Brasil

‘Todes’ e ‘alunxs’: palavras devem ser banidas de escolas de BH


Foto: Divulgação/ Câmara

Apesar de o Supremo Tribunal Federal (STF) já ter derrubado decisão semelhante em Rondônia, os vereadores de Belo Horizonte acabaram de aprovar nesta segunda-feira (24-04) um projeto de lei que proíbe o uso da linguagem neutra em salas de aula de escolas do município.

A lei aprovada era uma proposta antiga então vereador Nikolas Ferreira (PL-MG), hoje deputado estadual da ala bolsonarista. Procurado por meio de sua assessoria, o prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD) não quis adiantar se pretende sancionar o projeto de lei.

O projeto já tinha sido aprovado na Câmara de BH em primeira instância no ano passado. O texto do PL 54/2021 destaca que os alunos devem ter o direito ao aprendizado da língua portuguesa com base nas orientações nacionais de educação, no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa e na gramática elaborada nos termos da reforma ortográfica ratificada pela comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

O projeto prevê sanções administrativas aos estabelecimentos que descumprirem a proibição, sejam públicos ou privados. A linguagem neutra é difundida por pessoas não-binárias como forma de inclusão social: entre os termos adotados pelas comunidades estão “todes” em vez de todos e “alunxs” em vez de alunos e “ile” no lugar de eles ou elas. Em geral, as vogais são substituídas por “e” ou “x” para evitar a distinção de gênero.

O Globo

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Educação

Justiça acata pedido de município paraibano e suspende reajuste salarial dos professores

O juiz federal Anderson Santos da Silva suspendeu a Portaria do Ministério da Educação, que estabeleceu novo piso para o magistério neste ano.

A decisão foi provocada por ação proposta pelo município de Boa Vista, no agreste da Paraíba, contra o ato do MEC.

A prefeitura argumenta que a antiga Lei do Fundeb originou outra legislação, que fixou o piso nacional do magistério, mas que foi revogada, sendo necessária uma nova lei estabelecendo o piso nacional do magistério, o que até o presente momento não ocorreu.

Ele usou como parâmetro para a decisão a Constituição Federal, que cita que estados, Distrito Federal e municípios devem destinar parte de seus recursos para manutenção e desenvolvimento da educação básica, além da remuneração de seus profissionais. E os salários desses professores devem seguir os parâmetros de lei específica sobre o piso da categoria.

Com isso, o juiz considerou a necessidade de aprovação pelo Congresso Nacional de nova legislação sobre o piso dos profissionais do magistério da educação e suspendeu os efeitos da Portaria do MEC, alegando que existe risco de dano irreparável ao orçamento do Município de Boa Vista, causado pelo impacto financeiro produzido pelo cumprimento da norma editada.

Veja a decisão:

DECISÃO

Com informações de Blog do Max Silva

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Educação

Unipê nega ameaça de ataques na instituição e diz que imagens são de outro estado

O Centro Universitário de João Pessoa (Unipê) informou que a imagem de uma ameaça escrita no espelho de um banheiro não foi feito na instituição, como foi atribuído na internet e por estudantes. Apasar disso, a instituição reforçou a segurança no campus no bairro de Água Fria e disponibiliza os canais oficiais para qualquer dúvida.

A informação do suposto ataque no Unipê movimentou grupos de WhatsApp de alunos da instituição. Fotos enviadas aos grupos relatam ameaças de violência que estariam agendada para esta quarta-feira (12), além de mostrar apologia ao nazismo. A Polícia Civil negou, nesta terça-feira (11), conhecimento das supostas ameaças.

Em uma das mensagens, o criminoso escreveu: “vamos matar todos dia 12/04, seus lixos”. O responsável pela mensagem também fez apologia ao nazismo ao escrever “Hitler vive” e “raça ariana”. As imagens seriam de outra instituição, em São Paulo, e incluem até ameaça com coquetéis molotov e faca (veja abaixo).


