Paraíba

​Turismo da Paraíba registra R$91,2 milhões em faturamento e alta de 4,2%

Foto: Marco Pimentel/Destino Paraíba

O turismo da Paraíba apresentou faturamento de R$91,2 milhões no mês de julho, o que corresponde a um crescimento de 4,1% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado deste ano, a alta chega a 4,2%, segundo dados da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

O faturamento do turismo nacional alcançou R$17,5 bilhões, marcando o melhor desempenho para o mês de julho desde 2019. Esse crescimento de 3,8% em relação ao mesmo período do ano anterior é reflexo das férias escolares, que tradicionalmente aquecem o setor.

O transporte aéreo de passageiros, segmento com maior peso no levantamento, registrou um faturamento de R$4,62 bilhões, o que representa um crescimento de 6,4% em relação a julho de 2023. Embora o número de passageiros tenha registrado um aumento modesto de 1%, o que totalizou 8,53 milhões de viajantes transportados no mês, a alta expressiva de 19,39% nos preços das passagens, de acordo com o IPCA do IBGE, contribuiu para alavancar o faturamento do setor aéreo. De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a tarifa média real subiu de R$603, para R$633, em um ano, ou seja, 5%, refletindo a pressão inflacionária que afeta a demanda.

O resultado de julho mostra a solidez do turismo brasileiro com o aumento da demanda, mesmo com os preços mais elevados ajudando no resultado. Os investimentos que estão sendo feitos na indústria hoteleira, com o aumento da malha aérea, nacional e internacional, e a renovação de frota das locadoras de veículos, cria um potencial de crescimento importante para o turismo nacional, possibilitando alcançar novos recordes, sem uma pressão sobre os preços, dado o aumento gradativo da oferta.

“As previsões para o turismo permanecem positivas, com a expectativa de um mercado corporativo mais forte a partir de agosto, acompanhando o desempenho do PIB, e investimentos contínuos em infraestrutura, como a expansão da malha aérea e a renovação de frotas de veículos”, explica Guilherme Dietze, presidente do Conselho de Turismo da FecomercioSP.

Sergipe e o Distrito Federal foram os destaques, com crescimentos de 13,8% e 11,6%, respectivamente. São Paulo, que representa 35% das receias nacionais do setor, totalizou R$ 4,54 bilhões, um avanço de 5,1%, impactado especialmente pelo transporte terrestre de passageiros.

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Paraíba

Mulheres ganham, em média, 15,4% a menos que homens na Paraíba, diz MTE

Mulheres ganham, em média, 15,4% a menos que homens na Paraíba, revela 2º Relatório de Transparência Salarial

As mulheres ganham, em média, 15,4% a menos do que os homens na Paraíba. No estado, a remuneração dos homens é de R$ 2.533,09, enquanto a das mulheres é de R$ 2.143,26. É o que aponta o 2º Relatório de Transparência Salarial, documento elaborado pelos ministérios do Trabalho e Emprego (MTE) e das Mulheres com o recorte de gênero, a partir dos dados extraídos de informações enviadas pelas empresas com 100 ou mais funcionários, exigência da Lei nº 14.611/2023.

A Lei de Igualdade Salarial determina a equiparação de salários entre mulheres e homens em situações nas quais ambos desempenham funções equivalentes (ou seja, quando realizam o mesmo trabalho, com igual produtividade e eficiência). Na Paraíba, a diferença de remuneração entre mulheres e homens varia de acordo com o grande grupo ocupacional. Em cargos de dirigentes e gerentes, por exemplo, a diferença sobe para 24,9%.

No total, 454 empresas paraibanas responderam ao questionário. Juntas, elas somam 171,9 mil pessoas empregadas. O 2º Relatório foi apresentado na última quarta-feira, 18 de setembro. Em março, o primeiro relatório indicou que, em média, as mulheres recebiam 85,2% do salário pago aos homens no estado. No primeiro ciclo, 443 empresas enviaram informações referentes a 165,3 mil pessoas empregadas.

