Polêmica

Vândalos identificados em atos golpistas podem ser demitidos por justa causa

Vandalismo em Brasília deve gerar impactos econômicos negativos - Hotelier News
Registros em fotos e vídeos dos atos terroristas do último domingo (8/1) foram divulgados nas redes sociais aos montes. Entre lives e postagens quase em tempo real, os rostos de diversos vândalos que depredaram os Três Poderes apareceram nas televisões e por toda a internet.

Até o momento, 766 homens e 421 mulheres foram presos em Brasília (DF) acusados de participar das cenas de vandalismo. No total, são 1.187 pessoas acomodadas em celas, e o número tende a aumentar. Para garantir que o máximo de responsáveis pelo crime sejam encontrados, a Polícia Federal chegou a divulgar um e-mail a fim de receber denúncias sobre o ocorrido de domingo: [email protected].

Karolen Gualda, coordenadora da área trabalhista do escritório Natal & Manssur Advogados, alerta que os extremistas presos por participar do ato terrorista podem ser, inclusive, demitidos por justa causa.

“É uma regra geral: quando um empregado é preso, o seu contrato de trabalho fica suspenso. Mas a CLT prevê a possibilidade de demissão por justa causa do empregado com condenação criminal, desde que a ação já transitada em julgado [definitiva] e caso não tenha havido a suspensão da pena”, explica a advogada.

Não é necessário ser preso para perder o emprego, no entanto. Apesar de a Constituição garantir o direito de se manifestar, no ato de 8/1, uma série de crimes foram cometidos, incluindo depredação ao bem público e maus-tratos aos animais. Assim, é possível aos empregadores a justificativa de que o trabalhador pode causar danos à reputação da empresa ou condenação criminal.

Metrópoles

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Polêmica

HAJA DINHEIRO: Prefeitura de Guarabira contrata quase R$ 2 milhões em shows para Festa da Luz

Prefeitura de Guarabira adia Festa da Luz 2022 devido a nova variante do coronavírus - Portal Correio
A Prefeitura Municipal de Guarabira, no brejo paraibano, contratou por quase R$ 2 milhões de reais os shows de nove artistas para a edição 2023 da ‘Festa da Luz’, de acordo com informações publicadas na edição desta sexta-feira (13) do Diário Oficial do Estado (DOE). As apresentações irão ser realizadas nos dias 03,04 e 05 de fevereiro, no Parque do Poeta Ronaldo Cunha Lima por R$ 1.920.000,00.

De acordo com os conteúdos publicados, os contratos por atração variam de R$ 40 mil a R$ 600 mil. A festa é denominada pela gestão municipal como “a maior festa de padroeira do Brasil” e retorna após dois anos sem ser realizada, devido a pandemia. O anúncio dos shows foi realizado no mês passado, em um evento na cidade.

Foram contratadas para o dia 03 de fevereiro as atrações Léo Santana (R$ 350 mil), Calcinha Preta (R$ 150 mil) e Taty Girl (R$ 130 mil). Já para o dia 04 de fevereiro devem ocorrer os shows de Walkyria Santos (R$ 70 mil), Sâmya Maia (R$ 40 mil) e João Gomes (R$ 430 mil). Para o o último dia festa, foram firmados contratos para apresentações de Eric Land  (R$ 70 mil), Solange Almeida (R$ 80 mil) e Wesley Safadão (R$ 600 mil).

Calculamos quanto deverá ser gasto no total, em cada dia apenas com as atrações. Serão R$  750 MIL no dia 05 de fevereiro, R$ 630 mil no dia 03 e R$ 540 mil no sábado, dia 04 de fevereiro. A festividade é realizada pela gestão municipal em parceria com o poder público privado, por meio da venda de patrocínio.

BombaPB

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Polêmica

VÍDEO: ‘Desafio de milhões’ dono da Braiscompany provoca humorista que acusou empresa de calote em patrocínio de filme

O dono da Braiscompany, Antônio Neto, desafiou Lucas Veloso provar as denúncias feitas nas redes sociais sobre um possível “calote” da empresa de criptomoedas em um patrocínio do filme.

Segundo Antônio, caso isso seja comprovado, ele pagará R$14 milhões ao humorista paraibano ( valor equivalente ao dobro do que é cobrado ).

