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Protestos no Irã já deixaram cerca de 5 mil mortos, afirmam autoridades do regime

Foto: Rede Social/via REUTERS

Autoridades iranianas afirmaram neste domingo (18) que os protestos registrados no país já resultaram na morte de ao menos 5 mil pessoas, incluindo aproximadamente 500 integrantes das forças de segurança. Segundo um funcionário do governo ouvido pela agência Reuters, as mortes seriam responsabilidade de “terroristas e manifestantes armados”, que teriam provocado a morte de “cidadãos iranianos inocentes”.

De acordo com a mesma fonte, que pediu anonimato, os confrontos mais violentos ocorreram principalmente em regiões curdas do noroeste do Irã, área historicamente marcada por tensões com grupos separatistas. O governo iraniano também sustenta que o número de mortos não deve aumentar de forma significativa nos próximos dias.

O regime atribui os distúrbios à atuação de inimigos externos e afirma que Israel e grupos armados no exterior teriam financiado e equipado os manifestantes. A retórica segue a linha adotada por Teerã em episódios anteriores de instabilidade, intensificada após ataques militares israelenses contra alvos iranianos realizados em junho.

Organizações independentes, no entanto, contestam os números oficiais. A HRANA, agência ligada a ativistas de direitos humanos com sede nos Estados Unidos, contabiliza 3.308 mortes confirmadas e mais de 4.300 casos ainda em verificação, além de mais de 24 mil prisões. Já o grupo curdo Hengaw aponta que as áreas curdas concentraram parte significativa da violência registrada desde o início dos protestos, no fim de dezembro.

Com informações da CNN

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Viagem de Lula à ONU em Nova York custou pelo menos R$ 6 milhões aos cofres públicos

Foto: Metrópoles

A viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a Nova York, em setembro de 2025, para participar da Assembleia Geral da ONU, custou ao menos R$ 6 milhões, segundo dados do Itamaraty enviados à Câmara dos Deputados. As informações constam em resposta a um requerimento apresentado pelo deputado Capitão Alden (PL-BA) e foram encaminhadas pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

A informação é do colunista Igor Gadelha, do Metrópoles. De acordo com o ministério, os principais gastos foram com hospedagem, que somou 553,3 mil dólares, além de 603,2 mil dólares destinados à compra de material de escritório e serviços de interpretação. Também houve despesa adicional de R$ 98,7 mil com intérpretes. Considerando a cotação do dólar em torno de R$ 5,30 no período, os valores em moeda estrangeira ultrapassam R$ 6,1 milhões.

O Itamaraty informou que esse montante corresponde ao custo total da viagem. A comitiva oficial contou com quatro pessoas além do presidente. Com despesas pagas pelo governo estavam apenas o então ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e o chanceler Mauro Vieira.

Sem ônus, segundo a pasta, participaram a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, e o embaixador Sérgio Danese, representante do Brasil na ONU. O ministério destacou ainda que os custos relacionados a assessores e demais integrantes da comitiva ampliada são de responsabilidade direta da Presidência da República.

Com informações do Metrópoles

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FOTOS: NASA levará astronautas para primeiro sobrevoo lunar em mais de meio século; foguete mede 98 metros e pesa mais de 5 milhões de quilos

Fotos: Joe Skipper/Reuters e Steve Nesius/Reuters

A NASA iniciou os preparativos finais do foguete Space Launch System (SLS) para a missão que levará astronautas ao redor da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos. O lançamento pode ocorrer já em fevereiro.

Com 98 metros de altura e mais de 5 milhões de quilos, o foguete foi levado neste sábado (17) à plataforma de lançamento, em um trajeto de seis quilômetros.

A missão não prevê pouso nem órbita lunar. O objetivo é apenas o sobrevoo da Lua. O voo deve durar cerca de 10 dias.

A tripulação será formada por Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e o canadense Jeremy Hansen. Eles serão os primeiros humanos a viajar à Lua desde 1972.

Antes da decolagem, a NASA ainda realizará um teste de abastecimento no início de fevereiro. A data final do lançamento dependerá dos resultados desse teste.

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Lula mantém silêncio em meio a ditadura do Irã já ter matado mais de 6.000 manifestantes

Foto: Reprodução

O governo Lula (PT) mantém silêncio absoluto sobre as atrocidades cometidas pelos seus aliados do Irã, cujas forças de repressão podem ter matado mais de 6.000 manifestantes desde o início dos protestos nas ruas de Teerã, em 28 de dezembro. A informação é da ONG Iran Human Rights (IHR), com sede na Noruega. Há subnotificação de vítimas fatais, por isso até o início da noite desta segunda-feira (12), somente era possível confirmar cerca de 700 mortes.