No recorte por raça, o relatório aponta que o número de mulheres negras é maior que o de mulheres não negras nas empresas do levantamento, com registro de 38,5 mil e 21,7 mil, respectivamente. Contudo, mulheres negras recebem, em média, 20,3% a menos que as não negras. Entre os homens negros e não negros, a diferença de remuneração média é de 21,9%.

O documento registrou que, na Paraíba, 44,6% das empresas possuem planos de cargos e salários; 30,4% têm políticas de incentivo à contratação de mulheres; 31,5% adotam políticas para promoção de mulheres a cargos de direção e gerência e 23,9% adotam incentivos para contratação de mulheres negras. Em relação ao incentivo à contratação de mulheres LGBTQIAP+, 19,9% dos estabelecimentos contam com a política.

O relatório também apresenta informações que indicam se as empresas contam com políticas efetivas de incentivo à contratação de mulheres, como flexibilização do regime de trabalho para apoio à parentalidade, entre outros critérios vistos como de incentivo à entrada, permanência e ascensão profissional das mulheres.

“As mulheres negras estão concentradas na base da pirâmide, principalmente serviços domésticos, serviços de limpeza, serviços de alimentação, de saúde básica, nos serviços públicos e nas atividades de gerenciamento e direção”, disse Paula Montagner, subsecretária de Estatísticas e Estudos do Ministério do Trabalho e Emprego.

Nacional

No Brasil, as mulheres ganham 20,7% a menos do que os homens, de acordo com o 2º Relatório de Transparência Salarial. No total, 50.692 empresas responderam ao questionário – quase 100% do universo de companhias com 100 ou mais funcionários no Brasil. A diferença de remuneração entre homens e mulheres varia de acordo com o grande grupo ocupacional. Em cargos de dirigentes e gerentes, por exemplo, chega a 27%.

No recorte por raça, o relatório aponta que as mulheres negras, além de estarem em menor número no mercado de trabalho, recebem menos do que as mulheres brancas. Enquanto a remuneração média da mulher negra é de R$ 2.745,76, a da não negra é de R$ 4.249,71, diferença de 54,7%. No caso dos homens, os negros recebem em média R$ 3.493,59 e os não negros, R$ 5.464,29, o equivalente a 56,4%.

A diretora de Programa do MTE, Luciana Nakamura, diz que a igualdade salarial está prevista na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) desde 1943, mas que “não é cumprida pelas empresas”. “Queremos que as empresas olhem para as desigualdades salariais dentro do ambiente de trabalho, e, assim, possam promover a igualdade entre homens e mulheres. Por isso, a publicação do relatório é importante, porque vai revelar a desigualdade dentro daquele estabelecimento”, afirma.

“As mulheres negras estão concentradas na base da pirâmide, principalmente serviços domésticos, serviços de limpeza, serviços de alimentação, de saúde básica, nos serviços públicos e nas atividades de gerenciamento e direção”, ressalta Paula Montagner, subsecretária de Estatísticas e Estudos do MTE.

“Queremos que as empresas olhem para as desigualdades salariais dentro do ambiente de trabalho, e, assim, possam promover a igualdade entre homens e mulheres. Por isso, a publicação do relatório é importante, porque vai revelar a desigualdade dentro daquele estabelecimento”, disse Luciana Nakamura, diretora de Programa do Ministério do Trabalho e Emprego.

Políticas de incentivo

O relatório registrou que, em todo o país, 55,5% das empresas possuem planos de cargos e salários, políticas de incentivos às mulheres; 38,8% adotam políticas para promoção de mulheres a cargos de direção e gerência; 35,3% têm políticas de apoio à contratação de mulheres; e 27,9% adotam incentivos para contratação de mulheres negras.

