O Ministério Público da Paraíba (MPPB) denunciou, nesta quinta-feira (16), Christian Medeiros Veiga Dantas Costa e Larissa Maria Leal de Freitas pelo homicídio qualificado de Rubens Fernandes da Costa Filho, conhecido como “Rubinho”.
O crime foi denunciado com as qualificadoras de motivo fútil, emprego de meio que resultou em perigo comum e uso de recurso que dificultou a defesa da vítima, conforme o artigo 121, §2º, incisos II, III e IV, do Código Penal.
Segundo a denúncia, Larissa, ex-esposa da vítima, foi denunciada por participação no crime, sob a acusação de ter instigado o namorado a cometer o assassinato e de prestar auxílio material para a sua execução.
Além da acusação de homicídio qualificado, o MPPB também denunciou Christian pelos crimes de lesão corporal, por supostamente agredir a noiva e a cunhada da vítima no dia do homicídio, e de porte ilegal de arma de fogo.
A denúncia pede a condenação dos réus e o pagamento de indenização por danos morais de, no mínimo, R$ 200 mil aos familiares da vítima. O caso tramita em segredo de Justiça.
A denúncia foi apresentada pela 8ª promotora de Justiça de Campina Grande, Luciara Lima Simeão Moura.
As vendas do varejo da Paraíba cresceram 1,5% entre abril e maio deste ano, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE nesta quinta-feira (16). O resultado foi o segundo maior do país, atrás apenas do Distrito Federal (1,6%). A média nacional foi de 0,1%.
Na comparação com maio de 2025, o varejo paraibano teve alta de 0,6%, enquanto o Brasil registrou crescimento de 0,4%.
No varejo ampliado, que inclui veículos, motocicletas, peças, materiais de construção e atacado de alimentos, bebidas e fumo, a Paraíba também avançou 1,5% em maio, na comparação com abril, e 0,7% em relação ao mesmo mês do ano passado. No país, os índices tiveram queda de 0,2% no comparativo mensal e de 0,6% no anual.
Segundo o IBGE, entre as oito atividades pesquisadas no comércio varejista nacional, cinco registraram avanço em maio. Os maiores destaques foram os segmentos de livros, jornais, revistas e papelaria; tecidos, vestuário e calçados; além de móveis e eletrodomésticos, setores que tiveram influência de datas comemorativas como o Dia das Mães e da preparação para a Copa do Mundo.
Uma mãe denunciou à Polícia Civil que a filha, de dois anos, foi vítima de abuso sexual em João Pessoa. A violência foi confirmada por um laudo do Instituto de Polícia Científica (IPC), e a mulher acredita que o crime ocorreu na creche onde a criança estudava. A denúncia foi registrada em 23 de abril de 2026, mas o caso veio à tona nesta terça-feira (14).
O caso é investigado pela Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Infância e a Juventude. A mãe da criança, a diretora, professora, cuidadoras e auxiliares da creche já foram ouvidas. Segundo a delegada Adriana Guedes, ainda não há indícios de autoria.
“A delegacia imediatamente tomou as providências, ouviu a diretora da creche, ouviu a professora da criança, ouviu as cuidadoras, ouviu as auxiliares. Eu fui pessoalmente à creche fazer uma inspeção. Então, assim, as diligências continuam. Até o presente momento, a gente não tem assim nenhum indício de autoria”.
Em nota, a Secretaria de Educação de João Pessoa informou que adotou as providências administrativas, colabora com a investigação da Polícia Civil e disponibilizou as imagens do sistema de videomonitoramento da unidade. A pasta também afirmou que a avaliação realizada não encontrou elementos que confirmassem que o caso aconteceu nas dependências da creche.
A mãe contou à TV Cabo Branco que percebeu um ferimento na região íntima da filha durante uma troca de fraldas. A criança foi levada ao hospital e, depois, encaminhada ao IPC para realizar o exame sexológico.
“A gente foi imediatamente para o hospital para ser avaliada. E nessa avaliação, tiveram umas dúvidas, mas foi encaminhada para o conselheiro tutelar e, após os procedimentos na delegacia, a gente foi para o IPC para fazer o exame sexológico. E, no momento do exame físico mesmo, a perita confirmou; ela positivou o abuso sexual da minha filha”, relatou.
O laudo do IPC aponta que não houve conjunção carnal, mas indica que a criança foi vítima de outro ato libidinoso. O documento também informa que a lesão era recente.
A mãe disse que deixou a filha na creche por volta das 7h30 e a buscou às 16h30. Segundo ela, a menina não teve contato com outras pessoas em casa.
