Uma mulher que tentou entrar com drogas nas partes íntimas na Penitenciária Silvio Porto, em João Pessoa, no último sábado (30), precisou passar por um procedimento cirúrgico, após não conseguir expelir o pacote. .
Ela conduzida para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, onde passou por procedimento.
Já com o pacote retirado, ela segue detida sob custódia na unidade hospitalar e deve ser conduzida, após alta médica, para a Central de Flagrantes, no bairro do Geisel, onde ficará a disposição da Justiça.
Um rapaz de 22 anos desapareceu no mar na tarde deste domingo (1) na cidade de Lucena, Litoral Norte da Paraíba. Por volta de meio-dia, o Corpo de Bombeiros recebeu a informação de que um grupo de seis jovens, sendo três homens e três mulheres, entraram no Rio Miriri e foram puxados em direção ao mar pela correnteza. Ainda segundo as equipes, três deles conseguiram sair, enquanto os outros não conseguiram retornar.
Uma equipe dos bombeiros foi enviada e ao chegar ao local indicado constatou que duas das vítimas já tinham sido resgatadas com ajuda de um oficial da polícia militar. A terceira submergiu e não foi localizada. As buscas serão retomadas na manhã desta segunda-feira (2).
O ex-jogador do Nacional de Patos, Julierme Brasilino da Silva, de 33 anos, conhecido por Novinho, foi solto esta seman após uma decisão do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB). Novinho passou um ano e 11 meses na cadeia pública de Malta, região metropolitana de Patos, sertão do estado.
Novinho estava sendo acusado por estupro, que teria acontecido no dia 13 de março de 2020, quando uma estudante universitária havia pego um mototaxista nas imediações do Centro Universitário UNIFIP, no Bairro Belo Horizonte, em Patos.
Ocorre que desde o início, o ex-jogador, e que era mototaxista, negava veementemente o crime e pedia apuração e investigação com mais zelo. Julierme foi preso com base em relatos não tão seguros, fotos que não identificavam ao certo a sua moto e uma série de falhas processuais, de acordo com a advogada Dra. Vanessa, que defendeu Novinho.
O ex-jogador do Nacional Atlético Clube conseguiu testemunhas para provar que ele, inclusive, no dia do crime, estava usando a moto do seu irmão, pois a dele estava sendo consertada. Durante todo o tempo, Novinho também pediu um exame de DNA para confirmar sua inocência.
O exame saiu meses depois e não confirmava que o esperma encontrado na vítima era do mototaxista.Agora, a defesa do e-jogador deve entrar com um processo contra o estado por causa dessa injustiça.
Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) fizeram uma carreata na manhã deste domingo (1) em João Pessoa em favor do chefe do executivo nacional.
O ato contou com a presença do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e acontece de forma simultânea em outras regiões do país.
Na capital paraibana, a manifestação teve início às 9h no Estádio Almeidão, às margens da BR-230. De lá, o grupo seguiu em direção à avenida Epitácio Pessoa.
A carreata contou com um grande número de veículos participantes e atraiu muita gente por onde passou. Os manifestantes vestiram as cores verde e amarelo e usando bandeiras do Brasil.
Foi um fracasso total o ato convocado pela Central Única dos Trabalhadores da Paraíba, a CUT-PB, braço do PT, na comunidade dos Novais, em João Pessoa, neste domingo (01/05).
A manifestação também foi convocada por outros movimentos de esquerda para protestar contra o presidente Bolsonaro, mas não chegou nem perto de surtir o efeito esperado.
Uma semana após o atropelamento que matou o ciclista João Quirino, outros adeptos à pratica esportiva foram a PB-004 – rodovia onde o acidente aconteceu, em Santa Rita, na Grande João Pessoa – e interditaram os dois sentidos da via na manhã deste domingo (1º). Com pedidos de Justiça, o grupo cobrou esclarecimentos sobre a ocorrência de trânsito.
João, de 35 anos, morreu instantes após ser atingido por um veículo em alta velocidade. O suspeito conduzia um carro modelo Siena de cor branca. O automóvel foi foi encontrado depois do acidente. Ele havia sido guardado em uma residência.
Além de João, outras três pessoas também foram atingidas. Os demais atropelados, contudo, sofreram apenas escoriações e se recuperam. Após atropelar, o motorista do carro não prestou socorro e fugiu do local.
O motorista suspeito pelo atropelamento se apresentou à polícia. Ele, contudo, foi posto em liberdade. O homem deve responder pelos crimes de homicídio culposo qualificado e por três lesões corporais.
As provas objetivas do concurso da Defensoria Pública da Paraíba acontece neste domingo (1), em João Pessoa. Mais de 6,4 mil pessoas estão aptas para realizar as provas.
Os portões dos locais de aplicação da prova são abertos às 8h e fecham uma hora depois, às 9h, horário local. A prova terá duração de 5 horas e permanência mínima de 3 horas.
Os candidatos terão cinco horas para fazer a prova escrita objetiva, composta de 100 questões de múltipla escolha.
Os candidatos devem apresentar o cartão informativo disponível no site da organizadora do certame, além da carteira de identidade com foto, ou algum documento que o identifique e caneta esferográfica transparente (tinta preta ou azul), conforme o edital.
