Brasil

ENEM 2023: Em meio à maior crise do exame, inscrições terminam nesta sexta

Prova do Enem 2022 será reaplicada terça e quarta-feiraFoto: Divulgação

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio terminam hoje, sexta-feira, dia 16, às 23h59, após um apelo do presidente Lula nesta semana para que os estudantes participem do processo seletivo.

Um estudo recém-publicado de pesquisadores da UFRJ, com o apoio do Instituto Unibanco, mostra que, após leve crescimento de 2013 a 2016, as taxas de inscrição e a participação dos jovens no exame têm caído de maneira continuada, representando a maior crise da história da prova.

Essa queda atingiu justamente o público-alvo do Enem: os alunos mais vulneráveis.

“Desde 2017 já era sentida uma diminuição na presença dos estudantes mais pobres no exame. Isso aconteceu por diversos fatores, incluindo o estabelecimento de regras muito rígidas para isenção de taxa de inscrição, que dificultaram o acesso dos estudantes ao exame”, diz Ricardo Henriques, superintendente-executivo do Instituto Unibanco, um dos responsáveis pela pesquisa.

Com informações de R7

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Educação

Governador sanciona lei e “botão do pânico” será instalado nas escolas da Paraíba

Veja quando começam as aulas em escolas e universidades da Paraíba em 2023

O governador da Paraíba, João Azevêdo sancionou uma lei que cria o aplicativo ‘Escola Segura’, no qual deverá existir um “botão do pânico” para ser acionado em caso de emergências nas escolas públicas e privadas da Paraíba. A lei foi publicada na edição desta terça-feira (13) do Diário Oficial do Estado.

O botão deverá ser acionado por um professor ou funcionário cadastrado e emitirá um sinal sonoro de alerta na central da escola, enviando alerta aos Centros Integrados de Comando e Controle (CICC) e mensagem de emergência para todos os celulares cadastrados no aplicativo.

Os profissionais devem receber treinamento específico para que possam usar o botão de maneira assertiva, caso seja necessário. O aplicativo deverá possuir um chat interno para que os professores e gestores escolares possam se comunicar em tempo real durante uma situação de emergência.

A lei prevê também um “Botão de emergência” que quando acionado enviará um alerta para os serviços de atendimento médico e psiquiátrico, polícia, Conselho Tutelar e Serviço de Atendimento Médico de Urgência – SAMU, informando a localização da escola e a natureza da emergência.

O Governo Estadual deverá promover campanhas de divulgação e treinamento para o uso correto do aplicativo “Escola Segura” pelos professores e gestores escolares.

MaisPB

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Brasil

Reforma Tributária deve aumentar em 20% as mensalidades em ensino particular, diz estudo

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Brasil

GERAÇÃO ‘NEM-NEM’: Uma em cada cinco pessoas na faixa dos 15 aos 29 anos não estuda nem trabalha, diz IBGE

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Dos 49 milhões de brasileiros na faixa dos 15 aos 29 anos em todo o País, 20% não estudam nem trabalham –percentual um pouco menor do que o de 2019, que era 22,4%, mas, ainda assim, considerado muito alto.

Essa é a chamada geração nem-nem: nem estuda nem trabalha. Os números são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) – Educação, 2022, divulgada nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ainda nesta faixa etária (15 aos 29 anos), 15,7% dos jovens estavam ocupados e estudando, 25,2% estudavam, mas não trabalhavam e 39,1% estavam ocupados e não estudavam.

CNN Brasil

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Educação

João Pessoa tem a maior taxa de analfabetismo entre regiões metropolitanas do país

Analfabetismo atinge 833 mil pessoas em Pernambuco e é maior entre pretos,  pardos e idosos - Folha PE
João Pessoa tem maior taxa de analfabetismo entre todas as regiões metropolitanas do país, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira (7). O relatório ainda aponta a Paraíba como o terceiro estado do país com maior taxa de analfabetismo do Brasil.

De acordo com o IBGE, 8% dos habitantes da capital paraibana e das cidades ao redor dela estão nessa condição. Cerca de 84 mil pessoas com idade superior a 15 anos não sabem ler e escrever.

