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EUA: homem armado é preso ao tentar entrar no funeral de Charlie Kirk

Foto: Joe Raedle/Getty Images

Um homem identificado como Joshua Runkles foi preso neste sábado (20/9) ao tentar entrar armado no local do funeral do ativista norte-americano Charlie Kirk, no estado do Arizona, nos Estados Unidos. O ativista foi assassinado no último dia 10.

Conforme a polícia local, o homem preso estava com uma pistola, um revólver e várias facas. Ele desobedeceu à ordem das autoridades locais que não permitiam a entrada de pessoas armadas no estádio State Farm Stadium Friday, local da celebração em memória de Kirk.

Por tentar entrar armado em local proibido, Joshua deve responder pela acusação de contravenção penal, conforme informações do Departamento de Segurança do Arizona. Inicialmente, ele foi levado para a cadeia do condado de Maricopa, mas foi libertado com pagamento de fiança.

“Não acreditamos que essa pessoa estivesse tentando algo nefasto, mas o avanço não foi feito em coordenação adequada com a equipe de segurança da TPUSA (organização de defesa dos valores conservadores) ou com o Serviço Secreto dos EUA”, escreveu o porta-voz da TPUSA, Andrew Kolvet, na rede social X.

O funeral do ativista de direita está marcado para o domingo (21/9). A entrada é aberta ao público, mediante cadastro prévio na internet, e o presidente dos EUA, Donald Trump, deve discursar no evento.

O ativista conservador e aliado Trump, Charlie Kirk, morreu após ser baleado no último dia 10, durante um evento na Universidade Utah Valley, em Utah.

Kirk participava de uma turnê com pelo menos 14 eventos programados em campi universitários pelo país neste outono. Ele tinha 31 anos e era uma das vozes mais influentes do conservadorismo americano, sendo responsável pela fundação da Turning Point USA em 2012.

Metrópoles

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Funeral de Charlie Kirk acontece neste domingo; cerimônia terá discurso de Trump

Foto: REUTERS/Bernadett Szabo

O funeral do influenciador conservador Charlie Kirk, assassinado há quase duas semanas em Utah (EUA), acontece neste domingo (21/9) no estádio State Farm, em Glendale, na região metropolitana de Phoenix, Arizona. A cerimônia, que contará com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e de outros republicanos de destaque, será um teste para o serviço secreto americano.

O estádio deve ficar lotado, e os EUA prepararam um grande esquema de segurança para o funeral. O ativista conservador pró-Trump Charlie Kirk, de 31 anos, foi morto enquanto discursava em um debate na Universidade de Utah Valley, no dia 10 de setembro. Ele foi baleado no pescoço.

O suposto atirador, Tyler Robinson, de 22 anos, foi preso no dia seguinte e indiciado por homicídio qualificado. Ele pode ser condenado à pena de morte. O assassinato levanta preocupações sobre o aumento dos níveis de violência política nos Estados Unidos.Também desencadeou uma onda de censura contra pessoas que criticavam as falas de Kirk e a ultradireita.

Após sua morte, o corpo de Kirk foi transportado de Utah para o Arizona, onde morava, a bordo do Air Force 2. O traslado foi acompanhado pelo vice-presidente americano, JD Vance. O influenciador era um defensor e aliado do governo Trump.

Celebrar o “legado duradouro”

O Turning Point USA, movimento político fundado por Kirk para mobilizar jovens eleitores conservadores, confirmou que o funeral será público para celebrar a “vida notável e o legado duradouro” do influenciador.

A cerimônia começa na manhã de domingo. O estádio State Farm tem capacidade para 63 mil pessoas e é a arena do Arizona Cardinals, time de futebol americano (NFL). O público precisou se inscrever para assistir ao evento, e os ingressos serão distribuídos por ordem de chegada.

O Arizona era o estado onde Kirk vivia com a esposa e os dois filhos. É também a sede do movimento político que ele fundou.

Personalidades presentes

O funeral contará com a presença de várias das personalidades conservadoras mais proeminentes do país. O presidente Trump, que culpou a esquerda radical pelo crime, confirmou sua participação no dia seguinte ao assassinato. “Quando for, eu vou”, disse. “Me pediram para ir e acho que tenho a obrigação de fazer isso”, declarou.