Apenas 21,5% possuem políticas de incentivo à contratação de mulheres LGBTQIAP+, 24,3% incentivam o ingresso de mulheres com deficiência, e apenas 5,5% têm programas específicos de incentivo à contratação de mulheres vítimas de violência. Poucas empresas ainda adotam políticas como flexibilização de regime de trabalho, como licença maternidade/paternidade estendida (20%) e auxílio-creche (22,9%).

Estados

Os dados mostram diferenças significativas por Unidade da Federação. O estado do Ceará, por exemplo, tem a menor desigualdade salarial entre homens e mulheres: elas recebem 9,65% a menos do que eles, em um universo de 1.460 empresas, que totalizam 561.878 ocupados. A remuneração média é de R$ 2.799,53.

Na sequência das UFs com menor desigualdade salarial entre homens e mulheres aparecem Acre e Pernambuco, com elas recebendo 9,69% e 9,93% menos do que os homens, respectivamente. No Acre, a remuneração média é de 2.217,34. Já em Pernambuco, é de R$ 2.859,04.

A maior desigualdade salarial no Brasil ocorre no Espírito Santo, onde as mulheres recebem 29,25% menos do que os homens. São Paulo é o estado com maior número de empresas participantes, um total de 16.898, e maior diversidade de situações. As mulheres recebem 21,62% a menos do que os homens, praticamente espelhando a desigualdade nacional. A remuneração média é de R$ 4.992.

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Paraíba

Fiscalização vai apurar desvio de finalidade de dinheiro do Bolsa Família na Paraíba para apostas

Os órgãos de controle da Paraíba vão fiscalizar a utilização do dinheiro do Bolsa Família em sites de apostas, conhecidos como Bets. Segundo um estudo divulgado pelo Banco Central, cerca de cinco milhões de pessoas que pertencem a famílias beneficiárias do programa social gastaram cerca de R$ 3 bilhões com plataformas de jogos.

A secretária do Desenvolvimento Humano (SEDH) da Paraíba, Pollyanna Dutra, destacou a necessidade da presença desse monitoramento.

“Essa fiscalização é muito presente nos municípios, nos CRAS, nas secretarias de assistência social das prefeituras. O estado também tem monitorado esse aspecto atualizando o cadastro, o CadÚnico (…) o estado está monitorando isso com os órgãos de controle, do Ministério Público Federal”, disse a secretária.

De acordo com Pollyana, na Paraíba ainda não houve o registro desse “mal uso” do dinheiro público do Bolsa Família. No entanto, muitos cidadãos que estavam foram do perfil exigido pelo Governo Federal ainda recebem esse tipo de auxílio.

“No Governo Bolsonaro, o Bolsa Família ficou um pouco disperso porque durante a pandemia foi aberto um aplicativo no celular e qualquer cidadão tinha direito a entrar no Bolsa Família se baixasse o aplicativo no celular. Com isso, o Bolsa Família ficou pulverizado, entrou pessoas que estavam fora do perfil. Estamos tendo uma trabalheira danada para identificar as pessoas fora do perfil e fazer com que essas pessoas saiam do benefício e introduzir novos beneficiários com vulnerabilidade social”, afirmou Dutra.

A secretária lembrou que na Paraíba, hoje, tem 700 mil famílias que possuem o cartão do Bolsa Família e que deseja identificar quais são os que estão sendo beneficiados irregularmente.

“No ano passado a gente fez uma espécie de recadastramento, nossa equipe andou todas as regiões do estado da Paraíba para atualizar o benefício, para atualizar os cadastradores. Para que a gente identifique na ponta quem está no perfil e quem está fora do perfil”, finalizou.

