Paraíba

VÍDEO: Veja momento em que delegado preso Braz Morrone sai da central de polícia escondido em lençol

 

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O delegado da Polícia Civil, Braz Morrone, foi preso na manhã desta terça-feira (2), em João Pessoa, durante a Operação Perfídia, que investiga uma organização criminosa suspeita de envolvimento com tráfico de drogas, corrupção e vazamento de informações sigilosas. Além dele, outros dois agentes foram presos na ação.

Veja o momento em que o delegado sai da central de polícia coberto por um lençol.

O nome da operação Perfídia significa “traição” ou “deslealdade” e faz referência à conduta atribuída aos investigados.

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Vereador do PT é condenado por agredir ex-companheira

Divulgação

O vereador Diogo Marques de Oliveira (PT), de Picuí, no interior da Paraíba, foi condenado por violência doméstica contra sua ex-mulher. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (1º) pelo 1º Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Campina Grande.

A pena fixada pela Justiça foi de 3 meses e 15 dias de detenção. No entanto, a magistrada Rosimere Ventura Leite concedeu a suspensão condicional da pena pelo prazo de 2 anos, condicionada ao cumprimento de prestação de serviços à comunidade e outras obrigações legais. Além disso, o vereador deve pagar uma indenização mínima de R$ 2 mil por danos morais à vítima.

Entenda o caso

O caso aconteceu em outubro de 2021, quando o vereador teria agredido a então companheira em um apartamento no bairro do Catolé, em Campina Grande. Segundo a denúncia, ele segurou a vítima pelos braços, a empurrou repetidas vezes contra um sofá, arrastou-a até a cozinha e lançou sua cabeça contra uma parede. A mulher teria perdido a consciência e sofrido ferimentos na cabeça.

Segundo o depoimento da vítima, ela apresentou sequelas neurológicas graves após as agressões, incluindo epilepsia pós-traumática. As provas consideradas para a condenação incluíram testemunhos, prontuários médicos e exames que confirmaram traumatismo craniano, hematoma subdural e outras lesões.

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Paraíba

Delegado da Polícia Civil é preso em operação contra tráfico de drogas em João Pessoa

(Divulgação/Polícia Civil)

O delegado da Polícia Civil Braz Morrone e dois agentes foram presos na manhã desta terça-feira (2), durante uma operação em João Pessoa. Eles são suspeitos de repassar informações sigilosas a um grupo criminoso.

A ação investiga uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas, corrupção e vazamento de informações sigilosas. Estão sendo cumpridos nove mandados de prisão e 24 de busca e apreensão. A Justiça também determinou o bloqueio de cerca de R$ 10 milhões dos investigados.

Segundo a investigação, agentes públicos teriam usado a estrutura do Estado para beneficiar atividades criminosas. Além disso, integrantes do grupo tinham acesso a informações sigilosas sobre imóveis e veículos usados por traficantes.

As investigações também apontam indícios de manipulação de procedimentos policiais, retirada clandestina de drogas com origem em apreensões oficiais e repasse de informações sigilosas sobre operações policiais para integrantes do tráfico.

O nome da operação Perfídia significa “traição” ou “deslealdade” e faz referência à conduta atribuída aos investigados.

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CASO MILCE: Laudos descartam violência e apontam morte natural de idosa encontrada em Bayeux, aponta IPC

 Laudos descartam violência e apontam morte natural de idosa encontrada em Bayeux, aponta IPC
Idosa desaparece após acompanhar vizinho em consulta médica, em João Pessoa – Foto: Reprodução. Gustavo Demétrio

Os laudos periciais divulgados nesta segunda-feira (1º) apontam que a morte de Milce Daniel Pessoa, de 72 anos, ocorreu por causas naturais. A informação foi confirmada pela diretora do Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC-PB), Raquel Azevedo.

De acordo com a diretora, foram feitos nove exames periciais, entre eles testes toxicológicos e sexológicos, após a localização do corpo da aposentada. Os resultados não identificaram elementos que indiquem a ocorrência de crime violento.

Milce foi encontrada morta no dia 29 de abril, sete dias após desaparecer em uma área entre os municípios de Bayeux e Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa.

Na autópsia do corpo, que foi encontrado em avançado estado de decomposição, não foram encontrados sinais de violência física.“Tanto a perícia de local de encontro do corpo quanto a autópsia não evidenciaram sinais de violência”. Segundo os laudos do IPC, não é possível determinar a data da morte de Milce, mas eles apontam que a partir de 27 de abril a idosa não tinha mais sinais vitais.

O delegado responsável pelo caso não respondeu aos contatos da reportagem até a última atualização desta matéria.

Relembre o caso

A aposentada desapareceu na manhã do dia 22 de abril, depois de acompanhar um amigo e vizinho, Willis Cosmo, a uma consulta médica no Hospital Metropolitano Dom José Maria Pires.

Segundo relato apresentado à polícia, após o atendimento, os dois seguiram para uma área próxima para colher mangas. O homem afirmou que perdeu a idosa de vista enquanto recolhia as frutas e que, ao procurá-la novamente, não conseguiu encontrá-la.