Trump fará um discurso durante a cerimônia, de acordo com o programa divulgado pelo Turning Point. O vice-presidente Vance e a viúva de Kirk, Erika, também discursarão. Em sua primeira declaração pública após o assassinato, Erika prometeu que a “missão poderosa” do marido “vai continuar” e que “os malfeitores não fazem ideia do que desencadearam em todo o país e no mundo”.

O secretário de Estado americano, Marco Rubio, a chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, e o secretário de Defesa, Pete Hegseth, são outros convidados de alto nível que irão ao Arizona para homenagear Kirk.

Metrópoles

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Papa Leão XIV diz que família é ‘pai, mãe e filhos’ e que casamento é ‘para um homem e uma mulher’

Papa Leão XIV defende união entre homem e mulher como "base da sociedade" |  CNN Brasil

Em uma nova biografia lançada nesta semana, o papa Leão XIV afirma que não pretende ordenar mulheres, embora esteja disposto a ouvir outras opiniões sobre o tema. Ele declara que quer evitar “políticas partidárias” e promete acolher “todos, todos, todos”, incluindo católicos LGBT, mas sem alterar a doutrina oficial da Igreja contra a homossexualidade.

“O casamento é para um homem e uma mulher”, disse o pontífice, que definiu “família” como “pai, mãe e filhos”.

O livro “Leão XIV: Cidadão do Mundo, Missionário do Século XXI” foi publicado em espanhol e terá versão em inglês no próximo ano. A obra reúne as reflexões mais extensas do papa desde sua eleição, em maio.

Leão XIV, que completou 70 anos no domingo, busca reduzir as divisões em uma Igreja com 1,4 bilhão de fiéis. A autora da biografia é a jornalista norte-americana Elise Ann Allen, correspondente do Vaticano pelo veículo Crux, e traz trechos de três horas de entrevistas com o chefe da Igreja Católica em julho.

Revista Oeste

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Governo Trump cancela visto de médico brasileiro que comemorou assassinato de Charlie Kirk

Foto: Reprodução/ Redes Sociais

O governo dos Estados Unidos (EUA) cancelou o visto do neurocirurgião Ricardo Barbosa, após o médico brasileiro comemorar o assassinato de Charlie Kirk, liderança de direita que levou um tiro no pescoço na quarta-feira (10/9) enquanto palestrava em Utah. Segundo o número-dois da diplomacia norte-americana, Cristopher Landau, a perda do visto será para sempre.

Escreveu o vice-secretário de Estado do governo de Donald Trump ao anunciar a medida:

“De todo o conteúdo online depravado que já vi, este talvez seja o mais assustador. Este é um NEUROCIRURGIÃO do Brasil. Ele não apenas elogia o assassino de Charlie Kirk por sua ‘pontaria impecável’, mas também, com precisão cirúrgica, especifica ‘coluna cervical’. Este é um profissional licenciado que fez o Juramento de Hipócrates?”

“Eu pessoalmente ordenei ao chefe de Assuntos Consulares que revogasse seu visto americano, se ele tivesse um, e que colocasse um alerta nele para garantir que nunca o recebesse. Também gostaria de pensar que as autoridades brasileiras de licenciamento se interessariam por um neurocirurgião que deseja publicamente a morte de pessoas com cujas opiniões políticas discorda”, finalizou Landau.

O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (CRM-PE) abriu um procedimento para investigar a conduta de Ricardo Barbosa. A apuração ocorre após uma denúncia formalizada pelo vereador Thiago Medina (PL).

Coluna Paulo Cappelli – Metrópoles

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Quem é Tyler Robinson, suspeito de matar o influenciador Charlie Kirk

Foto: Obtido pela CNN

Crescendo em um subúrbio de Utah, Tyler Robinson, suspeito de matar o influenciador Charlie Kirk, parecia estar em um caminho promissor: ele tinha uma família unida e obteve boas notas em provas, de acordo com postagens nas redes sociais.

Depois de se formar no ensino médio em 2021, ele filmou um vídeo recitando orgulhosamente uma carta da Universidade Estadual de Utah oferecendo-lhe uma bolsa de estudos por mérito de quatro anos.

Mas Robinson deixou a escola estadual depois de apenas um semestre, tirou uma licença e nunca mais retornou.

Agora, as autoridades estão trabalhando para entender o que aconteceu nos anos seguintes que levaram Robinson ao telhado onde ele supostamente atirou no ativista conservador Charlie Kirk esta semana.

