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Internado, Papa Francisco tem febre leve e infecção respiratória, diz Vaticano

Foto: Reuters

O Papa Francisco, que hospitalizado nesta sexta-feira (14) para tratamento de bronquite, está sofrendo de uma infecção respiratória, mas está em condição estável, disse o Vaticano.

“O Santo Padre… passou por exames especializados e iniciou terapia medicamentosa hospitalar”, informou um comunicado.

“Os testes iniciais mostraram uma infecção do trato respiratório. Sua condição clínica é regular; ele tem uma leve febre”, adicionou a nota.

O porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni, ressaltou que o papa está “sereno” e de bom humor, e que havia lido alguns jornais.

Francisco está sofrendo de bronquite há mais de uma semana.

Papa Francisco cancela compromissos

Francisco foi hospitalizado na manhã desta sexta para dar continuidade ao tratamento de bronquite e realizar exames.

“Esta manhã, no final de suas audiências, o Papa Francisco foi internado no Policlínico Agostino Gemelli para alguns exames diagnósticos necessários e para continuar seu tratamento para bronquite, ainda em andamento, em um ambiente hospitalar”, destacou o Vaticano.

O pontífice teve que cancelar os eventos programados para os próximos três dias.

Ele deveria comparecer a uma audiência no sábado (15) e a uma missa no domingo (16), além de visitar os estúdios de cinema Cinecitta, em Roma, na segunda-feira (17).

Na quarta-feira (12), Francisco afirmou que ainda estava sofrendo de um surto da bronquite e pediu a um assessor fazer uma leitura — a segunda vez em uma semana.

Durante a reunião Francisco apresentou dificuldades para respirar durante fala.

Problemas de saúde do Papa

O Papa Francisco tem 88 anos e lidera a Igreja Católica desde 2013. Ele sofreu de gripe e outros problemas de saúde várias vezes nos últimos dois anos.

O pontífice sofreu duas quedas recentemente em sua residência no Vaticano, machucando o queixo em dezembro e o braço em janeiro.

Apesar de seus problemas periódicos de saúde e mobilidade reduzida, Francisco manteve uma agenda ocupada, incluindo viagens ao exterior.

Em setembro do ano passado, ele completou uma viagem de 12 dias pelo Sudeste Asiático e Oceania, a mais longa de seu papado.

CNN Brasil

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Inflação argentina atinge nível mais baixo em quase cinco anos em vitória para Milei

Foto: Reprodução 

A taxa de inflação mensal da Argentina caiu para 2,2% em janeiro, a mais baixa desde meados de 2020, depois que o presidente libertário Javier Milei assumiu o cargo há pouco mais de um ano, introduzindo medidas de austeridade que ajudaram a estabilizar a economia combalida.

O aumento do índice de preços ao consumidor argentino ficou um pouco abaixo das previsões de analistas, de 2,3%, e abaixo dos 2,7% de dezembro, uma vitória para Milei, que busca manter o impulso positivo da economia em meio a negociações de um novo acordo com o Fundo Monetário Internacional.

Essa taxa, na base anual, se aproximou de 300% no início do ano passado, mas diminuiu desde então, registrando 84,5% em janeiro, segundo dados da agência oficial de estatísticas Indec. A inflação mensal, que atingiu um pico de cerca de 25%, tem se mantido entre 2% e 3% desde outubro.

A Argentina, grande exportadora de grãos e produtora de energia em ascensão, vem lutando contra uma inflação de três dígitos nos últimos anos.

A redução da inflação é fundamental para o governo de Milei, que deseja eliminar os controles de capital que prejudicam negócios e investimentos. Ele quer que a inflação permaneça abaixo de 2% para permitir o fim dos controles, embora analistas continuem cautelosos quanto à data em que isso poderá ocorrer.

