
Após o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) provocar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), com um pedido de prisão contra cinco bolsonaristas da Paraíba nesta sexta-feira (13), três deles, o deputado federal eleito Cabo Gilberto (PL), a vereadora Eliza Virgínia (PP) e o comunicador Nilvan Ferreira (PL) reagiram e rebateram ao desdenharem da ação.
Segundo Gilberto, o partido é pequeno e se promove através de figuras com mandato. “Mentem descaradamente, não tem força nenhuma, nem conseguem ter vereador, nem deputado. O Psol quer aparecer”, disse Cabo Gilberto.
Já a vereadora Eliza foi além e disse que a atitude do PSOL representa uma ‘perseguição política’ ao revelar que vai prestar um Boletim de Ocorrência (BO) contra os representantes da legenda, pois teme pela própria vida e que a motivação do presidente na Paraíba, Tárcio Teixeira, é pessoal.
“Me sinto constrangida em relação a representação feita pelo PSol, não é a primeira, nem a segunda vez. O Tárcio vem me perseguindo não é de agora e tenho medo pelo risco de vida também. Vou abrir um boletim de ocorrência como forma de defesa. Sou uma conversadora contra qualquer tipo de agressão física, a depredação do patrimônio público, a invasão de propriedade privada que a esquerda é a favor”, disse.
Já o comunicador Nilvan, que é ex-candidato ao Governo do Estado, pontuou que rebater o PSOL é perca de tempo. “Eu não quero perder meu tempo com o Psol, pois todos sabem a conduta desse partido que defendem aborto, ditadura, ideologia de gênero, entre outros. São radicais mais que o próprio PT. O advogado que elaborou essa petição precisa volta a faculdade de direito e perguntar ao professor o que é nexo causal, é algo que veio como uma forma do PSOL ganhar mídia e divulgação. Sei do meu papel nesse momento”, criticou.
Blog do BG PB com Paraíba




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