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Trump é ovacionado de pé no Parlamento de Israel durante libertação de reféns

Foto: SAUL LOEB / AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu uma ovação de pé no Parlamento israelense nesta segunda-feira (13), durante os atos relacionados à libertação de reféns mantidos pelo Hamas em Gaza por 738 dias. Trump afirmou que os israelenses venceram “pela força das armas” e declarou que a “guerra acabou”, embora o premiê Benjamin Netanyahu tenha alertado que a continuidade dos combates ainda é uma possibilidade.

O republicano chegou a Israel no domingo para uma agenda curta, incluindo discurso no Parlamento e encontros com familiares de reféns. Em seguida, seguirá ao Egito para participar de uma reunião com outros 20 líderes mundiais sobre o fim da guerra em Gaza. Ao embarcar nos EUA, Trump já havia declarado que a guerra havia terminado.

Netanyahu, porém, ressaltou que o fim das atividades militares depende da entrega das armas do Hamas e da desmobilização do grupo. O premiê afirmou que “a campanha não terminou” e que alguns inimigos ainda tentam se reagruparem e atacar novamente.

Trump foi recebido com honras de Estado, incluindo uma limusine até o Parlamento, acompanhando Netanyahu e o presidente israelense Isaac Herzog. A chegada foi celebrada na Praça dos Reféns, onde uma multidão acompanhava a libertação dos cativos em telões e entoou gritos de “obrigado, Trump”.

Durante a visita, bonés com o lema “Trump, o presidente da paz” foram distribuídos na Knesset, e o americano registrou no livro de visitas: “Esta é uma grande honra para mim – um grande e lindo dia. Um novo começo”.

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Conflito em Gaza chega ao fim com mais de 67 mil mortos, incluindo crianças

Foto: Hassan Jedi/Anadolu via Getty Images

Após dois anos de confrontos, Israel e Hamas assinaram um acordo de cessar-fogo que encerra a guerra na Faixa de Gaza. Segundo o Ministério da Saúde da Palestina, o conflito deixou 67.211 mortos desde o início da ofensiva, em 7 de outubro de 2023, incluindo quase 5 mil crianças, cerca de 10 mil mulheres e mais de 20 mil homens. Os feridos somam aproximadamente 57 mil.

O acordo prevê um cessar-fogo imediato, a retirada gradual das Forças de Defesa de Israel (IDF) da Faixa de Gaza e o fim do bloqueio israelense à entrada de ajuda humanitária no enclave palestino. Esta fase inicial do cessar-fogo se soma a tentativas anteriores, incluindo um acordo de novembro de 2023, que não foi cumprido integralmente.

Especialistas indicam que, embora não seja possível garantir, as chances de retomada do conflito são consideradas baixas. João Miragaya, mestre em história pela Universidade de Tel-Aviv, destacou que o Hamas se comprometeu a liberar todos os sequestrados vivos em um curto período e que as garantias para a manutenção do cessar-fogo foram amplamente divulgadas.

Miragaya também apontou que fatores externos, como a posição de aliados do Oriente Médio — incluindo Catar, Turquia e Egito —, dificultam qualquer retomada das hostilidades, mesmo diante de decisões imprevisíveis de países como os Estados Unidos.

O cessar-fogo abre caminho para a entrada de ajuda humanitária em Gaza e a gradual reconstrução de serviços essenciais na região, embora a situação humanitária ainda exija monitoramento contínuo.

Blog do Bg

 

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María Corina se diz “chocada” após ganhar Prêmio Nobel da Paz

O líder da oposição da Venezuela, María Corina Machado, disse nesta sexta-feira (10) que está chocada após vencer o Prêmio Nobel da Paz de 2025, durante uma ligação telefônica com Edmundo Gonzalez, ex-líder da oposição venezuelana.

Segundo o comitê, Machado recebeu a premiação por promover os direitos democráticos e combater a ditadura.

Durante a conversa, ela também pôde ser ouvido dizendo a Gonzalez que “não conseguia acreditar”.

“Estamos todos chocados de alegria. Este é um grande sucesso, um grande sucesso”, respondeu Gonzalez.

Machado, uma engenheira industrial de 58 anos que vive escondida, foi impedida em 2024 pela justiça venezuelana de concorrer à presidência e, assim, desafiar o presidente Nicolás Maduro, que está no poder desde 2013.

