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Clima esquenta nas redes: Trump e Elon Musk trocam farpas no X

A troca de farpas entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o bilionário Elon Musk, dono da Tesla, SpaceX e da rede social X (antigo Twitter), agitou as redes sociais. Em uma série de publicações, Trump atacou diretamente Musk, sugerindo o fim de subsídios e contratos do governo com as empresas do empresário, além de insinuar que ele estaria “se esgotando”.

Em uma das postagens, Trump escreveu:

“A maneira mais fácil de economizar bilhões e bilhões de dólares em nosso Orçamento é encerrar os subsídios e contratos governamentais de Elon Musk. Sempre me surpreendi que Biden não tenha feito isso!”

A fala gerou forte repercussão entre os apoiadores de ambos os lados.

Trump não parou por aí. Em outra postagem, ele diz:

“Elon estava ‘se esgotando’, pedi para ele sair, retirei seu Mandato de Veículos Elétricos que forçava todo mundo a comprar carros elétricos que ninguém mais queria (algo que ele sabia há meses que eu faria!), e ele simplesmente ficou LOUCO!”

O ataque faz referência ao incentivo federal para veículos elétricos, política que foi ampliada durante o governo Biden, mas que teve apoio embrionário ainda sob o mandato de Trump — algo que Musk já reconheceu publicamente em diversas ocasiões. A alegação de que teria “retirado o mandato” foi vista por analistas como uma tentativa de Trump se desvincular da pauta ambiental, cada vez mais rejeitada por parte de sua base conservadora.

Em resposta, Elon Musk disse: “Sem mim, Trump teria perdido a eleição, os democratas controlariam a Câmara e os republicanos estariam 51-49 no Senado.” Ele ainda continuou relatando ingratidão do presidente Trump, “tanta ingratidão”, disse

O embate público entre as duas figuras evidencia uma crescente tensão no cenário político e empresarial dos Estados Unidos.

Os seguidores de ambos os lados, acompanham cada postagem como uma batalha em tempo real.

Blog do BG

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Como são os drones ucranianos de R$ 3 mil que causaram prejuízo de R$ 40 bilhões à Rússia

Foto: Reuters

Em uma das operações mais ousadas da guerra com a Rússia, a Ucrânia lançou um ataque coordenado com drones que resultou na destruição de 41 aeronaves militares russas, incluindo bombardeiros estratégicos Tu-95 e aeronaves de vigilância A-50. Uma ponte também foi destruída.

A operação, denominada “Teia de Aranha”, envolveu o transporte clandestino dos drones camuflados em caminhões até regiões estratégicas dentro da Rússia, incluindo bases aéreas em Murmansk, Irkutsk, Ivanovo, Ryazan e Amur. Os drones foram camuflados em telhados de galpões de madeira e ativados remotamente para atingir os alvos.

A ofensiva foi planejada por mais de um ano e meio e executada com o uso de drones FPV, sigla para Visão em Primeira Pessoa (First Person View). De acordo com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, 117 drones foram usados.

A escolha por drones FPV se deve à capacidade desses equipamentos de realizar ataques precisos com baixo custo e à dificuldade de serem detectados e neutralizados. Essa abordagem permitiu à Ucrânia infligir danos significativos à aviação estratégica russa, estimados em cerca de US$ 7 bilhões, segundo a Agência de Segurança Interna da Ucrânia.

A Rússia considerou os ataques da Ucrânia como um ato terrorista.

Como é o drone ucraniano que impôs prejuízo de US$ 7 bilhões à Rússia — Foto: g1

Drones FPV

Usados para atividades civis, como filmar corridas, os drones FPV são pequenos e baratos e foram adaptados pela Ucrânia para fins militares.

Eles destacam-se por sua simplicidade e eficácia. São compactos e leves, facilitando o transporte e a implantação em áreas remotas.

Segundo a agência de notícias Reuters, os drones FPV podem custar menos de US$ 500 por unidade, cerca de R$ 3 mil, o que permite a produção em larga escala. Dependendo do tamanho, da bateria e da carga útil, o alcance varia de 5 km a cerca de 20 km.