Em uma escala estadual, entre as 27 unidades da federação, as que mostraram as três maiores taxas de analfabetismo foram três estados do Nordeste, com Piauí (14,8%), Alagoas (14,4%) eParaíba (13,6%). Já as três menores taxas foram as do Distrito Federal (1,9%), Rio de Janeiro (2,1%) e de São Paulo e Santa Catarina (ambos com (2,2%).

A taxa de analfabetismo na Paraíba caiu ao longo dos anos, mas ainda precisa avançar. O levantamento, que visa retratar a realidade do sistema educacional brasileiro, aponta que, no início da análise, em 2016, o indicador da Paraíba era de 15,4%. O ano de 2022 foi o primeiro em que a proporção estadual ficou abaixo de 15%. No último ano acompanhado (2019), a taxa era de 15,1%

O estado paraibano fechou o ano de 2022 com a menor média de pessoas com o ensino básico obrigatório completo. Apenas 39,6% da população havia concluído. A média nacional está em 53,2%.

De acordo com a coordenadora Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy, “A taxa de analfabetismo é uma das metas do atual Plano Nacional de Educação (PNE), que tem vigência até 2024. Um dos itens seria a redução da taxa da população de 15 anos ou mais para 6,5% em 2015 e a erradicação em 2024. A meta intermediária foi alcançada em 2017 na média Brasil, porém, no Nordeste e para a população preta ou parda, ainda não foi alcançada”, ressaltou.

T5

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Educação

Paraíba tem a terceira maior taxa de analfabetismo do país

Matrículas nas escolas estaduais da PB estão abertas para novatos

Entre as 27 unidades da federação, as que mostraram as três maiores taxas de analfabetismo foram Piauí (14,8%), Alagoas (14,4%) e Paraíba (13,6%). Já as três menores taxas foram as do Distrito Federal (1,9%), Rio de Janeiro (2,1%) e de São Paulo e Santa Catarina (ambos com 2,2%).

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua: Educação 2022, divulgada hoje pelo IBGE.

Veja o gráfico abaixo:

A taxa de analfabetismo para as pessoas de 15 anos ou mais também reflete desigualdades regionais: o Nordeste tem a taxa mais alta (11,7%) e o Sudeste, a mais baixa (2,9%). No grupo dos idosos (60 anos ou mais) a diferença é maior: 32,5% para o Nordeste e 8,8% para o Sudeste.

Leia também: Mais da metade das pessoas que não sabem ler e escrever vivem no Nordeste, diz IBGE

 

 

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Educação

Inscrições para o Enem 2023 começam nesta segunda

Foto: Agência Brasil

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) começam nesta segunda-feira (5). Interessados em participar do certame, que será aplicado nos dias 5 e 12 de novembro, têm até o dia 16 de junho para fazer o cadastro na Página do Participante. A taxa de inscrição é R$ 85 e deve ser paga até 21 de junho.

O edital com o cronograma e as regras para o Enem 2023 foi publicado no início do mês. Além de apresentar as datas e os horários do exame, o texto detalha os documentos necessários e as obrigações do participante, incluindo situações em que o candidato pode ser eliminado.

A publicação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) traz também critérios para correção das provas e procedimentos para pessoas que precisam de cuidados especiais durante o concurso.

Os gabaritos das provas objetivas serão publicados no dia 24 de novembro no portal do Inep. Já os resultados individuais serão divulgados no dia 16 de janeiro de 2024 no mesmo site.

Agência Brasil

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Educação

Bolsas de estudo: Alunos de medicina do Fies cogitam abandonar curso por causa de alta de mensalidades

A estudante de medicina Girlene Soares, de Campina Grande (PB), é categórica ao dizer que o Fies “perdeu seu viés de inclusão social”. De um semestre para o outro, a parcela que a jovem precisa pagar diretamente à faculdade sofreu um aumento significativo: saltou de R$ 225 para R$ 946.

“Minha família é da zona rural. Eu comprovei a renda de um salário mínimo (R$ 1.320), mas agora preciso pagar quase isso por mês? Como que se vive assim?”, diz.

Os problemas do programa, apontados por Girleine e por outros estudantes ouvidos nesta reportagem, são resultado de ações tomadas pelo governo federal em 2016 (e mantidas até hoje) para tentar diminuir os prejuízos que o Fies traz aos cofres públicos.

