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Trump dá ultimato até domingo para Hamas e fala em ‘inferno total’ se grupo não aceitar plano de paz

Foto: Alex Wong/Getty Images/AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estendeu até domingo (5), às 18h, o prazo para o Hamas responder ao seu plano de paz para encerrar quase dois anos de guerra em Gaza.

Trump foi enfático nesta sexta-feira (3): “Se nesta última chance não houver acordo, um inferno total, como nunca antes visto, será lançado contra o Hamas”.

O plano de paz prevê:

  • cessar-fogo imediato;

  • libertação de reféns israelenses em 72 horas;

  • desarmamento do Hamas;

  • retirada gradual do Exército israelense;

  • criação de um governo pós-guerra em Gaza, sem o Hamas ou a Autoridade Palestina.

O Hamas pediu mais tempo para analisar a proposta e tenta renegociar pontos como o desarmamento e garantias de retirada completa de Israel. A facção está dividida entre uma ala que defende aceitar o acordo e outra que exige alterações.

O projeto tem apoio de Israel, de países árabes e ocidentais e recebeu elogios do governo brasileiro.

A guerra começou com o ataque terrorista do Hamas, que matou 1.200 pessoas em Israel. A retaliação israelense já deixou ao menos 66.225 mortos em Gaza, segundo dados do Ministério da Saúde local, reconhecidos pela ONU.

Com informações de Folha de S. Paulo

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VÍDEO: Prédio de 17 andares se abre de cima a baixo em Nova York


Um prédio de 17 andares em Nova York sofreu um colapso parcial na manhã desta quarta-feira, 1º, e se abriu de cima a baixo. Parte da chaminé da estrutura cedeu por volta das 8h13 no horário local (9h13 em Brasília), explicou o Corpo de Bombeiros da Cidade.

Autoridades locais declararam estado de “grande emergência” e mobilizaram grande aparato de resgate, com equipes de bombeiros, drones e cães farejadores para garantir que não haja pessoas presas aos escombros. Não há registro oficial de vítimas até o momento. Além disso, o fornecimento de gás foi cortado no prédio como medida de segurança.

O Corpo de Bombeiros informou inicialmente que atendia a um chamado de possível explosão, mas não confirmou a causa exata do colapso no prédio. As investigações continuam, enquanto equipes de emergência seguem no local para avaliar a estabilidade da construção e evitar novos riscos.

O Departamento de Gerenciamento de Emergências de Nova York (NYCEM) montou um abrigo temporário em um centro comunitário na região e ônibus foram disponibilizados para acolher moradores deslocados.

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Trump anuncia tarifa de 10% sobre madeira e 25% sobre armários e móveis

Foto: Christopher Furlong/Pool via REUTERS

O presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou nesta segunda-feira (29) tarifas de 10% sobre madeira e vários produtos de madeira, e outros 25% sobre armários de cozinha, penteadeiras e móveis estofados de madeira.

Em uma publicação na Truth Social, o líder americano disse que as taxas entrarão em vigor em 14 de outubro e acrescentou que, em 1º de janeiro de 2026, aumentará a tarifa sobre armários para 30% e sobre móveis estofados para 50%.

Na publicação, Trump disse que as tarifas sobre madeira eram necessárias para fortalecer as indústrias locais dos EUA e apoiar a segurança nacional.

“Na minha opinião, as ações desta proclamação irão, entre outras coisas, fortalecer as cadeias de suprimentos, reforçar a resiliência industrial, criar empregos de alta qualidade e aumentar a utilização da capacidade doméstica de produtos de madeira, de modo que os Estados Unidos possam satisfazer totalmente o consumo doméstico e, ao mesmo tempo, criar benefícios econômicos por meio do aumento das exportações”, escreveu Trump.

Em março deste ano, a Casa Branca ordenou que o Departamento de Comércio investigasse as potenciais ameaças à segurança nacional representadas pela madeira importada – a maior parte proveniente do Canadá.

Trump vem criticando o vizinho do norte dos EUA há meses por suas exportações significativas de madeira para os EUA.

O líder americano afirma rotineiramente que o país têm árvores suficientes para atender às suas próprias necessidades de madeira e criticou duramente as tarifas canadenses sobre a madeira serrada americana, alegando que o país podem prescindir da madeira canadense.