Imagens das câmeras de segurança
Foto: Reprodução/Cabo Branco
Foto: Reprodução/Cabo Branco
Imagens do sistema de segurança mostram funcionárias tirando fotos de crianças de fralda ou sem roupa. Em um dos registros, uma funcionária usa o flash do celular para fotografar crianças deitadas de bruços.
A delegada Adriana Guedes informou que a gestão da escola disse que os funcionários são orientados a inspecionar os corpos das crianças e registrar qualquer machucado. As fotos são enviadas à gestão que, por sua vez, aciona os pais.
A Secretaria de Educação, no entanto, informou que desconhece o procedimento e que a funcionária em questão foi afastada.
Todas as cidades da Paraíba estão sob alerta de perigo potencial de vendaval, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aviso é válido até o fim da noite desta sexta-feira (18).
Para os 223 municípios, a previsão é de ventos entre 40 km/h e 60 km/h, com baixo risco de queda de galhos de árvores.
O Inmet orienta que a população não se abrigue debaixo de árvores durante rajadas de vento, devido ao risco de queda e descargas elétricas. Também recomenda não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.
Em caso de problemas, a Defesa Civil pode ser acionada pelo telefone 199 e o Corpo de Bombeiros pelo 193.
Professor da UFCG demitido por assédio foi diácono e já respondeu a processo pelo mesmo crime. Reprodução / Diocese de Campina Grande
O professor Antônio Lisboa Leitão de Souza, demitido pelo Ministério da Educação (MEC) após a conclusão de um processo administrativo que apurou assédio sexual e moral contra estudantes da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), também atua como diácono da Diocese de Campina Grande e já respondeu a um processo por assédio sexual em 2017.
Além da atuação na universidade, Antônio Lisboa foi ordenado diácono da Diocese de Campina Grande em 2015. Em maio de 2026, ele foi transferido da Paróquia de Nossa Senhora do Rosário para a Paróquia de Nossa Senhora das Dores e São Lucas.
Professor respondeu a processo por assédio sexual em 2017
Antônio Lisboa respondeu por assédio sexual contra duas mulheres em 2017.
Na ocasião, ele foi beneficiado com a suspensão condicional do processo, medida em que o andamento da ação fica suspenso desde que o investigado cumpra as condições estabelecidas pela Justiça durante um período determinado.
De acordo com a sentença, ele cumpriu prestação de serviços à comunidade e compareceu regularmente à Justiça para comprovar o cumprimento das determinações.
Com o fim do período estabelecido e sem registro de descumprimento das condições, a Justiça declarou extinta a punibilidade e determinou o arquivamento do caso.
Entenda
A demissão de Antônio Lisboa Leitão de Souza foi determinada pelo Ministério da Educação (MEC) após a conclusão de um processo administrativo disciplinar. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) na terça-feira (14).
De acordo com a portaria, o professor cometeu condutas de conotação sexual e assédio moral contra estudantes da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), utilizando o cargo que ocupava na instituição.
A defesa de Antônio Lisboa informou que recebeu a decisão do MEC “com perplexidade” e afirmou que os pedidos apresentados durante o processo administrativo não foram analisados. Também declarou que o professor foi absolvido pela Justiça Criminal de Campina Grande em um processo relacionado aos mesmos fatos e que recorrerá à Justiça para tentar reverter a demissão.
A Assembleia Legislativa da Paraíba sancionou uma lei que obriga grandes empreendimentos do estado a oferecerem espaços para acolhimento, guarda, assistência e amamentação de filhos de trabalhadoras. A medida foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (15).
A norma, de autoria do deputado estadual Adriano Galdino (Republicanos), vale para locais como shoppings, centros comerciais, supermercados, hipermercados, atacarejos e condomínios comerciais que tenham área construída a partir de 5 mil metros quadrados, circulação média diária de mil pessoas e pelo menos 30 trabalhadoras fixas.
Os espaços deverão contar com sala de amamentação, fraldário, berços, poltronas, lavatório, climatização e um profissional responsável pelo atendimento. Os estabelecimentos terão 90 dias para se adequar, e o descumprimento poderá gerar sanções previstas na legislação estadual e no Código de Defesa do Consumidor.
O preço do botijão de gás de 13 quilos pode variar até R$ 32 em João Pessoa, segundo pesquisa divulgada pelo Procon-JP nesta terça-feira (14). O levantamento foi realizado em 36 estabelecimentos de 32 bairros da capital.
No pagamento à vista, o botijão foi encontrado por R$ 92,99 no Alto do Mateus e por R$ 125 em Mandacaru, diferença de R$ 32. O preço médio na capital é de R$ 115,31.