Originalmente, os equipamentos podem pesar até 3 quilos, incluindo o peso da ogiva, mas a Ucrânia desenvolveu modelos específicos como o “Baba Yaga”, um drone multirrotor capaz de transportar até 15 kg de explosivos e equipado com câmeras térmicas para operações noturnas.

Uma das grandes vantagens do drone FPV é ser projetado para voos rápidos e ágeis, dificultando a interceptação por sistemas de defesa aérea.

Os equipamentos são controlados por pilotos em solo. Eles usam um fone de ouvido e recebem as imagens transmitidas em tempo real.

Este episódio destaca a crescente importância dos drones FPV no cenário de guerra moderno, evidenciando como tecnologias acessíveis podem ser adaptadas para alterar significativamente o equilíbrio de poder em conflitos armados.

A destruição de 41 aeronaves representa uma perda substancial para a capacidade ofensiva da Rússia, especialmente no que diz respeito a bombardeios de longo alcance.

g1

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EUA anunciam restrição de visto contra autoridades estrangeiras ‘cúmplices de censura a americanos’ e cita América Latina

Foto: AP Photo/Jose Luis Magana

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou nesta quarta-feira (28) restrições de visto contra autoridades estrangeiras que são “cúmplices de censura a americanos”. Ele não listou quem será afetado, mas citou a América Latina como um dos alvos da medida.

Segundo o Departamento de Estado americano, entre os alvos da medida estão:

  • Autoridades que emitam ou ameacem emitir mandados de prisão contra cidadãos americanos ou residentes nos EUA por publicação em redes sociais americanas. Facebook, Instagram, Whatsapp (as três da Meta) e X (de Elon Musk, aliado do presidente Donald Trump) são redes americanas.
  • Autoridades que exijam políticas globais de moderação de conteúdo ou se envolvam em atividades de censura que extrapolem a sua atividade e atinjam os Estados Unidos.

“Hoje, estou anunciando uma nova política de restrição de vistos que será aplicada a autoridades estrangeiras e pessoas cúmplices na censura de americanos. (…) Por muito tempo, americanos foram multados, assediados e até processados por autoridades estrangeiras por exercerem seu direito à liberdade de expressão. (…) A liberdade de expressão é essencial para o modo de vida americano –um direito de nascimento sobre o qual governos estrangeiros não têm autoridade. Estrangeiros que atuam para minar os direitos dos americanos não devem desfrutar do privilégio de viajar para o nosso país. Seja na América Latina, na Europa ou em qualquer outro lugar, os dias de tratamento passivo para aqueles que atentam contra os direitos dos americanos acabaram“, afirmou Rubio em publicação no X.

De acordo com o Departamento de Estado, a restrição de vistos se enquadrará dentro da Lei de Imigração e Nacionalidade, que autoriza o Secretário de Estado a vetar estrangeiros cuja entrada no país “possa ter consequências potencialmente graves para a política externa dos Estados Unidos”. Membros da família desses estrangeiros também podem ser incluídos nas restrições.

Alexandre de Moraes

Rubio disse ao Congresso americano na semana passada que há uma “grande chance” do governo dos EUA sancionarem o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A fala foi uma resposta a Cory Mills, deputado considerado fiel a Donald Trump e próximo da família Bolsonaro, durante audiência no Congresso americano.

Segundo o Departamento de Estado americano, a restrição de vistos se enquadrará dentro da Lei de Imigração e Nacionalidade, que autoriza o Secretário de Estado a vetar estrangeiros cuja entrada no país “possa ter consequências potencialmente graves para a política externa dos Estados Unidos”. Membros da família desses estrangeiros também podem ser incluídos nas restrições.

“É inaceitável que autoridades estrangeiras emitam ou ameacem emitir mandados de prisão contra cidadãos ou residentes dos EUA por publicações em redes sociais feitas em plataformas americanas enquanto estão fisicamente presentes em solo americano. É igualmente inaceitável que essas autoridades exijam que plataformas de tecnologia dos EUA adotem políticas globais de moderação de conteúdo ou se envolvam em atividades de censura que extrapolem sua autoridade e atinjam os Estados Unidos”, afirmou o Departamento de Estado americano.