Istoé Dinheiro

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Disney segue mais de 10 empresas e abandona política de diversidade

A Disney anunciou na 3ª feira (11.fev.2025) mudanças em seus programas de DEI (diversidade, equidade e inclusão) para “se concentrar mais nos resultados comerciais”. A mudança foi anunciada aos funcionários em nota obtida pela Axios.

Segundo a nota, a Disney deixará de exibir os avisos em filmes clássicos, como “Dumbo” e “Peter Pan”, que contextualizavam a época em que essas obras foram criadas.

“Este programa inclui representações negativas e/ou maus tratos de pessoas ou culturas. Estes estereótipos eram incorretos na época e continuam sendo incorretos hoje em dia. Em vez de remover esses conteúdos, queremos reconhecer o impacto nocivo que eles tiveram, aprender com a situação e despertar conversas para promover um futuro mais inclusivo juntos”, era o que dizia o aviso exibido nos filmes clássicos.

Agora, em vez desse texto, a Disney passará a veicular um comunicado mais curto, que dirá que a obra pode conter “estereótipos ou representações negativas”.

Ao menos outras 13 companhias já encerraram suas políticas de DEI desde 2024 em um contexto de crescente pressão política e legal nos Estados Unidos.

O Poder360 preparou um infográfico com a lista das companhias que tomaram essa iniciativa:

Depois de Donald Trump voltar à presidência dos EUA, o republicano emitiu decretos visando a eliminar programas de diversidade, equidade e inclusão no governo federal e no setor privado.

Empresas como Google, Meta e Amazon reduziram em 2025 suas iniciativas de diversidade para se alinhar às novas diretrizes governamentais e evitar possíveis implicações legais.

Outras empresas, no entanto, já vinham adotando medidas desde junho de 2024, quando foi ficando mais claro que Trump poderia vencer a eleição nos EUA.

Ainda neste contexto, 1 ano antes, em junho de 2023, a Suprema Corte do país havia derrubado programas de admissão de ação afirmativa que consideravam a raça como um fator para ingressar na Universidade Harvard e na Universidade da Carolina do Norte.

Em janeiro, em um comunicado enviado a funcionários públicos, Trump pediu que eles delatassem colegas que se recusassem a encerrar ações de diversidade. O republicano também ordenou que as agências federais dos EUA iniciassem a demissão de equipes envolvidas com programas de diversidade, equidade, inclusão, acessibilidade e justiça ambiental.

A reversão dessas políticas vem 3 anos depois de um período de expansão dessas iniciativas. Em 2020, grandes corporações dos EUA ampliaram seus programas de inclusão em resposta a protestos contra a violência policial contra cidadãos negros, incluindo o caso de George Floyd.

Poder 360

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VÍDEO: Com “dificuldades respiratórias”, Papa pede que assessor leia discurso

Com “dificuldades respiratórias” devido à bronquite, o Papa Francisco delegou a leitura de um discurso na Santa Missa do Jubileu das Forças Armadas, polícia e agentes de segurança neste domingo (9) a um assessor.

Após entregar a fala ao assessor durante a homilia, o papa voltou a ler a oração mais curta do Angelus, na qual rezou pela paz em várias zonas de conflito ao redor do mundo.

Quando divulgaram que o pontífice está com bronquite, o Vaticano ressaltou que ele planejava manter os compromissos agendados para os próximos dias, inclusive o evento deste sábado.

Francisco, de 88 anos, é papa desde 2013 e sofreu de gripe e problemas de saúde relacionados várias vezes nos últimos dois anos.

O papa também teve duas quedas recentemente em sua residência no Vaticano, machucando o queixo em dezembro e o antebraço em janeiro.

CNN Brasil

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Donald Trump volta a defender a anexação do Canadá um dia após impor tarifas de 25% sobre as importações do país

Foto: Andrew Harnik/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a defender a anexação do Canadá um dia depois de impor tarifas de 25% sobre as importações do país.