Em sua ordem executiva de março que deu início à investigação, Trump afirmou que os EUA têm uma “abundância de recursos madeireiros mais do que suficiente para atender às nossas necessidades domésticas de produção de madeira”.

Segundo especialistas do setor, as tarifas podem acabar aumentando os custos da madeira e da construção — e até mesmo elevar os preços das casas para os consumidores.

Os Estados Unidos têm 300 bilhões de árvores, mas economistas e construtores de casas alertam que o país não tem atualmente capacidade industrial para atender à demanda e que impor uma tarifa significativa às importações de madeira canadense pode agravar ainda mais a atual crise de acessibilidade à moradia.

A madeira serrada é um ingrediente essencial na indústria de construção residencial americana, e os Estados Unidos obtêm cerca de 30% da madeira macia que usam anualmente do Canadá.

As importações de madeira do país vizinho já estão sujeitas a direitos compensatórios e antidumping de 14,5%.

CNN

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Secretário de Comércio de Trump diz que é preciso “consertar” o Brasil

EFE/EPA/Samuel Corum / POOL

O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, afirmou que é preciso “consertar” o Brasil para o país agir corretamente e parar de tomar ações que prejudiquem os norte-americanos.

Além do Brasil, o secretário citou Suíça e Índia como países que precisam “entrar no jogo” de Donald Trump para terem acesso ao mercado dos EUA.

“Temos um monte de países para consertar, como Suíça, Brasil e Índia. São países que precisam realmente reagir corretamente com a América. Abrir seus mercados, parar de tomar ações que prejudicam a América. É por isso que estamos em ‘impedimento’ com eles”, disse Lutnick em entrevista ao programa NewsNation, divulgada neste sábado (27).

“Esses países precisam entender que se você quer vender aos consumidores dos Estados Unidos, você tem que entrar no jogo do presidente dos Estados Unidos”, continuou o auxiliar de Trump.

Assim como o Brasil, a Índia também é tarifada em 50% pelos EUA. No caso do país asiático, porém, 25% da taxação é pela compra de petróleo russo.

Já produtos da Suíça enfrentam tarifas de 39% para entrarem nos EUA.

Índia e Suíça também fazem parte do grupo afetado por tarifas de até 100% para uma série de produtos, incluindo produtos farmacêuticos e caminhões, que passarão a valer a partir de 1º de outubro.

CNN Brasil

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[VÍDEO] Esposa de Charlie Kirk diz que perdoa assassino do marido em funeral nos EUA: “é isso que Cristo faria”

A viúva do ativista Charlie Kirk, Erika Kirk, emocionou milhares de pessoas ao declarar publicamente que perdoa o assassino do marido durante o funeral realizado neste domingo (21) em Glendale, no Arizona. Ovacionada pela multidão, ela disse: “Eu o perdoo porque é isso que Cristo faria”, após lembrar que o influenciador conservador tentava salvar jovens como o homem que o matou.

O funeral reuniu quase 100 mil pessoas, entre elas autoridades políticas, lideranças cristãs e admiradores do ativista, que tinha 31 anos. O presidente dos Estados Unidos Donald Trump, o bilionário Elon Musk, o vice-presidente J.D. Vance e integrantes do alto escalão do governo norte-americano compareceram à cerimônia.

Charlie Kirk foi assassinado no dia 10 de setembro, enquanto discursava para estudantes da Universidade Utah Valley. O atirador, que baleou o influenciador no pescoço, foi preso e a promotoria do caso deve pedir pena de morte. Kirk era aliado de Trump e ficou conhecido por fundar a organização conservadora Turning Point USA.

Ao fazer seu discurso, Erika, que assumiu a presidência da organização liderada pelo marido, se emocionou ao ser ovacionada pelo público. Ela também disse que sente saudades dele todos os dias.

Emocionada, afirmou que Charlie buscava orientar e transformar vidas, inclusive a de jovens em situação de vulnerabilidade.

Trump, último a discursar, agradeceu a contribuição de Kirk ao movimento conservador e declarou que o influenciador “não será esquecido pela história”. Já Vance destacou que, mesmo diante da tragédia, o funeral se tornou uma celebração da vida do ativista.

g1

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Brasil vira antagonista dos EUA na ONU no primeiro encontro cara a cara entre Lula e Trump

Foto: Reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve se converter no principal antagonista do presidente americano, Donald Trump, durante a abertura da 80ª Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU).