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Paraíba

Valor Econômico aponta Cagepa como maior empresa da Paraíba e a 50ª no ranking do Nordeste

Caixa da Cagepa foi construída dentro da Vila Produtiva Rural Lafayette, em Monteiro, PB  — Foto: Érica Ribeiro/G1/Arquivo

 

Entre públicas e privadas, a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) é a maior empresa do Estado e a 50ª maior do Nordeste, de acordo com o anuário Valor 1000, do jornal Valor Econômico. A publicação elenca e analisa o desempenho das mil maiores empresas do Brasil em seus setores de atuação. Com uma receita líquida de R$ 1.381,3 milhões, a Cagepa subiu 142 posições no ranking, do ano anterior para este.

O reconhecimento foi recebido com satisfação pelo presidente da Cagepa, Marcus Vinicius Neves, que destacou o trabalho de gestão consistente que vem sendo feito nos últimos anos.

“Essa classificação reflete uma combinação de sucesso: empenho do Governo do Estado em fortalecer a Cagepa e um trabalho de gestão da companhia focado em resultados e na sustentabilidade operacional, financeira e social, e que busca a boa prestação de serviços e a universalização. Vamos continuar modernizando e crescendo para universalizar nossos serviços. A trajetória de excelência da Cagepa está só começando”, afirmou.

Veja Ranking completo:

 

O ranking Valor 1000 foi desenvolvido em parceria com o Centro de Estudos em Finanças da Escola de Administração de Empresas de São Paulo (EAESP/FGV) da Fundação Getúlio Vargas e a Serasa Experian. A metodologia de avaliação incluiu uma análise contábil-financeira, que correspondeu a 70% da nota final, e uma análise de práticas ESG (ambientais, sociais e de governança), que representou 30% da pontuação final.

O diretor Administrativo e Financeiro da Cagepa, Jorge Gurgel, analisou que o resultado é fruto de boa gestão e uma equipe qualificada, acima de tudo. “Neste ranking da Valor 1000, tivemos posição de destaque na receita, que é o que dá sustentação à empresa. Estamos investindo maciçamente para atingirmos os 100% no saneamento, e isso com redução de perdas, com uso de energia renovável e práticas de transparência e boa governança que têm nos garantido financiamentos com organismos internacionais, como a Agência Francesa de Desenvolvimento, o BRICS e o Banco Mundial. É a Cagepa que nós queremos ter e ser; e já estamos sendo”, destacou o diretor.

Juntamente com a classificação da Valor 1000, a Cagepa também foi destaque esta semana no Ranking de Competitividade dos Municípios, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). As cidades paraibanas de João Pessoa e Campina Grande conquistaram posições de destaque no ranking dos cinco municípios com melhor saneamento da região Nordeste.

Em 2023, o trabalho desenvolvido pela Cagepa levou a Paraíba a ser um dos quatro estados do País que já atingiram o padrão de excelência em perdas volumétricas, previsto como meta para 2034 pela Portaria 490/2021 do Ministério do Desenvolvimento Regional.

“O que nós resgatamos para a Cagepa é a capacidade de investimento. Fazemos constantemente transferências de capital para que a Cagepa realize as obras que são demandadas. Estamos trabalhando junto com o Banco do Nordeste e com BNDES para uma modelagem que atenda a legislação do novo Marco do Saneamento, para que em 2033 alcancemos a universalização do esgotamento sanitário na Paraíba. Além de João Pessoa e Campina Grande, são muitas outras obras no Estado, como as Adutoras do Cariri e do Curimataú, que levarão qualidade de vida para os paraibanos. E é importante destacar que a Cagepa continuará uma empresa pública, cuidando dos interesses da água da Paraíba”, disse o governador João Azevêdo, durante o programa Conversa com o Governador dessa segunda-feira (23).

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Paraíba

Paraíba tem dois alertas de baixa umidade, na tarde deste domingo (22)

Previsão
Altas temperaturas devem ser registradas na Paraíba (Foto: Arquivo/Jornal Correio)

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois alertas de baixa umidade para mais de 100 cidades da Paraíba, na manhã deste domingo (22). De acordo com o instituto, os municípios estão localizados no Sertão do Estado e devem ter o tempo seco até a noite de hoje.