Moraes está na mira do deputado Cory Mills, que afirmou que o Brasil enfrenta um “alarmante retrocesso nos direitos humanos” e disse que o ex-presidente Jair Bolsonaro estaria prestes a se tornar um preso político. Rubio mencionou outro instrumento pelo qual o governo dos EUA pode usar para punir Moraes: a Lei Magnitsky, que permite punir cidadãos estrangeiros.

g1

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Trump diz que Putin enlouqueceu após ataque contra a Ucrânia

Foto: Reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo (27) que o líder russo, Vladimir Putin, “ficou completamente louco” e que ele “não está feliz com o que Putin está fazendo” depois que Moscou lançou o maior ataque aéreo em três anos de guerra contra a Ucrânia.

“Sempre tive um ótimo relacionamento com Vladimir Putin, da Rússia, mas algo aconteceu com ele. Ele ficou completamente LOUCO! Ele está matando muita gente desnecessariamente, e não estou falando apenas de soldados. Mísseis e drones estão sendo disparados contra cidades na Ucrânia, sem motivo algum”

O post foi feito horas depois de Trump dizer a repórteres: “Não estou satisfeito com o que Putin está fazendo. Ele está matando muita gente, e não sei o que aconteceu com Putin”.

O presidente americano, em sua postagem, voltou a fazer críticas ao presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, que disse na manhã de domingo que “o silêncio da América” ​​encoraja Putin a continuar seu ataque.

“Da mesma forma, o presidente Zelensky não está fazendo nenhum favor ao seu país ao falar do jeito que fala”, escreveu Trump.

“Tudo o que sai da boca dele causa problemas, eu não gosto disso e é melhor parar”, completou.

Pelo menos 12 pessoas foram mortas nos ataques na Ucrânia, incluindo crianças, disseram autoridades, e dezenas de outras pessoas ficaram feridas.

A Rússia vem intensificando seus bombardeios aéreos na Ucrânia à medida que aumenta a pressão internacional para que Putin aceite a proposta de cessar-fogo.

“O mundo pode sair de férias, mas a guerra continua, apesar dos fins de semana e dos dias úteis. Isso não pode ser ignorado. O silêncio dos Estados Unidos e de outros países no mundo só encoraja Putin”, disse Zelensky na manhã de domingo.

Trump também disse a repórteres no domingo que está “absolutamente” considerando sanções adicionais contra a Rússia, algo que Zelensky tem defendido.

O presidente dos EUA disse anteriormente que não adotaria nenhuma nova sanção porque acreditava que “havia uma chance” de progresso, mas observou que poderia mudar.

Trump disse que ficou “muito surpreso” com o ataque aéreo, embora apenas uma semana atrás a Rússia tenha lançado seu maior ataque de drones contra a Ucrânia — um dia antes de Putin e Trump falarem ao telefone.

“Estamos conversando, e ele está disparando foguetes contra Kiev e outras cidades”, disse Trump a repórteres em Nova Jersey, a caminho de Washington.

Trump, que frequentemente afirma ter um bom relacionamento com Putin, conversou com o líder russo na segunda-feira (19), numa tentativa de negociar um cessar-fogo de 30 dias entre a Rússia e a Ucrânia.

Após a ligação com Putin e ligações subsequentes com Zelensky e outros aliados europeus, Trump anunciou que “Rússia e Ucrânia iniciarão imediatamente negociações para um cessar-fogo e, mais importante, um FIM para a guerra”.

Trump acrescentou que as condições “serão negociadas entre as duas partes, como só pode ser, porque elas conhecem detalhes de uma negociação dos quais ninguém mais teria conhecimento”.

