Paraíba

Lei impede cancelamento de planos de saúde de pessoas com TEA na PB


					Lei impede cancelamento unilateral de planos de saúde de pessoas com TEA na PB
Lei impede cancelamento unilateral de planos de saúde de pessoas com TEA na PB. foto: divulgação.

Contratos de planos de saúde de pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) não poderão ser cancelados unilateralmente na Paraíba. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (23).

A norma é de autoria do deputado Sargento Neto (PL) e proíbe a inclusão de cláusulas que permitam o cancelamento unilateral dos contratos quando o titular ou um dependente for uma pessoa com TEA e o motivo estiver relacionado à condição.

Além disso, a lei também proíbe outras práticas consideradas discriminatórias. As operadoras de planos de saúde não poderão restringir a renovação dos contratos, cobrar valores desproporcionais em razão do transtorno do espectro autista nem recusar a prestação dos serviços de saúde previstos no contrato.

Em caso de descumprimento, a operadora estará sujeita a sanções administrativas. As penalidades incluem advertência, multa de até R$ 88.752, considerando o valor atual da unidade fiscal — e, em caso de reincidência reiterada, suspensão do funcionamento no estado.

A fiscalização do cumprimento da lei será feita pela Autarquia de Proteção e Defesa do Consumidor do Estado da Paraíba (Procon-PB) e pelos órgãos de defesa do consumidor, que poderão atuar em conjunto com outras instituições de defesa dos direitos das pessoas com deficiência.

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Paraíba

Paraíba registra aumento de 51% no furto de celulares em um ano

Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A Paraíba registrou aumento de 51% nos furtos de celulares entre 2024 e 2025, passando de 3.174 para 4.799 ocorrências. Os dados são do Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026, divulgado nesta quinta-feira (23).

Com o crescimento, o estado teve 1.625 furtos a mais em um ano e a taxa passou de 76 para 115 casos por 100 mil habitantes.

Apesar do aumento nos furtos, os roubos de celulares diminuíram 23,3%, passando de 2.082 registros em 2024 para 1.598 em 2025. Ao todo, o estado contabilizou 6.397 ocorrências de roubo e furto de celulares no ano passado.

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Paraíba

PERIGOSO: Santa Rita, na PB, está entre as 10 cidades mais violentas do Brasil

A cidade de Santa Rita, que fica na Grande João Pessoa, na Paraíba, é a 9ª cidade mais violenta do Brasil, segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2026, divulgado nesta quinta-feira (23), com dados de 2025.

De acordo o levantamento, o município, com uma população de mais de 149,9 mil habitantes, registrou taxa de 60,9 mortes violentas por 100 mil habitantes. No ano anterior, ela não aparecia sequer entre as 20 primeiras cidades do ranking.

O levantamento aponta que a disputa territorial entre facções criminosas contribuiu para o aumento das mortes violentas na cidade. Segundo o Fórum, a proximidade com o Porto de Cabedelo e as rodovias BR-101 e BR-230 tornam a região estratégica para grupos envolvidos em atividades ilícitas.

Outros municípios paraibanos

João Pessoa aparece na 74ª posição do ranking nacional, com taxa de 27,6 mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes. No Sertão, Patos ocupa a 96ª colocação, com índice de 23,1 por 100 mil habitantes.

Campina Grande registrou o menor índice entre os municípios paraibanos analisados: 8,1 mortes violentas intencionais por 100 mil habitantes. Com esse resultado, a cidade ficou na 261ª posição do ranking nacional.

Mais violenta de todas

Entre as cidades mais violentas do país, todas estão no Nordeste. Maranguape (CE) lidera o ranking pelo segundo ano seguido e foi o único município a ultrapassar a marca de 100 mortes violentas por 100 mil habitantes.

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Paraíba

Operação prende sete pessoas suspeitas de integrar organização criminosa na Paraíba

Reprodução / Polícia Civil

Sete pessoas foram presas durante uma operação, deflagrada na manhã desta quinta-feira (23), no Brejo da Paraíba. A ação cumpriu mandados de prisão e de busca em Alagoinha, Alagoa Grande e Juarez Távora, além de apreender drogas, dinheiro e outros materiais ilícitos.

Segundo a investigação, os presos são investigados por integrar uma organização criminosa suspeita de assaltos na região. A apuração também aponta que o grupo pode ter participação em homicídios e crimes de extorsão nas três cidades.

