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GUERRA: Rússia amplia invasão na Ucrânia e se aproxima de Kiev

Foto: AFP

No segundo dia da guerra, a Rússia segue ampliando a invasão contra a Ucrânia. Autoridades ucranianas disseram nesta sexta-feira (25) que esperam pelo “dia mais difícil da guerra”. A capital, Kiev, espera pela chegada de tropas russas. As sirenes voltaram a ser acionadas

O assessor do Ministério do Interior ucraniano, Anton Herashchenko, afirmou que as forças de Kiev estão prontas para a defesa com mísseis antitanque fornecidos por aliados estrangeiros. Novas explosões foram ouvidas na capital nesta madrugada.

Autoridades de inteligência dos EUA estão preocupadas que Kiev possa cair sob controle russo dentro de dias, segundo relataram duas fontes familiarizadas com as informações mais recentes à CNN.

Em uma rede social, o Ministério da Defesa da Ucrânia disse ainda que os moradores devem “preparar coquetéis molotov” para deter os invasores.

Em novo vídeo divulgado nas redes sociais, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, pediu resistência à invasão russa e criticou os aliados da Ucrânia. “Nesta manhã, estamos defendendo nosso país sozinhos. Assim como ontem, o país mais poderoso do mundo olha de longe”, disse Zelensky, parecendo se referir aos Estados Unidos.

“A Rússia foi atingida ontem por sanções, mas não são suficientes para tirar as tropas estrangeiras de nosso solo. Às 4 da manhã, as forças russas resumiram seus ataques com mísseis no território da Ucrânia”, declarou.

 

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Biden anuncia novas sanções e diz que Putin quer restabelecer a antiga URSS

Foto: Reprodução

O presidente Joe Biden anunciou nesta quinta-feira (24) um novo pacote de sanções contra, pelo menos, quatro bancos da Rússia, além do congelamento de recursos russos em instituições financeiras nos Estados Unidos.

Biden também informou que a elite russa, apoiadora de Putin, será alvo das sanções, coordenadas entre americanos e aliados mundo afora.

Segundo o presidente, a Rússia terá os negócios limitados em diferentes moedas, citando dólar, libra, euro e yen. Assim como no discurso da última terça-feira (22), no qual anunciou as primeiras sanções, Biden afirmou que o estrangulamento financeiro russo será feito de uma maneira em que não impacte o mercado interno.

O presidente destacou o combustível nos Estados Unidos e afirmou que irá liberar reservas de petróleo para não inflacionar preços nos postos de gasolina. Para Biden, Putin é o “agressor” que escolheu a guerra e deverá arcar com as consequências. Na visão do mandatário americano, o presidente russo buscará reestabelecer a antiga União Soviética, começando pela dominação da Ucrânia.

Biden repetiu que não enviará tropas americanas a solo ucraniano para combater soldados russos, mas reforçou que qualquer ação contra países da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) será prontamente respondida.

“Nossas forças armadas não vão para a Europa combater na Ucrânia, mas para defender nossos aliados da Otan e tranquilizar estes aliados do Leste.”

Diferente do discurso das últimas semanas, no qual Biden afirmava que a diplomacia era o caminho, o presidente foi firme ao declarar que não tem intenção de voltar a conversar com o Putin sobre a crise na Ucrânia. De acordo com Biden, o mundo está vendo a real face de Putin, que teria atacado a paz mundial, citando, mais uma vez, o desejo do russo pela a construção de um império.

R7

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Putin sobe o tom contra sanções e ameaça: “Prontos para reagir”

Foto: Sergei Guneyev

Em meio ao aumento de sanções econômicas contra a Rússia, o presidente do país, Vladimir Putin, tranquilizou empresários e garantiu que está preparado para reagir.

Nesta quinta-feira (24), no Kremlin, sede do governo russo, Putin recebeu empresários e afirmou que a Rússia ainda faz “parte de uma economia global”.

O presidente argumentou que “foi obrigado” a determinar o ataque e que “não tinha como agir diferente”. Putin reforçou que tentativas anteriores de Moscou para resolver a situação da segurança na região eram sempre ignoradas.

O chefe da delegação da União Europeia no Brasil, Ignácio Ibañez, ao comentar a escalada dos ataques russos à Ucrânia, adiantou que os líderes dos conselhos europeus vão se reunir, às 16h do horário de Brasília, para avaliar a situação dos ataques e, após o encontro, podem anunciar novo pacote de sanções mais incisivas à Rússia.

As sanções

Antes da invasão ao território ucraniano, países como Estados Unidos, França, Alemanha, Austrália, Japão e Reino Unido já haviam determinado restrições. A União Europeia aprovou uma série de sanções à Rússia, na tentativa de conter um conflito armado com a Ucrânia e arrefecer a tensão no Leste Europeu.