Veja abaixo quais são essas medidas que, como consequência, levam alunos de baixa renda a pensar em desistir do curso:

Teto de R$ 8.800: Especificamente em medicina, o programa financia, no máximo, R$ 8.800 por mês, que devem ser pagos pelo aluno só depois da formatura. Mas as faculdades cobram bem mais do que isso: em média, R$ 10 mil (há exemplos que chegam a R$ 15 mil). A diferença precisa ser quitada a cada mês pelo estudante — é a chamada coparticipação, que está pesando no orçamento dos jovens mais pobres.

“Depois que atingimos o teto, toda vez que a faculdade reajusta a mensalidade, esse aumento recai sobre nós, alunos. Comecei com 225 reais, já estou mais de 900 reais todo mês. Eu penso em desistir do curso, mas como que vou pagar a dívida que já assumi no Fies, se não me formar? Não vou nem ter profissão”, conta Girlene.

Porcentagem limitada de financiamento: De 2010 a 2015, o Fies financiava a mensalidade inteira dos alunos. Depois disso, a regra mudou: atualmente, a porcentagem de cobertura nunca chega a 100%. Tudo depende da renda familiar do estudante. Quanto menor o salário médio da família, maior a fatia da mensalidade que poderá ser paga só depois da formatura.

Exemplo: na mesma faculdade, que custa R$ 10 mil por mês, um estudante com renda familiar per capita de 1,5 salário-mínimo pode conseguir cerca de 85% de financiamento (e não 100%). Com 3 salários-mínimos (o máximo permitido para o programa), seriam só 58% financiados.

Essa questão afeta Gabrielle Gonçalves, aluna do 3º ano de medicina de uma faculdade privada de Paracatu (MG), cuja mensalidade é de R$ 9.558. Por causa dos critérios de renda, mesmo sem ter uma condição de vida confortável, a jovem conseguiu “apenas” 78% de financiamento – ou seja, precisa pagar R$ 2.103 todo mês.

“No começo, era mais barato. Eu pagava R$ 800, com a ajuda da minha família. Mas aí a faculdade aumentou”, diz Gabrielle. “Todo ano, há um reajuste, e a porcentagem de cobertura do financiamento não aumenta. Vai ficando insustentável. Estou escolhendo quais contas pagar no fim do mês”, diz.

“É um medo de nadar, nadar e morrer na praia; chegar à metade do curso e não poder continuar. É um caminho sem volta: se eu largar tudo, vou ficar sem diploma e com uma dívida altíssima. Estou desesperada.”

G1

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Educação

Secretário de Educação aprova criação do ‘botão do pânico’ nas escolas da PB

Foto: MaisPB

O secretário de Estado da Educação, Roberto Souza, considerou “bem-vinda” a proposta de instalar “botões do pânico” em escolas da Paraíba para combate à violência. O projeto de lei para instituir o mecanismo foi aprovado pela Assembleia Legislativa e ainda será analisado pelo governador João Azevêdo.

Souza explicou que ainda será discutido com o parlamento estadual como o botão irá funcionar. “Todas as medidas possíveis para garantir a segurança das crianças e jovens nas escolas é bem-vinda”, avaliou.

Segundo ele, a proposta do “botão do pânico” está alinhada com iniciativas do próprio governo, que busca instituir um protocolo de segurança para que os servidores que atuam em escolas possam acionar algum tipo de mecanismo para acionar as forças de segurança em casos de violência nas unidades de ensino.

MaisPB

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Educação

Trabalhadores da Educação na PB paralisam as atividades e aulas são suspensas nesta quarta

Diversos trabalhadores da Educação na Paraíba participam nesta quarta-feira (26) de uma paralisação nacional da categoria. Por causa disso, as aulas foram suspensas, mas devem retomar na quinta-feira (27).

Além de reivindicar a valorização dos profissionais e a aplicação da lei do piso salarial, o movimento nacional também exige a revogação do Novo Ensino Médio (BNCC).

A mobilização atende a um pedido da Federação Nacional dos Trabalhadores em Educação. Em João Pessoa, a partir das 14h, haverá uma manifestação em frente do Sintep-PB, no centro da capital.

De acordo com Felipe Baunilha, da coordenação do Sindicato, haverá uma grande passeata em defesa da paz nas escolas e melhoria salarial.

Blog do BG PB

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