Em 5 de Janeiro, nas redes sociais, o ator da Globo denunciou que levou um calote da Braiscompany, chegando até mesmo a perdir “perdão” aos seguidores por promover a plataforma.

Nos vídeos, o artista chega a afirmar que acreditou na Braiscompany a ponto de colocar dinheiro na empresa, convencendo a família a fazer o mesmo.

A Braiscompany, vale lembrar, é uma empresa brasileira que oferece um suposto serviço de locação de criptomoedas. Ela é suspeita de operar um esquema de pirâmide desde 2020, quando começaram a surgir as primeiras denúncias.

Ministério Público da Paraíba arquivou processo que investigava Braiscompany por pirâmide financeira

Em novembro de 2022 começaram a surgir os primeiros relatos de atrasos de pagamentos para os clientes, e, simultaneamente, portais de criptomoedas começaram a receber e-mails de advogados da empresa solicitando exclusão de matérias que falavam sobre o modelo suspeito do negócio.

ALERTA DE TRETA: Advogados denunciam Braiscompany à Comissão de Valores Mobiliários por investimentos irregulares

TRETA CONTINUA: Dono da Braiscompany diz que foi ameaçado de morte e que críticos têm pacto com satanás

Blog do BG PB com NotíciaCerta

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Paraíba

Associação das Vítimas da BraisCompany diz que empresa não honra contratos e detona crise irreversível


Uma Associação criada por pessoas que afirmam não ter recebido valores estipulados em contrato pela empresa Braiscompany, realizou uma série de denúncias contra a marca e seus proprietários esta semana. Conforme apurou o ClickPB, por meio de uma nota a Associação de Vítimas da Braiscompany (AVB) alerta que a credibilidade da empresa está abalada e que os clientes que não se protegerem podem vir a perder capital. 

A nota inicia falando sobre os atrasos de pagamentos, quebra de contrato e “imposição unilateral de novas regras” que passaram a ocorrer de forma repentina desde o mês passado. Em seguida afirma que o casal que comanda a empresa, Antônio Neto e Fabrícia Ais, “tem passagem em uma organização acusada de fraudes financeiras”, que seria operada por um foragido da justiça, o ‘Danilo Dubaiano’. 

Segundo a nota, os atrasos chegaram a ser justificados por meio de ‘possíveis problemas técnicos’ relacionados ao aplicativo da Brais. No entanto, o aplicativo não foi lançado ainda e há questionamentos sobre a veracidade da hipótese. “Para além, o CEO afirmou que os atrasos decorrem de falhas da corretora Binance, informação também já desmentida”, complementa o material.

De acordo com a AVB, “o cenário sob exame evoca a possível ocorrência de colapso da operação da gestora, à conta de evidências de que esteja se repetindo a mesma crise que culminou com o encerramento de atividades e o consequente prejuízo coletivo dos investidores de empresas do setor”, e que é este um dos motivos que segundo a associação “quem não se proteger pode vir a perder capital”. 

Além do envolvimento dos fundadores da empresa em investigações, o comunicado cita que analistas do mercado financeiro, especialistas em criptoeconomia e influenciadores passam a qualificar a gestora como esquema “ponzi” (esquema de pirâmide) e que a BC acumula dívidas fiscais e sofre críticas de falta de transparência (veja íntegra no fim da matéria). 

“Com o objetivo de preservar os interesses dos investidores e potenciais vítimas de uma operação com evidentes problemas, o grupo está promovendo uma série de medidas jurídicas necessárias para assegurar a integridade do patrimônio dos consumidores afetados. Portanto, se um cliente da BC ainda possui investimentos mantidos sob a custódia da empresa, é extremamente recomendável a adoção de providências básicas e comuns nesses casos, com mecanismos resolutivos, extra e judicialmente”, finaliza o texto.

Veja documento:

Com informações do ClickPB

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Polêmica

TRETA CONTINUA: Dono da Braiscompany diz que foi ameaçado de morte e que críticos têm pacto com satanás


O dono da Braiscompany, Antonio Inácio da Silva Neto (Antonio Neto Ais), divulgou uma live no Instagram na noite dessa sexta-feira (13) para falar dos problemas que sua empresa vem passando.

Ao se mostrar revoltado com alguns clientes, Neto voltou a culpar a Binance pelos atrasos de pagamentos e disse que recebeu ameaças de morte.