Ela então se dedicou à campanha para seu substituto, o ex-embaixador Gonzalez, atraindo multidões que às vezes chegavam a milhares de pessoas em atos na Venezuela, de acordo com participantes e imagens capturadas pela mídia.

Mas vários membros do círculo íntimo de Machado enfrentaram prisão, incluindo seu chefe de segurança na época da campanha, e seis membros de sua equipe se refugiaram na embaixada da Argentina depois que promotores emitiram mandados de prisão.

CNN

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‘Cafezinho’ mais caro do mundo custa R$ 3,6 mil e entra para o Guinness, o Livro dos Recordes

Foto: Reprodução/Guinness World Records

Já imaginou pagar R$ 3.600 em um único cafezinho? Foi o que um homem desembolsou por uma xícara da bebida em setembro em uma cafeteria em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

O feito entrou para o Guinness World Records, enciclopédia internacional de recordes, como o valor mais caro já pago por uma xícara de café. O item foi vendido pela cafeteria Roasters Specialty Coffee House por 2.500 dirhams (cerca de R$ 3.630).

Esse cafezinho de luxo foi feito com grãos da variedade geisha cultivados na Hacienda La Esmeralda, no Panamá. A fazenda é reconhecida internacionalmente por produzir alguns dos cafés mais raros e valiosos do mundo.

A fazenda por trás do café mais caro do mundo

A Hacienda La Esmeralda, responsável pelo cultivo do café da xícara mais cara do mundo, fica na cidade de Boquete, no Panamá.

Originário da Etiópia, o geisha cultivado pela La Esmeralda é descrito como tendo notas de goiaba, pêssego branco e jasmim.

“É um café extraordinário em termos de paladar”, segundo a diretora de café da fazenda, Rachel Peterson.
A La Esmeralda fica a 2 mil metros acima do nível do mar, e aproveita a altitude para desenvolver grãos com sabores complexos e diferenciados.

Por lá, o cultivo é feito em microlotes, estratégia que garante perfis sensoriais distintos em cada safra.

Além disso, o reconhecimento do Guinness não é o único destaque recente da La Esmeralda.

Em agosto deste ano, um lote de 20 kg do geisha lavado foi arrematado por US$ 604 mil (mais de R$ 3,3 milhões) durante o leilão anual Best of Panama, organizado pela Associação de Café Especial do país.

Na mesma semana, o grão já havia sido arrematado por US$ 23,6 mil (R$ 129 mil) o quilo em um evento internacional de degustação, vendido a uma empresa chinesa.

Em junho, o grão também foi eleito o melhor café do Panamá na categoria geisha lavado.

g1

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Número de brasileiros deportados dos EUA bate recorde em 2025

Foto: Reprodução/X

O número de brasileiros deportados dos Estados Unidos em 2025 chegou a 2.262. É o maior registrado desde 2020, início da série histórica. Os dados são da Polícia Federal. Até então, o maior volume havia sido registrado em 2021, quando 2.188 brasileiros foram deportados.

A soma de brasileiros enviados de volta ao país de janeiro a 1° de outubro de 2025 já é 37% maior que o número do total registrado ao longo de todo o ano 2024.

Confira:

  • 2025: 2.262
  • 2024: 1.660
  • 2023: 1.256
  • 2022: 1.423
  • 2021: 2.188
  • 2020: 1.138

De janeiro até agora, foram 24 voos dos EUA para o Brasil de deportação. Um deles decolou durante o governo de Joe Biden. Outros 23 partiram no governo de Donald Trump, que tomou posse em 20 de janeiro.

Outros 12 voos devem chegar até dezembro, com frequência semanal, conforme planejamento da Polícia Federal.

O último voo recebido chegou no Aeroporto de Confins, da região metropolitana de Belo Horizonte, na quarta-feira (1º).

Pelas regras americanas, estrangeiros podem ser expulsos por entrada irregular, desrespeito às leis migratórias, envolvimento em crimes ou situações consideradas ameaça à segurança pública.

Normalmente, o processo começa com uma prisão e segue sob responsabilidade do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE).

Confins foi escolhido como ponto de chegada dos deportados por estar localizado mais ao centro do Brasil e estar próximo de cidades que registram um maior número de emigrantes.

CNN Brasil

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Trump declara que EUA estão em ‘conflito armado’ com cartéis de drogas: PCC e CV entrarão na mira?

Foto: Getty Images via BBC

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em memorando confidencial que o país está em um “conflito armado” contra cartéis de drogas, agora tratados como “combatentes legais”.