Essa é a primeira viagem oficial de Lula aos Estados Unidos desde a posse de Trump, em janeiro. Desde então, a relação do Palácio do Planalto com a Casa Branca piorou sensivelmente.

O presidente desembarcou na noite de domingo, dia 21, com uma comitiva mais enxuta que de costume e foi alvo de protestos de opositores . As atividades oficiais começam na manhã desta segunda-feira, dia 22.

Os presidentes poderão se encontrar cara a cara pela primeira vez nos corredores da ONU. Como de praxe, cabe ao Brasil fazer o discurso de abertura do Debate Geral da assembleia, na manhã de terça-feira, dia 23.

Crise na relação bilateral

Trump ocupará a tribuna logo após Lula encerrar seu pronunciamento. O governo brasileiro entende que os contrastes com Trump ficarão claros nos discursos de ambos.

Não há pedidos de conversa articulada entre eles. O governo Lula receia de gestos de humilhação ao presidente e pondera que o ambiente não é propício para uma discussão substantiva da relação bilateral, mas não descarta um aperto de mãos caso se cruzem no corredor. Lula deve assistir ao discurso de Trump no plenário.

Os mais experientes ex-embaixadores brasileiros em Washington, estudiosos da relação bilateral, classificaram o atual momento como o pior em 200 anos de relações diplomáticas. Ameaças de novas punições ao Brasil em virtude do apoio de Trump ao ex-presidente Jair Bolsonaro tendem a degradar ainda mais esse relacionamento e podem ser concretizadas durante a estada do petista nos EUA.

Esses diplomatas avaliam que Lula errou ao apoiar os democratas para sucessão de Joe Biden, mas concordam que o republicano praticou uma ingerência na política doméstica brasileira. Eles divergem sobre a conveniência de um contato direto e pessoal com Trump, como um telefonema.

Os diplomatas dos dois países não escondem que a divergência tem razão política. A Casa Branca insiste na tese de suposta defesa da liberdade de expressão por parte de Trump, que vê uma caça às bruxas na condenação de Bolsonaro, com quem ele se comparou, e na alegada perseguição às plataformas digitais – big techs.

O Planalto, porém, enxerga no tarifaço de 50% e na pressão por meio de sanções pessoais (corte de vistos e cerco financeiro da Lei Magnistky) a ministros do governo e do Supremo Tribunal Federal, sobretudo a Alexandre de Moraes, uma tentativa de ingerência nas eleições de 2026. Segundo essa leitura, Trump quer ver um governo “submisso” no maior país da América Latina, conter a esquerda e uma postura “insubordinada” de Lula no que consideram o “quintal” e zona de crescente influência geoeconômica da China.

De visões opostas sobre conflitos geopolíticos à emergência climática, passando pelo tarifaço global e pelo debate sobre regulação big techs, há uma série de pontos de choque entre os governos de Brasil e Estados Unidos.

Nos bastidores, existe o temor de que autoridades públicas brasileiras sejam alvo de novas sanções ou até mesmo que o País sofra com novas tarifas e sanções secundárias sobre a compra do diesel e fertilizantes russos. Caso se confirmem, Lula deve reagir já na tribuna da ONU.

Antes da Assembleia, o Departamento de Estado retardou a concessão de vistos diplomáticos e impôs restrições de locomoção a mais de um representante do governo brasileiro.

Impedido de circular livremente em NY e de ir a uma reunião de ministros da Saúde em Washington, como pretendia, Alexandre Padilha desistiu de viajar. Em carta, apontou obscurantismo e prejuízos potenciais ao País.

Integrantes da delegação brasileira que ocupam postos de menor escalão receberam a restrição de se locomoverem apenas em Nova York.

Como mostrou o Estadão, essa mesma restrição tem sido aplicada a regimes rivais dos EUA e autoritários: China, Rússia, Irã, Síria, Venezuela e Cuba.

Em vez de discutir o caso diretamente com o Departamento de Estado, o governo Lula tomou a iniciativa de escalar o que considera uma decisão arbitrária e descabida. Pediu intervenção do secretário-geral da ONU, António Guterres. O chanceler Mauro Vieira escreveu uma carta a Guterres.

O episódio não deve passar batido do discurso do petista. O presidente considera mencionar em tom de repúdio a restrição inédita à comitiva do Brasil e o banimento completo da delegação Palestina.