Apagão digital imposto pela ditadura dos aiatolás dificulta a coleta de dados, mas registros convencionais apontam para mais de 6.000 mortos. O Itamaraty distribui notas sobre quaisquer acontecimentos em outros países, mas se omite diante dos crimes cometidos por ditadores amigos.

A maioria dos assassinados pela teocracia tinha menos de 30 anos, segundo Mahmood Amiry Moghaddam, diretor da IHR. Lula relativizou a invasão da Rússia, e sempre passa pano para ditadores amigos e ídolos, como Maduro e Danel Ortega, entre outros.

Com informações do Diário do Poder

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Aliados de Lula temem ‘fator Trump’ dificulte eleições presidenciais

Aliados do presidente Lula acreditam que a eleição deste ano será mais difícil do que a de 2022, quando o petista superou Jair Bolsonaro nas urnas por uma pequena diferença — 1,8% a mais de votos válidos, cerca de 2,1 milhões de eleitores.

A análise considera o cenário mundial e o contexto brasileiro. Na visão de interlocutores, será a primeira eleição internacional para o PT, o que inclui “enfrentar” o governo de Donald Trump.

Esses aliados usam as eleições legislativas na Argentina, em outubro, para exemplificar a avaliação. Sob o risco de o partido de Javier Milei ter mau desempenho, Trump desembolsou US$ 20 bilhões, o que garantiu a vitória da legenda.

Além do fator externo, petistas avaliam que o papel das redes sociais nas eleições deste ano será ainda maior do que no último pleito, visto o episódio conhecido como a crise do Pix, que gerou desgaste no governo e fez o Executivo voltar atrás em iniciativas ligadas ao método de pagamento.

Interlocutores de Lula argumentam, portanto, que vão enfrentar o governo americano “fazendo campanha contra”. Por fim, completam que o interesse de Trump na América Latina nunca foi tão escancarado.

R7

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ONU diz que operação de captura de Maduro pelos EUA na Venezuela violou ‘princípio fundamental’ do direito internacional

Foto: Angela Weiss/AFP

A ONU afirmou nesta terça-feira (6) que a operação militar dos Estados Unidos em Caracas, que resultou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, violou princípios fundamentais do direito internacional.

“Os Estados não devem ameaçar nem usar a força contra a integridade territorial ou a independência política de qualquer Estado”, disse Ravina Shamdasani, porta-voz do escritório de direitos humanos da ONU.

A declaração ocorre três dias após a ação dos EUA, realizada no sábado (3), quando a capital venezuelana foi alvo de explosões durante a operação para prender Maduro. Trata-se do posicionamento mais duro da ONU até agora; anteriormente, o organismo havia se limitado a manifestar preocupação e pedir desescalada.

A ofensiva norte-americana foi condenada por diversos países. Rússia e China, aliados de Maduro, reforçaram críticas em reunião de emergência do Conselho de Segurança na segunda-feira (5). Pequim classificou a ação como “bullying”, enquanto Moscou chamou o governo Trump de “hipócrita e cínico”.

A Casa Branca afirmou que a operação foi uma ação de “cumprimento da lei”, destinada a apoiar o Departamento de Justiça dos EUA na execução de um mandado de prisão contra Maduro. Especialistas indicam, no entanto, que a legalidade da ação deverá ser contestada e que normas da ONU sobre o uso da força teriam sido violadas.

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Maduro se declara inocente de todas as acusações em audiência em Nova York

Foto: Reuters/Leonardo Fernandez Viloria

O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, declarou-se inocente de todas as acusações durante audiência realizada nesta segunda-feira (5) em um tribunal federal de Nova York. Diante do juiz, Maduro afirmou que não cometeu nenhum dos crimes que lhe são atribuídos pela Justiça norte-americana.

“Sou um homem decente. Sou inocente. Não sou culpado de nada que é mencionado aqui”, disse o venezuelano durante a sessão. A esposa dele, Cilia Flores, que também foi capturada na operação dos Estados Unidos, acompanhou a audiência e igualmente se declarou inocente.

O juiz distrital Alvin Hellerstein, de 92 anos, que preside o caso, autorizou um pedido da defesa para que o casal receba a visita de um representante do Consulado da Venezuela enquanto estiver sob custódia.

