O presidente Russo, Vladimir Putin, assinou decreto nesta segunda-feira (21) autorizando o envio de tropa militar para o leste da Ucrânia com o pretexto de “garantir a segurança”.
A medida foi divulgada pela agência estatal RIA, em mesmo documento o qual Putin fez o reconhecimento da independência das regiões de Donetsk e Luhansk.
Em comunicado enviado pela casa branca, o governo Americano disse que a resposta à Russa virá de forma rápida e decisiva.
O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, anunciou hoje (21), que as restrições sanitárias terminarão na Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte – que compõem o Reino Unido – nesta quinta-feira (24). No dia 1 de abril, testes gratuitos para a Covid-19 deixarão de ser fornecidos à população em geral.
Segundo um levantamento da agência CNN, outros 14 países europeus anunciaram a flexibilização das medidas de combate à pandemia neste ano. São eles: Suíça, França, Noruega, Lituânia, Dinamarca, Áustria, Irlanda, Holanda, Espanha, Bélgica, Alemanha, Suécia, Portugal e Finlândia.
O plano “vivendo com a Covid”, anunciado por Johnson, ainda estabelece que a exigência legal de autoisolamento para aqueles que testem positivo será abandonada.
Segundo o premiê, os esforços de combate à pandemia realizados nos últimos dois anos permitem que agora as restrições deixem de ser determinadas pelo governo e se tornem uma questão de responsabilidade pessoal.
As medidas levantaram objeções de que o país estará vulnerável ao surgimento de novas variantes do coronavírus. A estratégia do primeiro-ministro deve focar no oferecimento de doses de reforço da vacina, especialmente para grupos mais suscetíveis à doença.
O fim das restrições era uma prioridade para muitos integrantes do Partido Conservador, do qual o primeiro-ministro faz parte.
Líderes da Escócia e do País de Gales, que são fortemente críticos ao governo de Johnson, disseram que a política dificulta o enfrentamento das variantes do coronavírus.
A Rússia realizou neste sábado (19) exercícios militares, com lançamentos de mísseis balísticos e de cruzeiro, em meio às ameaças de uma invasão contra a Ucrânia.
De acordo com o jornal New York Times, o presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, acompanharam os atos a distância, dentro de um centro de comando em Moscou.
O governo da Rússia divulgou vídeos que mostram a mobilização das tropas na operação militar deste sábado.
A crise entre Rússia e Ucrânia começou devido ao desejo ucraniano de entrar na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), aliança militar liderada pelos Estados Unidos, o que gerou insatisfação no governo russo.
Apesar das ameaças de invasão e da intensificação das atividades militares na fronteira, a Ucrânia reafirmou no início da semana a intenção de fazer parte do grupo que reúne 30 países.
O presidente americano Joe Biden disse nesta sexta-feira (18) acreditar que a Rússia vai atacar a capital da Ucrânia, Kiev, nos próximos dias.
“Temos motivos para acreditar que as forças russas atacarão nos próximos dias, especificamente a capital ucraniana de Kiev “, afirmou.
Biden enfatizou ainda acreditar que o presidente russo, Vladimir Putin, está decidido a invadir a Ucrânia. “A partir deste momento, estou convencido de que ele tomou a decisão”, disse Biden na Casa Branca.
Biden havia dito anteriormente que não acreditava que o líder russo já tivesse se decidido pelo ataque, mas reconheceu na época que sua visão sobre o pensamento de Putin eram limitada.
Falando na Casa Branca, Biden disse que as notícias divulgadas ao público russo de que a Ucrânia está planejando lançar um ataque em Donbass, controlado pelos separatistas, carecem de evidências. Ele disse que essas alegações desafiavam a lógica.
“Tudo isso é consistente com a cartilha que os russos usaram antes”, disse Biden. “Isso também está de acordo com o cenário de pretexto sobre o qual os Estados Unidos e nossos aliados e parceiros vêm alertando há semanas”, continuou Biden. Ou seja, a alegação de um ataque ucraniano à região separatista do leste seria uma maneira de justificar uma invasão por parte de Moscou.
Ele disse que houve um aumento nas violações do cessar-fogo no leste da Ucrânia e que isso pode servir de pretexto para uma invasão.
Um navio que levava carros das marcas Porsche, Audi e Bentley da Alemanha para os Estados Unidos pegou fogo perto da Ilha dos Açores, de Portugal, no Oceano Atlântico, informou nesta sexta-feira (18) um porta-voz da Volkswagen.
O barco tem bandeira do Panamá, e deixou o porto de Emden, na Alemanha, onde a Volkswagen tem uma fábrica, para Davisville, nos EUA.
Havia 22 marinheiros no navio, e todos foram retirados na quarta-feira (16), quando o fogo começou. Não há feridos, de acordo com a Marinha de Portugal.
Cerca de 1.100 carros da Porsche e 189 da Bentley estão no navio, de acordo com um porta-voz das marcas. A Audi confirmou que alguns dos veículos também estão no barco, mas não especificou quantos e nem se há danos.
Segundo o jornal alemão “Handelsblatt”, um email da Volkswagen dos EUA diz que há 3.965 carros das marcas VW, Porsche, Audi e Lamborghini.
A Volkswagen não confirmou o número total de carros e disse que aguarda mais informações.
O presidente norte-americano Joe Biden disse, nesta terça-feira (15/2), que ainda acredita em uma solução diplomática para evitar um conflito armado entre Rússia e Ucrânia, mas detalhou ameaças econômicas e mesmo militares se o país do presidente Vladimir Putin insistir em invadir o vizinho.