Neto falou de vários assuntos sobre a Brais, como é conhecida sua empresa, e além de prometer divulgar detalhes sobre os atrasos na próxima segunda-feira (16), ele disse que quer que Deus abra um buraco para engolir aqueles que torcem contra o negócio.

Indo além, Neto disse também que os clientes que estão se unindo para destruir sua empresa possuem pacto com o satanás.

Ameaça de morte

Em determinada parte do vídeo, Neto disse que alguns clientes estão desesperados devido ao que ele chamou de “fake news”, com usuários ficando “loucos” devido a “pequenos atrasos.”

Segundo ele, sua caixa de direct do Instagram está cheia de mensagens de pessoas pedindo dinheiro de volta, então ele pede paciência aos usuários, reafirmando que a Braiscompany nunca atrasou pagamentos, então que os clientes tenham calma.

“Você mandou a hash (de recebimento)?” — disse Neto, acrescentando: “Aguarda! Aguarda o prazo da empresa só um pouquinho. Faz quanto tempo que é meu cliente? — ‘dois anos’ — Quantas vezes a empresa atrasou o pagamento? — nenhuma — amigo… descansa.”

Seguindo, Neto afirma que recebeu ameaças de morte e que até mesmo sua esposa, Fabricia Farias Campos (Fabricia Ais), recebeu fotos de arma, com mensagens de que ela e seus filhos seriam mortos.

Citando mensagens que recebeu dos clientes, Neto afirmou que diversas delas são desesperadas, que vão desde usuários dizendo que farão manifestações na frente da empresa até de pessoas dizendo que tacarão fogo na sede da Braiscompany.

“…Depois desse mesmo tempo (atrasos de pagamentos) que tava louco, louco (clientes), “o mundo acabou, eu vou fazer uma greve na frente da Brais, taca fogo, destrói, mata o Antônio Neto.” Gente, pasmem, pasmem, eu recebi ameaça de morte. Pessoas mandando foto de arma para minha esposa dizendo que ia matar minha esposa e meus filhos. Que loucura é essa, vocês tão maluco.”

Citando as ameaças, Neto pede ainda que os clientes tomem cuidado ao instigar a destruição da empresa que coloca pão na mesa.

Pacto com Satanás

Ainda falando sobre os clientes que estão falando mal e cobrando da Braiscompany, Neto classificou os mesmos como malucos.

“Uma empresa que tá funcionando, que tá pagando, que gerou mais de 80% de lucro para o cliente no último ano. tem gente querendo destruir. Tem cliente se reunindo para derrubar a empresa, para quebrar a empresa? Você tá ficando maluco?”

Segundo ele, se o cliente está insatisfeito com a empresa, ele deve pedir cancelamento do contrato, e se não receber o valor em 30 dias, aí ele deve entrar na justiça.

Depois que o cliente receber o dinheiro, disse Neto, ele não quer ver a cara dele “nunca mais na vida.” Neto convidou os clientes que pedirem cancelamento a colocar o dinheiro na poupança.

“Quando você tiver com seu dinheirinho na conta, e eu nunca mais quero lhe ver na vida, pega esses 13 mil e vai botar na poupança.”

Neto também sugeriu que os clientes insatisfeitos que estão instigando a “destruição da Braiscompany”, possuem pacto com o Satanás.

“Está instigando a destruição de um negócio que coloca milhares de reais no bolso de milhares de pessoas, aí amigo você só pode ter pacto com Satanás. Só pode ser uma pessoa do mal, não é possível, me fala, qual foi o cliente que pediu um distrato e não foi cumprido, só um, me fala só um.”

Livecoins

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Polêmica

‘Risco de desabar’: Patrimônio histórico de JP está em ruínas

João Pessoa – Ruínas do Imóvel à Av. João da Mata, n° 81 | ipatrimônio
João Pessoa, uma das cidades mais antigas do Brasil, teve o Centro Histórico tombado pelo Iphan, em 2009. Desde então, cerca de 500 edificações foram tombadas, sendo a maior parte nos bairros do Varadouro (Cidade Baixa) e Cidade Alta, a exemplo de alguns imóveis na Rua Duque de Caxias.