Confira a nota na íntegra

“O Unipê vem esclarecer que estão circulando mensagens com imagens de uma ameaça escrita no espelho de um banheiro que supostamente seria de nossa Instituição, o que tem gerado questionamentos e insegurança em nossos alunos e comunidade acadêmica.

Tais imagens não são de nenhum dos banheiros do Unipê, mas de outra instituição de ensino de outro Estado, conforme matéria amplamente divulgada pela imprensa na semana passada.

Estamos monitorando as movimentações em nossas instalações e canais de comunicação e toda e qualquer incitação ou apologia à violência serão imediatamente reportadas às autoridades policiais para averiguação e providências, visando sempre preservar a integridade de todos que transitam em nossas instituições.

Atendendo ainda às solicitações da nossa comunidade acadêmica, impactada pelos tristes e recentes acontecimentos envolvendo ambientes escolares, dentre outras medidas, reforçamos a segurança interna do campus para oferecer a todos que frequentam os nossos espaços mais tranquilidade nesse momento de comoção.

Dessa forma, orientamos a não compartilharem informações sem checagem prévia de veracidade, sendo que nossos canais oficiais estão sempre disponíveis em caso de qualquer dúvida.”

Com informações do ClickPB

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Brasil

Secretários criticam suspensão do novo Ensino Médio no País


Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

O Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) criticou nesta terça-feira (4), a suspensão do cronograma de adaptação do novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu adiar os prazos de mudança do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), uma das fases da reforma, mas não fala em revogação completa. A mudança da prova, cujo formato ainda não estava definido, era prevista para 2024.

“Para o Consed, suspender o cronograma traz um risco de atraso que, no limite, pode até inviabilizar o novo Enem no próximo ano”, diz a entidade, em nota. O governo vem sendo pressionado por entidades estudantis, associações educacionais e até por aliados do próprio PT a rever a reforma, aprovada em 2017 na gestão Michel Temer (MDB).

Em nota, o Consed lembra que há consulta aberta pelo governo federal sobre a reforma e, portanto, seria importante que qualquer decisão relacionada ao tema fosse tomada somente após a finalização da consulta. Lula e o ministro da Educação, Camilo Santana, já sinalizaram intenção de fazer ajustes no modelo e abrir diálogo, mas não verbalizaram intenção de uma revogação completa, como reivindicam esses grupos.

“Ademais, o trabalho do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) para realização do novo formato das provas em 2024 não impede nem inviabiliza a consulta, no entanto, sua eventual suspensão pode comprometer o cumprimento do cronograma do Novo Enem”, afirmou o conselhou.

Ainda segundo o Consed, é importante lembrar que o novo Enem foi constituído após longo debate em grupo de trabalho com a participação das redes estaduais, do próprio Ministério da Educação, do Inep, e também do Conselho Nacional de Educação.

Estadão Conteúdo

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Educação

MEC publica portaria que suspende implementação do Novo Ensino Médio

O Ministério da Educação (MEC) publicou a portaria que suspende a implementação do Novo Ensino Médio por 60 dias. A medida, que já havia sido anunciada pelo ministro Camilo Santana, foi publicada em Diário Oficial da União nesta quarta-feira (5).

Na prática, a suspensão dos prazos de implementação não altera o dia a dia das escolas, que devem continuar seguindo as diretrizes do Novo Ensino Médio.

Na terça-feira (4), Camilo Santana afirmou que não houve um debate aprofundado sobre a implementação do Novo Ensino Médio. O ministro disse ainda que a gestão anterior da pasta foi “omissa” em relação ao tema.

A portaria publicada pelo MEC acrescenta que o prazo de 60 dias será para avaliação e reestruturação da política nacional sobre o Ensino Médio conforme consulta pública aberta pelo governo.

O cronograma de implementação do Novo Ensino Médio foi publicado em 2021, durante o governo de Jair Bolsonaro. À época, uma portaria definiu prazos para que políticas nacionais e avaliações fossem modificadas.

Conforme a portaria de 2021, por exemplo, o Enem de 2024 seria aplicado seguindo as diretrizes do Novo Ensino Médio.