Em comunicado à nação direto da Casa Branca, sede do governo americano, Biden disse que não pretende engajar tropas do país em um possível conflito, mas que irá equipar e treinar as forças armadas ucranianas se houver uma guerra. Ainda segundo o líder dos EUA, se algum membro da Organização do Tratado do atlântico Norte (Otan) for ameaçado pelos russos, todo o grupo irá responder.
“Os EUA estão prontos a responder decisivamente a um ataque, que ainda é uma possibilidade forte”, disse Biden. “Falei com o presidente Putin hoje e disse a ele que estamos prontos para manter uma diplomacia de auto nível, estamos propondo novas medidas de controle de armas tanto para Otan quanto para a Rússia, e, enquanto houver esperança de uma solução diplomática, que evite o uso de força e o sofrimento humano, nós perseguiremos isso”, disse Biden.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o dos Estados Unidos, Joe Biden, falarão por telefone no sábado (12), informou a agência de notícias RIA na noite desta sexta-feira (11), citando o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.
O anúncio das negociações entre os presidentes russo e americano veio depois que Washington disse que a Rússia havia reunido tropas suficientes perto da Ucrânia para lançar uma grande invasão, que provavelmente começaria com um ataque aéreo.
Peskov disse que os Estados Unidos tiveram a iniciativa da ligação, segundo a RIA. Putin falará com o presidente francês, Emmanuel Macron, no mesmo dia, acrescentou Peskov, segundo a Tass.
O assessor de segurança da Casa Branca, Jake Sullivan, declarou nesta sexta-feira que qualquer americano que ainda esteja na Ucrânia deve partir nas próximas 24 a 48 horas. O representante do governo dos EUA disse que uma invasão russa poderia começar com um ataque aéreo, o que dificultaria as partidas.
A inteligência dos Estados Unidos acredita que as forças militares da Rússia podem iniciar uma ofensiva contra a Ucrânia antes do fim dos Jogos Olímpicos de Inverno, que acontecem na China até o próximo dia 20.
Sede do governo da Ucrânia – Foto: Daniel Haubmann (via CreativeCommons)
Na noite desta quinta-feira (10), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em entrevista pré-gravada à NBC News, pediu aos cidadãos do país que deixem a Ucrânia imediatamente, diante da crescente ameaça de uma possível invasão russa. Nesta sexta-feira (11), Japão, Holanda e Coreia do Sul seguiram o exemplo do presidente americano e fizeram o mesmo pedido.
“Estamos lidando com um dos maiores Exércitos do mundo”, afirmou Biden. É uma situação muito diferente, e as coisas podem enlouquecer rapidamente.”
O presidente reiterou que, sob nenhuma circunstância, enviaria tropas à Ucrânia para evacuar cidadãos americanos em caso de conflito. “Isso é uma guerra mundial. Quando americanos e russos começam a atirar uns nos outros, estamos em um mundo muito diferente.”
O Ministério de Relações Exteriores do Japão publicou nesta sexta uma nota em que pede para seus cidadãos deixarem a Ucrânia imediatamente. Há cerca de 150 japoneses no país, segundo o ministério. A Holanda e a Coreia do Sul também fizeram o mesmo pedido aos seus cidadãos.
A Ucrânia insiste que nada mudou e diz não haver necessidade de ninguém deixar o país. Entretanto, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, advertiu, em entrevista coletiva, que a Rússia pode lançar uma invasão a qualquer momento.
“Simplificando, continuamos a ver sinais muito preocupantes da escalada russa, incluindo novas forças chegando à fronteira ucraniana”, afirmou. Segundo estimativas dos Estados Unidos, cerca de 130 mil soldados russos estão localizados perto da fronteira com a Ucrânia.
Brasil
A recomendação mais recente do governo brasileiro, de 31 de janeiro, diz que “não há, no momento, nenhuma recomendação de segurança da embaixada brasileira contrária a visitas ou à permanência na Ucrânia”.
O g1 perguntou ao Itamaraty e à Embaixada Brasileira em Kiev se houve alguma mudança na recomendação por conta das recentes movimentações, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.
Uma idosa italiana de 70 anos foi encontrada morta dentro de casa na última sexta-feira (4). Ela havia falecido há mais de dois anos. Marinella Beretta não tinha parentes vivos e os vizinhos acreditavam que ela havia mudado de endereço no início da pandemia.
A mulher vivia na região da Lombardia, uma das mais afetadas no início da surto mundial de Covid-19. O corpo foi encontrado à mesa após policiais entrarem na casa.
A polícia foi até o local depois de uma denúncia sobre as árvores do jardim: elas estavam sem receber cuidados. A morte de Beretta causou comoção na Itália e reforçou um debate sobre a solidão dos mais idosos no país.
Jeff Zucker, um dos homens mais influentes da imprensa americana, disse, em comunicado a colegas, que se relacionou com vice-presidente executiva. Jeff Zucker renunciou nesta quarta-feira (2) à presidência da CNN e ao comando dos núcleos de esportes e de notícias WarnerMedia. Em comunicado enviado a colegas, o executivo disse que omitiu da empresa um relacionamento com uma outra diretora.
Aos 56 anos, Zucker é um dos homens mais poderosos da mídia americana e da indústria da televisão. O executivo se refere a Allison Gollust, vice-presidente executiva da empresa. O fim do mandato de Zucker à frente da CNN muda os rumos da emissora e da WarnerMedia, sua controladora. A empresa deve ser adquirida ainda este ano pela Discovery.
“Como parte da investigação sobre o mandato de Chris Cuomo na CNN, me perguntaram sobre um relacionamento consensual com minha colega mais próxima, alguém com quem trabalhei por mais de 20 anos. Reconheci que a relação evoluiu nos últimos anos. Eu estava obrigado a divulgar quando começou, mas não o fiz. Errei. Como resultado, estou me demitindo hoje.”
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