Paraíba

Inmet estende alerta de chuvas intensas para a Paraíba até esta segunda-feira


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta de chuvas intensas para grande parte da Paraíba entre este domingo (17) e a manhã da segunda-feira (18). O aviso prevê precipitações de até 50 milímetros por dia, além de ventos que podem chegar a 60 km/h em diversas regiões do estado.

Segundo o órgão, há baixo risco de alagamentos, quedas de galhos de árvores, interrupções no fornecimento de energia elétrica e descargas elétricas. O alerta abrange municípios do Litoral, Zona da Mata, Agreste e Sertão paraibano.

Em João Pessoa, a previsão é de céu nublado e pancadas de chuva ao longo do domingo, com possibilidade de continuidade das precipitações na segunda-feira. O mês de maio costuma registrar os maiores volumes de chuva na capital paraibana.

O Inmet orienta que a população evite enfrentar o mau tempo, não se abrigue debaixo de árvores durante rajadas de vento e não utilize aparelhos eletrônicos ligados à tomada durante tempestades.

Os avisos meteorológicos podem ser acompanhados em tempo real pelo portal oficial do Inmet.

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Paraíba

MDB, União, PSDB e PT lideram filiações na Paraíba; veja como está o ranking dos partidos no estado

De 10 a 90: entenda como são definidos os números dos partidos

Os dados do portal DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral, mostra que a MDB segue como o partido com maior número de filiados na Paraíba. A legenda soma 41.597 filiados, o equivalente a 12,55% de todo o eleitorado partidário do estado.

Na segunda colocação aparece o União Brasil, com 33.560 filiados (10,13%), seguido pelo PSDB, com 28.323 filiados (8,55%), e pelo Partido dos Trabalhadores, com 27.514 (8,30%). O Progressistas aparece logo depois, com 24.734 filiados (7,46%).

Ao todo, a Paraíba registra atualmente 331.377 eleitores filiados a partidos políticos.

Confira o ranking:

  1. Movimento Democrático Brasileiro (MDB) – 41.597 filiados (12,55%)
  1. União Brasil (União) – 33.560 filiados (10,13%)
  1. Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) – 28.323 filiados (8,55%)
  1. Partido dos Trabalhadores (PT) – 27.514 filiados (8,30%)
  1. Progressistas (PP) – 24.734 filiados (7,46%)
  1. Partido Renovação Democrática (PRD) – 23.434 filiados (7,07%)
  1. Partido Socialista Brasileiro (PSB) – 21.616 filiados (6,52%)
  1. Republicanos (Republicanos) – 18.209 filiados (5,49%)
  1. Partido Liberal (PL) – 17.640 filiados (5,32%)
  1. Partido Democrático Trabalhista (PDT) – 15.345 filiados (4,63%)

com Politicaetc

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Paraíba

Inmet coloca João Pessoa sob alerta de chuvas e ventos fortes neste fim de semana

(Foto: Ed Alves/CB/DA.Press)

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu, na noite dessa sexta-feira (15), um alerta laranja para chuvas intensas em 13 cidades da Paraíba. Além disso, o órgão também renovou o alerta amarelo que abrange quase todo o estado.

O aviso amarelo teve início à meia-noite desta sexta-feira e segue válido até as 23h59 do sábado (16). Já o alerta laranja foi divulgado às 18h e permanece ativo até o fim do mesmo dia.

O esperado é que as chuvas atinjam entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo alcançar até 50 mm por dia, acompanhadas de ventos fortes entre 40 e 60 km/h. De acordo com o Inmet, há possibilidade de queda de galhos de árvores, alagamentos, descargas elétricas e interrupções no fornecimento de energia, embora o risco seja considerado baixo.

