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Biden diz que Putin está decidido a invadir a Ucrânia e que a Rússia vai atacar Kiev

Foto: CNN

O presidente americano Joe Biden disse nesta sexta-feira (18) acreditar que a Rússia vai atacar a capital da Ucrânia, Kiev, nos próximos dias.

“Temos motivos para acreditar que as forças russas atacarão nos próximos dias, especificamente a capital ucraniana de Kiev “, afirmou.

Biden enfatizou ainda acreditar que o presidente russo, Vladimir Putin, está decidido a invadir a Ucrânia. “A partir deste momento, estou convencido de que ele tomou a decisão”, disse Biden na Casa Branca.

Biden havia dito anteriormente que não acreditava que o líder russo já tivesse se decidido pelo ataque, mas reconheceu na época que sua visão sobre o pensamento de Putin eram limitada.

Falando na Casa Branca, Biden disse que as notícias divulgadas ao público russo de que a Ucrânia está planejando lançar um ataque em Donbass, controlado pelos separatistas, carecem de evidências. Ele disse que essas alegações desafiavam a lógica.

“Tudo isso é consistente com a cartilha que os russos usaram antes”, disse Biden. “Isso também está de acordo com o cenário de pretexto sobre o qual os Estados Unidos e nossos aliados e parceiros vêm alertando há semanas”, continuou Biden. Ou seja, a alegação de um ataque ucraniano à região separatista do leste seria uma maneira de justificar uma invasão por parte de Moscou.

Ele disse que houve um aumento nas violações do cessar-fogo no leste da Ucrânia e que isso pode servir de pretexto para uma invasão.

Com informações g1

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PREJUÍZO EM ALTO MAR: Navio com milhares de carros de luxo da Porsche e da Bentley está em chamas e à deriva no Atlântico

Divulgação

Um navio que levava carros das marcas Porsche, Audi e Bentley da Alemanha para os Estados Unidos pegou fogo perto da Ilha dos Açores, de Portugal, no Oceano Atlântico, informou nesta sexta-feira (18) um porta-voz da Volkswagen.

O barco tem bandeira do Panamá, e deixou o porto de Emden, na Alemanha, onde a Volkswagen tem uma fábrica, para Davisville, nos EUA.

Havia 22 marinheiros no navio, e todos foram retirados na quarta-feira (16), quando o fogo começou. Não há feridos, de acordo com a Marinha de Portugal.

Cerca de 1.100 carros da Porsche e 189 da Bentley estão no navio, de acordo com um porta-voz das marcas. A Audi confirmou que alguns dos veículos também estão no barco, mas não especificou quantos e nem se há danos.

Segundo o jornal alemão “Handelsblatt”, um email da Volkswagen dos EUA diz que há 3.965 carros das marcas VW, Porsche, Audi e Lamborghini.

A Volkswagen não confirmou o número total de carros e disse que aguarda mais informações.

G1

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Biden apela à diplomacia, mas volta a ameaçar Rússia em caso de guerra

Foto: Moneymaker/Getty Images

O presidente norte-americano Joe Biden disse, nesta terça-feira (15/2), que ainda acredita em uma solução diplomática para evitar um conflito armado entre Rússia e Ucrânia, mas detalhou ameaças econômicas e mesmo militares se o país do presidente Vladimir Putin insistir em invadir o vizinho.

Em comunicado à nação direto da Casa Branca, sede do governo americano, Biden disse que não pretende engajar tropas do país em um possível conflito, mas que irá equipar e treinar as forças armadas ucranianas se houver uma guerra. Ainda segundo o líder dos EUA, se algum membro da Organização do Tratado do atlântico Norte (Otan) for ameaçado pelos russos, todo o grupo irá responder.

“Os EUA estão prontos a responder decisivamente a um ataque, que ainda é uma possibilidade forte”, disse Biden. “Falei com o presidente Putin hoje e disse a ele que estamos prontos para manter uma diplomacia de auto nível, estamos propondo novas medidas de controle de armas tanto para Otan quanto para a Rússia, e, enquanto houver esperança de uma solução diplomática, que evite o uso de força e o sofrimento humano, nós perseguiremos isso”, disse Biden.

Metrópoles

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Joe Biden e Vladimir Putin conversarão neste sábado (12)

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o dos Estados Unidos, Joe Biden, falarão por telefone no sábado (12), informou a agência de notícias RIA na noite desta sexta-feira (11), citando o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.