O alerta amarelo, previsto para terminar às 19h, informa que a umidade relativa do ar pode variar entre 30% e 20%. Também há o baixo risco de incêndios florestais, além dos riscos à saúde.

Veja a lista de cidades:

  1. Água Branca
  2. Aguiar
  3. Amparo
  4. Aparecida
  5. Areia de Baraúnas
  6. Assunção
  7. Belém do Brejo do Cruz
  8. Bernardino Batista
  9. Boa Ventura
  10. Bom Jesus
  11. Bom Sucesso
  12. Bonito de Santa Fé
  13. Brejo do Cruz
  14. Brejo dos Santos
  15. Cachoeira dos Índios
  16. Cacimba de Areia
  17. Cacimbas
  18. Cajazeiras
  19. Cajazeirinhas
  20. Carrapateira
  21. Catingueira
  22. Catolé do Rocha
  23. Conceição
  24. Condado
  25. Coremas
  26. Curral Velho
  27. Desterro
  28. Diamante
  29. Emas
  30. Ibiara
  31. Igaracy
  32. Imaculada
  33. Itaporanga
  34. Jericó
  35. Joca Claudino
  36. Juazeirinho
  37. Junco do Seridó
  38. Juru
  39. Lagoa
  40. Lastro
  41. Livramento
  42. Mãe d’Água
  43. Malta
  44. Manaíra
  45. Marizópolis
  46. Mato Grosso
  47. Maturéia
  48. Monte Horebe
  49. Nazarezinho
  50. Nova Olinda
  51. Olho d’Água
  52. Ouro Velho
  53. Parari
  54. Passagem
  55. Patos
  56. Paulista
  57. Pedra Branca
  58. Piancó
  59. Poço Dantas
  60. Poço de José de Moura
  61. Pombal
  62. Prata
  63. Princesa Isabel
  64. Quixaba
  65. Riacho dos Cavalos
  66. Salgadinho
  67. Santa Cruz
  68. Santa Helena
  69. Santa Inês
  70. Santa Luzia
  71. Santana de Mangueira
  72. Santana dos Garrotes
  73. Santa Teresinha
  74. Santo André
  75. São Bentinho
  76. São Bento
  77. São Domingos
  78. São Francisco
  79. São João do Rio do Peixe
  80. São José da Lagoa Tapada
  81. São José de Caiana
  82. São José de Espinharas
  83. São José de Piranhas
  84. São José de Princesa
  85. São José do Bonfim
  86. São José do Brejo do Cruz
  87. São José do Sabugi
  88. São José dos Cordeiros
  89. São Mamede
  90. Serra Grande
  91. Sousa
  92. Sumé
  93. Taperoá
  94. Tavares
  95. Teixeira
  96. Tenório
  97. Triunfo
  98. Uiraúna
  99. Várzea
  100. Vieirópolis

Já o laranja prevê umidade relativa do ar variando entre 20% e 12% e tem prazo para acabar de 19h. Há isco de incêndios florestais e à saúde. Ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz.