O assassinato levou a recriminações angustiadas em todo o espectro político dos Estados Unidos.

Enquanto a polícia ainda investiga o assassinato, as autoridades apontaram o que descreveram como mensagens antifascistas gravadas em estojos de balas de um rifle encontrado perto do local do tiroteio mortal como possível evidência de uma motivação política.

Uma das balas tinha a inscrição “Ei, fascista! Pegue!” — uma mensagem que o governador de Utah, Spencer Cox, disse na sexta-feira “falar por si só”.

Um familiar de Robinson disse aos investigadores que o suposto atirador “tinha se tornado mais político nos últimos anos” e, em particular, havia atacado Kirk em um jantar familiar recente, disse Cox.

Mas as mensagens nas cápsulas de bala também incluíam uma mistura de memes e alusões a videogames, sugerindo uma imersão profunda em um mundo online cheio de ironia, onde os significados podem ser difíceis de decifrar com precisão.

Essas mensagens incluíam uma série de setas representando os controles usados ​​para realizar um ataque no videogame Helldivers 2 e letras de uma música italiana popular ligada aos antifascistas — mas também popularizada mais recentemente em outro jogo, Far Cry 6, e em uma série da Netflix.

‘Silêncio o tempo todo’

Pessoas que conheceram Robinson descreveram memórias diferentes de suas inclinações políticas.

Um eletricista que trabalhou com Robinson em um projeto há apenas algumas semanas – e pediu para não ser identificado, assim como outros que falaram sobre Robinson, devido à sensibilidade da situação – descreveu seu colega como uma figura tímida que “não conversava a menos que alguém lhe dirigisse a palavra”.

Robinson “não falava muito sobre política… a menos que alguém mencionasse o assunto”, disse o eletricista, acrescentando que “ele não gostava muito de Trump ou Charlie (Kirk)”.

Mas, há alguns anos, no ensino médio, Robinson — assim como sua família — era politicamente conservador e apoiou o presidente Donald Trump antes das eleições de 2020, disse um dos ex-colegas de classe de Robinson à CNN.

“Quando eu o conheci e sua família, eles eram como o Trump fanático”, disse o ex-colega de classe. “Quando isso aconteceu, eu pensei… não sei o que mudou.”

Os registros de registro de eleitores mostram que Robinson está atualmente registrado para votar sem ser filiado a nenhum partido, embora nunca tenha votado, disse o escrivão do Condado de Washington em um comunicado.

O ex-colega de classe descreveu Robinson como alguém “muito, muito apaixonado por jogos” e interessado em design de videogames. Robinson e seus amigos “passavam o almoço jogando cartas e todo esse tipo de coisa”, disse ele.

Robinson era “quieto o tempo todo” e “um pouco bobo”, disse o colega, acrescentando que não se lembrava de tê-lo feito declarações preocupantes ou se metido em problemas. “Era divertido estar perto dele, era divertido conversar com ele. Ele só era meio tímido e não se abria com muita frequência.”

Agora, as pessoas que conheciam Robinson estão tendo dificuldades para conciliar a imagem que têm dele com as alegações feitas pela polícia.

Após 33 horas de caçada por uma equipe de autoridades federais e locais e apelos à assistência pública, um policial disse à CNN que foi a família de Robinson que ajudou a organizar sua captura depois que seu pai o reconheceu em fotos divulgadas pelo FBI.

CNN

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Rubio promete resposta dos EUA após condenação de Bolsonaro

Foto: Jacquelyn Martin/Pool via REUTERS

O secretário do Departamento de Estado dos EUA, Marco Rubio, criticou Alexandre de Moraes e outros ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) nesta quinta-feira (11) pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por participação em uma suposta tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

“As perseguições políticas do violador de direitos humanos Alexandre de Moraes, sancionado, continuam, já que ele e outros membros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram injustamente pela prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro”, disse Rubio.

O secretário de Estado acrescentou que os EUA “responderão de forma adequada a essa caça às bruxas”.

Com a decisão, Bolsonaro se torna o primeiro presidente do Brasil a ser condenado por golpe. O ex-presidente e outros réus respondem na Suprema Corte a cinco crimes. São eles:

  • organização criminosa armada;
  • tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
  • golpe de Estado;
  • dano qualificado pela violência e ameaça grave; e
  • deterioração de patrimônio tombado.