O anúncio das negociações entre os presidentes russo e americano veio depois que Washington disse que a Rússia havia reunido tropas suficientes perto da Ucrânia para lançar uma grande invasão, que provavelmente começaria com um ataque aéreo.

Peskov disse que os Estados Unidos tiveram a iniciativa da ligação, segundo a RIA. Putin falará com o presidente francês, Emmanuel Macron, no mesmo dia, acrescentou Peskov, segundo a Tass.

O assessor de segurança da Casa Branca, Jake Sullivan, declarou nesta sexta-feira que qualquer americano que ainda esteja na Ucrânia deve partir nas próximas 24 a 48 horas. O representante do governo dos EUA disse que uma invasão russa poderia começar com um ataque aéreo, o que dificultaria as partidas.

A inteligência dos Estados Unidos acredita que as forças militares da Rússia podem iniciar uma ofensiva contra a Ucrânia antes do fim dos Jogos Olímpicos de Inverno, que acontecem na China até o próximo dia 20.

R7

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EUA, Japão, Holanda e Coreia do Sul pedem que seus cidadãos deixem a Ucrânia imediatamente

Sede do governo da Ucrânia – Foto: Daniel Haubmann (via CreativeCommons)

Na noite desta quinta-feira (10), o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em entrevista pré-gravada à NBC News, pediu aos cidadãos do país que deixem a Ucrânia imediatamente, diante da crescente ameaça de uma possível invasão russa. Nesta sexta-feira (11), Japão, Holanda e Coreia do Sul seguiram o exemplo do presidente americano e fizeram o mesmo pedido.

“Estamos lidando com um dos maiores Exércitos do mundo”, afirmou Biden. É uma situação muito diferente, e as coisas podem enlouquecer rapidamente.”

O presidente reiterou que, sob nenhuma circunstância, enviaria tropas à Ucrânia para evacuar cidadãos americanos em caso de conflito. “Isso é uma guerra mundial. Quando americanos e russos começam a atirar uns nos outros, estamos em um mundo muito diferente.”

O Ministério de Relações Exteriores do Japão publicou nesta sexta uma nota em que pede para seus cidadãos deixarem a Ucrânia imediatamente. Há cerca de 150 japoneses no país, segundo o ministério. A Holanda e a Coreia do Sul também fizeram o mesmo pedido aos seus cidadãos.

A Ucrânia insiste que nada mudou e diz não haver necessidade de ninguém deixar o país. Entretanto, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, advertiu, em entrevista coletiva, que a Rússia pode lançar uma invasão a qualquer momento.

“Simplificando, continuamos a ver sinais muito preocupantes da escalada russa, incluindo novas forças chegando à fronteira ucraniana”, afirmou. Segundo estimativas dos Estados Unidos, cerca de 130 mil soldados russos estão localizados perto da fronteira com a Ucrânia.

Brasil

A recomendação mais recente do governo brasileiro, de 31 de janeiro, diz que “não há, no momento, nenhuma recomendação de segurança da embaixada brasileira contrária a visitas ou à permanência na Ucrânia”.

O g1 perguntou ao Itamaraty e à Embaixada Brasileira em Kiev se houve alguma mudança na recomendação por conta das recentes movimentações, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.

Com informações de g1 e R7

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ESQUECIDA: Idosa é encontrada morta em casa, após dois anos

Divulgação

Uma idosa italiana de 70 anos foi encontrada morta dentro de casa na última sexta-feira (4). Ela havia falecido há mais de dois anos. Marinella Beretta não tinha parentes vivos e os vizinhos acreditavam que ela havia mudado de endereço no início da pandemia.

A mulher vivia na região da Lombardia, uma das mais afetadas no início da surto mundial de Covid-19. O corpo foi encontrado à mesa após policiais entrarem na casa.

A polícia foi até o local depois de uma denúncia sobre as árvores do jardim: elas estavam sem receber cuidados. A morte de Beretta causou comoção na Itália e reforçou um debate sobre a solidão dos mais idosos no país.

Metrópoles

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Presidente da CNN renuncia ao cargo após revelar relação com executiva

Jeff Zucker, um dos homens mais influentes da imprensa americana, disse, em comunicado a colegas, que se relacionou com vice-presidente executiva. Jeff Zucker renunciou nesta quarta-feira (2) à presidência da CNN e ao comando dos núcleos de esportes e de notícias WarnerMedia. Em comunicado enviado a colegas, o executivo disse que omitiu da empresa um relacionamento com uma outra diretora.