Além do menor preço de R$ 92,99 no Alto do Mateus, o botijão também foi encontrado por R$ 108 no Cristo e por R$ 110 em Cruz das Armas, Torre e Mandacaru.
No pagamento com cartão, os preços variam entre R$ 97,99 e R$ 130, ambos no Alto do Mateus. O segundo menor valor foi registrado no Cristo, onde o botijão é vendido por R$ 110.
Preços do kit
O Procon-JP também pesquisou os preços do kit com botijão e recipiente. No pagamento à vista, os valores variam entre R$ 250, em Jaguaribe e Alto do Mateus, e R$ 340, nos Bancários. Também foram encontrados preços de R$ 260 no Castelo Branco e R$ 270 em Cruz das Armas.
No cartão, o kit custa entre R$ 250, no Alto do Mateus, e R$ 350, nos Bancários e Mandacaru. Outros menores preços foram registrados em Jaguaribe (R$ 260), Castelo Branco (R$ 270) e Cruz das Armas (R$ 280).
O ministro Joel Ilan Paciornik, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou o pedido de liminar apresentado pela defesa da vereadora Rosiene Sarinho e manteve o afastamento cautelar da parlamentar da Câmara Municipal de Bayeux. Ela é investigada na Operação Mal Partido, da Polícia Civil da Paraíba.
Rosiene é suspeita dos crimes de peculato, que é o desvio de recursos públicos, e concussão, caracterizada pela exigência de vantagem indevida por agente público. As medidas cautelares foram determinadas pela Justiça da Paraíba em abril deste ano e já haviam sido mantidas pelo Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB).
A defesa argumentou que o afastamento é desproporcional, que os fatos investigados ocorreram em 2025 e que a medida representa uma punição antecipada. Também alegou que as restrições impostas configuram um “exílio institucional”.
Ao analisar o pedido, o ministro Joel Ilan Paciornik afirmou que, em avaliação preliminar, não identificou constrangimento ilegal que justificasse a suspensão da decisão. O STJ ainda solicitou informações ao TJPB e ao juízo de primeira instância. Depois dessa etapa e do parecer do Ministério Público Federal, o mérito do habeas corpus será julgado pela Quinta Turma da Corte.
Três homens suspeitos de roubar um carro e integrar um grupo armado foram baleados após trocarem tiros com a Polícia Militar, na manhã desta terça-feira (14), no Distrito Mecânico, em João Pessoa.
Segundo a PM, equipes do Radiopatrulhamento do 1º Batalhão foram até uma comunidade do bairro após informações sobre homens armados. No local, os policiais encontraram um carro preto roubado pouco antes, com sete suspeitos.
De acordo com o capitão Mendonça, ao perceberem a aproximação das equipes, os ocupantes do veículo desceram e atiraram contra os policiais.
Após o confronto, três suspeitos foram baleados, detidos e levados para o Hospital de Trauma de João Pessoa. A PM recuperou o carro roubado e apreendeu um revólver e munições.
O material foi encaminhado para a Central de Polícia Civil, onde serão realizados os procedimentos da ocorrência e a identificação dos envolvidos.
Já os outros quatro suspeitos fugiram e continuam sendo procurados. Segundo a Polícia Militar, as buscas pelo grupo continuam.
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) instaurou um procedimento para investigar a abordagem de policiais militares contra torcedores do Botafogo-PB antes da partida contra o Confiança, no domingo (12), nas proximidades do Estádio Almeidão, em João Pessoa.
Vídeos divulgados nas redes sociais mostram três policiais agredindo um torcedor do Belo com socos e joelhadas durante a dispersão de torcedores reunidos no local.
O caso é investigado pelo Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial do MPPB. Os possíveis delitos serão analisados pela Vara de Auditoria Militar, por se tratar de uma ocorrência durante o exercício da função militar.
“O Ministério Público não compactua com atos de emprego de violência que estaria em desacordo com os protocolos de atuação policial. E os eventuais excessos serão investigados e seus responsáveis punidos na forma da lei no devido processo legal, uma vez concluídas as apurações já determinadas”, afirmou o promotor José Leonardo Pinto.
Proibição
Após a confusão entre torcedores de Botafogo-PB e Confiança, o Nudetor ampliou por mais dois jogos a suspensão das torcidas organizadas “Jovem” e “Fúria” e proibiu a presença dos integrantes em um raio de 5 km dos estádios.
Nesta terça-feira (14), o MPPB também vai discutir a suspensão por tempo indeterminado das duas torcidas organizadas dos estádios da Paraíba, devido à reincidência em episódios de violência.
Comente aqui