Estadão

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Funeral de Charlie Kirk reúne mais de 100 mil pessoas em estádio, com presenças de Musk e Trump

Foto: Reprodução/Reuters

Mais de 100 mil pessoas se reúnem no estádio State Farm, em Glendale, Arizona (EUA), neste domingo (21), para participar do funeral do ativista conservador Charlie Kirk. Ele foi baleado e morto no último dia 10 de setembro, enquanto palestrava na Universidade do Vale de Utah. As informações são da CNN Internacional.

A cerimônia conta com a presença da viúva de Kirk, Erika Kirk, do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e de seu vice, JD Vance, que devem discursar mais tarde durante o evento. O empresário Elon Musk, ex-alto funcionário do governo Trump, também marcou presença, bem como autoridades do gabinete de Trump.

Rob McCoy, pastor emérito da Capela Godspeak Calvary, na Califórnia, que diz que Kirk o considerava seu pastor, foi o primeiro orador a subir no palco. Ele recebeu muitos aplausos ao declarar “Turning Point vivo e bem” — Turning Point é o nome da instituição fundada por Kirk. Então, discursou sobre o ativista e lembrou-se dele um cristão devoto: “Charlie nunca teve medo, porque sabia que sua vida estava segura nas mãos de Deus”, afirmou.

O estádio State Farm, com capacidade para cerca de 63 mil pessoas, ficou lotado, com pessoas nas arquibancadas e também no gramado, segundo as autoridades locais. “Vários milhares” de pessoas ainda fazem fila para tentar entrar no estádio ou se acomodam na parte externa do local. Pelo seu tamanho e características, o evento será teste em momento de hostilidades.

“Este local pode ser visto como um alvo atraente para um agente hostil devido à sua visibilidade”, disse Jonathan Wackrow, ex-agente do Serviço Secreto dos EUA e colaborador da CNN, especializado em gestão de riscos.

“O potencial de ser interrompido por uma série de ameaças diferentes, ou mesmo pela ameaça de uma ameaça, é algo em que as autoridades policiais realmente precisam se concentrar e, em seguida, implementar os protocolos de mitigação imediatamente”, acrescentou.

Na sexta-feira (19), um homem foi preso por supostamente se passar por policial e levar uma arma a esse mesmo estádio onde acontece o funeral de Kirk. Joshua Runkles, de 42 anos, foi detido após demonstrar “comportamento suspeito”.

Segundo um porta-voz do Serviço Secreto à ABC News, Runkles foi abordado por funcionários da agência e alegou que era membro da polícia e que estava armado. Ele foi detido pelo Departamento de Segurança Pública do Ariozna (DPS, na sigla em inglês) e levado para a Cadeia do Condado de Maricopa, mas liberado após o pagamento de fiança. Uma investigação está em andamento.

SBT News

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EUA: homem armado é preso ao tentar entrar no funeral de Charlie Kirk

Foto: Joe Raedle/Getty Images

Um homem identificado como Joshua Runkles foi preso neste sábado (20/9) ao tentar entrar armado no local do funeral do ativista norte-americano Charlie Kirk, no estado do Arizona, nos Estados Unidos. O ativista foi assassinado no último dia 10.

Conforme a polícia local, o homem preso estava com uma pistola, um revólver e várias facas. Ele desobedeceu à ordem das autoridades locais que não permitiam a entrada de pessoas armadas no estádio State Farm Stadium Friday, local da celebração em memória de Kirk.

Por tentar entrar armado em local proibido, Joshua deve responder pela acusação de contravenção penal, conforme informações do Departamento de Segurança do Arizona. Inicialmente, ele foi levado para a cadeia do condado de Maricopa, mas foi libertado com pagamento de fiança.

“Não acreditamos que essa pessoa estivesse tentando algo nefasto, mas o avanço não foi feito em coordenação adequada com a equipe de segurança da TPUSA (organização de defesa dos valores conservadores) ou com o Serviço Secreto dos EUA”, escreveu o porta-voz da TPUSA, Andrew Kolvet, na rede social X.

O funeral do ativista de direita está marcado para o domingo (21/9). A entrada é aberta ao público, mediante cadastro prévio na internet, e o presidente dos EUA, Donald Trump, deve discursar no evento.

O ativista conservador e aliado Trump, Charlie Kirk, morreu após ser baleado no último dia 10, durante um evento na Universidade Utah Valley, em Utah.