Aos 56 anos, Zucker é um dos homens mais poderosos da mídia americana e da indústria da televisão. O executivo se refere a Allison Gollust, vice-presidente executiva da empresa. O fim do mandato de Zucker à frente da CNN muda os rumos da emissora e da WarnerMedia, sua controladora. A empresa deve ser adquirida ainda este ano pela Discovery.

“Como parte da investigação sobre o mandato de Chris Cuomo na CNN, me perguntaram sobre um relacionamento consensual com minha colega mais próxima, alguém com quem trabalhei por mais de 20 anos. Reconheci que a relação evoluiu nos últimos anos. Eu estava obrigado a divulgar quando começou, mas não o fiz. Errei. Como resultado, estou me demitindo hoje.”

O Antagonista

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Mundo registra maior número diário de mortes por Covid em quase 9 meses

O mundo registrou 14,3 mil mortes por Covid-19 na terça-feira (1º), o maior número de óbitos em um único dia desde 7 de maio de 2021, apontam dados do “Our World in Data”, projeto ligado à Universidade de Oxford.

Na ocasião, a Índia era devastada pela variante delta do novo coronavírus e o Brasil ainda sofria com a gama (também conhecida como P.1). Agora, quase nove meses depois, o mundo sente os efeitos da proliferação da variante ômicron, que é muito mais transmissível.

O número de novos casos já começam a indicar uma trajetória, mas as mortes continuam crescendo em quase todos os países. A média de novos infectados está em 3,13 milhões por dia, uma queda de quase 9% em relação ao pico de 3,43 milhões registrados em 24 de janeiro.

Os 10 países com mais mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas são:

Estados Unidos: 3.622
Índia: 1.733
Reino Unido: 1.123
México: 829
Brasil: 767
Rússia: 649
Itália: 427
Espanha: 408
França: 368
Peru: 329

Ondas causadas pelas variantes
Apesar da alta no número de óbitos, o atual patamar (14,3 mil) ainda está abaixo do recorde da pandemia, registrado em 20 de janeiro de 2021 (18 mil).

O recorde de vítimas da pandemia foi atingido no auge da variante beta nos Estados Unidos e na Europa, durante o inverno no hemisfério norte, quando a vacinação contra a Covid-19 ainda engatinhava no mundo.

Com o avanço da imunização, o número de vítimas da pandemia não tem crescido na mesma proporção da explosão no número de infectados.
A atual média de novos casos com a variante ômicron (3,13 milhões por dia) é mais que o triplo do pico da onda anterior, causado pela delta (827 mil). Na ocasião, o maior número de mortes registrado em um único dia foi em 29 de abril (15,9 mil) ainda é superior ao atual.

g1

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BRINCADEIRA PESADA: Menino de dois anos compra mais de R$ 10 mil em móveis com celular da mãe

Divulgação

Um garotinho de dois anos estava brincando com o celular da mãe quando apertou um botão sem querer. O botão confirmada a compra de quase US$ 2 mil (cerca de R$ 10,8 mil) em móveis.

A mãe do pequeno, Madhu Kuma, tinha adicionado vários itens a seu carrinho virtual no site da loja.

Ela e o marido só descobriram o que o pequeno Ayaansh fez quando várias caixas começaram a chegar à casa deles, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.

Entre as compras, há poltronas e suportes de plantas. A família disse à NBC que pretende ficar com alguns itens, mas vai tentar devolver outros e pedir o reembolso.

G1

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ALERTA: Mundo atinge maior média diária de mortes por Covid-19 em 4 meses

Imagem: PILAR OLIVARES

Em meio à proliferação da variante ômicron, a média diária de mortes por Covid-19 no mundo atingiu o maior patamar em 4 meses, apontam dados do “Our World in Data”, projeto ligado à Universidade de Oxford.

Os dados mostram também que a média móvel de novos casos bateu recorde pelo 7º dia seguido e chegou a 3,41 milhões de infectados por dia no planeta nos últimos sete dias.

O mundo registrou na segunda-feira (24) uma média diária de 8.209 mortes, o maior patamar desde 24 de setembro de 2021 (quando a média móvel estava em 8.358 — e em trajetória de queda).

Os 10 países com as maiores médias de mortes por Covid-19 nos últimos 7 dias são:

  1. Estados Unidos: 2.188 mortes
  2. Rússia: 669
  3. Índia: 529
  4. Itália: 355
  5. Brasil: 308
  6. Reino Unido: 264
  7. México: 262
  8. França: 251
  9. Polônia: 220
  10. Colômbia: 192

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