Entre as medidas anunciadas, constam a proibição de viagens de políticos russos pelo bloco e o congelamento de seus bens. Além disso, a atuação da Rússia no mercado financeiro internacional foi cerceada, com imposições contra bancos, por exemplo.

Metrópoles

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Primeiro ataque da Rússia a capital da Ucrânia deixa oito mortos e nove feridos

Foto: Reprodução

Após dias de escalada de tensão e ameaças, a Rússia de Vladimir Putin atacou a Ucrânia nas primeiras horas desta quinta-feira (24).

Pouco depois de Putin ter autorizado, em pronunciamento pela TV, uma operação militar nas regiões separatistas do leste da Ucrânia, explosões e sirenes foram ouvidas em várias cidades do país, segundo relatos de repórteres da CNN. A Ucrânia informou que pelo menos oito pessoas morreram e nove ficaram feridas.

Em seu pronunciamento, Putin justificou a ação ao afirmar que a Rússia não poderia “tolerar ameaças da Ucrânia”. Putin recomendou aos soldados ucranianos que “larguem suas armas e voltem para casa”. O líder russo afirmou ainda que não aceitará nenhum tipo de interferência estrangeira.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky anunciou que impôs a lei marcial no país e pediu que a população permaneça calma.

“Caros cidadãos ucranianos, esta manhã o presidente Putin anunciou uma operação militar especial em Donbas. A Rússia realizou ataques contra nossa infraestrutura militar e nossos guardas de fronteira. Ouviram-se explosões em muitas cidades da Ucrânia. Estamos introduzindo a lei marcial em todo o território do nosso país”, declarou.

O ministro ucraninano de Relações Exteriores, Dmytro Kuleba, afirmou que Putin ordenou invasão de larga escala. “Cidades pacíficas da Ucrânia estão sob ataque. Esta é uma guerra de agressão”, escreveu.

Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Ucrânia descreveu a ação militar da Rússia como um “ato de guerra”, em um comunicado publicado nas redes sociais.

A reação da comunidade internacional foi imediata. Em declaração divulgada pela Casa Branca na madrugada desta quinta, o presidente americano Joe Biden disse que a “Rússia sozinha é responsável pela morte e destruição que esse ataque trará”. 

“Me reunirei (nesta quinta) com os líderes do G7, e os Estados Unidos e nossos aliados e parceiros imporão severas sanções à Rússia”, afirmou Biden logo após falar ao telefone com o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky.

A União Europeia também criticou os ataques. Segundo a chefe da Comissão Executiva do bloco, Ursula von der Leyen, a União Europeia responsabilizará Moscou pelo ataque “injustificado” à Ucrânia. 

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TENSÃO: Rússia envia militares para Ucrânia e crise se agrava

Foto: reprodução

O presidente Russo, Vladimir Putin, assinou decreto nesta segunda-feira (21) autorizando o envio de tropa militar para o leste da Ucrânia com o pretexto de “garantir a segurança”.

A medida foi divulgada pela agência estatal RIA, em mesmo documento o qual Putin fez o reconhecimento da independência das regiões de Donetsk e Luhansk.

Em comunicado enviado pela casa branca, o governo Americano disse que a resposta à Russa virá de forma rápida e decisiva.

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Boris Johnson anuncia fim das restrições contra a Covid no Reino Unido

Foto: CARL RECINE / AFP

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, anunciou hoje (21), que as restrições sanitárias terminarão na Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte – que compõem o Reino Unido – nesta quinta-feira (24). No dia 1 de abril, testes gratuitos para a Covid-19 deixarão de ser fornecidos à população em geral.

Segundo um levantamento da agência CNN, outros 14 países europeus anunciaram a flexibilização das medidas de combate à pandemia neste ano. São eles: Suíça, França, Noruega, Lituânia, Dinamarca, Áustria, Irlanda, Holanda, Espanha, Bélgica, Alemanha, Suécia, Portugal e Finlândia.

O plano “vivendo com a Covid”, anunciado por Johnson, ainda estabelece que a exigência legal de autoisolamento para aqueles que testem positivo será abandonada.

Segundo o premiê, os esforços de combate à pandemia realizados nos últimos dois anos permitem que agora as restrições deixem de ser determinadas pelo governo e se tornem uma questão de responsabilidade pessoal.

As medidas levantaram objeções de que o país estará vulnerável ao surgimento de novas variantes do coronavírus. A estratégia do primeiro-ministro deve focar no oferecimento de doses de reforço da vacina, especialmente para grupos mais suscetíveis à doença.

O fim das restrições era uma prioridade para muitos integrantes do Partido Conservador, do qual o primeiro-ministro faz parte.

Líderes da Escócia e do País de Gales, que são fortemente críticos ao governo de Johnson, disseram que a política dificulta o enfrentamento das variantes do coronavírus.

CNN Brasil

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VÍDEO: Em crise com Ucrânia, Rússia lança mísseis em exercício militar

A Rússia realizou neste sábado (19) exercícios militares, com lançamentos de mísseis balísticos e de cruzeiro, em meio às ameaças de uma invasão contra a Ucrânia.