Durante a operação, as equipes retiraram câmeras de monitoramento instaladas de forma irregular em vias públicas. As investigações continuam para apurar a atuação da organização criminosa e a participação dos investigados nos crimes.

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Paraíba

INMET: João Pessoa e mais 107 cidades paraibanas estão sob alerta de chuvas intensas

Foto: reprodução

João Pessoa e mais 107 cidades da Paraíba estão sob alertas de chuvas intensas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aviso, de cor amarela, é válido até às 23h59 desta quinta-feira (23).

O alerta prevê chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos de 40 a 60 km/h. Segundo o Inmet, o risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas é baixo.

Em caso de emergência, a recomendação é acionar a Defesa Civil (199) e o Corpo de Bombeiros (193).

Confira abaixo a lista de municípios sob alerta:

  1. Alagoa Grande
  2. Alagoa Nova
  3. Alagoinha
  4. Alcantil
  5. Algodão de Jandaíra
  6. Alhandra
  7. Araçagi
  8. Arara
  9. Araruna
  10. Areia
  11. Areial
  12. Aroeiras
  13. Baía da Traição
  14. Bananeiras
  15. Barra de Santana
  16. Barra de Santa Rosa
  17. Barra de São Miguel
  18. Bayeux
  19. Belém
  20. Boa Vista
  21. Boqueirão
  22. Borborema
  23. Caaporã
  24. Cabaceiras
  25. Cabedelo
  26. Cacimba de Dentro
  27. Caiçara
  28. Caldas Brandão
  29. Campina Grande
  30. Capim
  31. Caraúbas
  32. Casserengue
  33. Caturité
  34. Conde
  35. Congo
  36. Cruz do Espírito Santo
  37. Cubati
  38. Cuité
  39. Cuité de Mamanguape
  40. Cuitegi
  41. Curral de Cima
  42. Damião
  43. Dona Inês
  44. Duas Estradas
  45. Esperança
  46. Fagundes
  47. Gado Bravo
  48. Guarabira
  49. Gurinhém
  50. Gurjão
  51. Ingá
  52. Itabaiana
  53. Itapororoca
  54. Itatuba
  55. Jacaraú
  56. João Pessoa
  57. Juarez Távora
  58. Juripiranga
  59. Lagoa de Dentro
  60. Lagoa Seca
  61. Logradouro
  62. Lucena
  63. Mamanguape
  64. Marcação
  65. Mari
  66. Massaranduba
  67. Mataraca
  68. Matinhas
  69. Mogeiro
  70. Montadas
  71. Mulungu
  72. Natuba
  73. Olivedos
  74. Pedras de Fogo
  75. Pedro Régis
  76. Pilar
  77. Pilões
  78. Pilõezinhos
  79. Pirpirituba
  80. Pitimbu
  81. Pocinhos
  82. Puxinanã
  83. Queimadas
  84. Remígio
  85. Riachão
  86. Riachão do Bacamarte
  87. Riachão do Poço
  88. Riacho de Santo Antônio
  89. Rio Tinto
  90. Salgado de São Félix
  91. Santa Cecília
  92. Santa Rita
  93. São Domingos do Cariri
  94. São João do Cariri
  95. São José dos Ramos
  96. São Miguel de Taipu
  97. São Sebastião de Lagoa de Roça
  98. Sapé
  99. Serra da Raiz
  100. Serra Redonda
  101. Serraria
  102. Sertãozinho
  103. Sobrado
  104. Solânea
  105. Soledade
  106. Sossêgo
  107. Tacima
  108. Umbuzeiro

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Paraíba

MPF cobra apuração de poluição por esgoto e lixo em rios no litoral de João Pessoa

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O Ministério Público Federal (MPF) encaminhou representação ao Ministério Público da Paraíba (MPPB) solicitando a apuração do lançamento irregular de esgoto e resíduos sólidos nas bacias hidrográficas de João Pessoa. A iniciativa é um dos desdobramentos da audiência pública promovida pelo MPF, em junho de 2026, que reuniu órgãos públicos, instituições de pesquisa e especialistas para discutir estratégias de enfrentamento à poluição marinha e à degradação da balneabilidade das praias da região metropolitana da capital paraibana.