Em uma publicação na rede social Truth Social, o republicano afirmou que Washington pagou bilhões de dólares para subsidiar o Canadá e que, por isso, o país deve se tornar o 51º estado americano.

“Não precisamos de nada que eles têm. Temos energia ilimitada, deveríamos fabricar nossos próprios carros e temos mais madeira do que podemos usar. Sem esse subsídio massivo, o Canadá deixa de existir como um país viável. Duro, mas verdade!”, disse ele.

Trump acrescentou que a anexação significaria impostos mais baixos e proteção militar dos Estados Unidos ao Canadá, além do fim das tarifas.

Em reposta ao decreto do republicano, o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, anunciou tarifas de 25% sobre os produtos dos EUA. Trudeau alertou que as tarifas prejudicariam os Estados Unidos e incentivou os canadenses a comprar produtos nacionais e passar férias no próprio país, e não nos EUA.

CNN Brasil

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EUA têm quase 1,5 milhão de pessoas sob ordem de deportação; ao menos 38 mil são brasileiros

Foto: Divulgação/ Casa Branca

Quase 1,5 milhão de pessoas têm uma sentença de deportação nos Estados Unidos, das quais 38 mil são brasileiras, segundo dados do Serviço de Imigração país referentes a novembro de 2024 aos quais a Folha teve acesso.

O dado trata apenas de cidadãos não americanos que não estão presos e consta de um documento do ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas). Esse número engloba indivíduos que feriram as leis de imigração dos EUA e que já tiveram o processo analisado por ao menos um juiz americano.

Pesquisa da Pew Research Center divulgada em julho passado aponta que, em 2022, eram cerca de 11 milhões os imigrantes em situação irregular nos EUA. Desse total, 230 mil saíram do Brasil —um salto em relação à década passada. O Itamaraty estima que havia no ano passado por volta de 2 milhões brasileiros nos EUA, sem especificar o status legal desses cidadãos.

No ano passado, 1.859 imigrantes brasileiros foram deportados do território americano. Mesmo que tenham sido expulsos, ainda há formas de eles retornarem depois.

No mesmo documento em que consta o dado dos 38 mil brasileiros sob ordem de deportação, o serviço de imigração americano afirma que não há como listar todas as razões pelas quais não consegue remover do país pessoas com esse status legal.

Folhapress

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Trump diz que Brasil é “tremendo criador de tarifas” e faz ameaças

Anna Moneymaker/Getty Images

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta segunda-feira (27/1), que o Brasil é um “tremendo criador de tarifas”. No discurso, feito em um encontro com republicanos na Flórida, Trump fala sobre a necessidade de imputar tarifas em outros países, que, segundo ele, querem prejudicar os EUA.

“Vamos colocar tarifas em outros países e pessoas de fora que realmente querem nos prejudicar. Eles querem nos prejudicar, mas eles basicamente querem tornar seu país bom. Olhem o que os outros fazem. A China é um tremendo criador de tarifas e a Índia e Brasil, tantos países”, listou Trump.

No discurso, Trump diz que a necessidade de criar tarifas para outros países é uma maneira de “sempre colocar a América em primeiro lugar”. “Vamos estabelecer um sistema muito justo em que o dinheiro vai entrar em nossos cofres, e a América vai ser muito rica novamente. E vai acontecer muito rapidamente”, ameaçou.

Trump ainda disse que a política econômica externa do governo dele vai retornar ao passado, quando o país era mais rico. “É hora dos Estados Unidos voltarem para o sistema que nos tornou mais ricos e mais poderosos do que nunca. Você sabe, os Estados Unidos entre 1870 e 1913 taxavam tudo. E esse foi o período mais rico da história dos Estados Unidos”, frisou.

Após ser reeleito, Trump ameaçou, em dezembro de 2024, taxar os produtos brasileiros. “A Índia taxa muito, o Brasil nos taxa muito. Se eles querem nos taxar, tudo bem, mas vamos taxá-los da mesma forma”, declarou ele à época.