CNN

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Rússia realiza maior ataque aéreo contra Ucrânia horas antes de troca de prisioneiros de guerra

 
Foto: Serviço de Emergência da Ucrânia/AP

A capital ucraniana, Kiev, e outras regiões do país foram alvo de um ataque de grandes proporções de drones e mísseis russos que matou pelo menos 12 pessoas e feriu dezenas neste domingo (25). Autoridades ucranianas descreveram o ataque como o maior ataque aéreo desde a invasão em larga escala da Ucrânia pela Rússia em fevereiro de 2022.

A Rússia atingiu a Ucrânia com 367 drones e mísseis, o maior ataque aéreo individual da guerra, de acordo com Yuri Ihnat, porta-voz da Força Aérea da Ucrânia.

O ataque aconteceu horas antes da troca de centenas de prisioneiros de guerra entre os dois países. O Ministério da Defesa da Rússia informou que cada país repatriou mais 303 soldados, após cada um ter libertado um total de 307 combatentes e civis no sábado e 390 na sexta-feira — a maior troca de combatentes desde o início do conflito, em fevereiro de 2022.

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, confirmou a troca, dizendo na rede social X no domingo que “303 defensores ucranianos estão em casa”. Ele disse que os militares que retornaram à Ucrânia eram membros das “Forças Armadas, da Guarda Nacional, do Serviço Estatal de Guarda de Fronteira e do Serviço Estatal de Transporte Especial”.

Em negociações realizadas em Istambul no início deste mês — a primeira vez que os dois lados se encontraram pessoalmente para negociações de paz — Kiev e Moscou concordaram em trocar 1.000 prisioneiros de guerra e civis cada. A troca foi o único resultado tangível das negociações.

Bombardeio

Ao todo, a Rússia utilizou 69 mísseis de vários tipos e 298 drones no ataque deste domingo, incluindo drones Shahed de design iraniano, disse Yuri Ihnat à Associated Press.

Não houve comentários imediatos de Moscou sobre os ataques.

Para Kiev, o dia foi particularmente sombrio, pois a cidade celebrava o Dia de Kiev, um feriado nacional que cai no último domingo de maio, em comemoração à sua fundação no século V.

Zelensky disse que mísseis e drones russos atingiram mais de 30 cidades e vilas e instou os parceiros ocidentais a intensificarem as sanções contra a Rússia — uma exigência de longa data do líder ucraniano, mas que, apesar dos alertas a Moscou pelos Estados Unidos e pela Europa, não se concretizou de forma a dissuadir a Rússia.

O Ministério da Defesa da Rússia, por sua vez, afirmou que suas defesas aéreas abateram 110 drones ucranianos durante a noite.

g1

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Zelensky se reúne com o papa Leão XIV e agradece por apelo de paz

Foto: Reuters

O papa Leão XIV se encontrou com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, neste domingo, após a missa inaugural de seu papado, no Vaticano.

Nas redes sociais, Zelensky agradeceu pela reunião privada e destacou que o pontífice pode contribuir para o fim da guerra entre a Ucrânia e a Rússia.

“Para milhões de pessoas em todo o mundo, o papa é um símbolo de esperança pela paz. A autoridade e a voz da Santa Sé podem desempenhar um papel importante para pôr fim a esta guerra”, escreveu.

“Agradecemos ao Vaticano por sua disposição em servir como plataforma para negociações diretas entre a Ucrânia e a Rússia”, continuou. “Estamos prontos para o diálogo em qualquer formato, em prol de resultados tangíveis. Agradecemos o apoio à Ucrânia e a voz clara em defesa de uma paz justa e duradoura.”

Missa inaugural

O papa Leão XIV afirmou neste domingo, 18, durante homilia na missa inaugural de seu papado, que vai trabalhar pela união da Igreja Católica para que ela possa se transformar em uma força pela paz no mundo. O evento marca o início oficial do papado de Robert Prevost como Leão XIV, escolhido no conclave que terminou em 8 de maio.