A declaração veio após ataques americanos a três barcos no Caribe, suspeitos de transportar drogas, que deixaram 17 mortos. Segundo o documento, Trump determinou que o Departamento de Defesa conduza operações contra os grupos “de acordo com a lei de conflitos armados”.

“O presidente determinou que os Estados Unidos estão envolvidos em um conflito armado com essas organizações terroristas designadas”, afirma o documento, conforme relatado pela Reuters.

Trump justificou: “Que eles saibam que nós vamos explodir vocês”, em referência aos cartéis ligados à Venezuela, como o Tren de Aragua e o Cartel de los Soles, que os EUA acusam de conexões com o presidente Nicolás Maduro.

A medida levantou críticas de especialistas em direito internacional, que veem possível violação dos direitos humanos e questionam a legalidade dos ataques.

PCC e CV na mira?

O caso também interessa ao Brasil: analistas avaliam que os EUA podem estender a classificação de organizações terroristas ao PCC e ao Comando Vermelho. Para a consultoria Eurasia, essa possibilidade pode crescer nos próximos meses.

O memorando de Trump ao Congresso americano é de interesse do Brasil, pois especialistas em risco político avaliam que existe a possibilidade de o governo americano classificar facções criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.

A medida pode ser adotada como parte das retaliações americanas pela condenação de Jair Bolsonaro (PL) por golpe de Estado, segundo um relatório publicado pela consultoria Eurasia no início de setembro.

Em entrevista à BBC News Brasil, o diretor-executivo para as Américas do grupo Eurasia, Christopher Garman, disse que a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas não parece ser uma decisão iminente, mas pode ocorrer nos próximos meses.

“O desafio de quando você denomina PCC e CV como organização terrorista é que tem que identificar quais grupos estão ajudando essas organizações. E, dado o tamanho, a sofisticação e a entrada desses grupos no setor privado, não é fácil”, observou Garman.

O presidente Lula criticou o avanço militar americano no Caribe: “O terrorismo não pode ser confundido com desafios de segurança pública. São fenômenos distintos e não devem servir de desculpa para intervenções à margem do direito internacional”.

Com informações de g1

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Trump dá ultimato até domingo para Hamas e fala em ‘inferno total’ se grupo não aceitar plano de paz

Foto: Alex Wong/Getty Images/AFP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estendeu até domingo (5), às 18h, o prazo para o Hamas responder ao seu plano de paz para encerrar quase dois anos de guerra em Gaza.

Trump foi enfático nesta sexta-feira (3): “Se nesta última chance não houver acordo, um inferno total, como nunca antes visto, será lançado contra o Hamas”.

O plano de paz prevê:

  • cessar-fogo imediato;

  • libertação de reféns israelenses em 72 horas;

  • desarmamento do Hamas;

  • retirada gradual do Exército israelense;

  • criação de um governo pós-guerra em Gaza, sem o Hamas ou a Autoridade Palestina.

O Hamas pediu mais tempo para analisar a proposta e tenta renegociar pontos como o desarmamento e garantias de retirada completa de Israel. A facção está dividida entre uma ala que defende aceitar o acordo e outra que exige alterações.

O projeto tem apoio de Israel, de países árabes e ocidentais e recebeu elogios do governo brasileiro.

A guerra começou com o ataque terrorista do Hamas, que matou 1.200 pessoas em Israel. A retaliação israelense já deixou ao menos 66.225 mortos em Gaza, segundo dados do Ministério da Saúde local, reconhecidos pela ONU.

Com informações de Folha de S. Paulo

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VÍDEO: Prédio de 17 andares se abre de cima a baixo em Nova York


Um prédio de 17 andares em Nova York sofreu um colapso parcial na manhã desta quarta-feira, 1º, e se abriu de cima a baixo. Parte da chaminé da estrutura cedeu por volta das 8h13 no horário local (9h13 em Brasília), explicou o Corpo de Bombeiros da Cidade.

Autoridades locais declararam estado de “grande emergência” e mobilizaram grande aparato de resgate, com equipes de bombeiros, drones e cães farejadores para garantir que não haja pessoas presas aos escombros. Não há registro oficial de vítimas até o momento. Além disso, o fornecimento de gás foi cortado no prédio como medida de segurança.