Camilo Santana afirmou que a suspensão do cronograma não interfere no Enem deste ano. Ele também disse que as escolas que começaram a implementar o Novo Ensino Médio vão continuar com o processo.

“Nós vamos apenas suspender as questões que vão definir um novo Enem em 2024 por 60 dias. E vamos ampliar a discussão. O ideal é que, num processo democrático, a gente possa escutar a todos. Principalmente, quem está lá na ponta, que são os alunos, os professores e aqueles que executam a política, que são os estados”, declarou o ministro.

O Novo Ensino Médio

Proposto pelo ex-presidente Michel Temer, o Novo Ensino Médio foi aprovado pelo Congresso em 2017.

É um novo modelo obrigatório a ser seguido no ensino médio por todas as escolas do país, públicas e privadas.

A lei estipula aumento progressivo da carga horária. Antes, no modelo anterior, eram, no mínimo, 800 horas-aula por ano (total de 2.400 no ensino médio inteiro). No novo modelo, a carga deve chegar a 3.000 horas ao final dos três anos.

Desde 2022, as disciplinas tradicionais passaram a ser agrupadas em áreas do conhecimento (linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas).

A partir deste ano, cada estudante passou a poder montar seu próprio ensino médio, escolhendo as áreas (os chamados “itinerários formativos”) nas quais se aprofundará.

G1

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Educação

Aula antes das 9h prejudica sono e piora desempenho acadêmico, diz estudo

Uma pesquisa avaliou a relação entre o horário de início das aulas e a presença dos alunos e encontrou um resultado que muitos podem considerar familiar: aquelas que começam antes das 9h prejudicam o sono dos estudantes e levam à menor frequência escolar em comparação àquelas iniciadas mais tarde.

No trabalho, os cientistas analisaram aulas das 8h às 16h e descobriram que a presença foi cerca de 10% menor nos cursos matutinos. Além disso, a proporção de estudantes que acordaram após o começo da aula quando o início se dava às 8h –o que os levou a perder a hora e a não conseguir acompanhar o conteúdo– também prejudicou a absorção do aprendizado.

O estudo, publicado no último mês na revista especializada Nature Human Behaviour (do grupo Nature) e conduzido por pesquisadores da Escola de Medicina Duke-NUS e do Instituto para Ciências Aplicadas de Aprendizado e Educação Tecnológica da Universidade Nacional de Singapura, ambas em Singapura, reforça que exigir a presença em aulas que começam muito cedo deve ser evitado nas universidades, uma vez que há relação com um pior desempenho acadêmico.

Para avaliar a ligação entre o horário de início das aulas e a qualidade do sono dos estudantes, os pesquisadores fizeram três experimentos. O primeiro mediu, pelo acesso ao wi-fi do campus de uma universidade, a presença de mais de 23 mil estudantes que participavam de 337 cursos.

A frequência das conexões foi aproximadamente 10% menor quando as aulas iniciavam às 8h em comparação aos cursos a partir das 9h. Os cientistas afirmam que o acesso ao wi-fi e a frequência têm associação direta em quase 100% do casos (0,98, com intervalo de confiança de 95%).

Em seguida, os cientistas avaliaram se os alunos estavam comparecendo menos às aulas porque estavam dormindo. Para isso, avaliaram 181 estudantes com aparelhos de avaliação de sono e atividade por seis semanas. Como resultado, quase um terço dormia até depois do início das aulas quando eram iniciadas às 8h, e cerca de metade não conseguia acordar a tempo para chegar no curso.

Por fim, foi feita a relação com o sono diurno e noturno (em termos de duração). Os cientistas descobriram que um maior número de aulas com início cedo levava a uma frequência maior de sonecas durante o curso e que a média diária de sono pela noite era cerca de 17% menor nos alunos que começavam antes das 9h em comparação àqueles que iniciavam as classes meio-dia.