De acordo com o jornal New York Times, o presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, acompanharam os atos a distância, dentro de um centro de comando em Moscou.

O governo da Rússia divulgou vídeos que mostram a mobilização das tropas na operação militar deste sábado.

A crise entre Rússia e Ucrânia começou devido ao desejo ucraniano de entrar na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), aliança militar liderada pelos Estados Unidos, o que gerou insatisfação no governo russo.

Apesar das ameaças de invasão e da intensificação das atividades militares na fronteira, a Ucrânia reafirmou no início da semana a intenção de fazer parte do grupo que reúne 30 países.

Metrópoles

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Biden diz que Putin está decidido a invadir a Ucrânia e que a Rússia vai atacar Kiev

Foto: CNN

O presidente americano Joe Biden disse nesta sexta-feira (18) acreditar que a Rússia vai atacar a capital da Ucrânia, Kiev, nos próximos dias.

“Temos motivos para acreditar que as forças russas atacarão nos próximos dias, especificamente a capital ucraniana de Kiev “, afirmou.

Biden enfatizou ainda acreditar que o presidente russo, Vladimir Putin, está decidido a invadir a Ucrânia. “A partir deste momento, estou convencido de que ele tomou a decisão”, disse Biden na Casa Branca.

Biden havia dito anteriormente que não acreditava que o líder russo já tivesse se decidido pelo ataque, mas reconheceu na época que sua visão sobre o pensamento de Putin eram limitada.

Falando na Casa Branca, Biden disse que as notícias divulgadas ao público russo de que a Ucrânia está planejando lançar um ataque em Donbass, controlado pelos separatistas, carecem de evidências. Ele disse que essas alegações desafiavam a lógica.

“Tudo isso é consistente com a cartilha que os russos usaram antes”, disse Biden. “Isso também está de acordo com o cenário de pretexto sobre o qual os Estados Unidos e nossos aliados e parceiros vêm alertando há semanas”, continuou Biden. Ou seja, a alegação de um ataque ucraniano à região separatista do leste seria uma maneira de justificar uma invasão por parte de Moscou.

Ele disse que houve um aumento nas violações do cessar-fogo no leste da Ucrânia e que isso pode servir de pretexto para uma invasão.

Com informações g1

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PREJUÍZO EM ALTO MAR: Navio com milhares de carros de luxo da Porsche e da Bentley está em chamas e à deriva no Atlântico

Divulgação

Um navio que levava carros das marcas Porsche, Audi e Bentley da Alemanha para os Estados Unidos pegou fogo perto da Ilha dos Açores, de Portugal, no Oceano Atlântico, informou nesta sexta-feira (18) um porta-voz da Volkswagen.

O barco tem bandeira do Panamá, e deixou o porto de Emden, na Alemanha, onde a Volkswagen tem uma fábrica, para Davisville, nos EUA.

Havia 22 marinheiros no navio, e todos foram retirados na quarta-feira (16), quando o fogo começou. Não há feridos, de acordo com a Marinha de Portugal.

Cerca de 1.100 carros da Porsche e 189 da Bentley estão no navio, de acordo com um porta-voz das marcas. A Audi confirmou que alguns dos veículos também estão no barco, mas não especificou quantos e nem se há danos.

Segundo o jornal alemão “Handelsblatt”, um email da Volkswagen dos EUA diz que há 3.965 carros das marcas VW, Porsche, Audi e Lamborghini.

A Volkswagen não confirmou o número total de carros e disse que aguarda mais informações.

G1

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Biden apela à diplomacia, mas volta a ameaçar Rússia em caso de guerra

Foto: Moneymaker/Getty Images

O presidente norte-americano Joe Biden disse, nesta terça-feira (15/2), que ainda acredita em uma solução diplomática para evitar um conflito armado entre Rússia e Ucrânia, mas detalhou ameaças econômicas e mesmo militares se o país do presidente Vladimir Putin insistir em invadir o vizinho.

Em comunicado à nação direto da Casa Branca, sede do governo americano, Biden disse que não pretende engajar tropas do país em um possível conflito, mas que irá equipar e treinar as forças armadas ucranianas se houver uma guerra. Ainda segundo o líder dos EUA, se algum membro da Organização do Tratado do atlântico Norte (Otan) for ameaçado pelos russos, todo o grupo irá responder.

“Os EUA estão prontos a responder decisivamente a um ataque, que ainda é uma possibilidade forte”, disse Biden. “Falei com o presidente Putin hoje e disse a ele que estamos prontos para manter uma diplomacia de auto nível, estamos propondo novas medidas de controle de armas tanto para Otan quanto para a Rússia, e, enquanto houver esperança de uma solução diplomática, que evite o uso de força e o sofrimento humano, nós perseguiremos isso”, disse Biden.

Metrópoles

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