Após ser informado sobre o desaparecimento, um dos familiares registrou boletim de ocorrência e a Polícia Civil iniciou as investigações. Equipes do Corpo de Bombeiros também realizaram buscas na região.

Em depoimento e entrevistas concedidas à imprensa, Willis Cosmo afirmou que Milce desapareceu de forma repentina enquanto os dois estavam no local.

Perícia encontrou vestígios em veículo

 Laudos descartam violência e apontam morte natural de idosa encontrada em Bayeux, aponta IPC
Diogo Pinheiro/TV Cabo Branco

Durante os trabalhos de investigação, peritos do IPC-PB encontraram, no interior do veículo utilizado pelo amigo da vítima, fios de cabelo e um material semelhante a um fragmento de tecido da mesma cor da roupa usada por Milce no dia do desaparecimento.

Os vestígios foram recolhidos para análise laboratorial. À época, a perita criminal Elaine Soares explicou que a coleta faz parte do procedimento de busca por microvestígios que possam auxiliar na elucidação dos fatos.

Com a divulgação dos laudos apontando morte natural, os exames descartam suspeitas relacionadas à causa da morte da aposentada. Até o momento, a Polícia Civil não informou se novas diligências serão realizadas ou se o inquérito se aproxima da conclusão.

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MP Eleitoral alerta 11 prefeitos da Paraíba e proíbe uso político do São João

O Ministério Público Eleitoral emitiu alerta a prefeitos de cidades da Paraíba sobre a proibição do uso político dos festejos juninos em ano eleitoral. O órgão reforçou que o São João não pode ser transformado em palanque eleitoral.

Segundo a recomendação, estão proibidos durante os eventos discursos políticos, autopromoção, divulgação de ações administrativas, ataques a adversários, promoção de pré-candidaturas e pedidos de voto, diretos ou indiretos.

O Ministério Público também vetou o uso de palcos, microfones, telões, sistemas de som, locuções oficiais e intervalos de shows para fins eleitorais. O descumprimento poderá gerar medidas da Justiça Eleitoral e responsabilização dos envolvidos.

As recomendações foram encaminhadas a prefeitos de cidades como Campina Grande, João Pessoa, Patos, Cabedelo e Sousa. O documento foi assinado pelos procuradores Marcos Queiroga e Bruno Galvão.

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VÍDEO: “GOLPE DO LIMPA NOME” Em menos de um mês, Paraíba volta a ser destaque nacional

 

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A Paraíba voltou a ganhar destaque em rede nacional. O estado foi citado em uma reportagem exibida pelo Fantástico, da TV Globo, neste domingo (31), sobre a suposta “indústria do limpa-nome”, esquema investigado em diversos estados do país.

Segundo a reportagem, juízes paraibanos estão entre os investigados por suposta participação em decisões judiciais que beneficiavam ações coletivas destinadas à retirada temporária de restrições de crédito de consumidores inadimplentes.

Um dos juízes citados é Glauco Coutinho Marques, que, segundo o Ministério Público, teria concedido decisões favoráveis a entidades investigadas. As apurações apontam suspeitas de pagamento de vantagens indevidas para a emissão das liminares. O magistrado é réu no processo e está afastado do cargo desde 2024.

Outro nome mencionado é o da juíza Daniere Ferreira de Souza, que também é investigada por órgãos de controle em razão de decisões relacionadas ao esquema.

As investigações seguem em andamento e buscam esclarecer a participação de associações, advogados e magistrados no esquema, além de verificar a legalidade das liminares concedidas.

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RETROCESSO: UFPB e UFCG caem em ranking das melhores universidades do mundo

Divulgação

Um levantamento divulgado nesta segunda-feira (1º) pelo Centro para Rankings Universitários Mundiais (CWUR), na edição 2026 do ranking Global 2000, mostra que a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) seguem entre as universidades mais bem colocadas do mundo. A UFPB ocupa a 1.284ª posição mundial, enquanto a UFCG aparece na 1.962ª colocação.

Apesar disso, as duas universidades paraibanas estão entre as 45 das 52 instituições brasileiras que perderam posições em relação ao ano passado.

Segundo o CWUR, o recuo das instituições brasileiras está relacionado principalmente ao desempenho em pesquisa científica e ao avanço de universidades estrangeiras. O presidente do CWUR, Nadim Mahassen, afirmou que a perda de competitividade das universidades do país está ligada à insuficiência de investimentos no setor.

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Paraíba

Paraíba registra mais de 70 homicídios de mulheres em 2024; negras são maioria

A Paraíba registrou 71 homicídios de mulheres em 2024, segundo dados do Atlas da Violência 2026, divulgados nesta terça-feira (26). O estado apresentou taxa de 3,4 mortes para cada 100 mil mulheres, índice igual à média nacional.

O levantamento é produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e reúne indicadores de violência letal em todo o país.