Para o biólogo e professor de genômica evolutiva na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e professor visitante na Universidade Estadual de Michigan (EUA), Luiz Eduardo Del-Bem, que não participou do estudo, o artigo traz algumas observações importantes que podem ajudar a compreender a evolução do aprendizado humano.

“O cérebro humano possui dinâmicas distintas de vigília e sono em crianças, adolescentes e adultos. Enquanto adultos podem dormir menos horas e ainda assim conseguir ter um alto desempenho, sabemos que em adolescentes e jovens não funciona assim”, diz, afirmando ainda que a pesquisa mostra o efeito acumulativo da falta de sono no desempenho acadêmico.

Embora estatisticamente as notas dos estudantes não tenham apresentado alterações significativas em relação ao horário das aulas, a absorção do conteúdo foi pior quando iniciadas às 8h. “Nós que somos professores sabemos que muitas vezes o aluno até está lá presencialmente na aula antes das 9h mas está dormindo. Então esse aprendizado é perdido”, afirma.

Em uma pesquisa conduzida com colégios do ensino médio de Fortaleza, Pedro Burin e seu aluno de mestrado Felipe Rocha Alves, da Faculdade de Medicina da UFC (Universidade Federal do Ceará), avaliaram que aulas pela manhã tinham incidência de 48% do excesso de sonolência diurno nos alunos em relação às vespertinas, afetando também o aprendizado e desenvolvimento dos jovens.

Para Del-Bem, estas e outras pesquisas mostram que há um efeito ainda pouco mensurado sobre o bem-estar e aprendizado que crianças e adolescentes perdem quando submetidas a cursos nestes horários. “O quanto não perdemos de desenvolvimento intelectual que poderia ser produzido porque obrigamos os jovens a terem aulas muito cedo e tiveram pior aprendizado”, finaliza.

Folha de S. Paulo

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Brasil

Inscrições para o Fies terminam nesta sexta; Resultado sai na terça

Termina nesta sexta-feira (10) o prazo para a inscrição de estudantes que desejam participar do Fies de 2023. Neste primeiro semestre, foram disponibilizadas 67 mil vagas em instituições privadas. Todo o processo seletivo é realizado no Portal do Fundo de Financiamento Estudantil.

Os interessados podem escolher até três opções de cursos e o resultado dos pré-selecionados será divulgado na próxima terça-feira (14). Entre os dias 15 e 18 de março, os aprovados devem complementar a inscrição, quando será pedido a apresentação de documentos para celebrar o contrato de financiamento.

O Fies é o programa do governo federal que financia a graduação de alunos com renda de até 3 salários mínimos por integrante da família. O estudante tem até 20 anos para pagar o financiamento a juros mais baixos que os praticados pelo mercado.

O candidato precisa ter feito uma das provas do Enem entre 2010 e 2022, ter somado média de 450 pontos na avaliação e não ter zerado a redação.

INADIMPLÊNCIA

Na última segunda-feira (6), o ministro da Educação, Camilo Santana (PT), afirmou que as taxas de inadimplência do Fies estão altíssimas. Dados do FNDE apontam que R$ 11 bilhões em parcelas que já deveriam estar pagas estão em aberto. Quase um milhão de estudantes estão inadimplentes.

No Ministério da Educação, um grupo de trabalho foi criado para discutir mudanças no programa. Em 180 dias, uma proposta de reformulação do Fundo de Financiamento do Ensino Superior. Entre as instituições privadas, existe a expectativa de aumento no número de vagas oferecidas.

Em janeiro, para garantir a continuidade do programa, o Ministério da Fazenda liberou R$ 500 milhões para a regularização de pagamentos do Fies.

Band

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Brasil

Inep decide acabar com o Enem digital


Foto: Milca de Oliveira

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão ligado ao Ministério da Educação (MEC), decidiu acabar já neste ano com a versão digital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os motivos foram os altos custos de aplicação e o baixo interesse por parte dos candidatos. Haverá a aplicação apenas da prova física.

A informação foi publicada nesta quarta-feira (8) pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e confirmada pelo g1.