No ano de 2018, levantamento feito pelo próprio Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep), mostrou que existiam cerca de 60 imóveis tombados em risco de desabamento.

Entre os comerciantes cujas lojas ficam vizinho aos prédios tombados e em ruínas as reclamações
são diversas. Para Guilherme Gomes, deveria ser realizada, pelo menos a cada ano, uma vistoria nesses prédios para evitar acidentes. Já o empresário, Júnior Andrade, é de opinião que os casarões abandonados também assustam e afastam as pessoas que desejam fazer compras no Centro da cidade porque apresentam risco de desabamento.

Segundo o chefe de gabinete do Iphaep, “na verdade, essa questão de que os imóveis tombados não podem ser reformados, trata-se de uma lenda que se criou ao longo dos anos. Essas casas podem ser reformadas sim, mas dentro dos limites que a legislação permite. Cada casa tem uma situação específica porque tem o grau de classificação. Mas em todas elas, podem ser feitas intervenções, porém, tudo dentro dos limites da legislação”, admitiu.

Ele detalhou que essa afirmação de que nada poderia ser feito em um casarão tombado, criou uma imagem negativa e por conta dessa lenda, muitos investidores criaram um certo receio para adquirir um imóvel no Centro Histórico.

Mas com o passar dos anos, muitos comerciantes já compareceram ao órgão e se surpreenderam quando foram informados que poderiam fazer intervenções nesses prédios, desde que todas as mudanças sejam informadas ao órgão.

O número de imóveis em risco já foi bem maior em João Pessoa porque muitos já foram recuperados em atendimento à ações promovidas pelo Iphaep no âmbito administrativo e judicial. As edificações protegidas são representativas dos vários períodos da história de João Pessoa.

Blog do BG PB com União

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Polêmica

LEI ALDIR BLANC: Duas prefeituras da PB estão na mira do MPF após denúncias de usar verba para pagar empresários e servidores

MPF terá novo procurador-chefe e procuradoras regionais eleitoral e dos direitos do cidadão na PB a partir de outubro — Procuradoria da República na Paraíba
Duas prefeituras paraibanas estão na mira no Ministério Público Federal (MPF) sob suspeita de supostas irregularidades na utilização de recursos da Lei Aldir Blanc.

De acordo com denúncias encaminhadas ao órgão, as verbas estariam sendo destinadas ao pagamento de empresários, aposentados, funcionários públicos e até beneficiários do auxílio emergencial durante o estado de calamidade pública.

A legislação propõe que a União repasse para Estados, Municípios e o Distrito Federal um valor em torno de R$ 3 bilhões para aplicação em ações emergenciais, a fim de apoiar o setor cultural.

As denúncias contra as prefeituras de Gurjão, no Cariri paraibano, e Juarez Távora, no Brejo, serão apuradas por meio de Inquérito Civil, conforme apurou a reportagem do Paraíba.com.br.

Conforme o MPF, em Gurjão os recursos da Lei Aldir Blanc estariam sendo utilizados para pagamentos de empresários, aposentados e funcionários públicos, bem como beneficiários do auxílio emergencial durante o estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6/2020.

Em relação à prefeitura de Juarez Távora, não há mais detalhes sobre as supostas irregularidades. A publicação feita pelo MPF só informa a instalação do Inquérito Civil para posterior investigação.

Os inquéritos terão um prazo de um ano para serem concluídos.

Blog do BG PB com Paraíba

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Polêmica

ATAQUES EM BRASÍLIA: Paraibanos presos no DF, tentam liberdade em troca da tornozeleira eletrônica

Subtenente reformado do Exército e blogueiro são presos em ataques no DF - Portal T5
Os paraibanos que estão presos em Brasília desde o último domingo (8), após participação em atos golpistas, tentam sair do cárcere privado para uma prisão preventiva com cautelar. Dessa maneira, eles poderiam deixar a capital e ficar em prisão domiciliar ou serem monitorados pela tornozeleira eletrônica.

O advogado Ricardo Alvarenga, que representa todos os paraibanos que estão detidos no Complexo Penitenciário da Papuda, revelou que fez reuniões para mudar a situação. Após conversas com o Ministério Público Federal (MP), o órgão acatou a pedido e relatou que não enxerga potencial ofensivo tão grande dos presos, concordando com a mudança de encarceramento.