  1. Água Branca
  2. Aguiar
  3. Aparecida
  4. Areia de Baraúnas
  5. Belém do Brejo do Cruz
  6. Bernardino Batista
  7. Boa Ventura
  8. Bom Jesus
  9. Bom Sucesso
  10. Bonito de Santa Fé
  11. Brejo do Cruz
  12. Brejo dos Santos
  13. Cachoeira dos Índios
  14. Cacimba de Areia
  15. Cacimbas
  16. Cajazeiras
  17. Cajazeirinhas
  18. Carrapateira
  19. Catingueira
  20. Catolé do Rocha
  21. Conceição
  22. Condado
  23. Coremas
  24. Curral Velho
  25. Desterro
  26. Diamante
  27. Emas
  28. Ibiara
  29. Igaracy
  30. Imaculada
  31. Itaporanga
  32. Jericó
  33. Joca Claudino
  34. Junco do Seridó
  35. Juru
  36. Lagoa
  37. Lastro
  38. Mãe d’Água
  39. Malta
  40. Marizópolis
  41. Mato Grosso
  42. Maturéia
  43. Monte Horebe
  44. Nazarezinho
  45. Nova Olinda
  46. Olho d’Água
  47. Passagem
  48. Patos
  49. Paulista
  50. Pedra Branca
  51. Piancó
  52. Poço Dantas
  53. Poço de José de Moura
  54. Pombal
  55. Quixaba
  56. Riacho dos Cavalos
  57. Salgadinho
  58. Santa Cruz
  59. Santa Helena
  60. Santa Inês
  61. Santa Luzia
  62. Santana dos Garrotes
  63. Santa Teresinha
  64. São Bentinho
  65. São Bento
  66. São Domingos
  67. São Francisco
  68. São João do Rio do Peixe
  69. São José da Lagoa Tapada
  70. São José de Caiana
  71. São José de Espinharas
  72. São José de Piranhas
  73. São José do Bonfim
  74. São José do Brejo do Cruz
  75. São José do Sabugi
  76. São Mamede
  77. Serra Grande
  78. Sousa
  79. Taperoá
  80. Teixeira
  81. Triunfo
  82. Uiraúna
  83. Várzea
  84. Vieirópolis
  85. Vista Serrana

 

O Inmet orienta:

  • Beba bastante líquido.
  • Evite desgaste físico nas horas mais secas.
  • Evite exposição ao sol nas horas mais quentes do dia.
  • Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

BG com Portal Correio

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Paraíba

Paraíba tem desigualdade salarial de 18,9% entre homens e mulheres, diz ministérios

A Paraíba apresenta uma desigualdade salarial de 18,9% entre homens e mulheres, de acordo com o 2° Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios, divulgado pelos Ministérios do Trabalho e Emprego e das Mulheres. O estudo analisou empresas com 100 ou mais funcionários em todo o Brasil e constatou que, em média, as mulheres paraibanas ganham quase 19% a menos que os homens.

A média nacional de desigualdade salarial entre gêneros é de 20,7%. Estados como Acre e Ceará apresentam as menores disparidades, com as mulheres ganhando cerca de 9,7% a menos que os homens, enquanto no Espírito Santo e Paraná, as diferenças chegam a 29%. No Brasil, as mulheres negras são ainda mais desfavorecidas, com salários que representam apenas 50,2% dos recebidos por homens não negros.

O estudo também aponta que a desigualdade de gênero persiste em todas as regiões do país, mesmo nos estados com salários mais altos, como São Paulo e Rio de Janeiro. Na Paraíba, o levantamento reflete as dificuldades enfrentadas pelas mulheres no mercado de trabalho, especialmente em cargos de liderança e setores de alta remuneração.

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Paraíba

MPF denuncia empresários da Del Engenharia por fraude na construção de escola na PB

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou quatro pessoas por fraude à licitação destinada a construção de uma escola no município de Pedra Branca, na Paraíba. A denúncia, apresentada à 14ª Vara Federal da Seção Judiciária da Paraíba, na quarta-feira (18), acusa três empresários do ramo da construção civil e o funcionário de uma das empresas de se associarem criminalmente para fraudar licitação que envolvia recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Os acusados teriam manipulado o processo licitatório para beneficiar a empresa DEL Engenharia, resultando em prejuízos ao caráter competitivo da licitação.

Conforme a acusação, os demandados formaram um conluio para fraudar a Tomada de Preços n. 04/2021, destinada à construção de uma escola com seis salas de aula e quadra no referido município. Dois dos empresários denunciados organizaram um esquema para pagar outras empresas para que desistissem da licitação. O objetivo era garantir que a DEL Engenharia fosse a vencedora. Os outros dois denunciados são o próprio dono da DEL Engenharia e um funcionário dele.