“Gostaria que o nosso primeiro grande desejo fosse por uma Igreja unida, um sinal de unidade e comunhão, que se torne fermento para um mundo reconciliado”, disse. “No nosso tempo, ainda vemos muita discórdia, muitas feridas causadas pelo ódio, pela violência, pelo preconceito, pelo medo da diferença e por um paradigma econômico que explora os recursos da Terra e marginaliza os mais pobres.”

Veja

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Morre Pepe Mujica, ex-presidente do Uruguai, aos 89 anos

Foto: JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL

José “Pepe” Mujica, ex-presidente do Uruguai, morreu nesta terça-feira (13), aos 89 anos. A informação foi confirmada pelo atual presidente uruguaio, Yamandú Orsi. Entretanto, a causa da morte ainda não foi divulgada.

José “Pepe” Mujica, ex-presidente do Uruguai, morreu nesta terça-feira (13), aos 89 anos. A informação foi confirmada pelo atual presidente uruguaio, Yamandú Orsi. Entretanto, a causa da morte ainda não foi divulgada.

Quem foi Pepe Mujica?

Pepe Mujica nasceu em 1935, em Montevidéu, onde morou ao longo de toda a vida. Começou na política no Partido Nacional, um dos mais tradicionais do Uruguai, onde foi secretário-geral da Juventude.

Fundador do principal grupo guerrilheiro do Uruguai, ficou preso mais de uma década, foi torturado pela ditadura e acabou chegando ao poder décadas depois.

Mujica se tornou o um dos presidentes mais queridos internacionalmente e colocou o Uruguai, o segundo menor país da América do Sul, na lupa mundial.

CNN 

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Zelensky diz estar pronto para encontrar Putin nesta semana na Turquia

Foto: Alexey DANICHEV / SPUTNIK/Simon Wohlfahrt/Bloomberg/Getty Images

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou neste domingo, 11, que está pronto para encontrar o presidente russo, Vladimir Putin, para negociações em Istambul na próxima quinta-feira, após o presidente americano, Donald Trump, alertar que ele deveria concordar com uma oferta de negociações com Moscou imediatamente, sem a condição de um cessar-fogo inicial de 30 dias.

Em publicação no X, antigo Twitter, ele disse que a Ucrânia espera um cessar-fogo total já na segunda-feira como forma de criar a base necessária para a diplomacia pelo fim da guerra.

“E estarei esperando por Putin na Turquia na quinta-feira”, disse Zelensky.

No sábado, Putin propôs a realização de “conversas diretas” com a Ucrânia em busca de um acordo de paz para a guerra que já dura mais de três anos. O governante defendeu que as negociações aconteçam na próxima semana, a partir do dia 15 de maio, quinta-feira. Putin acrescentou que vai dialogar com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, neste domingo para possibilitar que o proposto encontro entre representantes da Rússia e da Ucrânia aconteça em Istambul.

As declarações do presidente russo acontecem em meio à pressão de líderes europeus por um cessar-fogo. O grupo formado por Ucrânia, Reino Unido, Alemanha, França e Polônia definiu uma trégua incondicional de trinta dias a partir de segunda e fez um ultimato: ameaçou a Rússia com novas sanções caso a pausa no conflito não seja respeitada. O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, reagiu à manifestação dos líderes europeus afirmando que a Rússia iria “refletir” sobre a proposta, mas que era “inútil” tentar pressionar Moscou.

A proposta de Putin foi feita em um pronunciamento, direto do Kremlin, transmitido pela TV russa. “Nós buscamos conversas sérias para remover as origens das causas do conflito e seguir em frente por uma paz forte e duradoura”, afirmou. “Nós estamos propondo a Kiev retomar negociações diretas, sem pré-condições”, disse Putin. “Nós oferecemos às autoridades de Kiev a retomada das negociações já nesta quinta, em Istambul.”

O presidente russo acrescentou que não descarta que, durante essas conversas, Rússia e Ucrânia possam concordar com “novos cessar-fogos, uma nova  se trégua”.