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Metrópoles

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Papa Francisco diz que Igreja Católica está pronta para escolher uma data fixa para a Páscoa

Roma — Foto: REUTERS/Yara Nardi

O papa Francisco disse que a Igreja Católica está disposta a aceitar uma data fixa para a Páscoa, visto que o feriado religioso é celebrado em datas diferentes, segundo o calendário religioso usado. “A Igreja Católica está disposta a aceitar a data que todos desejarem, uma data de união”, disse Francisco, na missa que encerrou a semana de oração pela união dos cristãos, no sábado (25).

“De forma providencial, a Páscoa será celebrada neste ano no mesmo dia nos calendários gregoriano e juliano, durante este aniversário ecumênico”, destacou o papa, referindo-se ao Concílio de Niceia, que ocorreu há 1.700 anos e é considerado o primeiro concílio destinado a resolver os problemas entre as Igrejas.

“Renovo meu chamado para que essa coincidência sirva de lembrete a todos os cristãos para darem um passo decisivo rumo à união, e isso em torno de uma data comum para a Páscoa”, concluiu Francisco. A data da celebração da Páscoa é calculada, dependendo da Igreja, segundo o calendário juliano ou gregoriano, o que pode provocar uma diferença de semanas.

Jovem Panc om AFP

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Biden deportou mais brasileiros do que o primeiro mandato de Trump

Relatórios do ICE (Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos EUA, em tradução) mostram que o governo de Joe Biden deportou mais brasileiros do que o primeiro mandato de Donald Trump.

Entre janeiro de 2021 e janeiro de 2025, a gestão do democrata expulsou 7.268 pessoas do Brasil, enquanto o primeiro governo do republicano, entre 2017 e 2020, deportou 6.771 brasileiros. O último voo a chegar ao Brasil trouxe 88 pessoas, entre crianças e idosos.

Este voo não faz parte da nova gestão, uma vez que Brasil e EUA mantêm um acordo de deportação desde 2017.

R7

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EUA prendem 538 imigrantes e fazem primeiras deportações após decretos de Trump

Foto: Casa Branca / Reprodução

O governo de Donald Trump iniciou nesta semana a primeira leva de deportações de imigrantes ilegaisAutoridades prenderam 538 pessoas e deportaram centenas delas em aviões militares, segundo relatório divulgado na noite de quinta (23) pela Casa Branca.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse no comunicado que os presos eram “imigrantes ilegais criminosos”.

Leavitt não especificou, no entanto, para onde os deportados foram enviados — o processo de deportação costuma ser demorado e envolve a existência prévia de acordos bilaterais ou negociações com o país de origem dos imigrantes.

“A maior operação de deportação em massa da história está em andamento. Promessas feitas. Promessas cumpridas”.

No Brasil, a Polícia Federal disse que um voo com cidadãos deportados dos EUA — o primeiro para o Brasil da gestão Trump — chegará a Belo Horizonte na noite desta sexta.

Uma reportagem do jornal “The New York Times” publicada nesta sexta-feira (24) afirma que o governo Trump concedeu a autoridades da Agência de Imigração e Fronteiras dos EUA (ICE, na sigla em inglês) o poder de fazer deportações instantâneas — ou seja, devolver para o território mexicano indivíduos que acabaram de entrar, o que, pelas leis internacionais, é proibido —, o que pode ter acelerado o processo.

A Casa Branca alegou que todos os imigrantes detidos na megaoperação de quinta-feira já tinham algum tipo de condenação na Justiça norte-americana. Na maioria dos casos, as condenações foram sentenciadas há poucos dias.

A condenação de imigrantes ilegais não necessariamente justifica, pela lei, a deportação deles, apenas a detenção — a devolução a seus países depente da gravidade do crime, de um pedido de extradição do país de origem ou de se o processo de avaliação de se esse indivíduo teria direito ao visto de refugiado foi reprovada.

Fonte: g1

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