A denúncia relata que foram realizados pagamentos a várias empresas para que desistissem da licitação. Esses pagamentos foram feitos de forma a não serem identificados, utilizando contas de terceiros. Também foi fornecido documento vencido para gerar a desclassificação de empresa, tudo para garantir que a empresa DEL Engenharia fosse beneficiada na licitação.

Apesar dos esforços, a DEL Engenharia não conseguiu ser habilitada, mas o esquema retirou várias empresas da competição, prejudicando o caráter competitivo da licitação.

Na denúncia, o MPF pede a condenação dos quatro envolvidos pelos crimes de associação criminosa, cuja pena é reclusão de 1 a 3 anos; frustração do caráter competitivo da licitação, com pena de reclusão de 4 a 8 anos e multa; além do crime de lavagem de dinheiro, por terem ocultado e dissimulado a origem de valores provenientes da infração penal, utilizando a conta bancária de terceiros. A pena para esse crime é reclusão de 3 a 10 anos e multa.

O MPF também considerou inadequado qualquer acordo de não persecução penal, argumentando que essa medida não é suficiente para a reprovação e prevenção do crime, conforme estabelece o artigo 28-A do Código de Processo Penal. Além disso, a denúncia ressalta que um dos empresários já foi denunciado em várias ações penais na esfera federal, sendo considerado um criminoso habitual.

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Paraíba

Empreendedores da PB terão acesso a R$ 18 milhões em nova linha de crédito

Foto: Albemar Santos/MaisPB

O presidente do Banco do Nordeste, Paulo Câmara, assegurou, nesta quinta-feira (19), investimento de R$ 500 milhões para o Acredita no Primeiro Passo no Brasil, sendo R$ 18 milhões na Paraíba. O programa foi lançado pelo ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, e pelo governador João Azevêdo (PSB).

O ex-governador de Pernambuco disse que a iniciativa impulsiona o mercado para o ano de 2025 e cumpre uma função social de gerar emprego e renda.

“A Paraíba já tem uns R$ 18 milhões já financiados, ou seja, 10% dos recursos estão aqui também na Paraíba, então a gente tem certeza de que até o final do ano nós vamos cumprir essa meta dos 500 milhões e vamos começar 2025 com muitas oportunidades realmente de fazer com que esse crédito, esse financiamento com juros mais baratos, com mais agilidade e com condição realmente de chegar nas camadas mais vulneráveis da população, ele cumpra a sua função realmente de gerar renda, de gerar emprego”, argumentou Paulo.

O projeto pretende beneficiar pessoas de baixa renda e de vulnerabilidade social que desejam empreender ou possuem algum negócio e necessitam de incentivo fiscal. Na ocasião, o ministro Wellington Dias detalhou que o Governo Federal pretende atingir um milhão de empreendedores no Brasil até junho de 2025. Além disso, a expectativa é que haja um crescimento nos empréstimos concedidos chegando até R$ 80 mil nas etapas posteriores. O Banco do Nordeste é o principal incentivador financeiro do projeto.

“Nós vamos trabalhar com uma rede bancária bem maior. Assim como agências de fomento, como na Paraíba e em outros estados. Nós queremos atingir, até junho do próximo ano, o primeiro 1 milhão de empreendedores e empreendedoras no Brasil, com um empréstimo que a gente acha que vai ter um crescimento, em valor médio, em torno de R$ 20 mil, o patamar inicial vai até 21 mil, é o chamado Acredita no Primeiro Passo, mas numa etapa seguinte, já pode ir até R$ 80 mil”, afirmou Wellington.

Na ocasião, Dias e o governador João Azevedo garantiram às pessoas cadastradas no CadÚnico o acesso aos dois benefícios simultaneamente, o Empreender Paraíba e o Acredita no Primeiro Passo, ambos do Governo do Estado e do Governo Federal, respectivamente.