Confira as cidades que estão sob alerta laranja:

  1. Alhandra
  2. Baía da Traição
  3. Bayeux
  4. Caaporã
  5. Cabedelo
  6. Conde
  7. João Pessoa
  8. Lucena
  9. Marcação
  10. Mataraca
  11. Pitimbu
  12. Rio Tinto
  13. Santa Rita

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Paraíba

Laudo apontou uso de fita isolante em portas e falta de freios em elevadores de condomínio construído pela SETAI

Fita isolante foi utilizada em corrediças de portas de um dos elevadores do condomínio onde mulher ficou paraplégica, em João Pessoa — Foto: Reprodução

Um laudo feito por uma empresa particular no condomínio Reserve Altiplano I, em João Pessoa, apontou o uso de fita isolante na corrediça de um dos elevadores e também a falta de freios em um equipamento no residencial onde um elevador caiu e deixou uma mulher paraplégica, além de duas crianças feridas

A perícia foi feita entre os dias 14 e 15 de janeiro de 2026, antes do acidente que aconteceu nesta semana, e foi considerada na decisão judicial que determinou que a construtora GGP substituísse integralmente os elevadores do local, sob pena de multa.

No documento, a empresa aponta que o uso de fita isolante aconteceu pelo desgaste das corrediças e apontou que essa prática deveria ser corrigida em um elevador do Bloco B do condomínio. Não se sabe se esse equipamento era onde a mulher e as crianças estavam durante a queda e nem se o problema foi corrigido após o laudo. A utilização da fita é tratada como um defeito no documento e que as corrediças do elevador em questão precisariam ser substituídas.

Outro problema apontado pela vistoria técnica da empresa contratada foi a não conformidade do sistema de freios de segurança em um outro elevador. A situação do equipamento, conforme o relatório à época, é de que ele estava parado. A inspeção ressaltou que uma mola do freio estava com pouca pressão e não havia contato do freio de segurança.

Na conclusão do relatório, um dos peritos apontou o seguinte sobre um elevador:

“Os principais problemas identificados são a capacidade da máquina de tração, as características ou ausência do sistema de freio de segurança, circuitos de segurança inexistentes ou inoperantes, ausência de para-choques, além de oportunidades de melhorias e necessidade de intervenções que impactam no funcionamento diário e evitam futuras paralisações”, diz a conclusão do laudo.

Procurada, a construtora disse que ainda não recebeu nada sobre o processo. Anteriormente, no entanto, em nota, a construtora disse que “a responsabilidade pela manutenção dos equipamentos de uso comum, incluindo os sistemas de elevação, recai integralmente sobre o condomínio a partir do momento em que os moradores passam a fazer uso regular desses equipamentos” e que “permanece à disposição das autoridades competentes e da administração condominial para colaborar com as apurações em curso”.

g1

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VÍDEO: ‘Arraiá do Henry’ é cancelado após prefeitura embargar casa de shows em João Pessoa

 

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Um post compartilhado por Portal BG PB (@blogdobgpb)

O show do cantor Henry Freitas, que acontecia na noite desta sexta-feira (15), em João Pessoa, foi cancelado no meio do evento após uma ação da Secretaria de Meio Ambiente (Semam).

A festa, denominada “Arraiá do Henry Freitas”, era realizada no Lagoon Celebration, quando fiscais do órgão embargaram o local por supostas irregularidades ambientais denunciadas anteriormente.

A interdição aconteceu por volta das 00h30, pouco antes de Henry Freitas subir ao palco. Segundo relatos de pessoas que estavam no evento, a decisão pegou público, organização e até fornecedores de surpresa, já que não teria havido qualquer notificação prévia informando sobre a possibilidade de embargo ou suspensão da festa.

Com a determinação da Semam, o evento foi encerrado imediatamente e o público precisou deixar o local. Nas redes sociais, muitas pessoas reclamaram da forma como a situação foi conduzida, principalmente pelo fato da decisão ter ocorrido já durante a realização da festa,.

Até o momento, a Secretaria de Meio Ambiente não detalhou quais seriam as irregularidades identificadas no Lagoon e nem informou se o espaço já havia sido notificado anteriormente.

Em nota, a organização do evento criticou a medida e disse que vai acionar a justiça pedindo a liberação do local.