A representação integra o conjunto de medidas coordenadas de prevenção, monitoramento e redução das fontes de contaminação debatidas no encontro, com foco na atuação preventiva e na adoção de soluções estruturantes para a proteção dos rios, estuários e ecossistemas costeiros. O MPF tem atuado na faixa da zona costeira, que faz parte da sua área de atribuição, mas entende que somente o trabalho conjunto com o MPPB, que atua nas áreas banhadas por rios e igarapés, é capaz de garantir medidas que resultem em soluções mais efetivas e duradouras.

Ao encaminhar a manifestação ao MPPB, o MPF sustenta que o enfrentamento da poluição marinha inclui a recuperação das bacias hidrográficas que deságuam no oceano. O texto ressalta que comunidades instaladas às margens de rios como Jaguaribe, Cabelo e Aratu, entre outros , lançam esgoto doméstico e resíduos diretamente nos cursos d’água em razão da ausência de infraestrutura de saneamento, quadro que exige medidas capazes de compatibilizar a proteção ambiental com os direitos das populações em situação de vulnerabilidade.

Entre as providências sugeridas está a elaboração, pelo município de João Pessoa e pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), de um diagnóstico detalhado das comunidades ribeirinhas existentes nas oito bacias hidrográficas da capital. O levantamento permitirá identificar o número de famílias e moradores, o tempo de ocupação, a situação fundiária, a infraestrutura de saneamento disponível e a estimativa da carga de esgoto lançada nos rios.

O MPF também sugere que a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) apresente estudo técnico sobre a possibilidade de expansão da rede coletora de esgoto para essas comunidades, acompanhado de cronograma físico-financeiro e da indicação das áreas onde a implantação da infraestrutura seja tecnicamente inviável em razão de características do terreno ou da influência das marés.

Soluções baseadas na natureza – Enquanto não houver a universalização do saneamento ou a oferta de moradia adequada às famílias residentes nessas áreas, a representação propõe a adoção de Soluções Baseadas na Natureza (SBN), previstas na Resolução ANA nº 245/2025, como estratégia de mitigação dos impactos ambientais.

Entre as medidas sugeridas estão a implantação de wetlands (áreas úmidas) construídas na foz dos canais, fossas verdes e biodigestores para tratamento descentralizado de esgoto doméstico, biovalas e jardins de chuva para retenção da poluição difusa e barreiras vivas destinadas a impedir que resíduos sólidos alcancem os leitos dos rios. Segundo o MPF, essas tecnologias podem reduzir significativamente a carga de poluentes transportada até o litoral enquanto soluções estruturantes são implementadas.

Proteção ambiental e direito à moradia – Na representação, o MPF ressalta que a situação exige atuação pautada pela proporcionalidade. O documento reconhece que a remoção imediata das comunidades não constitui solução viável e defende que a proteção dos recursos hídricos seja compatibilizada com o direito fundamental à moradia e com o dever do Estado de universalizar o saneamento básico. Por essa razão, as medidas mitigadoras são apresentadas como instrumentos transitórios até que sejam implementadas soluções habitacionais e de infraestrutura definitivas.

Para o procurador da República João Raphael Lima Sousa, a audiência pública deixou claro que a poluição das praias é um fenômeno multifatorial, que exige medidas para mitigar a falta de saneamento em comunidades ribeirinhas. “A atuação do MPF não se limita à responsabilização por danos ambientais. Nosso compromisso é construir soluções que conciliem a proteção dos ecossistemas, o direito à moradia das populações vulneráveis e o dever do Estado de universalizar o saneamento básico. Enquanto essas soluções estruturantes não se concretizam, existem alternativas técnicas capazes de reduzir significativamente os impactos ambientais e que precisam ser consideradas pelos gestores públicos”, ponderou.

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Paraíba

Paraíba deve liderar crescimento da indústria no país em 2027, aponta estudo

A indústria da Paraíba deverá registrar o terceiro maior crescimento do país em 2026 e assumir a liderança nacional em 2027, segundo projeção do relatório Brasil Macroeconomics, do banco Santander.

O estudo prevê que o setor industrial paraibano crescerá 4,7% em 2026, índice superior à média do Brasil (1,7%) e do Nordeste (2,1%). No ranking nacional, a Paraíba aparece atrás apenas de Tocantins (5,3%) e Piauí (5%), à frente de Amapá e Mato Grosso do Sul, ambos com 4,5%.