Anunciado em 2019, o Enem digital foi realizado por três anos. As provas eram iguais ao modelo tradicional, mas os estudantes iam até os locais de aplicação e realizavam o exame num computador em vez de responder as questões no papel.

Em 2022, foram oferecidas 100 mil vagas para a modalidade digital, mas apenas 66 mil estudantes se inscreverem e menos da metade compareceu.

Além disso, o custo do Enem digital no ano passado foi de R$ 25,3 milhões. O valor por candidato ficou em cerca de R$ 860, sendo que na prova impressa foi em torno de R$ 160. No total, a última aplicação do Enem impresso custou R$ 324 milhões e foi realizado por mais de 2 milhões de estudantes.

Por G1

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Brasil

Resultado com lista de aprovados do SISU 2023 será divulgado nesta terça


Foto: Adja Alvorável/g1

Os resultados do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do 1º semestre de 2023 serão divulgados nesta terça-feira (28), no site https://sisualuno.mec.gov.br/.

O programa usa as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022 para selecionar alunos que estudarão em universidades públicas.

Veja o que fazer a seguir:

✅ Foi aprovado? Verifique quais são os documentos exigidos para a matrícula na instituição de ensino em que você estudará (há universidades que aceitam o envio dos dados por meio digital; outras, apenas presencialmente). O prazo é de 2 a 8 de março.

❌ Não foi aprovado? Calma, nem tudo está perdido. Se quiser, manifeste interesse em participar da lista de espera, no período de 28 de fevereiro a 8 de março. Você deve escolher se deseja concorrer na 1ª ou na 2º opção de curso indicada na inscrição. Os resultados serão divulgados pelas próprias universidades.

Entenda os resultados

O aluno só pode ser aprovado em um dos cursos marcados na inscrição:

A nota foi suficiente para passar na 1ª opção? Ele será obrigatoriamente aprovado nela (sem chance de escolher a 2ª).

Não conseguiu passar na 1ª opção? Pode ser aprovado na 2ª, se o desempenho for suficiente.
Não foi aprovado em nenhuma das opções? Há como participar da lista de espera.

g1

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Educação

Sisu 2023 oferta mais de 19 mil vagas em universidades da Paraíba

A edição 2023.1 do Sistema de Seleção Unificado (Sisu) vai ofertar mais de 19 mil vagas em instituições públicas de ensino superior na Paraíba. As notas do Exame Nacional do Ensino Médio- Enem foram divulgadas na quinta-feira (09) e as inscrições vão ocorrer no período de 16 a 24 de fevereiro no site acessounico.mec.gov.br. O resultado final está marcado para 28 de fevereiro.

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) tem 7.825 mil vagas e é a instituição que mais oferece vagas no Estado.

Já a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) vai disponibilizar 6.288 vagas, sendo 7.825 vagas distribuídas entre 124 cursos de graduação. Deste total, são 3.004 vagas para ampla concorrência e 3.284 para ações afirmativas, de acordo com a Resolução 003/2022 – que estabelece reserva de vagas para pessoas negras, indígenas, ciganas, quilombolas, trans (transexuais, travestis e transgêneros), pessoas com deficiência, pessoas oriundas de escolas públicas e pessoas consideradas em situação de vulnerabilidade socioeconômica que estudaram em escolas privadas com bolsa de estudo integral.

A Universidade Federal da Campina Grande (UFCG) vai disponibilizar 3.175 vagas e o Instituto Federal da Paraíba (IFPB), 1.700 vagas.

O Instituto Federal da Paraíba (IFPB) está ofertando 1.740 vagas em 46 cursos de nove campi, para o primeiro semestre de 2023. Segundo a instituição, dois cursos foram incluídos na oferta de vagas nesta edição: Sistemas para Internet com 30 vagas no Campus Picuí e Análise e Desenvolvimento de Sistemas com 40 vagas no Campus Esperança. Do total de vagas ofertadas, 811 são destinadas a ampla concorrência, 871 são para as cotas previstas na Lei nº 12.711/2012 e 58 vagas para as ações afirmativas.

Blog do BG PB

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