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Paraíba

VÍDEO: Defesa da Setai cobra perícia, mas não explica sucateamento dos elevadores

Na noite desta sexta-feira (15) o advogado Rinaldo Mouzalas, representante do grupo GP/Setai, se manifestou sobre o acidente com um elevador no Residencial Reserve Altiplano, em João Pessoa, que deixou uma mulher paraplégica.

“As causas do acidente não podem ser definidas por vídeos, manchetes ou versões precipitadas. Elas precisam ser apuradas tecnicamente, com análise completa do histórico dos equipamentos”, disse.

O posicionamento adotado levanta mais questionamentos do que respostas. Enquanto uma mulher luta para sobreviver às consequências de uma tragédia que a deixou paraplégica, a empresa parece concentrar esforços em transferir responsabilidades, apontando para a necessidade de perícia nos equipamentos e sugerindo que a culpa poderia recair sobre a administração condominial. O problema é que os próprios moradores desmontam essa narrativa.

Nas redes sociais, moradores afirmam que os equipamentos já apresentavam sinais claros de precariedade há anos, o que reforça a suspeita de que o acidente não foi um episódio isolado, mas consequência de uma sucessão de negligências.

O silêncio da defesa sobre a qualidade dos equipamentos chama atenção. Em nenhum momento há uma explicação convincente sobre por que os elevadores, segundo denúncias dos próprios condôminos, estavam operando em condições consideradas inadequadas. Também não há esclarecimentos sobre possíveis falhas estruturais, sobre a escolha dos fornecedores ou sobre as sucessivas reclamações feitas pelos moradores ao longo do tempo.

Ao optar por uma estratégia baseada exclusivamente na transferência de responsabilidade, o Grupo GP enfrenta um desgaste público crescente. Isso porque o acidente ocorre em meio a um histórico já conhecido de ações judiciais envolvendo empreendimentos entregues com problemas estruturais e falhas apontadas por compradores.

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Paraíba

Trabalhadores de empresa de limpeza urbana de João Pessoa ameaçam greve na próxima semana

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Trabalhadores das empresas terceirizadas responsáveis pela limpeza urbana de João Pessoa realizaram um protesto nesta sexta-feira (15) e ameaçam entrar em greve a partir da próxima quinta-feira (21). A mobilização cobra o fim da escala 6×1 e a implantação do piso nacional da categoria.

Durante o ato, os funcionários cruzaram os braços e fizeram uma passeata pelas ruas da capital após, segundo a categoria, as empresas recusarem incluir a redução da jornada de trabalho nas negociações do acordo coletivo.

A ameaça de paralisação aumenta a preocupação em João Pessoa, que já enfrenta problemas na coleta de lixo em diversos bairros. Caso a greve seja confirmada, a situação pode ampliar os transtornos na limpeza urbana da cidade.

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Paraíba

Elevadores de condomínio onde mulher ficou paraplégica são interditados pela Defesa Civil

Elevador interditado após um equipamento desabar com mulher dentro, em João Pessoa — Foto: TV Cabo Branco

Onze elevadores do condomínio Altiplano I foram interditados, nesta quinta-feira (14), pela Defesa Civil de João Pessoa. No local, um dos equipamentos desabou com três pessoas dentro da cabine e deixou uma mulher paraplégica .

De acordo com o coronel Kelson de Assis, coordenador da Defesa Civil Municipal, a interdição equivale a todos os elevadores do condomínio e foi motivada por pedido do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Paraíba (CREA-PB).

A mulher de 36 anos que ficou paraplégica em decorrência da queda do elevador teve uma lesão na coluna. Ela estava acompanhada dos filhos, duas crianças de 3 e 5 anos, respectivamente, mas que foram atendidas e tiveram alta do Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa.

Segundo o diretor do Trauma, o diagnóstico foi constatado pelo setor responsável do hospital e a família da paciente foi informada.

A construtora do condomínio informou, em nota, que “a responsabilidade pela manutenção dos equipamentos de uso comum, incluindo os sistemas de elevação, recai integralmente sobre o condomínio a partir do momento em que os moradores passam a fazer uso regular desses equipamentos” e que “permanece à disposição das autoridades competentes e da administração condominial para colaborar com as apurações em curso”.