Kirk participava de uma turnê com pelo menos 14 eventos programados em campi universitários pelo país neste outono. Ele tinha 31 anos e era uma das vozes mais influentes do conservadorismo americano, sendo responsável pela fundação da Turning Point USA em 2012.

Metrópoles

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Funeral de Charlie Kirk acontece neste domingo; cerimônia terá discurso de Trump

Foto: REUTERS/Bernadett Szabo

O funeral do influenciador conservador Charlie Kirk, assassinado há quase duas semanas em Utah (EUA), acontece neste domingo (21/9) no estádio State Farm, em Glendale, na região metropolitana de Phoenix, Arizona. A cerimônia, que contará com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e de outros republicanos de destaque, será um teste para o serviço secreto americano.

O estádio deve ficar lotado, e os EUA prepararam um grande esquema de segurança para o funeral. O ativista conservador pró-Trump Charlie Kirk, de 31 anos, foi morto enquanto discursava em um debate na Universidade de Utah Valley, no dia 10 de setembro. Ele foi baleado no pescoço.

O suposto atirador, Tyler Robinson, de 22 anos, foi preso no dia seguinte e indiciado por homicídio qualificado. Ele pode ser condenado à pena de morte. O assassinato levanta preocupações sobre o aumento dos níveis de violência política nos Estados Unidos.Também desencadeou uma onda de censura contra pessoas que criticavam as falas de Kirk e a ultradireita.

Após sua morte, o corpo de Kirk foi transportado de Utah para o Arizona, onde morava, a bordo do Air Force 2. O traslado foi acompanhado pelo vice-presidente americano, JD Vance. O influenciador era um defensor e aliado do governo Trump.

Celebrar o “legado duradouro”

O Turning Point USA, movimento político fundado por Kirk para mobilizar jovens eleitores conservadores, confirmou que o funeral será público para celebrar a “vida notável e o legado duradouro” do influenciador.

A cerimônia começa na manhã de domingo. O estádio State Farm tem capacidade para 63 mil pessoas e é a arena do Arizona Cardinals, time de futebol americano (NFL). O público precisou se inscrever para assistir ao evento, e os ingressos serão distribuídos por ordem de chegada.

O Arizona era o estado onde Kirk vivia com a esposa e os dois filhos. É também a sede do movimento político que ele fundou.

Personalidades presentes

O funeral contará com a presença de várias das personalidades conservadoras mais proeminentes do país. O presidente Trump, que culpou a esquerda radical pelo crime, confirmou sua participação no dia seguinte ao assassinato. “Quando for, eu vou”, disse. “Me pediram para ir e acho que tenho a obrigação de fazer isso”, declarou.

Trump fará um discurso durante a cerimônia, de acordo com o programa divulgado pelo Turning Point. O vice-presidente Vance e a viúva de Kirk, Erika, também discursarão. Em sua primeira declaração pública após o assassinato, Erika prometeu que a “missão poderosa” do marido “vai continuar” e que “os malfeitores não fazem ideia do que desencadearam em todo o país e no mundo”.

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, a chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, são outros convidados de alto nível que irão ao Arizona para homenagear Kirk.

Metrópoles

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Papa Leão XIV diz que família é ‘pai, mãe e filhos’ e que casamento é ‘para um homem e uma mulher’

Papa Leão XIV defende união entre homem e mulher como "base da sociedade" |  CNN Brasil

Em uma nova biografia lançada nesta semana, o papa Leão XIV afirma que não pretende ordenar mulheres, embora esteja disposto a ouvir outras opiniões sobre o tema. Ele declara que quer evitar “políticas partidárias” e promete acolher “todos, todos, todos”, incluindo católicos LGBT, mas sem alterar a doutrina oficial da Igreja contra a homossexualidade.

“O casamento é para um homem e uma mulher”, disse o pontífice, que definiu “família” como “pai, mãe e filhos”.

O livro “Leão XIV: Cidadão do Mundo, Missionário do Século XXI” foi publicado em espanhol e terá versão em inglês no próximo ano. A obra reúne as reflexões mais extensas do papa desde sua eleição, em maio.

Leão XIV, que completou 70 anos no domingo, busca reduzir as divisões em uma Igreja com 1,4 bilhão de fiéis. A autora da biografia é a jornalista norte-americana Elise Ann Allen, correspondente do Vaticano pelo veículo Crux, e traz trechos de três horas de entrevistas com o chefe da Igreja Católica em julho.

Revista Oeste

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