Para 2027, a projeção é de crescimento de 4,5% para a indústria paraibana, colocando o estado entre os líderes nacionais. O relatório também destaca que a Paraíba vem mantendo resultados positivos no setor nos últimos anos, com alta de 4,6% em 2025 e crescimento acima das médias nacional e nordestina desde 2021.

Segundo o secretário da Fazenda, Marialvo Laureano, os resultados refletem a política de desenvolvimento adotada pelo Estado, com investimentos, equilíbrio fiscal e incentivos à atividade industrial por meio de programas como o Fain e o Prodes.

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Paraíba

FOTOS: Operação mira organização criminosa suspeita de fabricar e vender moeda falsa na Paraíba e em outros dois estados

Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (22), a Operação No Fake para desarticular uma organização criminosa investigada por fabricar e comercializar moeda falsa. Ao todo, foram cumpridos 24 mandados, sendo 14 de busca e apreensão e 10 de prisão preventiva, na Paraíba, Pernambuco e Santa Catarina.

Na Paraíba, a operação ocorreu em João Pessoa e Mogeiro. Também houve cumprimento de mandados em Paulista/PE, Abreu e Lima/PE, Caruaru/PE, Igarassu/PE e Lages/SC.

Segundo as investigações, o grupo mantinha um laboratório clandestino de falsificação de moeda e realizava a divulgação e comercialização por redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços de envio postal.

Além da comercialização de moedas falsas, a investigação apontou a prática de organização criminosa, receptação qualificada, adulteração de veículos, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e lavagem de dinheiro. Também foram identificadas ligações com a comercialização de veículos roubados e clonados, negociação de drogas e circulação de armas.

A operação busca interromper a produção e circulação de moeda falsa, desarticular a estrutura da organização, responsabilizar os envolvidos e preservar a ordem pública e a economia. As investigações continuam para identificar outros integrantes e aprofundar a apuração dos crimes praticados.

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Paraíba

Aeroportos da Paraíba movimentam mais de 1 milhão de passageiros no primeiro semestre de 2026

Foto: Walla Santos

Mais de 1 milhão de passageiros passaram pelos aeroportos de João Pessoa e Campina Grande no primeiro semestre de 2026. Ao todo, foram 1.048.242 embarques e desembarques, segundo levantamento da Aena, empresa responsável pela administração dos aeroportos.

No Aeroporto Internacional de João Pessoa, passaram 978.465 passageiros entre janeiro e junho, um aumento de 9,5% em relação ao mesmo período de 2025. Já o Aeroporto Presidente João Suassuna, em Campina Grande, registrou 69.777 passageiros, uma queda de 8,9%.

No mesmo período, os dois aeroportos somaram 10.575 operações. João Pessoa teve 8.682 operações, enquanto Campina Grande registrou 1.893, com aumento de 8,1% e 6,3%, respectivamente.

O levantamento também mostra a movimentação de cargas. João Pessoa registrou 4.706 toneladas, crescimento de 76,7% em comparação com o primeiro semestre de 2025. Em Campina Grande, foram 221 toneladas, com queda de 16,1%.

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Paraíba

Polícia Civil alerta sobre tentativa de golpe usando nome na instituição na Paraíba

Cidade da Polícia Civil, em João Pessoa

A Polícia Civil da Paraíba  denunciou, na manhã desta terça-feira (21), tentativas de golpes utilizando o nome da instituição. De acordo com a denúncia, foi identificada a circulação de mensagens enviadas pelo número (83) 99XXX-5143, nas quais o remetente se apresenta como “Polícia Civil do Estado da Paraíba – Operação Recupera”, encaminhando uma suposta notificação para recuperação de aparelho celular.

Segundo a PC, trata-se de uma tentativa de fraude. “Há indícios de que o link encaminhado seja utilizado para induzir a vítima a acessar uma página maliciosa, podendo resultar na obtenção indevida de dados pessoais e, em tese, na invasão do dispositivo informático”, diz nota da PC.

As orientações são que não se dever acessar os link encaminhado  preservar as mensagens como por exemplo com a captura de tela e número utilizado no golpe. Caso alguma unidade policial receba comunicação semelhante, informar imediatamente ao setor responsável pela investigação, encaminhando os elementos disponíveis.

A Polícia Civil solicita ampla divulgação entre as unidades policiais a fim de prevenir novas vítimas e auxiliar na identificação dos responsáveis.

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