Polêmica

VÍDEO: ‘Minha empresa nasceu para deixar um legado’, diz dono da Braiscompany após atraso em pagamentos milionários de clientes

”Quero que você saiba de uma coisa: A Braiscompany não é sobre riqueza, é sobre legado! Quando criei a Braiscompany, não o fiz para ficar rico, poderoso ou mesmo gerar riqueza para outras pessoas ou deixá-las poderosas demais.”

Esse é um trecho do depoimento do dono da empresa especializada em criptoativos, com sede em Campina Grande, o empresário Antônio Neto,  na tentativa de acalmar os ânimos dos clientes e investidores que desde Dezembro do ano passado reclamam do atraso de pagamentos dos dividendos da Braiscompany.

ALERTA DE TRETA: Advogados denunciam Braiscompany à Comissão de Valores Mobiliários por investimentos irregulares

Ministério Público da Paraíba arquivou processo que investigava Braiscompany por pirâmide financeira

Em meio as denúncias, ele publicou ontem (12) no instagram um vídeo sobre as dificuldades e superações e disse que tem trabalhado ‘arduamente’.

”Tenho trabalho arduamente porque acredito que a minha empresa nasceu para deixar um legado, para mostrar às pessoas que através da informação é possível alcançar a liberdade, seja ela financeira ou intelectual”, conclui.

Blog do BG PB

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Polêmica

DENÚNCIA: Clientes acusam ‘calote’ de empresa de energia solar em CG; prejuízo supera R$ 1,5 milhão

AgeRio - Energia solar: investimento e sustentabilidade
Clientes denunciaram uma empresa de energia solar em Campina Grande por não entregar o serviço contratado. Já são sete vítimas, até esta sexta-feira (13), que registraram denúncia junto à Polícia Civil, através da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) da região.

O prejuízo às vítimas ultrapassa R$ 1,5 milhão. São vítimas moradores de Cuité e de Campina Grande que acusam a empresa de embolsar quase o total do valor cobrado e não entregar o serviço contratado.

O delegado Ariosvaldo Adelino informou que a empresa tem CNPJ e toda formalização, mas deixou de fazer vários atendimentos.

A empresa, que não teve o nome revelado para não atrapalhar as investigações, foi denunciada pela primeira vez no final de 2022. Em dezembro já havia denúncias contra ela e o delegado pontuou que ainda devem aparecer mais vítimas.

Clickpb

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Polêmica

MPF: Paraibano Marcelo Queiroga é investigado por “caronas” em aeronaves oficiais

Além de Queiroga, outros ex-ministros e Bolsonaro são investigados
O Ministério Público Federal (MPF) abriu um inquérito contra três ex-ministros, entre eles o paraibano Marcelo Queiroga, e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O procedimento é para apurar a suposta prática de improbidade administrativa na utilização de aviões da Forças Aéreas Brasileiras.

O inquérito foi aberto após uma denúncia do deputado Jorge Solla (PT) ainda em 2021. De acordo com o documento enviado ao MPF, as aeronaves foram usadas para transportar parentes, pastores e lobistas.

Além do ex-ministro da Saúde e Bolsonaro, são alvos da investigação a ex-ministra dos Direitos Humanos e senadora eleita Damares Alves (Republicanos) e o ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo.

O inquérito foi aberto pelo procurador Paulo Roberto Galvão de Carvalho na última terça-feira (10).

T5

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ALERTA DE TRETA: Ricardo Coutinho diz não saber ‘paradeiro’ do filho de 12 anos após atos em Brasília

Jornalista, alvo de investigação do MP e ex de petista: quem ...
O ex-governador Ricardo Coutinho (PT) disse não ter notícias do paradeiro do seu filho de 12 anos com a ex-primeira-dama da Paraíba Pâmela Bório.

Como se sabe, Pâmela levou o filho do ex-casal para o ato golpísta do último domingo (08), em Brasília, onde bolsonaristas destruíram a sede dos Três Poderes.

Ricardo, por meio da advogada Anna Carla Lopes, disse durante entrevista a uma rádio de João Pessoa, que não há informações sobre a localização de Henry e de Pâmela.

Suplente de deputado federal pelo PSC, Pâmela deletou suas redes sociais após participar dos atos terroristas. Na última quarta-feira (11), a GloboNews noticiou que ela é uma das organizadoras dos atos criminosos.

Confira nota da defesa do ex-governador:

”A ação judicial que se discute a guarda de Henri já existe. Inclusive, em primeiro grau, houve sentença condenando a genitora em prática de alienação parental, baseado-se nas provas contundentes apresentadas ao processo. No entanto, em sede de recurso, a relatora reformou a sentença para conceder a guarda compartilha, alternando a residência do menor a cada 15 dias. Diante desse julgamento em segundo grau, nós Recorremos ao STJ, visando que seja reformado o acórdão, para que se mantenha na integra a sentença de primeiro grau, no sentido de permanecer a guarda unilateral em favor do genitor. Diante desses últimos acontecimentos, eu só fiz peticionar nos autos informando do grave crime cometido pela genitora, levando o menor a ser partícipe do ato delituoso”.