“Os dois empréstimos são autônomos, eu acho que a parceria que a gente faz hoje, ela permite que o financiamento feito pelo Governo da Paraíba possa usufruir do Fundo Garantidor Federal, isso reduz o risco para quem aporta recurso”, declarou o ministro.

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Paraíba

Paraíba tem aumento de 3,8% nas vendas de bares e restaurantes em agosto

Foto: Rovena Rosa/ Agência Brasil

O setor de bares e restaurantes na Paraíba apresentou um crescimento de 3,8% no volume de vendas no mês de agosto, de acordo com a mais recente pesquisa do Índice Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes). O aumento coloca o estado como o terceiro maior em crescimento na região Nordeste, ficando atrás apenas de Alagoas e Piauí, que registraram expansões superiores no mesmo período.

O resultado mostra uma recuperação do setor, que acumulou queda de 7,4% no mês de julho, a terceira maior redução do país. Neste mesmo mês, todos os estados apresentaram queda no mês de julho.

Quando avaliada a variação anual, o percentual de aumento salta para 7,8%, o que rende ao estado o segundo maior crescimento do Nordeste e o quinto maior do país

No país, o volume de vendas no setor teve crescimento de 4% em agosto, revertendo a tendência de queda observada nos dois meses anteriores. O resultado marca uma projeção positiva para o setor, que apresentou uma melhora em 22 dos 24 estados analisados.

Para Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel, o aumento do volume de vendas em agosto reforça o otimismo dos empreendedores para o fim de ano. “Nos próximos meses, a expectativa é de que os estabelecimentos registrem um crescimento na demanda, impulsionado principalmente por fatores como a alta na temperatura, o pagamento do 13º salário e as festas de fim de ano”, destaca.

Uma pesquisa da Abrasel, realizada em julho deste ano, mostrou que 29% dos empresários planejam contratar novos funcionários com base no aumento de demanda previsto para os próximos meses. Entre as funções mais buscadas estão auxiliares de cozinha (68%), atendentes(51%) e garçons (51%).

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Paraíba

FIEP defende reativar malha ferroviária na PB

O presidente da Federação das Indústrias do Estado da Paraíba (FIEPB), Cassiano Pereira, defendeu nesta terça-feira (17), em entrevista ao Programa HoraH, na Rede Mais Rádios, a reativação da malha ferroviária na Paraíba para o fortalecimento da indústria no estado. A possibilidade já foi levada à Confederação Nacional das Indústrias (CNI).

“Estive em Brasília e lá via o estudo da malha ferroviária nordestina e naturalmente a nossa paraibana. É um pleito nosso, um pleito da federação e pessoal. Mas eu tenho que levar o pleito de todo conjunto, esse pleito foi abraçado. Conversei com senador Veneziano que entendeu que isso é possível, outros políticos também que estavam na conversa. A malha ferroviária é fundamental mas a gente tem que saber exatamente como vai ser. Não é você dizer que vai ser direcionada pra onde e qual é o trecho que vai fazer. Não adianta a gente também dar um pontapé e não ser concluído. Temos que ter começo, meio e fim. Mas enfim, é uma preocupação nossa, é uma preocupação do empresariado paraibano”, afirmou Cassiano.

Eleito através de votação entre os três vice-presidentes executivos (representantes das regiões sindicais de Campina Grande, João Pessoa e Sertão) para o cargo de presidente da FIEPB neste ano, Cassiano destacou os principais desafios da nova gestão para uma “mudança de cultura”.

“Nós estamos fazendo com que haja uma mudança de cultura. Nossa mudança está muito boa, são desafios todo dia eu tenho procurado dialogar com transparência com o industrial paraibano, trazer o industrial paraibano para dentro da Federação para que juntos possamos atender e buscar os anseios para que realmente a Federação tenha o trabalho voltado para indústria”, destacou Pereira.

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