.

Segundo as investigações, a Operação Perfídus teve início após a denúncia de um investigado por tráfico de drogas, que relatou o suposto desvio de drogas apreendidas por agentes públicos. A partir daí, a Draco reuniu elementos que resultaram no cumprimento de mandados de prisão e busca contra policiais civis e outros investigados. A Justiça manteve a prisão temporária de Braz Morroni e de outros alvos da operação. 

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