O Corpo de Bombeiros informou inicialmente que atendia a um chamado de possível explosão, mas não confirmou a causa exata do colapso no prédio. As investigações continuam, enquanto equipes de emergência seguem no local para avaliar a estabilidade da construção e evitar novos riscos.

O Departamento de Gerenciamento de Emergências de Nova York (NYCEM) montou um abrigo temporário em um centro comunitário na região e ônibus foram disponibilizados para acolher moradores deslocados.

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Trump anuncia tarifa de 10% sobre madeira e 25% sobre armários e móveis

Foto: Christopher Furlong/Pool via REUTERS

O presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou nesta segunda-feira (29) tarifas de 10% sobre madeira e vários produtos de madeira, e outros 25% sobre armários de cozinha, penteadeiras e móveis estofados de madeira.

Em uma publicação na Truth Social, o líder americano disse que as taxas entrarão em vigor em 14 de outubro e acrescentou que, em 1º de janeiro de 2026, aumentará a tarifa sobre armários para 30% e sobre móveis estofados para 50%.

Na publicação, Trump disse que as tarifas sobre madeira eram necessárias para fortalecer as indústrias locais dos EUA e apoiar a segurança nacional.

“Na minha opinião, as ações desta proclamação irão, entre outras coisas, fortalecer as cadeias de suprimentos, reforçar a resiliência industrial, criar empregos de alta qualidade e aumentar a utilização da capacidade doméstica de produtos de madeira, de modo que os Estados Unidos possam satisfazer totalmente o consumo doméstico e, ao mesmo tempo, criar benefícios econômicos por meio do aumento das exportações”, escreveu Trump.

Em março deste ano, a Casa Branca ordenou que o Departamento de Comércio investigasse as potenciais ameaças à segurança nacional representadas pela madeira importada – a maior parte proveniente do Canadá.

Trump vem criticando o vizinho do norte dos EUA há meses por suas exportações significativas de madeira para os EUA.

O líder americano afirma rotineiramente que o país têm árvores suficientes para atender às suas próprias necessidades de madeira e criticou duramente as tarifas canadenses sobre a madeira serrada americana, alegando que o país podem prescindir da madeira canadense.

Em sua ordem executiva de março que deu início à investigação, Trump afirmou que os EUA têm uma “abundância de recursos madeireiros mais do que suficiente para atender às nossas necessidades domésticas de produção de madeira”.

Segundo especialistas do setor, as tarifas podem acabar aumentando os custos da madeira e da construção — e até mesmo elevar os preços das casas para os consumidores.

Os Estados Unidos têm 300 bilhões de árvores, mas economistas e construtores de casas alertam que o país não tem atualmente capacidade industrial para atender à demanda e que impor uma tarifa significativa às importações de madeira canadense pode agravar ainda mais a atual crise de acessibilidade à moradia.

A madeira serrada é um ingrediente essencial na indústria de construção residencial americana, e os Estados Unidos obtêm cerca de 30% da madeira macia que usam anualmente do Canadá.

As importações de madeira do país vizinho já estão sujeitas a direitos compensatórios e antidumping de 14,5%.

CNN

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Secretário de Comércio de Trump diz que é preciso “consertar” o Brasil

EFE/EPA/Samuel Corum / POOL

O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, afirmou que é preciso “consertar” o Brasil para o país agir corretamente e parar de tomar ações que prejudiquem os norte-americanos.

Além do Brasil, o secretário citou Suíça e Índia como países que precisam “entrar no jogo” de Donald Trump para terem acesso ao mercado dos EUA.

“Temos um monte de países para consertar, como Suíça, Brasil e Índia. São países que precisam realmente reagir corretamente com a América. Abrir seus mercados, parar de tomar ações que prejudicam a América. É por isso que estamos em ‘impedimento’ com eles”, disse Lutnick em entrevista ao programa NewsNation, divulgada neste sábado (27).

“Esses países precisam entender que se você quer vender aos consumidores dos Estados Unidos, você tem que entrar no jogo do presidente dos Estados Unidos”, continuou o auxiliar de Trump.

Assim como o Brasil, a Índia também é tarifada em 50% pelos EUA. No caso do país asiático, porém, 25% da taxação é pela compra de petróleo russo.

Já produtos da Suíça enfrentam tarifas de 39% para entrarem nos EUA.

Índia e Suíça também fazem parte do grupo afetado por tarifas de até 100% para uma série de produtos, incluindo produtos farmacêuticos e caminhões, que passarão a valer a partir de 1º de outubro.

CNN Brasil

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