Apesar do número de casos, o relatório aponta queda nos homicídios de mulheres na Paraíba nos últimos anos. Em comparação com 2023, houve redução de 10,1% na taxa de mortalidade feminina no estado. Já no acumulado entre 2014 e 2024, a diminuição foi de 39,3%, acima da média nacional, que registrou queda de 27,7% no mesmo período.

Mulheres negras são maioria das vítimas

Os dados do Atlas também mostram desigualdade racial nos casos de violência letal contra mulheres na Paraíba. Em 2024, 54 mulheres negras foram assassinadas no estado. A taxa foi de 4 homicídios para cada 100 mil mulheres negras, mantendo estabilidade em relação ao ano anterior.

Entre as mulheres não negras, foram registradas 12 mortes, com taxa de 1,6 homicídio por 100 mil mulheres.

Segundo o estudo, mulheres negras têm risco 2,5 vezes maior de serem vítimas de homicídio na Paraíba em comparação com mulheres não negras.

Na comparação regional, a Paraíba apresentou taxa inferior à de outros estados do Nordeste. Enquanto o estado registrou 3,4 mortes por 100 mil mulheres, o Ceará teve índice de 5,7. Pernambuco e Bahia registraram taxa de 5,4.

Mesmo assim, o índice paraibano ainda é mais que o dobro do registrado em São Paulo, estado com a menor taxa do país, de 1,5 homicídio por 100 mil mulheres.

Dados sobre idosos, indígenas e crianças

O Atlas da Violência também trouxe indicadores relacionados a outros grupos vulneráveis na Paraíba.

Entre as mulheres idosas, o estado registrou taxa de 2,1 internações por agressão para cada 100 mil habitantes no sistema de saúde. Ao todo, foram contabilizados 49 homicídios de idosos, considerando homens e mulheres.

Em relação à população indígena, a Paraíba registrou um homicídio de pessoa indígena em 2024, sem detalhamento sobre o sexo da vítima.

No recorte da violência infantil, o levantamento apontou três homicídios de crianças de 0 a 4 anos e seis homicídios de crianças entre 5 e 14 anos, considerando meninos e meninas.

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Paraíba

Violência contra mulheres e população negra apresenta queda, mas números seguem elevados na Paraíba

A violência contra pessoas negras e mulheres apresentou redução na Paraíba ao longo da última década, segundo os dados do Atlas da Violência 2026. Apesar da queda nos índices, os números ainda revelam cenários persistentes de desigualdade, vulnerabilidade social e concentração da violência entre grupos historicamente mais expostos.

Produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Atlas da Violência reúne dados oficiais do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), ambos do Ministério da Saúde. O levantamento considera os registros entre 2014 e 2024 e busca subsidiar políticas públicas baseadas em evidências.

Pessoas negras seguem como maioria das vítimas

Mesmo com redução nos índices da violência letal, pessoas negras continuam sendo as principais vítimas de homicídios no Brasil.

Em 2024, o país registrou 32.820 homicídios de pessoas negras, número que representa 77% de todos os assassinatos contabilizados no período. Na prática, quase 90 pessoas negras foram assassinadas por dia no Brasil ao longo do último ano analisado.

Na Paraíba, o número de homicídios contra pessoas negras caiu de 1.342 casos em 2014 para 925 em 2024, redução de 31,1% na década.

Em relação às taxas, a queda foi ainda maior. O estado saiu de 54,8 homicídios por 100 mil habitantes negros em 2014 para 34,1 em 2024, redução de 37,8%, percentual superior ao registrado nacionalmente no mesmo período, que foi de 30,4%.

No Nordeste, a Paraíba aparece como o 5º estado com menor número de homicídios de pessoas negras registrados em 2024. Já no comparativo da última década, o estado foi o 4º da região com maior redução proporcional desses crimes.

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Homem é preso suspeito de raspar cabelo da namorada em JP

Cidada da Polícia – Foto: Divulgação/Governo da Paraíba

Um homem suspeito de raspar o cabelo e a sobrencelha da namorada foi preso, nessa sexta-feira (29), no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. Ele é investigado pelos crimes de lesão corporal grave e tortura.

As investigações tiveram início após a vítima procurar a Delegacia da Mulher da Zona Sul, em maio de 2025, ocasião em que foi acolhida pela equipe especializada e relatou as diversas violências sofridas. Os fatos ocorreram na comunidade Irmã Dulce, onde o investigado teria submetido a mulher a sucessivos episódios de agressão física e psicológica.

A polícia chegou a conclusão que os elementos probatórios apontaram a prática de atos de extrema violência e humilhação contra a mulher, incluindo o corte forçado de seus cabelos e sobrancelhas. Por isso, a autoridade policial pediu a prisão preventiva do homem, que foi deferida pela Justiça em março deste ano.

Depois de uma semana de buscas, os policiais encontraram o acusado na ‘Feirinha’ do bairro de Mangabeira nessa sexta. Os investigadores relataram que o homem deixou de residir na região e passou a trocar de endereço constantemente para dificultar a prisão.

O suspeito está preso na Cidade da Polícia Civil, no bairro do Geisel, na Capital, onde aguarda a audiência de custódia.

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