O gabarito da prova objetiva será divulgado na segunda-feira (2), a partir das 17h, e o resultado preliminar do desempenho dos candidatos na aplicação da prova objetiva será divulgado em 6 de junho.
Já a publicação do resultado final do concurso público está previsto para ser divulgado em 24 de fevereiro de 2023.
Rosilene Gomes, ex-presidente da FPF/Foto: reprodução
O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou recurso apresentado pela ex-presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF), Rosilene Gomes, em ação que a condenou a cinco anos de prisão por furto de materiais esportivos.
O relator do processo, ministro Alexandre de Moraes, votou pela rejeição e foi acompanhado pelos ministros Cármen Lúcia, Rosa Weber, Dias Toffoli e Roberto Barroso.
De acordo com a denúncia, no mês de maio de 2014, a mando de Rosilene Gomes, assessores teriam furtado materiais esportivos no valor de R$ 15 mil pertencentes à FPF.
Rosilene foi condenada a uma pena de 5 anos de reclusão e 50 dias-multa, a ser cumprida inicialmente em regime semiaberto. A dirigente foi novamente condenada por furto qualificado e concurso de pessoas.
Nos pedidos da defesa, um agravo regimental no recurso ordinário em habeas corpus, além de fundamentação idônea para fixação do regime inicial semiaberto e circunstâncias judiciais desfavoráveis. Também havia um pedido de substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direito.
Em sua decisão, o ministro analisou que os Recursos Extraordinários somente serão conhecidos e julgados quando essenciais e relevantes as questões constitucionais a serem analisadas, “sendo imprescindível ao recorrente, em sua petição de interposição de recurso, a apresentação formal e motivada da repercussão geral que demonstre, perante o Supremo Tribunal Federal, a existência de acentuado interesse geral na solução das questões constitucionais discutidas no processo, que transcenda a defesa puramente de interesses subjetivos e particulares”.
Uma denúncia de que mais de 600 servidores federais concursados da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), lotados no Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW) foram surpreendidos com uma portaria da Reitoria sobre a cessão para a empresa estatal de direito privado Ebserh gerou uma nota emitida pela universidade.
No documento, a reitoria explica que atendeu recomendação do Ministério Público Federal (MPF), constante no Inquérito Civil n° 1.24.000.002126/2016-05, para autorizar a cessão de 637 servidores pertencentes ao seu Quadro de Pessoal para desempenharem suas atribuições na EBSERH/MEC, de acordo com o art. 93, da Lei 8.112/90 e art. 7º da Lei nº 12.550/11. A responsabilidade do ônus será para o órgão cedente e a cessão por prazo indeterminado.
A recomendação, assinada pelo Procurador Federal, José Guilherme Ferraz da Costa, estabeleceu prazo determinado para que a UFPB promovesse a cessão formal à EBSERH/HULW de todos os servidores da instituição que estão desenvolvendo suas atividades no HULW (Hospital Universitário Lauro Wanderley).
O acatamento da recomendação foi ratificado pela Procuradoria Jurídica junto à Universidade Federal da Paraíba, que opinou que “as ‘cessões de fato’ de servidores da UFPB para a EBSERH sejam devidamente formalizadas, visto que não há fundamento jurídico para a manutenção de situações de fato, não amparadas pelo devido formalismo jurídico no âmbito da Administração Pública.” Portanto, não se trata de escolha da gestão, mas de um ato suscitado pelo Ministério Público Federal.
A medida de cessão, contudo, permite que os servidores que não desejarem permanecer cedidos de maneira formal à EBSERH/MEC possam optar por retornar em definitivo à UFPB, onde exercerão suas atividades laborais em conformidade com as demandas desta Universidade.
Já o Secretário Geral do Sindicato dos Trabalhadores em Ensino Superior da Paraíba (Sintesp-PB) Clodoaldo Gomes disse que um processo já está sendo instaurado na Justiça e um protesto acontecerá na próxima segunda-feira, 2, contra a medida. O temor dos servidores é que a cessão retire direitos adquiridos pelos efetivos da UFPB, já que a Ebserh tem regulamentos próprios.
A lei é bastante clara com relação a cessão de servidores. Esta não pode ocorrer sem a concordância das três partes. Como a UFPB pode ceder servidores sem consulta prévia? Obsurdo!
O governo da Paraíba regulamentou uma medida provisória (MP) que prorroga até 31 de dezembro de 2022 o desconto de 50% na segunda passagem dos usuários de transporte público que utilizam o Sistema de Integração de Passageiros entre os municípios da Grande João Pessoa. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado deste sábado (30).
De acordo com a medida, assinada pelo governador João Azevêdo (PSB), até o fim do ano, o estado arcará com 50% do valor da passagem dos usuários que fazem o deslocamento entre cidades da Grande João Pessoa, a exemplo de Santa Rita-Cabedelo e Bayeux-Santa Rita. Após esse período, o custeio do desconto será dividido entre as empresas de transporte urbano e o governo da Paraíba.
Na medida, o estado justifica que o subsídio sem a participação das empresas concessionárias até dezembro deste ano é uma forma de enfrentamento à Covid-19.
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