Ricardo adiantou que a decisão será encaminhada para o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que é o relator das investigações dos atos terroristas em Brasília. Ele também explicou como esse processo está ocorrendo.

“As pessoas seriam liberadas com a tornozeleira desde que cumprisse um rol de exigências do Ministério Público. Ele acatou oralmente, porque tem processo que não tem nem número. Você entra lá na sala e não atribui o número. A gente não pode jogar laudo dentro, juntar petição porque não tem número”, relatou o advogado.

“Os juízes ficam literalmente como escrivães, porque tiraram o livre-arbítrio dos juízes julgar. Na verdade, eles estão lá só ouvindo, para relatar e mandar para Alexandre de Moraes”, disse Ricardo Alvarenga.

MaisPB

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Polêmica

Após ação no STF, Cabo Gilberto, Eliza e Nilvan criticam e desdenham do PSOL

Líder da Oposição, deputado Cabo Gilberto anuncia apoio a Nilvan Ferreira para governador – Blog do Marcelo José
Após o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) provocar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com um pedido de prisão contra cinco bolsonaristas da Paraíba nesta sexta-feira (13), três deles, o deputado federal eleito Cabo Gilberto (PL), a vereadora Eliza Virgínia (PP) e o comunicador Nilvan Ferreira (PL) reagiram e rebateram ao desdenharem da ação.

Segundo Gilberto, o partido é pequeno e se promove através de figuras com mandato. “Mentem descaradamente, não tem força nenhuma, nem conseguem ter vereador, nem deputado. O Psol quer aparecer”, disse Cabo Gilberto.

Já a vereadora Eliza foi além e disse que a atitude do PSOL representa uma ‘perseguição política’ ao revelar que vai prestar um Boletim de Ocorrência (BO) contra os representantes da legenda, pois teme pela própria vida e que a motivação do presidente na Paraíba, Tárcio Teixeira, é pessoal.

“Me sinto constrangida em relação a representação feita pelo PSol, não é a primeira, nem a segunda vez. O Tárcio vem me perseguindo não é de agora e tenho medo pelo risco de vida também. Vou abrir um boletim de ocorrência como forma de defesa. Sou uma conversadora contra qualquer tipo de agressão física, a depredação do patrimônio público, a invasão de propriedade privada que a esquerda é a favor”, disse.

Já o comunicador Nilvan, que é ex-candidato ao Governo do Estado, pontuou que rebater o PSOL é perca de tempo. “Eu não quero perder meu tempo com o Psol, pois todos sabem a conduta desse partido que defendem aborto, ditadura, ideologia de gênero, entre outros. São radicais mais que o próprio PT. O advogado que elaborou essa petição precisa volta a faculdade de direito e perguntar ao professor o que é nexo causal, é algo que veio como uma forma do PSOL ganhar mídia e divulgação. Sei do meu papel nesse momento”, criticou.

Blog do BG PB com Paraíba

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Polêmica

ALERTA DE TRETA: Pedro cobra pagamento do Bolsa Esporte, atrasado há mais de um ano pelo Governo da PB

Primeiro debate do 2° turno entre João e Pedro acontece nesta segunda | Paraíba Já
O deputado federal Pedro Cunha Lima cobrou do Governo do Estado o pagamento do Bolsa Esporte, atrasado há mais de um ano. A falta do auxílio tem prejudicado diversos atletas paraibanos, que contam com o pagamento para dar continuidade aos treinamentos.

Em janeiro do ano passado o Governo do Estado deveria ter aberto o edital para os atletas apresentarem os títulos conquistados em 2021 para se credenciar e receber o Bolsa Esporte 2022. Ocorre que o Governo só publicou o edital no dia 27 de junho, com mais de 6 meses de atraso.

Além da demora na publicação do edital, o governo atrasou mais de 5 meses para publicação do resultado.

“Estamos em janeiro, data que deveria ser publicado o edital para o Bolsa Esporte 2023, onde os atletas deveriam apresentar os títulos de 2022 e começarem a receber o benefício. Mas até agora eles não receberam nem a primeira parcela referente ao edital 2022. Onde está a verba destinada aos atletas paraibanos? O Governo do Estado precisa dar uma resposta aos atletas paraibanos”, cobrou Pedro.

Blog do BG PB

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