Com informações do MaurílioJr

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ATAQUES EM BRASÍLIA: Polícia Militar da PB abre investigação contra policiais da reserva presos no DF

O que fez o GSI horas antes dos ataques à Brasília | Revista Fórum
A Corregedoria Auxiliar da Polícia Militar da Paraíba abriu na manhã desta sexta-feira (13) um procedimento disciplinar para apurar o envolvimento de servidores militares da reserva presos em atos antidemocráticos em Brasília.

O sargento Rogério Caroca e a tenente Onilda Patrícia, constam na lista de paraibanos presos na capital federal por participarem das ações.

“Foi aberto um procedimento disciplinar, que vai apurar o fato em toda a sua extensão, mesmo eles sendo da reserva remunerada”, diz trecho do comunicado enviado à imprensa pela assessoria de imprensa do órgão. A tenente Onilda foi para a reserva remunerada no posto de major, já Rogério Caroca foi para a reserva na graduação de 2º sargento.

Confira a íntegra da nota:

A Corregedoria da Polícia Militar da Paraíba informa que foi aberto um procedimento disciplinar, que vai apurar o fato em toda a sua extensão, mesmo eles sendo da reserva remunerada.

Corregedoria Auxiliar da Polícia Militar da Paraíba

Blog do BG PB com  Clickpb

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ALERTA DE TRETA: Advogados denunciam Braiscompany à Comissão de Valores Mobiliários por investimentos irregulares

Braiscompany exige "declaração de riqueza" para devolver dinheiro dos clientes | Portal do Bitcoin
O escritório Cadernas Torres Advocacia abriu um protocolo na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) denunciando as possíveis irregularidades que estão sendo praticadas pela empresa Braiscompany e pelos representantes.

De acordo com material divulgado pelo escritório, o objetivo é levantar questionamentos técnicos e dúvidas pertinentes ao órgão regulador sobre uma empresa usada para realizar investimentos.

“Tradicionalmente, empresas do ramo de investimentos irregulares em criptoativos se valem de termos eufêmicos nos contratos para afastar a caracterização de um contrato de investimento coletivo e, consequentemente, para tentar afastar a competência regulatória da CVM”, explica material.

Por meio a aplicação da Teoria de Howey, a CVM consegue detectar a existência de contratos de investimentos coletivos, atraindo a competência regulatória da autarquia.

“Acreditamos no potencial que os criptoativos possuem para trazer maior liberdade para o indivíduo, em diversos aspectos. Contudo, por ser um tema ainda envolto em muito desconhecimento e controvérsias, vemos, diariamente, propostas mirabolantes, curiosas, excêntricas e que sempre proporcionam um fácil e grandioso rendimento ao pretenso investidor, que geralmente acaba passando por muito sofrimento. Não podemos nos quedar inertes”, finaliza a publicação.

Blog do BG PB com Clickpb

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Ministério Público da Paraíba arquivou processo que investigava Braiscompany por pirâmide financeira

Empresa brasileira de criptomoedas atrasa pagamentos e coloca culpa na Binance - InfoMoney
O Ministério Público da Paraíba (MP-PB) arquivou uma investigação, aberta em 2020, que apurava a idoneidade da Braiscompany. O objetivo da análise era descobrir se a empresa era confiável e entregava os rendimentos prometidos nos seus serviços de locação de criptomoedas.

O processo foi arquivado oficialmente em setembro de 2022. Menos de três meses depois, a Braiscompany começou a atrasar os pagamentos dos investidores — uma situação que só se agravou nas últimas semanas.
Parte dos clientes da empresa de Campina Grande (PB) reclamam que não estão recebendo os rendimentos mensais desde o dia 30 de dezembro. Também estão de mãos vazias aqueles cujo contrato determinava o repasse dos lucros pela Braiscompany no dia 10 de janeiro.

À medida que o temor sobre a saúde financeira aumenta entre os investidores, o dono da Braiscompany, Antonio Neto Ais, joga a culpa na Binance, acusando a corretora de travar os fundos da empresa.

Por que o MP parou as investigações?

O Ministério Público da Paraíba começou a investigar a Braiscompany em julho de 2020, através da Procuradoria do Consumidor. O processo teve início porque a Ouvidoria do Ministério Público recebeu uma denúncia sobre supostas irregularidades na atividade da empresa Braiscompany – a denúncia acusava a companhia de ser uma pirâmide financeira.

O requerente, que pediu sigilo, questionava a idoneidade da empresa, solicitando apoio ao Ministério Público na investigação. Na época, o processo foi aberto no MP-Procon em Campina Grande, sede da Braiscompany.