A administração do condomínio informou, em nota, que a prioridade, após o desabamento, foi o atendimento à mulher e às duas crianças feridas na queda do elevador e que prestou apoio imediato às famílias.

O condomínio afirmou que problemas técnicos nos elevadores são registrados desde a entrega do empreendimento e que, diante da falta de solução definitiva, acionou a Justiça para pedir a substituição dos equipamentos.

Com informações do G1

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Paraíba

Mulher ferida em queda de elevador ficará paraplégica, diz laudo médico

 

Um laudo médico divulgado, nesta quinta-feira (14), apontou que a mulher ferida após a queda de um elevador em João Pessoa ficará paraplégica.

Natural da Holanda, ela obteve diagnóstico confirmado pelo Hospital de Trauma, através de uma lesão na coluna.

No entanto, ela será submetida a uma cirurgia para tentar reverter outros danos causados. As outras duas crianças feridas já receberam alta.

O condomínio onde o equipamento desabou já havia processado a construtora GGP por supostas falhas estruturais na construção do empreendimento e por problemas nos elevadores do local.

As falhas constam em um documento em que o condomínio moveu o processo na 7ª Vara Cível da Capital, contra a construtora, e também de um laudo realizado por uma empresa que avaliou os supostos problemas.

No processo movido pelo condomínio, houve a denúncia de “vícios estruturais nos elevadores” mesmo após a entrega do empreendimento, ocorrida em setembro de 2023. Entre os problemas relatados estão incêndio no fosso do elevador do Bloco B, queda abrupta de um elevador no Bloco D, travamentos, interrupções constantes e falhas em sistemas de segurança.

O processo teve uma decisão favorável para o condomínio em janeiro de 2025, determinando a substituição integral dos elevadores, no entanto, a construtora recorreu judicialmente e o processo ainda tramita na Justiça da Paraíba.

 

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Condomínio onde elevador despencou já havia acionado a Justiça contra construtora por problemas estruturais

Elevador despenca três andares em prédio residencial em João Pessoa; três pessoas ficam feridas — Foto: TV Cabo Branco

O condomínio onde um elevador desabou e que três pessoas ficaram feridas, no bairro do Altiplano, em João Pessoa, nesta quarta-feira (13), já havia processado a construtora GGP por supostas falhas estruturais na construção do empreendimento e por problemas nos elevadores do local. As informações são da Rede Paraíba de Comunicação.

As falhas constam em um documento em que o condomínio moveu o processo na 7ª Vara Cível da Capital, contra a construtora, e também de um laudo realizado por uma empresa que avaliou os supostos problemas.

No processo movido pelo condomínio, houve a denúncia de “vícios estruturais nos elevadores” mesmo após a entrega do empreendimento, ocorrida em setembro de 2023. Entre os problemas relatados estão incêndio no fosso do elevador do Bloco B, queda abrupta de um elevador no Bloco D, travamentos, interrupções constantes e falhas em sistemas de segurança.

O processo teve uma decisão favorável para o condomínio em janeiro de 2025, determinando a substituição integral dos elevadores, no entanto, a construtora recorreu judicialmente e o processo ainda tramita na Justiça da Paraíba.

Laudo de 2026 aponta falhas

O documento, elaborado entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, lista várias inconformidades no elevador do Bloco B, incluindo problemas considerados de alta prioridade e risco à segurança dos moradores. Neste bloco, inclusive, houve o desabamento do elevador, que feriu as três pessoas.

Entre os principais problemas encontrados estão a ausência de sinalização de segurança e de controle de acesso à casa de máquinas do elevador, falta de extintor de incêndio adequado, inexistência de iluminação de emergência e falhas no aterramento elétrico do sistema. O laudo também registrou ausência de ventilação adequada, problemas de organização da instalação elétrica e ausência de dispositivos de resgate emergencial.

O documento aponta ainda que a máquina de tração do elevador, “não atende à capacidade de peso de toda a estrutura e não atende às normas de segurança”. O laudo recomendou a substituição completa do equipamento. A pendência foi classificada com prioridade “alta”.

G1 Paraíba

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