Ao final da audiência, Hellerstein determinou que Nicolás Maduro volte a comparecer ao tribunal no próximo dia 17 de março, quando o processo terá novos desdobramentos.

Com informações da CNN

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Transparência Internacional critica Governo Lula por falta de informação e cita ‘risco de fraude e corrupção’

A ONG Transparência Internacional-Brasil criticou, por meio de nota técnica, a baixa disponibilização de informações sobre as obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal. De acordo com a organização, as lacunas de transparência podem levar a “aumento dos riscos de fraude, corrupção e má gestão, além da criação de obstáculos para o controle social, incluindo os impactos sociais e ambientais”. Procurada, a Casa Civil, responsável pelo PAC, não retornou.

Os pesquisadores veem como “pouco significativo” o as melhorias implementadas desde 2024 que aumentaram a nota na qual a ONG avalia anualmente a transparência do programa — de 8,15 para 12,12 pontos de um total de 100. A avaliação baixa se dá por considerarem que as lacunas persistem mesmo após dois anos do início da execução da terceira edição do PAC. Nas gestões anteriores, obras do PAC foram acometidas por baixa transparência, danos ambientais, baixo envolvimento de comunidades afetadas e corrupção, apontou Maria Dominguez, coordenadora do Programa de Integridade e Governança Pública da ONG, em artigo publicado no GLOBO em 2024.

O documento ressalta que a nota geral em 2025 tem a relevância agravada pelo contexto da realização da COP30, que ocorreu em novembro em Belém. Isso se deve pelo fato de o Novo PAC ser composto por eixos relacionados diretamente à agenda ambiental, como o de “Transição e Segurança Energética”, e pela importância da transparência no combate à corrupção e no enfrentamento das mudanças climáticas.

— Esse eixo representa 35% de todos os recursos previstos para o programa e engloba 908 projetos. Há empreendimentos financeiramente relevantes, como o Luz Para Todos, a Usina Termelétrica a Gás de Portocem, no Pará, e o projeto de desenvolvimento da produção de petróleo e gás no Campo de Raia, no Rio. Também identificamos obras com potencial impacto ambiental relevante na Amazônia, como a Usina Termoelétrica de Manaus (AM) e de Jurema (MT) — destaca Amanda Faria Lima, autora do estudo.

A ONG destaca como exemplo a usina nuclear de Angra 1, cujo investimento é de R$1,8 bilhão e “não há disponibilidade no portal do Novo PAC de quaisquer documentos sobre licenciamento ambiental, estudo de viabilidade técnica, de impacto ambiental, entre outras informações sobre o projeto de modernização”. Da mesma forma, a Usina Termoelétrica de Manaus I, descrita como um projeto privado com grande potencial poluidor e orçado em R$351 milhões, “não possui qualquer documento que demonstre os impactos ambientais previstos com a sua implantação, tampouco o registro de quais ações compensatórias e de mitigação serão elaboradas”. Segundo Lima, a transparência com relação aos estudos ambientais é necessária para que a sociedade esteja ciente dos riscos das obras à natureza.

Estruturado em nove eixos, o Novo PAC prevê um investimento de R$ 1,3 trilhão até 2026, quando o atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é encerrado. Seis destes nove módulos zeraram na avaliação, o que significa que nenhuma informação dos indicadores avaliados está disponível.

A última atualização pública sobre o Novo PAC, com dados até dezembro de 2024, lista 23.059 obras vinculadas ao programa, mas apenas 8.297 possuem link para o detalhamento dos dados, o que representa 35,98% do total. Do 1,3 trilhão previsto em investimento, o estudo identificou o detalhamento de R$ 79,5 bilhões — apenas 5,67% do total.

Recomendações

Diante dos resultados da pesquisa e a “urgência do aprimoramento da transparência do Novo PAC”, a ONG apresenta recomendações ao Executivo federal:

  •     Garantir a publicação em formato aberto e atualizado dos dados e documentos de todos os projetos, obras e medidas institucionais do Novo PAC, permitindo o acompanhamento do seu planejamento, da sua contratação, da sua execução e do seu monitoramento, incluindo informações sobre questões sociais e ambientais, bem como sobre investimentos de empresas estatais, sob concessão e com participação privada;
  •     Publicar a documentação relativa à análise de viabilidade e de preparação dos projetos, obras e iniciativas aprovados pelo Programa, em especial para projetos com grande impacto sobre o meio ambiente e o clima;
  •     Publicar informações relacionadas aos valores dos investimentos federais realizados através de empresas públicas;
  •     Publicar normativo que identifique os grupos e categorias de dados e documentos a serem disponibilizados por todos os entes que receberem recursos vinculados a projetos de infraestrutura do Novo PAC;
  •     Desenvolver e publicar normativo que determine o cadastro e a disponibilização de informações sobre investimentos de empresas estatais, sob concessão pública e com participação público-privada na página do ObrasGov;
  •     Desenvolver normativa sobre o processo de seleção de projetos do Novo PAC, com definição de critérios transparentes para a tomada de decisão embasada em indicadores de desempenho;
  •     Promover a divulgação dos dados e documentos relativos a todos os projetos e obras do Novo PAC em um portal único, ainda que com posterior redirecionamento, sendo o ObrasGov uma opção para a gestão e a divulgação dessas informações;
  •     Manter registro atualizado e público das pautas e das atas de deliberação do Comitê Gestor do Programa de Aceleração do Crescimento (CGPAC);
  •     Disponibilizar informações sobre os programas de integridade dos órgãos e entidades públicas e de empresas privadas que atuam nos investimentos do Novo PAC;
  •     Criar diretrizes para que os responsáveis pelos projetos e obras do Novo PAC incluam informações sobre licitações e execução contratual no portal ObrasGov, condicionando os empenhos federais ao preenchimento do cronograma físico-financeiro.

O Globo

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Presidente da Colômbia pede que população “tome o poder” se ele sofrer violência

O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, fez uma publicação na rede social X, durante a madrugada desta segunda-feira (5), pedindo que a população colombiana tome o poder “em cada município do país”, para defendê-lo contra “qualquer ato ilegítimo de violência”.

“Tenho enorme fé no meu povo, e é por isso que lhes pedi que defendam o presidente contra qualquer ato ilegítimo de violência. A forma de me defenderem é tomar o poder em cada município do país. A ordem para as forças de segurança não é atirar contra o povo, mas sim contra os invasores”, escreveu o presidente.Play Video

A declaração de Petro ocorre depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou a Colômbia no domingo (4), com uma ação militar, um dia após forças americanas invadirem a Venezuela para capturar o ditador Nicolás Maduro e a esposa dele, sob a acusação de ligação com o narcotráfico internacional.

“A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la para os Estados Unidos”, afirmou Trump a bordo do avião presidencial em direção à capital Washington, fazendo referência ao líder colombiano.

Petro também afirmou que “qualquer comandante das Forças Armadas que preferir a bandeira dos EUA à bandeira colombiana será imediatamente destituído da instituição por ordem de todos os soldados e por minha própria ordem.”

O líder colombiano ressaltou que é o comandante supremo das forças militares e policiais do país por ordem constitucional. “E se prenderem o presidente, a quem grande parte do meu povo ama e respeita, libertarão a onça-pintada do povo”, escreveu o presidente.

“Não sou ilegítimo, nem traficante de drogas. Meu único bem é a casa da minha família, que ainda pago com meu salário. Meus extratos bancários são públicos. Ninguém conseguiu provar que gastei mais do que ganho. Não sou ganancioso”, continuou Petro.

O presidente também defendeu o histórico de seu governo no combate ao narcotráfico na Colômbia. Ele listou alguns dos sucessos de sua administração no combate às drogas.

Isso incluiu o que ele descreveu como “a maior apreensão de cocaína da história mundial e o controle de El Plateado — ‘A Wall Street da Cocaína’, que governos anteriores permitiram prosperar”.

Petro afirmou ter ordenado bombardeios direcionados contra grupos armados ligados ao narcotráfico, respeitando o direito humanitário, e alertou outros contra ataques a esses grupos sem informações suficientes.

Com informações da CNN

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Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, estaria na Rússia, diz Agência Reuters

Foto: Leonardo Fernandez Viloria/Reuters

Delcy Rodríguez, declarada presidente interina da Venezuela, está na Rússia, disseram à agência de notícias Reuters quatro fontes familiarizadas com seus movimentos no sábado (3), depois que o presidente Donald Trump afirmou que o presidente Nicolás Maduro havia sido capturado pelas forças dos EUA após um ataque ao país.

O irmão dela, Jorge Rodríguez, chefe da Assembleia Nacional, está em Caracas, disseram três fontes com conhecimento de seu paradeiro.

Delcy Rodríguez apareceu em uma mensagem de áudio na televisão estatal no início do dia, pedindo uma prova de vida de Maduro e da esposa Cilia, enquanto Jorge Rodríguez não apareceu desde o ataque.

UOL com informações de Reuters

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