Veja

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Papa Leão XIV pede paz na Ucrânia e em Gaza em 1ª oração de domingo: ‘Apelo sempre atual’

Imagem: Vatican / News

Neste domingo (11), o Papa Leão XIV pediu paz na Ucrânia e em Gaza na primeira oração de domingo como líder da Igreja Católica. O pontífice pediu que os países consigam alcançar “uma paz autêntica, justa e duradoura”.

O Papa relembrou o fim da Segunda Guerra Mundial, que completou 85 anos no último dia 8. “Nesse cenário dramático de uma Terceira Guerra Mundial em pedaços, como tantas vezes afirmou Papa Francisco, me dirijo aos grandes do mundo repetindo o apelo sempre atual: nunca mais a guerra”, pediu.

“Trago no meu coração o sofrimento do amado povo ucraniano e que se faça aquilo que seja possível para alcançar uma paz autêntica, justa e duradoura. Que todos os prisioneiros sejam libertados e as crianças retornem às suas famílias”, disse o Papa.

Ele também citou Gaza e celebrou o cessar-fogo entre Índia e Paquistão. “Me dói profundamente aquilo que acontece na Faixa de Gaza, que cesse imediatamente o fogo. Que se preste o socorro humanitário à toda a população civil e que todos os reféns sejam liberados”, afirmou

“Acolhi com satisfação o anúncio do cessar-fogo entre Índia e Paquistão e espero que através das próximas negociações se possa alcançar um acordo duradouro. Existem tantos outros conflitos no mundo, confio à Rainha da Paz este forte apelo para que ela apresente ao Senhor Jesus para que alcancemos o milagre da paz”, completou.

Antes, ao começar o dia de oração, o Papa Leão XIV citou que é preciso acolher os jovens. “A Igreja tem necessidade delas e é importante que os jovens encontrem nas nossas comunidades acolhimento, escuta e encorajamento no caminho vocacional e possam contar com modelos críveis de dedicação generosa à Deus e aos irmãos”, pontuou.

“Aos jovens eu digo: não tenhais medo! Aceitem o convite de Cristo e do Senhor. Que a Virgem Maria, cuja vida inteira foi uma resposta ao chamado do Senhor, nos acompanhe sempre no seguimento de Jesus”, afirmou.

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Papa Leão XIV visita túmulo de Francisco durante primeira saída do Vaticano

O Papa Leão 14 fez neste sábado (10) sua primeira viagem para fora do Vaticano, em local a cerca de uma hora a leste de Roma, para visitar um santuário católico, parando no caminho de volta para prestar homenagens no túmulo de seu antecessor, Francisco.Leão 14 acenou do lado do passageiro de um Volkswagen ao chegar à Basílica de Santa Maria Maior, em Roma. Entrando na igreja sob alguns gritos de “Viva il papa” (Viva o papa), Leão 14 caminhou lentamente até o túmulo de Francisco, depositando nele uma flor branca.

Ele então se ajoelhou em oração por alguns momentos.

O novo papa fez a viagem até Santa Maria Maior depois de viajar para a pequena cidade de Genazzano, onde havia visitado anteriormente um santuário dedicado à Virgem Maria.

Leão 14 — o ex-cardeal norte-americano Robert Prevost — foi eleito papa em 8 de maio. Ele é membro da ordem religiosa agostiniana, que administra o Santuário de Nossa Senhora do Bom Conselho em Genazzano.

O papa apertou as mãos e ofereceu bênçãos a algumas pessoas na multidão antes de entrar no santuário.

No final da visita, ele disse aos presentes no santuário que queria ir rezar pedindo orientação nos primeiros dias de seu papado, de acordo com uma declaração do Vaticano.

O papa Francisco, falecido em 21 de abril, fazia visitas surpresa a locais católicos perto de Roma com bastante frequência. Ele pediu para ser sepultado em Santa Maria Maior, em um túmulo simples, decorado apenas com a inscrição “Francisco”, seu nome em latim.

Francisco tinha uma devoção especial pela basílica, outro santuário mariano. Nos primeiros dias após seu sepultamento, mais de 30.000 pessoas lotaram a igreja para visitar seu local de descanso final.’

Folhapress

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