CNN

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VÍDEO: Parlamentares de esquerda vaiam minuto de silêncio por Charlie Kirk no Congresso dos EUA

 

Enquanto o Congresso dos EUA realizava um minuto de silêncio nesta quarta-feira (11) em memória de Charlie Kirk, ativista de direita, assassinado a tiros em Utah durante um evento, parlamentares de esquerda protestaram contra a homenagem, chegando a vaiar em claro sinal de desrespeito, gerando um clima de tensão na sessão.

Com informações do Canal Paulo Mathias

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Charlie Kirk, influenciador de direita e aliado de Trump, morre após sofrer ataque a tiro

O influenciador político conservador Charlie Kirk,  aliado próximo do presidente Donald Trump, que foi atingido por um disparo no pescoço nesta quarta-feira (09) durante uma palestra em uma universidade nos EUA, teve a morte confirmada.

O ataque aconteceu por volta das 12h10 (horário local), em um evento ao ar livre da turnê “American Comeback” .

Vídeos gravados no local mostram Kirk sendo questionado sobre temas como violência e política. Durante sua resposta, um único disparo ecoou e ele foi atingido no pescoço, sangrando rapidamente e desabando. A plateia entrou em pânico, com os presentes correndo em direção à saída.

Apesar de ter sido levado ao hospital, Kirk não resistiu aos ferimentos e morreu aos  31 anos.

Confira o momento do ataque: 

 

Blog do BG

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Em declaração sobre 7 de Setembro, EUA criticam Moraes e falam em ‘tomar medidas’

Alexandre de Moraes x EUA: quem diz que entende está mentindo

O subsecretário de Diplomacia Pública dos Estados Unidos, Darren Beattie, declarou nesta segunda-feira (8) que o governo dos EUA vai “continuar a tomar medidas cabíveis” para garantir “liberdade e justiça” aos brasileiros.

Pelas redes sociais, Beattie fez referência ao 7 de Setembro, Dia da Independência, e citou o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.

“Foi um lembrete do nosso compromisso de apoiar o povo brasileiro, que busca preservar os valores da liberdade e da justiça. Para o ministro Alexandre de Moraes e os indivíduos cujos abusos de autoridade têm minado essas liberdades fundamentais – continuaremos a tomar as medidas apropriadas”, escreveu Beattie.

O subsecretário não detalhou quais seriam as “medidas”. No entanto, recentemente, além do tarifaço de 50% imposto a produtos brasileiros, o governo de Donald Trump cancelou o visto de autoridades brasileiras e aplicou a Lei Magnitsky a Moraes, uma sanção econômica.

O ministro é o relator no STF do processo que julga o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), por tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022.

Ao anunciar o tarifaço, Trump afirmou que Bolsonaro é vítima de uma “caça às bruxas”. Na avaliação do republicano, o ex-presidente é perseguido politicamente.

Blog do BG PB

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Ataque a tiros em Jerusalém deixa 6 mortos e vários feridos

Um ataque a tiros dentro de um ônibus em Jerusalém nesta segunda-feira (8) deixou 6 mortos e mais de 10 feridos, entre eles seis em estado grave, segundo o governo e serviços de emergência israelenses.

Dois atiradores entraram em um ônibus e abriram fogo, segundo a agência de notícias Associated Press (AP). Os suspeitos do ataque foram “neutralizados”, afirmou a polícia israelense em comunicado.

“Este é o mal que Israel enfrenta. Dois terroristas abriram fogo contra um ônibus em Jerusalém — mirando passageiros, transeuntes, qualquer pessoa ao alcance (…) A guerra que Israel trava é por todos que se levantam contra o terror”, afirmou o governo de Israel em sua conta oficial na rede social X.

O número de mortos foi confirmado pelo ministro das Relações Exteriores israelense, Gideon Saar. O número de feridos, no entanto, ainda difere entre diferentes autoridades israelenses: enquanto a polícia fala em 11, o serviço de resgate disse haver 12 feridos, já o gabinete do premiê Benjamin Netanyahu fala em mais de 12 com ferimentos.

Ainda segundo a AP, o ataque ocorreu em um cruzamento na entrada norte de Jerusalém, em uma estrada que leva a assentamentos judaicos localizados em Jerusalém Oriental, na Cisjordânia. A região tem tensões acirradas por conta de planos do governo israelense para expandir esses assentamentos e eventualmente anexar a Cisjordânia, algo que contraria normas internacionais.

G1

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