Lá, o procurador responsável pelo caso, Sócrates da Costa Agra, transferiu o processo para os agentes de João Pessoa, ao determinar que o foro da capital do estado era o correto para investigar eventuais danos de âmbito nacional, considerando que a Braiscompany não captava clientes apenas em Campina Grande.

Conforme apurou a reportagem, o processo só foi chegar em João Pessoa em março de 2021, sendo distribuído de fato para a promotora responsável pela investigação, Priscylla Maroja, em julho de 2022.

Neste meio tempo, a investigação sobre as operações da Braiscompany teve poucos avanços, conforme explicou a procuradora Maroja em nota:

“Ao receber o processo, verificamos que não era reclamação de consumidor lesado, inclusive não existia nenhuma reclamação contra a empresa. Se tratava de uma consulta, e o Ministério Público não é órgão consultivo. Entretanto, oficiamos os órgãos do Procon Municipal e Estadual, e apuramos que não havia reclamação de consumidores lesados. De forma que o processo foi arquivado pelo MP por não ser órgão de consulta que garante ou não idoneidade de empresa e por não haver lesão ao consumidor.”

Blog do BG PB com informações do PortaldoBitcoin

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ALERTA DE TRETA: PSOL da Paraíba pede ao STF que decrete prisão de Pâmela, Eliza, Walber e Nilvan, após atos no DF

Pastores articularam caravanas e convocaram ataques em Brasília
O PSOL da Paraíba pede que o ministro Alexandre de Moraes, relator do Inquérito que investiga os atos antidemocráticos no Brasil, avalie a possibilidade de decretação de prisão preventiva contra o deputado estadual Walber Virgolino, o ex-candidato ao governo Nilvan Ferreira, a suplente de deputada federal Pâmela Bório e a vereadora de João Pessoa e suplente de deputada Federal Eliza Virgínia.

A representação criminal foi protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta quinta-feira, (12).

O motivo citado pelo partido é que “eles fizeram publicações em suas redes sociais apoiando os ataques terroristas realizados em Brasília no último domingo, 08/01”.

O PSOL também pede que seja determinada a imediata suspensão dos perfis nas redes sociais dos representados e os aponta como autores do crime de incitação, previsto no art. 286, do Código Penal. Em novembro do ano passado, o Partido já tinha protocolado uma notícia-crime no Ministério Público Federal da Paraíba pedindo que fossem desfeitos os acampamentos golpistas em Campina Grande e em João Pessoa e que fossem identificados os responsáveis pelos atos antidemocráticos no Estado da Paraíba.

Para Olímpio Rocha, advogado do Partido, “não é possível aceitar que agentes políticos e pessoas públicas fomentem e incitem atos antidemocráticos e ataques terroristas que temos visto acontecer no país, desde a eleição e a posse do Presidente Lula. No que depender do PSOL, os responsáveis por esses crimes no Brasil serão identificados e presos!”

Agora, caberá ao Ministro Alexandre de Moraes avaliar o pedido do PSOL paraibano e decidir se acata ou não os pedidos contra Walber Virgolino, Nilvan Ferreira, Pâmela Bório e Eliza Virgínia.

Blog do BG PB com informações do ParlamentoPB

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ATAQUES EM BRASÍLIA: Assessora de vereador de João Pessoa é presa após atos no DF

Fabíola do Nascimento, assessora de um vereador de João Pessoa, está presa em Brasília após os atos de vandalismo e depredação aos prédios dos Três Poderes no último domingo (08).

Ela atua como assessora parlamentar em gabinete de vereador em João Pessoa desde o dia 1º de janeiro de 2021. O rendimento mensal, de acordo com informações do Sagres, é de R$ 1.700.

Várias pessoas foram detidas após os atos.

SE DEU MAL: Assessor do deputado Cabo Gilberto, está preso após atos em Brasília

O nome de Fabíola consta em lista após os desdobramentos da última semana. Há relatos de vários paraibanos detidos em todo o decorrer da semana. Alguns já foram liberados e outros seguem aguardando o desenrolar do processo.

Clickpb

 

 

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SE DEU MAL: Assessor do deputado Cabo Gilberto, está preso após atos em Brasília

Anderson Novais, um dos presos em Brasília após os atos de vandalismo e depredação de prédios do STF, Congresso e Palácio do Planalto, é assessor do deputado paraibano Cabo Gilberto. A informação foi confirmada pelo político, nesta quinta-feira (12).

O Cabo Gilberto informou que aguarda resposta do advogado João Alberto, da Ordem dos Advogados Conservadores do Brasil (OACB), sobre a situação de Anderson Novais, em Brasília.

Manifestantes invadiram e depredaram neste domingo (8) as sedes dos Três Poderes em Brasília. Os prédios do Palácio do Planalto, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Congresso Nacional foram alvos de atos antidemocráticos promovidos por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Clickpb

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